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Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
Conforme destacado no texto, a palavra construção se classifica como
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Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
“Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores.”
Ideologicamente, o termo destacado no período acima equivale a
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Caso a requisição do exame peça OPA para a incidência do raio X, significa que
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Roger colocou uma quantidade ímpar de moedas em cada mão e disse que daria essas moedas a quem acertasse o valor do produto desses valores.

Ganhou as moedas quem disse que era
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No contexto da Psicologia do Desenvolvimento, quando se dão características como os colegas assumindo grande importância, pensamento lógico e concreto e diminuição do egocentrismo, trata-se da
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No contexto da Psicologia do Desenvolvimento, quando se dão características como os colegas assumindo grande importância, pensamento lógico e concreto e diminuição do egocentrismo, trata-se da
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Um prisma retangular reto, de 9cm de altura e 4cm o lado da base, possui duas pirâmides em seu interior, cada uma com sua base em uma das bases do prisma e sua altura indo até a base oposta.

Se não existe intersecção entre as duas pirâmides, o volume no interior do prisma e externo às pirâmides é de
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A função logarítmica abaixo representa a altura “h” em cm da água em um reservatório após “t” horas submetido à entrada de água com vazão constante.
!$ h(t)=\log_2(a+bt+ct^2) !$
Abaixo temos uma tabela representando altura e tempo:

De acordo com os dados, o valor de K será
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A fórmula matemática que representa, de forma aproximada, a relação entre pressão atmosférica P (em atm) e altura y (em km) é dada por
!$ P(y)=K.\left({\large{9 \over 10}}\right)^y !$
Sabendo que P(0) = 1atm, a altura (aproximada) de um local que possui pressão atmosférica 0,4atm é
Dados: log2 = 0,30 e log3 = 0,48.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ouro Branco-MG
Text to answer to question
“SOFT WATER HARD STONE,” THE FIFTH NEW MUSEUM TRIENNIAL, BRINGS TOGETHER WORKS ACROSS MEDIUMS BY FORTY ARTISTS AND COLLECTIVES FROM AROUND THE WORLD
The title of the 2021 Triennial, “Soft Water Hard Stone,” is taken from a Brazilian proverb, versions of which are found across cultures: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura (Soft water on hard stone hits until it bores a hole).
The proverb can be said to have two meanings: if one persists long enough, the desired effect can eventually be achieved; and time can destroy even the most perceptibly solid materials. The title speaks to ideas of resilience and perseverance, and the impact that an insistent yet discrete gesture can have in time. It also provides a metaphor for resistance, as water – a constantly flowing and transient material – is capable of eventually dissolving stone – a substance associated with permanence, but also composed of tiny particles that can collapse under pressure.
In this moment of profound change, where structures that were once thought to be stable are disintegrating or on the edge of collapse, the 2021 Triennial recognizes artists reenvisioning traditional models, materials, and techniques beyond established paradigms. Their works exalt states of transformation, calling attention to the malleability of structures, porous and unstable surfaces, and the fluid and adaptable potential of both technological and organic mediums. Throughout the exhibition, artists address the regenerative potential of the natural world and our inseparable relationship to it, and grapple with entrenched legacies of colonialism, displacement, and violence. Their works look back at overlooked histories and artistic traditions, while at the same time look forward toward the creative potential that might give dysfunctional or discarded remains new life. It is through their reconfigurations and reimaginings that we are reminded of not only our temporality, but also our adaptability – fundamental characteristics we share, and that keep us human.
“Soft Water Hard Stone” is curated by Margot Norton, Allen and Lola Goldring Curator at the New Museum, and Jamillah James, Senior Curator, The Institute of Contemporary Art, Los Angeles (ICA LA), with Jeanette Bisschops, Curatorial Fellow, and Bernardo Mosqueira, ISLAA Curatorial Fellow.
The exhibition is accompanied by a fully illustrated catalogue copublished by the New Museum and Phaidon Press Limited. Designed by Elizabeth Karp-Evans and Adam Turnbull of Studio Pacific, the catalogue and includes contributions from Jamillah James, Margot Norton, Karen Archey, Eunsong Kim, and Bernardo Mosqueira, and features original interviews with all forty artists participating in the exhibition.
(Available in <https://www.newmuseum.org/exhibitions/view/2021-triennial-softwater- hard-stone>. Accessed in: May 23rd 2022.)
“I loved the Brazilians’ exhibition” means the same as “I loved exhibition”.
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