Foram encontradas 739 questões.
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Por um imposto regulador dos preços dos combustíveis
Apesar de o Brasil ser detentor de uma das mais generosas riquezas naturais do mundo, como o pré-sal, as rendas governamentais vinculadas à exploração dessas riquezas geram montantes relativamente pequenos aos cofres públicos diante do tamanho da economia e da carga tributária total.
No caso do petróleo, a parcela dos impostos incidentes na comercialização dos seus derivados, constituída principalmente do ICMS, é paga pelo consumidor. Mesmo essa carga não é das maiores no mundo: na média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a participação dos tributos sobre o preço final de comercialização é de 54% (dados da Opep de 2020). No Brasil, essa carga na gasolina é de 39%; no diesel, 20%; e no GNV (gás natural veicular), 23%.
E a carga de impostos que incidem na exploração do petróleo e gás no Brasil paga pelas empresas? Esses tributos são constituídos de impostos federais sobre lucros (CSLL e IRPJ) e as rendas de exploração, que são os royalties e as participações especiais recolhidas por estados, municípios e União.
Segundo a Receita Federal, a arrecadação dos impostos federais sobre lucros do setor petroleiro foi de irrisório 0,05% do PIB na média dos anos de 2011 a 2020, período em que ocorreu um aumento das deduções legais praticadas. Já o pagamento de royalties e participações atingiram níveis recordes de R$ 74,4 bilhões em 2021, mas representam apenas 0,86% do Produto Interno Bruto. Assim, se em 2021 a soma dos dois totalizar uma carga tributária perto de 1% ou 1,5% do PIB, a contribuição da produção de petróleo na receita tributária brasileira fica entre 3% e 4,5% do total arrecadado.
De fato, dados apresentados no livro "International Taxation and the Extractive Industries", por Philip Daniel e outros, ilustram que a arrecadação advinda da indústria extrativa (incluindo petróleo e minérios) tem peso extremamente baixo na receita tributária total no Brasil (menos de 5%), em grande contraste com outros países. Essa participação chega a mais de 60% na Arábia Saudita e Emirados Árabes; no México fica próxima de 30%; na Noruega e na Rússia, 20%; e, no Chile, 15%.
Na comparação setorial, dados da Firjan (relativos a 2016), considerando impostos de todos os entes da Federação sobre produtos líquidos de subsídios, mostram que os setores intensivos na exploração de commodities (incluindo a agropecuária e a indústria extrativa) pagam, juntos, apenas 7% do valor bruto da produção. Já a indústria da transformação paga uma carga tributária de 45%; os serviços de utilidade pública, 40%; o comércio, 36%; outros serviços privados, 23%; a construção, 14%.
Essa subtributação da exploração do petróleo indica fazer sentido a criação de um imposto sobre o direito de exportar o óleo cru, conforme já foi defendido por Sergio Gobetti e outros. O pulo do gato é que esse imposto tem uma lógica oposta aos demais porque não é repassado ao consumidor; pelo contrário, é um incentivo a reduzir o preço interno. Como os preços do petróleo são formados nos mercados internacionais, o imposto sobre a exportação resulta numa redução do lucro exigido pelo exportador para vender internamente.
Embora o preço seja cotado nos mercados internacionais, o custo de extração não é homogêneo e, no Brasil, com o pré-sal, situa-se entre os menores do mundo. Com esse imposto, a regra de preço da Petrobras pode manter a paridade internacional, descontando, porém, essa parcela de impostos. Essa alíquota deve ser flexível e escalonada de forma que o desconto tributário seja tão maior quanto maior o preço.
Assim, o imposto acaba tendo um papel regulador contra as oscilações dos preços. Essa alíquota deve ser zerada caso o preço internacional caia para um limiar, de forma a preservar o lucro normal da empresa, considerando seu (baixíssimo) custo de extração e todos os outros, inclusive os custos de importações dos derivados. No médio prazo, esse imposto é também um incentivo fiscal ao aumento da capacidade de refino e de investimentos em escoamento do gás associado.
(Julia de Medeiros Braga. Economista e professora da Faculdade de Economia da UFF (Universidade Federal Fluminense. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/05/por-um-imposto-regulador-dosprecos- dos-combustiveis.shtml. 19.mai.2022)
No texto, ocorrem exemplos de várias siglas, que apresentam grafias diferentes, todas seguindo as regras oficiais para esse tipo de construção vocabular.
Em relação às siglas listadas nas opções a seguir, assinale a que não se apresente seguindo essas regras.
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Por um imposto regulador dos preços dos combustíveis
Apesar de o Brasil ser detentor de uma das mais generosas riquezas naturais do mundo, como o pré-sal, as rendas governamentais vinculadas à exploração dessas riquezas geram montantes relativamente pequenos aos cofres públicos diante do tamanho da economia e da carga tributária total.
No caso do petróleo, a parcela dos impostos incidentes na comercialização dos seus derivados, constituída principalmente do ICMS, é paga pelo consumidor. Mesmo essa carga não é das maiores no mundo: na média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a participação dos tributos sobre o preço final de comercialização é de 54% (dados da Opep de 2020). No Brasil, essa carga na gasolina é de 39%; no diesel, 20%; e no GNV (gás natural veicular), 23%.
E a carga de impostos que incidem na exploração do petróleo e gás no Brasil paga pelas empresas? Esses tributos são constituídos de impostos federais sobre lucros (CSLL e IRPJ) e as rendas de exploração, que são os royalties e as participações especiais recolhidas por estados, municípios e União.
Segundo a Receita Federal, a arrecadação dos impostos federais sobre lucros do setor petroleiro foi de irrisório 0,05% do PIB na média dos anos de 2011 a 2020, período em que ocorreu um aumento das deduções legais praticadas. Já o pagamento de royalties e participações atingiram níveis recordes de R$ 74,4 bilhões em 2021, mas representam apenas 0,86% do Produto Interno Bruto. Assim, se em 2021 a soma dos dois totalizar uma carga tributária perto de 1% ou 1,5% do PIB, a contribuição da produção de petróleo na receita tributária brasileira fica entre 3% e 4,5% do total arrecadado.
De fato, dados apresentados no livro "International Taxation and the Extractive Industries", por Philip Daniel e outros, ilustram que a arrecadação advinda da indústria extrativa (incluindo petróleo e minérios) tem peso extremamente baixo na receita tributária total no Brasil (menos de 5%), em grande contraste com outros países. Essa participação chega a mais de 60% na Arábia Saudita e Emirados Árabes; no México fica próxima de 30%; na Noruega e na Rússia, 20%; e, no Chile, 15%.
Na comparação setorial, dados da Firjan (relativos a 2016), considerando impostos de todos os entes da Federação sobre produtos líquidos de subsídios, mostram que os setores intensivos na exploração de commodities (incluindo a agropecuária e a indústria extrativa) pagam, juntos, apenas 7% do valor bruto da produção. Já a indústria da transformação paga uma carga tributária de 45%; os serviços de utilidade pública, 40%; o comércio, 36%; outros serviços privados, 23%; a construção, 14%.
Essa subtributação da exploração do petróleo indica fazer sentido a criação de um imposto sobre o direito de exportar o óleo cru, conforme já foi defendido por Sergio Gobetti e outros. O pulo do gato é que esse imposto tem uma lógica oposta aos demais porque não é repassado ao consumidor; pelo contrário, é um incentivo a reduzir o preço interno. Como os preços do petróleo são formados nos mercados internacionais, o imposto sobre a exportação resulta numa redução do lucro exigido pelo exportador para vender internamente.
Embora o preço seja cotado nos mercados internacionais, o custo de extração não é homogêneo e, no Brasil, com o pré-sal, situa-se entre os menores do mundo. Com esse imposto, a regra de preço da Petrobras pode manter a paridade internacional, descontando, porém, essa parcela de impostos. Essa alíquota deve ser flexível e escalonada de forma que o desconto tributário seja tão maior quanto maior o preço.
Assim, o imposto acaba tendo um papel regulador contra as oscilações dos preços. Essa alíquota deve ser zerada caso o preço internacional caia para um limiar, de forma a preservar o lucro normal da empresa, considerando seu (baixíssimo) custo de extração e todos os outros, inclusive os custos de importações dos derivados. No médio prazo, esse imposto é também um incentivo fiscal ao aumento da capacidade de refino e de investimentos em escoamento do gás associado.
(Julia de Medeiros Braga. Economista e professora da Faculdade de Economia da UFF (Universidade Federal Fluminense. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/05/por-um-imposto-regulador-dosprecos- dos-combustiveis.shtml. 19.mai.2022)
Assinale a opção em que se tenha feito corretamente a passagem da palavra “exploração” para o diminutivo plural.
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Por um imposto regulador dos preços dos combustíveis
Apesar de o Brasil ser detentor de uma das mais generosas riquezas naturais do mundo, como o pré-sal, as rendas governamentais vinculadas à exploração dessas riquezas geram montantes relativamente pequenosA) aos cofres públicos diante do tamanho da economia e da carga tributária totalB).
No caso do petróleo, a parcela dos impostos incidentes na comercialização dos seus derivados, constituída principalmente do ICMS, é paga pelo consumidor. Mesmo essa carga não é das maiores no mundo: na média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a participação dos tributos sobre o preço finalC) de comercialização é de 54% (dados da Opep de 2020). No Brasil, essa carga na gasolina é de 39%; no diesel, 20%; e no GNV (gás natural veicular), 23%.
E a carga de impostos que incidem na exploração do petróleo e gás no Brasil paga pelas empresas? Esses tributos são constituídos de impostos federais sobre lucros (CSLL e IRPJ) e as rendas de exploração, que são os royalties e as participações especiaisD) recolhidas por estados, municípios e União.
Segundo a Receita Federal, a arrecadação dos impostos federais sobre lucros do setor petroleiro foi de irrisório 0,05% do PIB na média dos anos de 2011 a 2020, período em que ocorreu um aumento das deduções legais praticadas. Já o pagamento de royalties e participações atingiram níveis recordes de R$ 74,4 bilhões em 2021, mas representam apenas 0,86% do Produto Interno Bruto. Assim, se em 2021 a soma dos dois totalizar uma carga tributária perto de 1% ou 1,5% do PIB, a contribuição da produção de petróleo na receita tributária brasileira fica entre 3% e 4,5% do total arrecadado.
De fato, dados apresentados no livro "International Taxation and the Extractive Industries", por Philip Daniel e outros, ilustram que a arrecadação advinda da indústria extrativa (incluindo petróleo e minérios) tem peso extremamente baixo na receita tributária total no Brasil (menos de 5%), em grande contraste com outros países. Essa participação chega a mais de 60% na Arábia Saudita e Emirados Árabes; no México fica próxima de 30%; na Noruega e na Rússia, 20%; e, no Chile, 15%.
Na comparação setorial, dados da Firjan (relativos a 2016), considerando impostos de todos os entes da Federação sobre produtos líquidos de subsídios, mostram que os setores intensivos na exploração de commodities (incluindo a agropecuária e a indústria extrativa) pagam, juntos, apenas 7% do valor bruto da produção. Já a indústria da transformação paga uma carga tributária de 45%; os serviços de utilidade pública, 40%; o comércio, 36%; outros serviços privados, 23%; a construção, 14%.
Essa subtributação da exploração do petróleo indica fazer sentido a criação de um imposto sobre o direito de exportar o óleo cru, conforme já foi defendido por Sergio Gobetti e outros. O pulo do gato é que esse imposto tem uma lógica oposta aos demais porque não é repassado ao consumidor; pelo contrário, é um incentivo a reduzir o preço interno. Como os preços do petróleo são formados nos mercados internacionais, o imposto sobre a exportação resulta numa redução do lucro exigido pelo exportador para vender internamente.
Embora o preço seja cotado nos mercados internacionais, o custo de extração não é homogêneo e, no Brasil, com o pré-sal, situa-se entre os menores do mundo. Com esse imposto, a regra de preço da Petrobras pode manter a paridade internacional, descontando, porém, essa parcela de impostos. Essa alíquota deve ser flexível e escalonada de forma que o desconto tributário seja tão maior quanto maior o preço.
Assim, o imposto acaba tendo um papel regulador contra as oscilações dos preços. Essa alíquota deve ser zerada caso o preço internacional caia para um limiar, de forma a preservar o lucro normal da empresa, considerando seu (baixíssimo) custo de extração e todos os outros, inclusive os custos de importações dos derivados. No médio prazo, esse imposto é também um incentivo fiscal ao aumento da capacidade de refino e de investimentos em escoamento do gás associado.
(Julia de Medeiros Braga. Economista e professora da Faculdade de Economia da UFF (Universidade Federal Fluminense. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/05/por-um-imposto-regulador-dosprecos- dos-combustiveis.shtml. 19.mai.2022)
Assinale a opção em que esteja indicado corretamente um adjetivo biforme.
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
Em relação às ideias do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:
I. A preocupação em associar a matemática à realidade como forma de combater a violência adveio da sua experiência como policial atuando na área ambiental.
II. A educação matemática possibilita que o professor interaja com o meio, de modo a encontrar e propor caminhos para um mundo melhor.
III. O método de ensino da matemática, no viés do texto, se afasta da chamada aula tradicional, em que se espera que os conceitos sejam trabalhados somente na abstração, em uma vinculação com a realidade.
Assinale
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
“A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.”
No período acima, é correto afirmar que existem
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeiraA) vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51B), no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22C) anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022D), entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
Assinale a opção em que, no texto, o numeral não exerça papel adjetivo.
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambientalA) e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranhoB) à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceisC). Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policialD).”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
A respeito das classificações quanto à flexão do adjetivo, assinale a opção em que a palavra seja classificada de forma distinta da das demais.
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
“Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.”
Assinale a opção que indique corretamente o termo a que se refere a palavra grifada no período acima.
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximosA) da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricasB) e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráterC) voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmicaD), ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
Assinale a opção em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta das demais.
Provas
Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência
Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de uma circunferência.
Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os efeitos que as ações humanas têm na natureza.
O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão, 51, no entanto, não é bem assim.
A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à violência.
"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."
Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda continua na corporação atuando na área ambiental.
Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).
Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”
No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de um mundo mais justo e pacífico.
Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.
O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de matemática.
(...)
A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para a construção de uma sociedade melhor.
(...)
Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a formação de valores", diz.
(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar- que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)
“Por meio da educação, em especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não tenhamos tantas dores.”
Assinale a opção que apresente pontuação igualmente correta para o período acima.
Provas
Caderno Container