Foram encontradas 40 questões.
Considere que existem três objetos: R, S e T. Uma pessoa
comprou 12 unidades do objeto R e 14 unidades do objeto S, e
pagou R$ 29,00; outra pessoa comprou 21 unidades do objeto
S e 118 unidades do objeto R, e pagou R$ 154,50; e uma
terceira pessoa comprou 214 unidades do objeto T e 1.102
unidades do objeto R, e pagou R$ 1.465,04. Nesse sentido, e
com base nas informações apresentadas, se uma quarta pessoa
comprar 2.198 unidades do objeto S, 1.768 unidades do objeto
R e 3.902 unidades do objeto T, irá pagar quanto por essa
compra?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um cubo pode ser compreendido como um sólido
geométrico no qual as três dimensões que o define possuem a
mesma medida. Existem três cubos maciços, com os seguintes
volumes: 216 m³; 512.000.000 cm³; 729 m³. Sabe-se que será
necessário dividir cada um desses cubos em cubos menores;
especificamente, o menor cubo possível tal que, com unidade
de medida em metros cúbicos, permaneça sendo a medição um
número natural maior do que zero. A partir dessas
informações, qual a quantidade máxima de cubos que podem
ser obtidos a partir dos três citados?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Abaixo é possível se observar uma matriz que é formada por três colunas e três linhas, ou seja, nove elementos:

Provas
Questão presente nas seguintes provas
No início de uma olímpiada escolar existiam dezesseis
equipes que estavam competindo em uma fase que eliminaria
quatro dessas dezesseis equipes. A primeira equipe eliminada
ganharia sobre um certificado de participação; a segunda
ganharia, além do certificado, R$ 500,00; a terceira, além do
certificado, R$ 750,00; e a quarta, além do certificado, R$
1.000,00. Assim, considerando que a ordem de eliminação
importa, qual das alternativas apresenta a quantidade de
formas diferentes que poderia se dar a eliminação de quatro
das dezesseis equipes.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere que uma série de livros é composta de oito
diferentes volumes, que foram publicados ao longo de anos. Com
a aproximação da comemoração de vinte anos do lançamento do
primeiro volume, uma livraria fez uma promoção inédita: todos os
volumes estão custando o mesmo valor mas o comprador escolhe
aleatoriamente o volume, sem saber qual é ou ver sua capa. Assim,
se uma pessoa possui os volumes 2, 3, 5, 7 e 8 dessa coleção e
compra um volume nessa promoção, qual é a probabilidade de ela
não escolher um volume que já possui?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
I. Em “quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros”, a palavra “quiçá” é um advérbio.
II. Em “nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos”, o termo “que” atua como pronome relativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container