Foram encontradas 359 questões.
Um cubo pode ser compreendido como um sólido
geométrico no qual as três dimensões que o define possuem a
mesma medida. Existem três cubos maciços, com os seguintes
volumes: 216 m³; 512.000.000 cm³; 729 m³. Sabe-se que será
necessário dividir cada um desses cubos em cubos menores;
especificamente, o menor cubo possível tal que, com unidade
de medida em metros cúbicos, permaneça sendo a medição um
número natural maior do que zero. A partir dessas
informações, qual a quantidade máxima de cubos que podem
ser obtidos a partir dos três citados?
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Abaixo é possível se observar uma matriz que é formada por três colunas e três linhas, ou seja, nove elementos:

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No início de uma olímpiada escolar existiam dezesseis
equipes que estavam competindo em uma fase que eliminaria
quatro dessas dezesseis equipes. A primeira equipe eliminada
ganharia sobre um certificado de participação; a segunda
ganharia, além do certificado, R$ 500,00; a terceira, além do
certificado, R$ 750,00; e a quarta, além do certificado, R$
1.000,00. Assim, considerando que a ordem de eliminação
importa, qual das alternativas apresenta a quantidade de
formas diferentes que poderia se dar a eliminação de quatro
das dezesseis equipes.
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Considere que uma série de livros é composta de oito
diferentes volumes, que foram publicados ao longo de anos. Com
a aproximação da comemoração de vinte anos do lançamento do
primeiro volume, uma livraria fez uma promoção inédita: todos os
volumes estão custando o mesmo valor mas o comprador escolhe
aleatoriamente o volume, sem saber qual é ou ver sua capa. Assim,
se uma pessoa possui os volumes 2, 3, 5, 7 e 8 dessa coleção e
compra um volume nessa promoção, qual é a probabilidade de ela
não escolher um volume que já possui?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
I. Em “quiçá um dia, façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros”, a palavra “quiçá” é um advérbio.
II. Em “nos proteja do frio que infringimos a nós mesmos”, o termo “que” atua como pronome relativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A insônia é carrasca
Não comecei nada que terminei, li por aí. Digo e a cabeça
se revira de olhos acordados. Apesar de não saber a partir do que
a coisa começa. Talvez porque acorde em meio à noite e durante
o escuro da noite tudo toma outra dimensão. Tudo na
madrugada é mais fantasmagórico. Carrego uma leve suspeita de
que esse acordar repentino e repetido diz respeito a mim e a ti.
Uma tentativa de apartar as coisas ditas, desditas e malditas e a
angústia que aperta o corpo. Compramos a ilusão do mau agouro
das coisas atravessadas e já que foram ditas pela metade, a outra
parte se transforma num monstro. Não sei bem se tu me
entende, mas talvez, sinta o mesmo. Daí o acordar seguido,
madrugada após madrugada, sempre na mesma hora. Insônia
maldição. Essa consciência atravessada pelo cansaço das horas.
A vida como parte componente, sempre partida ao meio. Uma
parte não toda. E o medo a rosnar pelos cantos. Medo de ser
captado, capturado nessa farsa alargada de achar que está tudo
bem. A noite produz sombras. Ou, as revela.
Acendo a luz numa busca frustrada do sono diante do
descompasso constante da noite que galopa em direção ao dia.
A cabeça como uma ilha, lugar povoado de pensamentos,
encantamentos e reconhecimentos da estranheza do mundo.
Nós e nossos pensamentos num campo desviante e errante sem
mapa ou bússola. A insônia é carrasca, carrega ao extremo
colapsante dos minutos que demoram a passar. Arrasto os
pensamentos pelo quarto, na tentativa de me desvencilhar
inutilmente das ideias que aprisionam a mente. Respiro diante
das inconformidades. Estarei fadada a não dormir? Nestas horas
nem a oração conforta. O pensamento é uma ilha flutuante que
tenta se desvencilhar da condição de umbigo do mundo: somos
apenas mais uns no mundo sem sono. A ilha como uma parte
amputada do continente.
Eu e minhas ficções teóricas e tu, sem saber. Como
esquecer o coquetel molotov do que fora dito? A cabeça anda,
anda e dá voltas. Na madrugada, durante a insônia, os
sentimentos são dinamites. Como se desvencilhar disso tudo
sem se perder? Como cair num rio sem se afogar? Como aceitar
que dormir é entregar-se aquilo que jamais saberei ser eu?
Porque no sono não existimos. Porque conseguir dormir é
desistir de tentar fazer diferente. É entregar os pontos. É fechar
os olhos e não ver mais nada, nem o que está fora e talvez, nem
o que se passa dentro. E o medo de que o sonho seja mais um
pesadelo?
A insônia é o recorte de uma existência e quiçá um dia,
façamos um corte-fluxo nos pensamentos madrugadeiros e
deles, uma colcha de retalhos que nos proteja do frio que
infringimos a nós mesmos. Até lá, outra vez, bom dia.
Autora: Adriana Antunes – GZH (adaptado).
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3931295
Ano: 2025
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Painel-SC
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Painel-SC
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Considerando os critérios de articulação textual nas leis
estaduais, assinale a alternativa correta.
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