Foram encontradas 359 questões.
Uma fabricante de cartões em PVC personalizados adquire
placas do material com comprimento igual a 1,2 metros e
largura igual a 0,8 metros. Essas placas foram utilizadas para
produzir cartões de 20 centímetros de largura e 35 centímetros
de comprimento. Se a devolução da parte não usada de cada
placa à fabricante dela acarreta desconto de R$ 0,10 para a
próxima compra a cada cem centímetros quadrados
(independente da forma das sobras), um pedido de 120 cartões
trará um desconto de:
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Um reservatório foi abastecido com 12 mil litros de água, o
que o preencheu completamente. Depois do reservatório
cheio, foi feito um pequeno furo em sua base, o que levou a
que saísse 5 mililitros de água por segundo. Para além disso, há
uma saída programada de água nesse reservatório que, a cada
minuto passado, 5 litros saem em um segundo,
independentemente do furo citado. Se a água começa a sair
pelo furo no mesmo segundo que inicia a contagem da saída
programada, quantos minutos completos, no mínimo, serão
necessários para que metade da água do reservatório tenha
saído?
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Abaixo é possível se observar duas tabelas, cada uma composta de 12 diferentes dados numéricos.

É necessário fazer um ajuste na tabela: a primeira deve conter somente números pares das duas tabelas e a segunda deve conter somente números ímpares das duas tabelas. Após esse reajuste, assinale a alternativa que traz a soma da mediana dos dados presentes na primeira tabela reajustada e a média aritmética dos dados presentes na segunda tabela reajustada.
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Seja uma aplicação financeira a qual se sabe apenas duas
informações: trata-se de uma aplicação que segue regime de
juros simples, e a taxa é aplicada semanalmente, considerando
que todos os meses possuem exatamente quatro semanas. A
partir disso, analise as assertivas:
I. Se o capital for R$ 10.000,00 e a taxa de aplicação for igual a 1%, o montante após três anos será igual a R$ 14.400,00 a mais do que o capital.
II. Para que o valor do montante seja igual ao dobro, no mínimo do capital, serão necessários, no mínimo, quatro anos e dois meses, se a taxa for igual a 0,5%.
III. Caso, a cada doze meses de aplicação, seja feito um desconto de 1% nos juros obtidos nesses doze meses, R$ 5.000,00 a uma taxa de 2%, o montante ao final de dois anos será igual a R$ 14.405,00.
Estão CORRETAS:
I. Se o capital for R$ 10.000,00 e a taxa de aplicação for igual a 1%, o montante após três anos será igual a R$ 14.400,00 a mais do que o capital.
II. Para que o valor do montante seja igual ao dobro, no mínimo do capital, serão necessários, no mínimo, quatro anos e dois meses, se a taxa for igual a 0,5%.
III. Caso, a cada doze meses de aplicação, seja feito um desconto de 1% nos juros obtidos nesses doze meses, R$ 5.000,00 a uma taxa de 2%, o montante ao final de dois anos será igual a R$ 14.405,00.
Estão CORRETAS:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Dispositivo pode substituir cloro no tratamento de água e
auxiliar na saúde das pessoas
Os sistemas de tratamento de água são essenciais na vida
dos seres humanos. São eles os responsáveis por garantir a
qualidade e transporte do líquido até a casa de cada cidadão.
Atualmente grande parcela do tratamento ao redor do mundo é
realizada com o uso de cloro. Entretanto, por mais que a técnica
seja eficaz contra microrganismos, ela pode gerar subprodutos
tóxicos à saúde e exige cuidados no transporte e armazenamento,
podendo afetar diretamente os seres humanos e o meio
ambiente.
Pensando nessa questão, pesquisadores do Instituto de
Química da USP de São Carlos desenvolveram um dispositivo
capaz de contornar esse problema. O mecanismo, ao invés de
utilizar cloro, purifica a água a partir do uso de peróxido de
hidrogênio, também conhecido como água oxigenada.
O tratamento de água a partir desse composto não só auxilia
no seu tratamento como não gera subprodutos prejudiciais à
saúde. Marcos Lanza, professor do Instituto de Química de São
Carlos e responsável pelo grupo de pesquisa, comenta que
processos como a peróxido gênese são estudados há muito
tempo. “O uso de peróxido de hidrogênio para o tratamento de
água, em larga escala, é muito caro, e por isso é pouco utilizado
nas estações. Nós desenvolvemos esse dispositivo pensando
justamente em baratear o custo do reagente.”
O aparelho desenvolvido produz, monitora e libera peróxido
de hidrogênio na água em tempo real. Robson Souto, doutorando
e pesquisador do Instituto de Química, detalha que a reação que
ocorre no interior do dispositivo baseia-se na adição de oxigênio
atmosférico à água, gerando o peróxido de hidrogênio. Ele
complementa que o composto gerado é altamente oxidante e
muito eficiente.
Além do tratamento de água, o dispositivo pode ser utilizado
para outras finalidades industriais. “No sistema, o peróxido de
hidrogênio produzido pode ser utilizado, por exemplo, para uma
aplicação de síntese na indústria química. Uma das áreas possíveis
de utilização é na indústria de polpa de papel, para a produção de
folha sulfite.
Além do custo elevado, o peróxido de hidrogênio tem um
tempo de vida curto, levando a uma preferência no uso de cloro
nas estações de tratamento. Assim, o dispositivo desenvolvido
possui muita utilidade em espaços mais afastados das estações de
tratamento, já que a produção de peróxido é controlada de acordo
com a necessidade. Além disso, o professor comenta que a
armazenagem do composto é mais simples em relação ao cloro,
visto que ele consegue se misturar com a água facilmente.
O projeto ainda não está no mercado. De acordo com os
pesquisadores, algumas empresas já consultaram a situação da
patente, mas desistiram ao notarem os altos custos de
desenvolvimento. “Nós estamos em uma escala ‘bancada-piloto’,
mas é o máximo que conseguimos alcançar por enquanto.
Teríamos que ter mais recursos e investimentos para
aumentarmos nosso espaço, para montarmos uma grande
planta”, afirma Marcos.
Fonte: https://jornal.usp.br/radio-usp/dispositivo-pode-substituir-cloro-notratamento-de-agua-e-auxiliar-na-saude-das-pessoas/ (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Dispositivo pode substituir cloro no tratamento de água e
auxiliar na saúde das pessoas
Os sistemas de tratamento de água são essenciais na vida
dos seres humanos. São eles os responsáveis por garantir a
qualidade e transporte do líquido até a casa de cada cidadão.
Atualmente grande parcela do tratamento ao redor do mundo é
realizada com o uso de cloro. Entretanto, por mais que a técnica
seja eficaz contra microrganismos, ela pode gerar subprodutos
tóxicos à saúde e exige cuidados no transporte e armazenamento,
podendo afetar diretamente os seres humanos e o meio
ambiente.
Pensando nessa questão, pesquisadores do Instituto de
Química da USP de São Carlos desenvolveram um dispositivo
capaz de contornar esse problema. O mecanismo, ao invés de
utilizar cloro, purifica a água a partir do uso de peróxido de
hidrogênio, também conhecido como água oxigenada.
O tratamento de água a partir desse composto não só auxilia
no seu tratamento como não gera subprodutos prejudiciais à
saúde. Marcos Lanza, professor do Instituto de Química de São
Carlos e responsável pelo grupo de pesquisa, comenta que
processos como a peróxido gênese são estudados há muito
tempo. “O uso de peróxido de hidrogênio para o tratamento de
água, em larga escala, é muito caro, e por isso é pouco utilizado
nas estações. Nós desenvolvemos esse dispositivo pensando
justamente em baratear o custo do reagente.”
O aparelho desenvolvido produz, monitora e libera peróxido
de hidrogênio na água em tempo real. Robson Souto, doutorando
e pesquisador do Instituto de Química, detalha que a reação que
ocorre no interior do dispositivo baseia-se na adição de oxigênio
atmosférico à água, gerando o peróxido de hidrogênio. Ele
complementa que o composto gerado é altamente oxidante e
muito eficiente.
Além do tratamento de água, o dispositivo pode ser utilizado
para outras finalidades industriais. “No sistema, o peróxido de
hidrogênio produzido pode ser utilizado, por exemplo, para uma
aplicação de síntese na indústria química. Uma das áreas possíveis
de utilização é na indústria de polpa de papel, para a produção de
folha sulfite.
Além do custo elevado, o peróxido de hidrogênio tem um
tempo de vida curto, levando a uma preferência no uso de cloro
nas estações de tratamento. Assim, o dispositivo desenvolvido
possui muita utilidade em espaços mais afastados das estações de
tratamento, já que a produção de peróxido é controlada de acordo
com a necessidade. Além disso, o professor comenta que a
armazenagem do composto é mais simples em relação ao cloro,
visto que ele consegue se misturar com a água facilmente.
O projeto ainda não está no mercado. De acordo com os
pesquisadores, algumas empresas já consultaram a situação da
patente, mas desistiram ao notarem os altos custos de
desenvolvimento. “Nós estamos em uma escala ‘bancada-piloto’,
mas é o máximo que conseguimos alcançar por enquanto.
Teríamos que ter mais recursos e investimentos para
aumentarmos nosso espaço, para montarmos uma grande
planta”, afirma Marcos.
Fonte: https://jornal.usp.br/radio-usp/dispositivo-pode-substituir-cloro-notratamento-de-agua-e-auxiliar-na-saude-das-pessoas/ (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Dispositivo pode substituir cloro no tratamento de água e
auxiliar na saúde das pessoas
Os sistemas de tratamento de água são essenciais na vida
dos seres humanos. São eles os responsáveis por garantir a
qualidade e transporte do líquido até a casa de cada cidadão.
Atualmente grande parcela do tratamento ao redor do mundo é
realizada com o uso de cloro. Entretanto, por mais que a técnica
seja eficaz contra microrganismos, ela pode gerar subprodutos
tóxicos à saúde e exige cuidados no transporte e armazenamento,
podendo afetar diretamente os seres humanos e o meio
ambiente.
Pensando nessa questão, pesquisadores do Instituto de
Química da USP de São Carlos desenvolveram um dispositivo
capaz de contornar esse problema. O mecanismo, ao invés de
utilizar cloro, purifica a água a partir do uso de peróxido de
hidrogênio, também conhecido como água oxigenada.
O tratamento de água a partir desse composto não só auxilia
no seu tratamento como não gera subprodutos prejudiciais à
saúde. Marcos Lanza, professor do Instituto de Química de São
Carlos e responsável pelo grupo de pesquisa, comenta que
processos como a peróxido gênese são estudados há muito
tempo. “O uso de peróxido de hidrogênio para o tratamento de
água, em larga escala, é muito caro, e por isso é pouco utilizado
nas estações. Nós desenvolvemos esse dispositivo pensando
justamente em baratear o custo do reagente.”
O aparelho desenvolvido produz, monitora e libera peróxido
de hidrogênio na água em tempo real. Robson Souto, doutorando
e pesquisador do Instituto de Química, detalha que a reação que
ocorre no interior do dispositivo baseia-se na adição de oxigênio
atmosférico à água, gerando o peróxido de hidrogênio. Ele
complementa que o composto gerado é altamente oxidante e
muito eficiente.
Além do tratamento de água, o dispositivo pode ser utilizado
para outras finalidades industriais. “No sistema, o peróxido de
hidrogênio produzido pode ser utilizado, por exemplo, para uma
aplicação de síntese na indústria química. Uma das áreas possíveis
de utilização é na indústria de polpa de papel, para a produção de
folha sulfite.
Além do custo elevado, o peróxido de hidrogênio tem um
tempo de vida curto, levando a uma preferência no uso de cloro
nas estações de tratamento. Assim, o dispositivo desenvolvido
possui muita utilidade em espaços mais afastados das estações de
tratamento, já que a produção de peróxido é controlada de acordo
com a necessidade. Além disso, o professor comenta que a
armazenagem do composto é mais simples em relação ao cloro,
visto que ele consegue se misturar com a água facilmente.
O projeto ainda não está no mercado. De acordo com os
pesquisadores, algumas empresas já consultaram a situação da
patente, mas desistiram ao notarem os altos custos de
desenvolvimento. “Nós estamos em uma escala ‘bancada-piloto’,
mas é o máximo que conseguimos alcançar por enquanto.
Teríamos que ter mais recursos e investimentos para
aumentarmos nosso espaço, para montarmos uma grande
planta”, afirma Marcos.
Fonte: https://jornal.usp.br/radio-usp/dispositivo-pode-substituir-cloro-notratamento-de-agua-e-auxiliar-na-saude-das-pessoas/ (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Dispositivo pode substituir cloro no tratamento de água e
auxiliar na saúde das pessoas
Os sistemas de tratamento de água são essenciais na vida
dos seres humanos. São eles os responsáveis por garantir a
qualidade e transporte do líquido até a casa de cada cidadão.
Atualmente grande parcela do tratamento ao redor do mundo é
realizada com o uso de cloro. Entretanto, por mais que a técnica
seja eficaz contra microrganismos, ela pode gerar subprodutos
tóxicos à saúde e exige cuidados no transporte e armazenamento,
podendo afetar diretamente os seres humanos e o meio
ambiente.
Pensando nessa questão, pesquisadores do Instituto de
Química da USP de São Carlos desenvolveram um dispositivo
capaz de contornar esse problema. O mecanismo, ao invés de
utilizar cloro, purifica a água a partir do uso de peróxido de
hidrogênio, também conhecido como água oxigenada.
O tratamento de água a partir desse composto não só auxilia
no seu tratamento como não gera subprodutos prejudiciais à
saúde. Marcos Lanza, professor do Instituto de Química de São
Carlos e responsável pelo grupo de pesquisa, comenta que
processos como a peróxido gênese são estudados há muito
tempo. “O uso de peróxido de hidrogênio para o tratamento de
água, em larga escala, é muito caro, e por isso é pouco utilizado
nas estações. Nós desenvolvemos esse dispositivo pensando
justamente em baratear o custo do reagente.”
O aparelho desenvolvido produz, monitora e libera peróxido
de hidrogênio na água em tempo real. Robson Souto, doutorando
e pesquisador do Instituto de Química, detalha que a reação que
ocorre no interior do dispositivo baseia-se na adição de oxigênio
atmosférico à água, gerando o peróxido de hidrogênio. Ele
complementa que o composto gerado é altamente oxidante e
muito eficiente.
Além do tratamento de água, o dispositivo pode ser utilizado
para outras finalidades industriais. “No sistema, o peróxido de
hidrogênio produzido pode ser utilizado, por exemplo, para uma
aplicação de síntese na indústria química. Uma das áreas possíveis
de utilização é na indústria de polpa de papel, para a produção de
folha sulfite.
Além do custo elevado, o peróxido de hidrogênio tem um
tempo de vida curto, levando a uma preferência no uso de cloro
nas estações de tratamento. Assim, o dispositivo desenvolvido
possui muita utilidade em espaços mais afastados das estações de
tratamento, já que a produção de peróxido é controlada de acordo
com a necessidade. Além disso, o professor comenta que a
armazenagem do composto é mais simples em relação ao cloro,
visto que ele consegue se misturar com a água facilmente.
O projeto ainda não está no mercado. De acordo com os
pesquisadores, algumas empresas já consultaram a situação da
patente, mas desistiram ao notarem os altos custos de
desenvolvimento. “Nós estamos em uma escala ‘bancada-piloto’,
mas é o máximo que conseguimos alcançar por enquanto.
Teríamos que ter mais recursos e investimentos para
aumentarmos nosso espaço, para montarmos uma grande
planta”, afirma Marcos.
Fonte: https://jornal.usp.br/radio-usp/dispositivo-pode-substituir-cloro-notratamento-de-agua-e-auxiliar-na-saude-das-pessoas/ (adaptado).
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Dispositivo pode substituir cloro no tratamento de água e
auxiliar na saúde das pessoas
Os sistemas de tratamento de água são essenciais na vida
dos seres humanos. São eles os responsáveis por garantir a
qualidade e transporte do líquido até a casa de cada cidadão.
Atualmente grande parcela do tratamento ao redor do mundo é
realizada com o uso de cloro. Entretanto, por mais que a técnica
seja eficaz contra microrganismos, ela pode gerar subprodutos
tóxicos à saúde e exige cuidados no transporte e armazenamento,
podendo afetar diretamente os seres humanos e o meio
ambiente.
Pensando nessa questão, pesquisadores do Instituto de
Química da USP de São Carlos desenvolveram um dispositivo
capaz de contornar esse problema. O mecanismo, ao invés de
utilizar cloro, purifica a água a partir do uso de peróxido de
hidrogênio, também conhecido como água oxigenada.
O tratamento de água a partir desse composto não só auxilia
no seu tratamento como não gera subprodutos prejudiciais à
saúde. Marcos Lanza, professor do Instituto de Química de São
Carlos e responsável pelo grupo de pesquisa, comenta que
processos como a peróxido gênese são estudados há muito
tempo. “O uso de peróxido de hidrogênio para o tratamento de
água, em larga escala, é muito caro, e por isso é pouco utilizado
nas estações. Nós desenvolvemos esse dispositivo pensando
justamente em baratear o custo do reagente.”
O aparelho desenvolvido produz, monitora e libera peróxido
de hidrogênio na água em tempo real. Robson Souto, doutorando
e pesquisador do Instituto de Química, detalha que a reação que
ocorre no interior do dispositivo baseia-se na adição de oxigênio
atmosférico à água, gerando o peróxido de hidrogênio. Ele
complementa que o composto gerado é altamente oxidante e
muito eficiente.
Além do tratamento de água, o dispositivo pode ser utilizado
para outras finalidades industriais. “No sistema, o peróxido de
hidrogênio produzido pode ser utilizado, por exemplo, para uma
aplicação de síntese na indústria química. Uma das áreas possíveis
de utilização é na indústria de polpa de papel, para a produção de
folha sulfite.
Além do custo elevado, o peróxido de hidrogênio tem um
tempo de vida curto, levando a uma preferência no uso de cloro
nas estações de tratamento. Assim, o dispositivo desenvolvido
possui muita utilidade em espaços mais afastados das estações de
tratamento, já que a produção de peróxido é controlada de acordo
com a necessidade. Além disso, o professor comenta que a
armazenagem do composto é mais simples em relação ao cloro,
visto que ele consegue se misturar com a água facilmente.
O projeto ainda não está no mercado. De acordo com os
pesquisadores, algumas empresas já consultaram a situação da
patente, mas desistiram ao notarem os altos custos de
desenvolvimento. “Nós estamos em uma escala ‘bancada-piloto’,
mas é o máximo que conseguimos alcançar por enquanto.
Teríamos que ter mais recursos e investimentos para
aumentarmos nosso espaço, para montarmos uma grande
planta”, afirma Marcos.
Fonte: https://jornal.usp.br/radio-usp/dispositivo-pode-substituir-cloro-notratamento-de-agua-e-auxiliar-na-saude-das-pessoas/ (adaptado).
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