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Foram encontradas 40 questões.

1416610 Ano: 2010
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Assinale a alternativa que apresenta o indicador de saúde que representa a probabilidade de tempo de vida média da população e sugere melhoria das condições de vida e saúde:
 

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1370254 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Enquanto você estava na fila do caixa de um banco, o homem à sua frente coloca a mão direita sobre o precórdio e cai ao chão inconsciente. Imediatamente você chama por ajuda, solicita um DEA (desfibrilador externo automático) e inicia o atendimento médico.
Com base no ABCD de atendimento de uma Parada Cardiorrespiratória proposta pelo SAVC (Suporte Avançado de Vida em Cardiologia, do inglês ACLS), leia as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta:
I. O “A” indica que inicialmente devemos proceder à abertura da via aérea, a qual pode ser obtida com a manobra de elevação da mandíbula sem extensão da cabeça.
II. O “B” indica que devemos garantir a respiração. Quando o paciente não estiver respirando, deve-se aplicar 4 ventilações, sendo que cada uma delas deve demorar 2 segundos e provocar a elevação visível do tórax.
III. O “C” indica que devemos avaliar a circulação sanguínea, isto é, se há batimentos cardíacos. Para tanto, devemos palpar um pulso periférico, como o pulso radial, durante pelo menos 5 segundos.
 

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1368823 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
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As doenças dermatológicas na infância constituem muitas vezes um desafio ao pediatra, tanto ao seu diagnóstico quanto ao seu tratamento. Correlacione a primeira coluna com a segunda coluna:
I. Dermatite atópica
II. Eritema tóxico
III. Candidíase
IV. Impetigo
V. Dermatite seborréica
( ) Geralmente se localiza em áreas de dobras profundas, podendo disseminar-se por toda a área de fraldas com lesões eritematosas e pequenas pápulas.
( ) Ocorrem em todo o corpo, exceto palmas e plantas, com pápulas amarelas ou brancas e pequenas pústulas. Acomete 30 a 50% do recém-nascido a termo.
( ) Acomete frequentemente bebês menores de 6 meses e adolescentes, como erupção descamativa de couro cabeludo disseminando-se para a face e região occipital.
( ) Pode localizar-se em qualquer região. Dissemina-se facilmente, mas geralmente poupa as pregas profundas. Apresenta-se como bolhas que rompem rapidamente deixando crosta/escama fina.
( ) Aparecem mais frequentemente em bochecha, tronco e áreas extensoras das extremidades. Pode iniciar aos 2 meses de idade e persistir por toda a infância. A associação com Dobras de Dennie, sulco nasal e pregas palmares.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo:
 

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1368689 Ano: 2010
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
A proposta de humanização do SUS é entendida como:
I. proposta de um trabalho coletivo para que o SUS seja mais acolhedor, mais ágil e mais resolutivo.
II. valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores.
III. compromisso com a qualificação da ambiência, melhorando as condições de trabalho e de atendimento.
IV. aumento do grau de corresponsabilidade na produção de saúde e de sujeitos.
V. estabelecimento de vínculos solidários, porém sem participação coletiva no processo de gestão.
São verdadeiras as afirmativas:
 

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1368497 Ano: 2010
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
A NOAS 01/2001 estabelece dois tipos de gestão para habilitação dos municípios. Assinale a alternativa que apresenta corretamente os dois tipos de gestão:
 

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1368111 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
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A baixa estatura é um problema comum na prática pediátrica. Analise as afirmações a seguir:
I. As causas “atraso constitucional” e “familiar” são raras.
II. A Insuficiência Renal Crônica pode ser uma causa de baixa estatura.
III. As velocidades de crescimento dependem da idade cronológica. Geralmente, uma taxa de crescimento de 6 cm/ano entre 2 e 5 anos de idade cronológica, 5 cm/ano entre os 5 anos de idade cronológica e o estirão da adolescência são normais.
IV. O hipotireoidismo, a deficiência do hormônio de crescimento, o hipopituitarismo e o hipercortisolismo são causas endócrinas da baixa estatura.
V. A avaliação da idade óssea é feita sempre avaliando a placa de crescimento do fêmur.
Quais são as corretas?
 

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1368091 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
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Em qual dos grupos abaixo a investigação para anemia ferropriva NÃO deve ser considerada?
 

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1367719 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Combate à gripe
Foram exagerados, mas compreensíveis em retrospecto, os receios provocados em escala global pela irrupção de um novo subtipo do vírus da gripe, em abril do ano passado. Quando os primeiros casos da gripe A (ou “suína”) surgiram no México, em 2009, sua letalidade era desconhecida, e mesmo especialistas temiam que o vírus mutante pudesse trazer riscos comparáveis aos de grandes pandemias do passado, como a gripe espanhola.
Embora imprecisos, os dados atualmente disponíveis indicam, transcorridos quase dez meses do início da propagação, que a letalidade do vírus H1N1 não é muito maior do que aquela normalmente provocada pela gripe comum. O fato de os temores iniciais não terem sido comprovados provoca agora reação inversa, que também deve ser evitada. Campanhas de prevenção na Europa não surtiram os efeitos desejados e, em alguns países, menos de 10% dos habitantes acorreram aos postos de vacinação.
É preciso lembrar que tanto a gripe comum quanto sua nova versão provocam mortes que podem ser evitadas. São bem-vindos e necessários, portanto, os esforços do Ministério da Saúde para imunizar cerca de um terço da população brasileira contra o novo vírus, a partir de março.
Dividida em quatro fases, a vacinação se concentrará nos grupos mais atingidos pela nova gripe, como grávidas, recém-nascidos e jovens na faixa dos 20 anos.
Entre pessoas acima de 60 anos, no entanto, a imunização contra o H1N1 será restrita àquelas que têm doenças crônicas. Idosos em geral apresentam riscos distintos em relação à nova gripe e aos vírus mais antigos – baixa letalidade no primeiro caso, e alta concentração de vítimas no último.
É preciso evitar, no caso específico dos cidadãos acima de 60 anos, que os esforços corretamente voltados para o combate à gripe A terminem por esvaziar a atenção dedicada às campanhas tradicionais contra os vírus mais corriqueiros, diminuindo o alcance e a eficácia da vacinação contra a gripe comum. Caberá ao governo esforço adicional de comunicação para evitar tal risco.
Folha – 28/1/2010.
O trecho “O fato de os temores iniciais não terem sido comprovados provoca agora reação inversa, que também deve ser evitada.” poderia ser reescrito, ainda de acordo com a norma culta, da seguinte maneira:
 

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1367352 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Pais têm mais medo da vacina do que da gripe A (H1N1) nos EUA
Rachel Botelho
Uma pesquisa conduzida pelo C.S. Mott Children’s Hospital, nos Estados Unidos, indica que 55% dos pais se afligem com a possibilidade de seus filhos pegarem a gripe A (H1N1), enquanto 66% deles estão mais preocupados com a segurança da vacina utilizada para evitar a doença. Entre os filhos de pais mais receosos com a vacina, apenas 10% foram imunizados.
Foram entrevistados 1.612 pais com 18 anos de idade ou mais, numa amostra representativa da população do país, no último dia 18 de janeiro. A margem de erro é de dois a três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Infectologistas ouvidos pela Folha afirmam que, no Brasil, onde a vacinação contra a gripe A deve começar em 8 de março, o panorama não deve se repetir. Para eles, os americanos ainda guardam más lembranças de um episódio ocorrido no fim da década de 1970, quando uma vacina contra gripe foi responsabilizada por uma série de efeitos colaterais graves.
“Acredito que aqui a vacina será extremamente bemaceita”, diz o infectologista Juvêncio Furtado, professor da Faculdade de Medicina do ABC. Segundo ele, as doses que serão distribuídas pelo Ministério da Saúde não têm efeitos colaterais significativos. “A proteína do vírus não tem capacidade de provocar doença. Ela é tão segura quanto a da gripe sazonal”.
O infectologista David Uip, diretor do Hospital Emílio Ribas, ressalta que a vacina da gripe A não é diferente daquela administrada anualmente. “Só mudou o sorotipo, que muda todos os anos”, diz. Ele acredita que campanhas informativas são fundamentais para evitar uma baixa adesão à vacinação, como ocorreu nos EUA.
Para Celso Granato, professor da Universidade Federal de São Paulo, é mais arriscado não tomar a vacina, e o fato de ela ter sido elaborada em pouco tempo não deve ser motivo de temor. “Ela foi distribuída em enorme quantidade, e os dados sobre efeitos mostram que é muito segura. Não tem nenhuma razão para achar que é pior do que as anteriores”, afirma.
Folha de São Paulo – 17/2/2010.
Levando-se em conta as informações do texto, assinale a alternativa correta:
 

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1366298 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Combate à gripe
Foram exagerados, mas compreensíveis em retrospecto, os receios provocados em escala global pela irrupção de um novo subtipo do vírus da gripe, em abril do ano passado. Quando os primeiros casos da gripe A (ou “suína”) surgiram no México, em 2009, sua letalidade era desconhecida, e mesmo especialistas temiam que o vírus mutante pudesse trazer riscos comparáveis aos de grandes pandemias do passado, como a gripe espanhola.
Embora imprecisos, os dados atualmente disponíveis indicam, transcorridos quase dez meses do início da propagação, que a letalidade do vírus H1N1 não é muito maior do que aquela normalmente provocada pela gripe comum. O fato de os temores iniciais não terem sido comprovados provoca agora reação inversa, que também deve ser evitada. Campanhas de prevenção na Europa não surtiram os efeitos desejados e, em alguns países, menos de 10% dos habitantes acorreram aos postos de vacinação.
É preciso lembrar que tanto a gripe comum quanto sua nova versão provocam mortes que podem ser evitadas. São bem-vindos e necessários, portanto, os esforços do Ministério da Saúde para imunizar cerca de um terço da população brasileira contra o novo vírus, a partir de março.
Dividida em quatro fases, a vacinação se concentrará nos grupos mais atingidos pela nova gripe, como grávidas, recém-nascidos e jovens na faixa dos 20 anos.
Entre pessoas acima de 60 anos, no entanto, a imunização contra o H1N1 será restrita àquelas que têm doenças crônicas. Idosos em geral apresentam riscos distintos em relação à nova gripe e aos vírus mais antigos – baixa letalidade no primeiro caso, e alta concentração de vítimas no último.
É preciso evitar, no caso específico dos cidadãos acima de 60 anos, que os esforços corretamente voltados para o combate à gripe A terminem por esvaziar a atenção dedicada às campanhas tradicionais contra os vírus mais corriqueiros, diminuindo o alcance e a eficácia da vacinação contra a gripe comum. Caberá ao governo esforço adicional de comunicação para evitar tal risco.
Folha – 28/1/2010.
Assinale a alternativa que contém o comentário INCORRETO sobre os trechos citados:
 

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