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Foram encontradas 30 questões.

2591906 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Assinale a alternativa que não representa um programa do Pacote Microsoft Office 2013.

 

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2591905 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Utilizando o Google Chrome, Versão 102.0.5005.63 (versão oficial) 64 bits, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl + t. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente)

 

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2591904 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Utilizando o Pacote Microsoft Office 2013, instalação padrão, português do Brasil, com a célula selecionada, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl+1, no programa Excel. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente)

 

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2591903 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Utilizando o Pacote Microsoft Office 2013, instalação padrão, português do Brasil, com a palavra selecionada, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl+L, no programa Word. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente)

 

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2591902 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Assinale a alternativa que representa um hardware.

 

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2591901 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Leia o texto para responder a questão.

O próximo presidente

Geraldo, casado, dois filhos, aos 48 anos está desempregado.

Desemprego é dureza. Geraldo já passou pelas três fases as quais passam todos

os desempregados.

A primeira começa por acordar cedo, refazer o currículo

e enviar o arquivo para todos os amigos e sites.

Sofia, a mulher de Geraldo, do lar, não concorda com a

estratégia do marido.

— Amore, você precisa sair de casa. Precisa ir atrás.

Emprego não cai do céu.

Demorou, mas Geraldo concordou.

Passou para a segunda fase: bater perna.

Pegou tudo que foi endereço das firmas que conhecia e

foi à luta.

Na maioria das vezes, não passou pela recepcionista, que

ficava com seu currículo para enviar para o RH.

Não adiantou nada. Nenhum email. Nenhum WhatsApp.

Nenhum telefonema.

A terceira fase é quando o sujeito desiste e, descrente,

joga para o céu.

Geraldo, depois de oito meses sem dar sorte, passou por

essa fase também.

— Ah, Sofia, do jeito que vai esse País eu tô encrencado.

Ninguém vai dar emprego para mim, ainda mais nessa idade.

Sofia nem respondeu.

Na verdade, concordava com Geraldo.

O País estava desse jeito mesmo e ele, coitado, não era

mais um garoto.

Mesmo assim, até por falta de opção, Sofia tentava

motivar o marido:

— Amore, você nunca foi assim! Não pode desistir. Se não está arrumando nada, vamos ser criativos. Vamos inventar

alguma coisa!

Mas Geraldo estava desanimado.

E ver as notícias o deixava ainda pior:

— Olha aí Sofia – falava vendo o Jornal Nacional – com

esses candidatos fico até com menos esperança. Não tem jeito

mesmo…

Foi assim por mais três meses. Desanimo total.

Um dia, Geraldo, que andava até acordando depois do

almoço de tanto desânimo, acordou às sete e meia.

Sofia, que já estava de pé arrumando o café da manhã

dos meninos, se surpreendeu quando viu o marido entrar na

cozinha com seu melhor terno.

— Que é isso amore? Tem entrevista de emprego hoje?

— Não.

— Então porque tá nessa estica?

— Você não disse que eu tinha que ser criativo? Então…

— Então o que, amore?

— Decidi virar a mesa. Vou lançar minha candidatura

para presidente.

Os meninos vibraram.

Sofia nem respondeu.

Estava convencida que o marido tinha ficado maluco.

[...]

Disponível em https://istoe.com.br/o-proximo-presidente/

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.

 

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2591899 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Leia o texto para responder a questão.

O próximo presidente

Geraldo, casado, dois filhos, aos 48 anos está desempregado.

Desemprego é dureza. Geraldo já passou pelas três fases as quais passam todos

os desempregados.

A primeira começa por acordar cedo, refazer o currículo

e enviar o arquivo para todos os amigos e sites.

Sofia, a mulher de Geraldo, do lar, não concorda com a

estratégia do marido.

— Amore, você precisa sair de casa. Precisa ir atrás.

Emprego não cai do céu.

Demorou, mas Geraldo concordou.

Passou para a segunda fase: bater perna.

Pegou tudo que foi endereço das firmas que conhecia e

foi à luta.

Na maioria das vezes, não passou pela recepcionista, que

ficava com seu currículo para enviar para o RH.

Não adiantou nada. Nenhum email. Nenhum WhatsApp.

Nenhum telefonema.

A terceira fase é quando o sujeito desiste e, descrente,

joga para o céu.

Geraldo, depois de oito meses sem dar sorte, passou por

essa fase também.

— Ah, Sofia, do jeito que vai esse País eu tô encrencado.

Ninguém vai dar emprego para mim, ainda mais nessa idade.

Sofia nem respondeu.

Na verdade, concordava com Geraldo.

O País estava desse jeito mesmo e ele, coitado, não era

mais um garoto.

Mesmo assim, até por falta de opção, Sofia tentava

motivar o marido:

— Amore, você nunca foi assim! Não pode desistir. Se não está arrumando nada, vamos ser criativos. Vamos inventar

alguma coisa!

Mas Geraldo estava desanimado.

E ver as notícias o deixava ainda pior:

— Olha aí Sofia – falava vendo o Jornal Nacional – com

esses candidatos fico até com menos esperança. Não tem jeito

mesmo…

Foi assim por mais três meses. Desanimo total.

Um dia, Geraldo, que andava até acordando depois do

almoço de tanto desânimo, acordou às sete e meia.

Sofia, que já estava de pé arrumando o café da manhã

dos meninos, se surpreendeu quando viu o marido entrar na

cozinha com seu melhor terno.

— Que é isso amore? Tem entrevista de emprego hoje?

— Não.

— Então porque tá nessa estica?

— Você não disse que eu tinha que ser criativo? Então…

— Então o que, amore?

— Decidi virar a mesa. Vou lançar minha candidatura

para presidente.

Os meninos vibraram.

Sofia nem respondeu.

Estava convencida que o marido tinha ficado maluco.

[...]

Disponível em https://istoe.com.br/o-proximo-presidente/

Assinale a alternativa que apresenta um pronome indefinido.

 

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2591898 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Leia o texto para responder a questão.

O próximo presidente

Geraldo, casado, dois filhos, aos 48 anos está desempregado.

Desemprego é dureza. Geraldo já passou pelas três fases as quais passam todos

os desempregados.

A primeira começa por acordar cedo, refazer o currículo

e enviar o arquivo para todos os amigos e sites.

Sofia, a mulher de Geraldo, do lar, não concorda com a

estratégia do marido.

— Amore, você precisa sair de casa. Precisa ir atrás.

Emprego não cai do céu.

Demorou, mas Geraldo concordou.

Passou para a segunda fase: bater perna.

Pegou tudo que foi endereço das firmas que conhecia e

foi à luta.

Na maioria das vezes, não passou pela recepcionista, que

ficava com seu currículo para enviar para o RH.

Não adiantou nada. Nenhum email. Nenhum WhatsApp.

Nenhum telefonema.

A terceira fase é quando o sujeito desiste e, descrente,

joga para o céu.

Geraldo, depois de oito meses sem dar sorte, passou por

essa fase também.

— Ah, Sofia, do jeito que vai esse País eu tô encrencado.

Ninguém vai dar emprego para mim, ainda mais nessa idade.

Sofia nem respondeu.

Na verdade, concordava com Geraldo.

O País estava desse jeito mesmo e ele, coitado, não era

mais um garoto.

Mesmo assim, até por falta de opção, Sofia tentava

motivar o marido:

— Amore, você nunca foi assim! Não pode desistir. Se não está arrumando nada, vamos ser criativos. Vamos inventar

alguma coisa!

Mas Geraldo estava desanimado.

E ver as notícias o deixava ainda pior:

— Olha aí Sofia – falava vendo o Jornal Nacional – com

esses candidatos fico até com menos esperança. Não tem jeito

mesmo…

Foi assim por mais três meses. Desanimo total.

Um dia, Geraldo, que andava até acordando depois do

almoço de tanto desânimo, acordou às sete e meia.

Sofia, que já estava de pé arrumando o café da manhã

dos meninos, se surpreendeu quando viu o marido entrar na

cozinha com seu melhor terno.

— Que é isso amore? Tem entrevista de emprego hoje?

— Não.

— Então porque tá nessa estica?

— Você não disse que eu tinha que ser criativo? Então…

— Então o que, amore?

— Decidi virar a mesa. Vou lançar minha candidatura

para presidente.

Os meninos vibraram.

Sofia nem respondeu.

Estava convencida que o marido tinha ficado maluco.

[...]

Disponível em https://istoe.com.br/o-proximo-presidente/

Assinale a alternativa que apresenta um sujeito oculto.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2591897 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Leia o texto para responder a questão.

O próximo presidente

Geraldo, casado, dois filhos, aos 48 anos está desempregado.

Desemprego é dureza.
Geraldo já passou pelas três fases as quais passam todos

os desempregados.

A primeira começa por acordar cedo, refazer o currículo

e enviar o arquivo para todos os amigos e sites.

Sofia, a mulher de Geraldo, do lar, não concorda com a

estratégia do marido.

— Amore, você precisa sair de casa. Precisa ir atrás.

Emprego não cai do céu.

Demorou, mas Geraldo concordou.

Passou para a segunda fase: bater perna.

Pegou tudo que foi endereço das firmas que conhecia e

foi à luta.

Na maioria das vezes, não passou pela recepcionista, que

ficava com seu currículo para enviar para o RH.

Não adiantou nada. Nenhum email. Nenhum WhatsApp.

Nenhum telefonema.

A terceira fase é quando o sujeito desiste e, descrente,

joga para o céu.

Geraldo, depois de oito meses sem dar sorte, passou por

essa fase também.

— Ah, Sofia, do jeito que vai esse País eu tô encrencado.

Ninguém vai dar emprego para mim, ainda mais nessa idade.

Sofia nem respondeu.

Na verdade, concordava com Geraldo.

O País estava desse jeito mesmo e ele, coitado, não era

mais um garoto.

Mesmo assim, até por falta de opção, Sofia tentava

motivar o marido:

— Amore, você nunca foi assim! Não pode desistir. Se não está arrumando nada, vamos ser criativos. Vamos inventar

alguma coisa!

Mas Geraldo estava desanimado.

E ver as notícias o deixava ainda pior:

— Olha aí Sofia – falava vendo o Jornal Nacional – com

esses candidatos fico até com menos esperança. Não tem jeito

mesmo…

Foi assim por mais três meses. Desanimo total.

Um dia, Geraldo, que andava até acordando depois do

almoço de tanto desânimo, acordou às sete e meia.

Sofia, que já estava de pé arrumando o café da manhã

dos meninos, se surpreendeu quando viu o marido entrar na

cozinha com seu melhor terno.

— Que é isso amore? Tem entrevista de emprego hoje?

— Não.

— Então porque tá nessa estica?

— Você não disse que eu tinha que ser criativo? Então…

— Então o que, amore?

— Decidi virar a mesa. Vou lançar minha candidatura

para presidente.

Os meninos vibraram.

Sofia nem respondeu.

Estava convencida que o marido tinha ficado maluco.

[...]

Disponível em https://istoe.com.br/o-proximo-presidente/

Analise: “Então o que, amore?” E assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso das vírgulas neste trecho.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2591900 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Paranacity-PR
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Leia o texto para responder a questão.

O próximo presidente

Geraldo, casado, dois filhos, aos 48 anos está desempregado.

Desemprego é dureza. Geraldo já passou pelas três fases as quais passam todos

os desempregados.

A primeira começa por acordar cedo, refazer o currículo

e enviar o arquivo para todos os amigos e sites.

Sofia, a mulher de Geraldo, do lar, não concorda com a

estratégia do marido.

— Amore, você precisa sair de casa. Precisa ir atrás.

Emprego não cai do céu.

Demorou, mas Geraldo concordou.

Passou para a segunda fase: bater perna.

Pegou tudo que foi endereço das firmas que conhecia e

foi à luta.

Na maioria das vezes, não passou pela recepcionista, que

ficava com seu currículo para enviar para o RH.

Não adiantou nada. Nenhum email. Nenhum WhatsApp.

Nenhum telefonema.

A terceira fase é quando o sujeito desiste e, descrente,

joga para o céu.

Geraldo, depois de oito meses sem dar sorte, passou por

essa fase também.

— Ah, Sofia, do jeito que vai esse País eu tô encrencado.

Ninguém vai dar emprego para mim, ainda mais nessa idade.

Sofia nem respondeu.

Na verdade, concordava com Geraldo.

O País estava desse jeito mesmo e ele, coitado, não era

mais um garoto.

Mesmo assim, até por falta de opção, Sofia tentava

motivar o marido:

— Amore, você nunca foi assim! Não pode desistir. Se não está arrumando nada, vamos ser criativos. Vamos inventar

alguma coisa!

Mas Geraldo estava desanimado.

E ver as notícias o deixava ainda pior:

— Olha aí Sofia – falava vendo o Jornal Nacional – com

esses candidatos fico até com menos esperança. Não tem jeito

mesmo…

Foi assim por mais três meses. Desanimo total.

Um dia, Geraldo, que andava até acordando depois do

almoço de tanto desânimo, acordou às sete e meia.

Sofia, que já estava de pé arrumando o café da manhã

dos meninos, se surpreendeu quando viu o marido entrar na

cozinha com seu melhor terno.

— Que é isso amore? Tem entrevista de emprego hoje?

— Não.

— Então porque tá nessa estica?

— Você não disse que eu tinha que ser criativo? Então…

— Então o que, amore?

— Decidi virar a mesa. Vou lançar minha candidatura

para presidente.

Os meninos vibraram.

Sofia nem respondeu.

Estava convencida que o marido tinha ficado maluco.

[...]

Disponível em https://istoe.com.br/o-proximo-presidente/

A maioria dos verbos estão conjugados no

Questão Anulada

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