Foram encontradas 220 questões.
Um estudante fez uma prova com 84 questões de múltipla escolha, e a razão do número de questões que ele acertou para o número de questões que ele errou foi \( \dfrac{5}{2} \) . O número de questões que esse estudante errou foi
Provas
Uma escola funciona em 3 períodos: matutino, vespertino e noturno, e conta com 64 professores no total, sendo que cada professor só trabalha em um período nessa escola. A tabela a seguir apresenta algumas informações sobre o número de alunos e de professores
|
Período |
Matutino |
Vespertino |
Noturno |
TOTAL |
|
Nº de alunos |
120 |
|||
|
Nº de professores |
23 |
64 |
Sabe-se que:
• o número de alunos do período matutino corresponde a 40% do número total de alunos da escola.
• no período noturno há 60 alunos a menos do que a soma do número de alunos dos períodos matutino e vespertino.
• o número de professores do período vespertino é igual a 1% do número total de alunos da escola.
O número de professores que trabalham no período noturno é
Provas
Uma professora tinha 7 metros de fita amarela e 3,8 metros de fita vermelha. Essas duas fitas foram cortadas em pedaços de mesmo comprimento, de modo que esse comprimento foi o maior possível, e não ocorreu sobra alguma de fita. Após todos os cortes, foram feitos kits, cada um deles com 2 pedaços de fita amarela e 1 pedaço de fita vermelha. Nessas condições, e sabendo que foi feito o maior número possível de kits, é correto afirmar que
Provas
Uma pessoa dispunha de oito moedas de R$ 0,25, doze moedas de R$ 0,50, duas notas de R$ 2,00 e determinado número de moedas de R$ 0,10. Essa pessoa fez uma compra de R$ 13,00 e pagou utilizando as duas notas de R$ 2,00, quatro moedas de R$ 0,25 e todas as moedas de R$ 0,10 e de R$ 0,50. O número de moedas de R$ 0,10 que essa pessoa dispunha era de
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.
A aldeia era cinzenta e triste. À volta dela apenas montes e bosques, nuvens e vento. Não havia outras aldeias nas redondezas. Quase nunca chegavam forasteiros, nem sequer visitantes ocasionais. Trinta, talvez quarenta casas pequenas se espalhavam ao longo do declive, no vale fechado e rodeado por montes íngremes. Somente a oeste havia uma abertura estreita entre as montanhas, e por essa abertura passava o único caminho que levava à aldeia, mas não ia adiante. Porque não havia nenhum adiante: ali terminava o mundo.
Vez por outra aparecia um vendedor ambulante, ou algum artesão, ou simplesmente algum mendigo perdido. Mas nenhum peregrino permanecia mais que duas noites, porque a aldeia era amaldiçoada: um estranho silêncio pairava sempre ali, nenhuma vaca mugia, nenhum burro zurrava, nenhum pássaro chilreava, nenhum grupo de gansos selvagens cortava o céu vazio, tampouco os aldeões falavam entre si, só o estritamente necessário. Apenas o som do rio se ouvia sempre, dia e noite, pois um rio caudaloso corria entre os bosques nos montes. Com uma espuma branca nas margens, esse rio cortava a aldeia todinha, agitado, borbulhante, produzindo um ruído parecido com um suspiro baixo, e prosseguia sendo tragado entre as curvas dos vales e bosques.
(Amós Oz. De repente, nas profundezas do bosque. São Paulo: Companhia das Letras, 2005)
Assinale a alternativa que preenche, respectivamente e de acordo com a norma-padrão, as lacunas do seguinte trecho.
O meu ofício é escrever, e sei bem disso há muito tempo. Espero não ser mal-entendida: não sei nada sobre o valor daquilo que posso escrever. Sei que escrever é o meu ofício. Quando me ponho ___________ escrever, sinto-me extraordinariamente ___________ vontade e me movo num elemento que tenho ___________ impressão de conhecer extraordinariamente bem: utilizo instrumentos que me são conhecidos e familiares e os sinto bem firmes em minhas mãos.
(Natalia Ginzburg. As pequenas virtudes. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.)
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.
A aldeia era cinzenta e triste. À volta dela apenas montes e bosques, nuvens e vento. Não havia outras aldeias nas redondezas. Quase nunca chegavam forasteiros, nem sequer visitantes ocasionais. Trinta, talvez quarenta casas pequenas se espalhavam ao longo do declive, no vale fechado e rodeado por montes íngremes. Somente a oeste havia uma abertura estreita entre as montanhas, e por essa abertura passava o único caminho que levava à aldeia, mas não ia adiante. Porque não havia nenhum adiante: ali terminava o mundo.
Vez por outra aparecia um vendedor ambulante, ou algum artesão, ou simplesmente algum mendigo perdido. Mas nenhum peregrino permanecia mais que duas noites, porque a aldeia era amaldiçoada: um estranho silêncio pairava sempre ali, nenhuma vaca mugia, nenhum burro zurrava, nenhum pássaro chilreava, nenhum grupo de gansos selvagens cortava o céu vazio, tampouco os aldeões falavam entre si, só o estritamente necessário. Apenas o som do rio se ouvia sempre, dia e noite, pois um rio caudaloso corria entre os bosques nos montes. Com uma espuma branca nas margens, esse rio cortava a aldeia todinha, agitado, borbulhante, produzindo um ruído parecido com um suspiro baixo, e prosseguia sendo tragado entre as curvas dos vales e bosques.
(Amós Oz. De repente, nas profundezas do bosque. São Paulo: Companhia das Letras, 2005)
As expressões em destaque nos trechos − Trinta, talvez quarenta casas pequenas se espalhavam ao longo do declive – e − Vez por outra aparecia um vendedor ambulante... − apresentam, respectivamente, as circunstâncias de
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 12 a 14.
A aldeia era cinzenta e triste. À volta dela apenas montes e bosques, nuvens e vento. Não havia outras aldeias nas redondezas. Quase nunca chegavam forasteiros, nem sequer visitantes ocasionais. Trinta, talvez quarenta casas pequenas se espalhavam ao longo do declive, no vale fechado e rodeado por montes íngremes. Somente a oeste havia uma abertura estreita entre as montanhas, e por essa abertura passava o único caminho que levava à aldeia, mas não ia adiante. Porque não havia nenhum adiante: ali terminava o mundo.
Vez por outra aparecia um vendedor ambulante, ou algum artesão, ou simplesmente algum mendigo perdido. Mas nenhum peregrino permanecia mais que duas noites, porque a aldeia era amaldiçoada: um estranho silêncio pairava sempre ali, nenhuma vaca mugia, nenhum burro zurrava, nenhum pássaro chilreava, nenhum grupo de gansos selvagens cortava o céu vazio, tampouco os aldeões falavam entre si, só o estritamente necessário. Apenas o som do rio se ouvia sempre, dia e noite, pois um rio caudaloso corria entre os bosques nos montes. Com uma espuma branca nas margens, esse rio cortava a aldeia todinha, agitado, borbulhante, produzindo um ruído parecido com um suspiro baixo, e prosseguia sendo tragado entre as curvas dos vales e bosques.
(Amós Oz. De repente, nas profundezas do bosque. São Paulo: Companhia das Letras, 2005)
Assinale a alternativa em que a expressão em destaque foi empregada em sentido figurado.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.
A aldeia era cinzenta e triste. À volta dela apenas montes e bosques, nuvens e vento. Não havia outras aldeias nas redondezas. Quase nunca chegavam forasteiros, nem sequer visitantes ocasionais. Trinta, talvez quarenta casas pequenas se espalhavam ao longo do declive, no vale fechado e rodeado por montes íngremes. Somente a oeste havia uma abertura estreita entre as montanhas, e por essa abertura passava o único caminho que levava à aldeia, mas não ia adiante. Porque não havia nenhum adiante: ali terminava o mundo.
Vez por outra aparecia um vendedor ambulante, ou algum artesão, ou simplesmente algum mendigo perdido. Mas nenhum peregrino permanecia mais que duas noites, porque a aldeia era amaldiçoada: um estranho silêncio pairava sempre ali, nenhuma vaca mugia, nenhum burro zurrava, nenhum pássaro chilreava, nenhum grupo de gansos selvagens cortava o céu vazio, tampouco os aldeões falavam entre si, só o estritamente necessário. Apenas o som do rio se ouvia sempre, dia e noite, pois um rio caudaloso corria entre os bosques nos montes. Com uma espuma branca nas margens, esse rio cortava a aldeia todinha, agitado, borbulhante, produzindo um ruído parecido com um suspiro baixo, e prosseguia sendo tragado entre as curvas dos vales e bosques.
(Amós Oz. De repente, nas profundezas do bosque. São Paulo: Companhia das Letras, 2005)
No contexto em que se encontra, o trecho − ...nenhuma vaca mugia, nenhum burro zurrava, nenhum pássaro chilreava, nenhum grupo de gansos selvagens cortava o céu vazio, tampouco os aldeões falavam entre si, só o estritamente necessário. – contribui para
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 05 a 07.
Em sociedades como a nossa, em que direitos civis plenos são negados às crianças, é absolutamente crucial que os pais aprendam a oferecer uma disciplina amorosa. Estabelecer limites e ensinar às crianças como estabelecer limites por conta própria antes de se comportarem mal são parte essencial de uma criação amorosa. Quando os pais começam a disciplinar as crianças usando punição severa, esse se torna o padrão ao qual as crianças respondem. Pais amorosos se esforçam muito para disciplinar sem punir. Isso não significa que nunca castiguem, mas, quando o fazem, escolhem formas alternativas de punição, como retirar algum privilégio ou determinar que a criança passe um tempo sozinha. O foco é ensinar às crianças como serem autodisciplinadas e como assumir responsabilidade por seus atos. Uma vez que a maioria de nós cresceu em lares onde a punição severa era considerada a principal forma, se não a única, de ensinar disciplina, o fato de que esta possa ser ensinada sem agressão surpreende muitas pessoas. Uma das formas mais simples de as crianças aprenderem a ser organizadas no dia a dia é aprendendo a limpar a bagunça que fazem. Ensinar a uma criança a responsabilidade de colocar os brinquedos no lugar certo depois da brincadeira já é uma forma de estimular a responsabilidade e a autodisciplina. Aprender a arrumar a bagunça feita durante a brincadeira ajuda a criança a ser responsável. E com essa ação prática, ela pode aprender a lidar com a bagunça emocional.
(Bell Hooks. Tudo sobre o amor. São Paulo: Editora Elefante, 2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma-padrão.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Em sociedades como a nossa, em que direitos civis plenos são negados às crianças, é absolutamente crucial que os pais aprendam a oferecer uma disciplina amorosa. Estabelecer limites e ensinar às crianças como estabelecer limites por conta própria antes de se comportarem mal são parte essencial de uma criação amorosa. Quando os pais começam a disciplinar as crianças usando punição severa, esse se torna o padrão ao qual as crianças respondem. Pais amorosos se esforçam muito para disciplinar sem punir. Isso não significa que nunca castiguem, mas, quando o fazem, escolhem formas alternativas de punição, como retirar algum privilégio ou determinar que a criança passe um tempo sozinha. O foco é ensinar às crianças como serem autodisciplinadas e como assumir responsabilidade por seus atos. Uma vez que a maioria de nós cresceu em lares onde a punição severa era considerada a principal forma, se não a única, de ensinar disciplina, o fato de que esta possa ser ensinada sem agressão surpreende muitas pessoas. Uma das formas mais simples de as crianças aprenderem a ser organizadas no dia a dia é aprendendo a limpar a bagunça que fazem. Ensinar a uma criança a responsabilidade de colocar os brinquedos no lugar certo depois da brincadeira já é uma forma de estimular a responsabilidade e a autodisciplina. Aprender a arrumar a bagunça feita durante a brincadeira ajuda a criança a ser responsável. E com essa ação prática, ela pode aprender a lidar com a bagunça emocional.
(Bell Hooks. Tudo sobre o amor. São Paulo: Editora Elefante, 2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as expressões destacadas nos trechos − ...direitos civis plenos são negados às crianças... – e − ...quando precisam punir, escolhem formas alternativas de punição... – foram substituídas segundo a norma-padrão de colocação pronominal.
Provas
Caderno Container