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Em um hotel estão hospedados crianças, homens e mulheres. A razão entre o número de homens e o número de mulheres é 3/4 e, para cada 8 crianças estão hospedadas 5 mulheres. Se o total de pessoas hospedadas é 670, o total de crianças hospedadas é
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André deu 20% da quantia total que possuía para Carlos e dessa maneira Carlos ficou com R$ 300,00 a mais do que André. Em seguida Carlos deu 30% da quantia total que possuía para André e dessa forma os dois meninos ficaram com a mesma quantia. A quantia total que esses dois meninos possuem é
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Uma competição contará com a participação de atletas de duas cidades, sendo 60 atletas de uma cidade e 84 de outra. Um evento de confraternização será realizado após a competição, com os atletas sendo divididos em grupos, cada grupo com o mesmo número de atletas e cada grupo tendo todos os atletas de uma mesma cidade. Para que cada grupo tenha o maior número possível de atletas, o número de grupos que devem ser formados é
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Para o transporte de 2400 caixas de um depósito para outro, uma empresa dispõe de três tipos de caminhões, sendo que alguns podem transportar, por viagem, no máximo 220 caixas, outros no máximo 160 caixas e um terceiro tipo no máximo 40 caixas. Se essa empresa deseja que em cada uma das viagens o caminhão em uso transporte o número máximo de caixas possível, o menor número de viagens que deverão ser feitas pelos caminhões será
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Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
O amor de estranhos
Miguel Flores é um meteorologista célebre em Buenos Aires, que nunca errou uma única previsão em 20 anos de carreira e acaba de ganhar um programa de tevê só seu, em horário nobre. Mas justo na estreia, quando ele comunica que aquela noite será de céu limpo e temperatura amena, desaba uma tempestade de granizo sobre a capital argentina, destruindo carros, ferindo pessoas, matando cães. É o suficiente para o meteorologista ir do céu ao inferno. Passa a ser ofendido por vizinhos e vê seguidores sumirem das redes, assim como o prestígio.
Este é um breve resumo de “Granizo”, filme meio cômico, meio absurdo, que me fez refletir sobre nossa dependência da aceitação dos outros. No início dos anos 2000, o estudante Mark Zuckerberg fundou uma rede social chamada Facebook e elevou a autoestima de milhões de carentes no mundo. Qualquer ex-colega do jardim de infância passou a ser chamado de “amigo”. A plataforma substituiu as valiosas relações interpessoais, mas deixou essa esmolinha: “Olha só quanta gente adora você”.
Somos seres intrinsicamente solitários em busca de uma razão para existir, e essa razão pode estar no trabalho, na família, na política e até no isolamento – desde que o sumiço não seja radical. Não precisamos de uma multidão, bastam algumas pessoas com quem possamos estabelecer, ao vivo, a troca essencial de respeito, escuta e afeto. O problema é que manter laços profundos com um pequeno grupo exige sabedoria e humildade, e já nem todo mundo tem a prática. Sabedoria não se baixa num aplicativo e humildade está em desuso. É mais fácil atrair um milhão de amigos virtuais e se deixar enganar pela falsa popularidade.
E assim vamos substituindo relacionamentos por “contatos”. A cada postagem, estimulamos fantasias a nosso respeito e viramos presas fáceis da bajulação. Até que essa ilusão se esfarela, é só dar uma opinião enviesada ou frustrar uma expectativa. Que golpe para o nosso narcisismo: sermos cancelados por amigos que nunca vimos. Vou trocar a ironia fina por uma frase de para-choque de caminhão: quem não nos conhece, não nos adora. Simpatiza conosco à medida que entregamos o prometido, o previsto, mas no primeiro desapontamento, adeus, amor. Vida que segue.
(Martha Medeiros. https://www.nsctotal.com.br/colunistas/. 06.05.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o emprego da crase está em conformidade com a norma-padrão da língua.
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O amor de estranhos
Miguel Flores é um meteorologista célebre em Buenos Aires, que nunca errou uma única previsão em 20 anos de carreira e acaba de ganhar um programa de tevê só seu, em horário nobre. Mas justo na estreia, quando ele comunica que aquela noite será de céu limpo e temperatura amena, desaba uma tempestade de granizo sobre a capital argentina, destruindo carros, ferindo pessoas, matando cães. É o suficiente para o meteorologista ir do céu ao inferno. Passa a ser ofendido por vizinhos e vê seguidores sumirem das redes, assim como o prestígio.
Este é um breve resumo de “Granizo”, filme meio cômico, meio absurdo, que me fez refletir sobre nossa dependência da aceitação dos outros. No início dos anos 2000, o estudante Mark Zuckerberg fundou uma rede social chamada Facebook e elevou a autoestima de milhões de carentes no mundo. Qualquer ex-colega do jardim de infância passou a ser chamado de “amigo”. A plataforma substituiu as valiosas relações interpessoais, mas deixou essa esmolinha: “Olha só quanta gente adora você”.
Somos seres intrinsicamente solitários em busca de uma razão para existir, e essa razão pode estar no trabalho, na família, na política e até no isolamento – desde que o sumiço não seja radical. Não precisamos de uma multidão, bastam algumas pessoas com quem possamos estabelecer, ao vivo, a troca essencial de respeito, escuta e afeto. O problema é que manter laços profundos com um pequeno grupo exige sabedoria e humildade, e já nem todo mundo tem a prática. Sabedoria não se baixa num aplicativo e humildade está em desuso. É mais fácil atrair um milhão de amigos virtuais e se deixar enganar pela falsa popularidade.
E assim vamos substituindo relacionamentos por “contatos”. A cada postagem, estimulamos fantasias a nosso respeito e viramos presas fáceis da bajulação. Até que essa ilusão se esfarela, é só dar uma opinião enviesada ou frustrar uma expectativa. Que golpe para o nosso narcisismo: sermos cancelados por amigos que nunca vimos. Vou trocar a ironia fina por uma frase de para-choque de caminhão: quem não nos conhece, não nos adora. Simpatiza conosco à medida que entregamos o prometido, o previsto, mas no primeiro desapontamento, adeus, amor. Vida que segue.
(Martha Medeiros. https://www.nsctotal.com.br/colunistas/. 06.05.2022. Adaptado)
Considere as seguintes passagens do texto.
... vê seguidores sumirem das redes, assim como o prestígio. (1º parágrafo)
... e até no isolamento – desde que o sumiço não seja radical. (3º parágrafo)
As expressões em destaque estabelecem relações com sentido, respectivamente, de
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O amor de estranhos
Miguel Flores é um meteorologista célebre em Buenos Aires, que nunca errou uma única previsão em 20 anos de carreira e acaba de ganhar um programa de tevê só seu, em horário nobre. Mas justo na estreia, quando ele comunica que aquela noite será de céu limpo e temperatura amena, desaba uma tempestade de granizo sobre a capital argentina, destruindo carros, ferindo pessoas, matando cães. É o suficiente para o meteorologista ir do céu ao inferno. Passa a ser ofendido por vizinhos e vê seguidores sumirem das redes, assim como o prestígio.
Este é um breve resumo de “Granizo”, filme meio cômico, meio absurdo, que me fez refletir sobre nossa dependência da aceitação dos outros. No início dos anos 2000, o estudante Mark Zuckerberg fundou uma rede social chamada Facebook e elevou a autoestima de milhões de carentes no mundo. Qualquer ex-colega do jardim de infância passou a ser chamado de “amigo”. A plataforma substituiu as valiosas relações interpessoais, mas deixou essa esmolinha: “Olha só quanta gente adora você”.
Somos seres intrinsicamente solitários em busca de uma razão para existir, e essa razão pode estar no trabalho, na família, na política e até no isolamento – desde que o sumiço não seja radical. Não precisamos de uma multidão, bastam algumas pessoas com quem possamos estabelecer, ao vivo, a troca essencial de respeito, escuta e afeto. O problema é que manter laços profundos com um pequeno grupo exige sabedoria e humildade, e já nem todo mundo tem a prática. Sabedoria não se baixa num aplicativo e humildade está em desuso. É mais fácil atrair um milhão de amigos virtuais e se deixar enganar pela falsa popularidade.
E assim vamos substituindo relacionamentos por “contatos”. A cada postagem, estimulamos fantasias a nosso respeito e viramos presas fáceis da bajulação. Até que essa ilusão se esfarela, é só dar uma opinião enviesada ou frustrar uma expectativa. Que golpe para o nosso narcisismo: sermos cancelados por amigos que nunca vimos. Vou trocar a ironia fina por uma frase de para-choque de caminhão: quem não nos conhece, não nos adora. Simpatiza conosco à medida que entregamos o prometido, o previsto, mas no primeiro desapontamento, adeus, amor. Vida que segue.
(Martha Medeiros. https://www.nsctotal.com.br/colunistas/. 06.05.2022. Adaptado)
Conforme a cronista,
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Miguel Flores é um meteorologista célebre em Buenos Aires, que nunca errou uma única previsão em 20 anos de carreira e acaba de ganhar um programa de tevê só seu, em horário nobre. Mas justo na estreia, quando ele comunica que aquela noite será de céu limpo e temperatura amena, desaba uma tempestade de granizo sobre a capital argentina, destruindo carros, ferindo pessoas, matando cães. É o suficiente para o meteorologista ir do céu ao inferno. Passa a ser ofendido por vizinhos e vê seguidores sumirem das redes, assim como o prestígio.
Este é um breve resumo de “Granizo”, filme meio cômico, meio absurdo, que me fez refletir sobre nossa dependência da aceitação dos outros. No início dos anos 2000, o estudante Mark Zuckerberg fundou uma rede social chamada Facebook e elevou a autoestima de milhões de carentes no mundo. Qualquer ex-colega do jardim de infância passou a ser chamado de “amigo”. A plataforma substituiu as valiosas relações interpessoais, mas deixou essa esmolinha: “Olha só quanta gente adora você”.
Somos seres intrinsicamente solitários em busca de uma razão para existir, e essa razão pode estar no trabalho, na família, na política e até no isolamento – desde que o sumiço não seja radical. Não precisamos de uma multidão, bastam algumas pessoas com quem possamos estabelecer, ao vivo, a troca essencial de respeito, escuta e afeto. O problema é que manter laços profundos com um pequeno grupo exige sabedoria e humildade, e já nem todo mundo tem a prática. Sabedoria não se baixa num aplicativo e humildade está em desuso. É mais fácil atrair um milhão de amigos virtuais e se deixar enganar pela falsa popularidade.
E assim vamos substituindo relacionamentos por “contatos”. A cada postagem, estimulamos fantasias a nosso respeito e viramos presas fáceis da bajulação. Até que essa ilusão se esfarela, é só dar uma opinião enviesada ou frustrar uma expectativa. Que golpe para o nosso narcisismo: sermos cancelados por amigos que nunca vimos. Vou trocar a ironia fina por uma frase de para-choque de caminhão: quem não nos conhece, não nos adora. Simpatiza conosco à medida que entregamos o prometido, o previsto, mas no primeiro desapontamento, adeus, amor. Vida que segue.
(Martha Medeiros. https://www.nsctotal.com.br/colunistas/. 06.05.2022. Adaptado)
No contexto do último parágrafo, estão ambas empregadas em sentido figurado as expressões destacadas em:
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Miguel Flores é um meteorologista célebre em Buenos Aires, que nunca errou uma única previsão em 20 anos de carreira e acaba de ganhar um programa de tevê só seu, em horário nobre. Mas justo na estreia, quando ele comunica que aquela noite será de céu limpo e temperatura amena, desaba uma tempestade de granizo sobre a capital argentina, destruindo carros, ferindo pessoas, matando cães. É o suficiente para o meteorologista ir do céu ao inferno. Passa a ser ofendido por vizinhos e vê seguidores sumirem das redes, assim como o prestígio.
Este é um breve resumo de “Granizo”, filme meio cômico, meio absurdo, que me fez refletir sobre nossa dependência da aceitação dos outros. No início dos anos 2000, o estudante Mark Zuckerberg fundou uma rede social chamada Facebook e elevou a autoestima de milhões de carentes no mundo. Qualquer ex-colega do jardim de infância passou a ser chamado de “amigo”. A plataforma substituiu as valiosas relações interpessoais, mas deixou essa esmolinha: “Olha só quanta gente adora você”.
Somos seres intrinsicamente solitários em busca de uma razão para existir, e essa razão pode estar no trabalho, na família, na política e até no isolamento – desde que o sumiço não seja radical. Não precisamos de uma multidão, bastam algumas pessoas com quem possamos estabelecer, ao vivo, a troca essencial de respeito, escuta e afeto. O problema é que manter laços profundos com um pequeno grupo exige sabedoria e humildade, e já nem todo mundo tem a prática. Sabedoria não se baixa num aplicativo e humildade está em desuso. É mais fácil atrair um milhão de amigos virtuais e se deixar enganar pela falsa popularidade.
E assim vamos substituindo relacionamentos por “contatos”. A cada postagem, estimulamos fantasias a nosso respeito e viramos presas fáceis da bajulação. Até que essa ilusão se esfarela, é só dar uma opinião enviesada ou frustrar uma expectativa. Que golpe para o nosso narcisismo: sermos cancelados por amigos que nunca vimos. Vou trocar a ironia fina por uma frase de para-choque de caminhão: quem não nos conhece, não nos adora. Simpatiza conosco à medida que entregamos o prometido, o previsto, mas no primeiro desapontamento, adeus, amor. Vida que segue.
(Martha Medeiros. https://www.nsctotal.com.br/colunistas/. 06.05.2022. Adaptado)
A cronista traz uma reflexão sobre
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 10.
Como o mundo funciona
“How the World Really Works” (Como o mundo realmente funciona, em tradução livre), de Vaclav Smil, pode ser descrito como um destruidor de mitos. Valendo-se da boa e velha aritmética e de valiosos esclarecimentos sobre como suprimos nossas necessidades básicas, o autor traça um panorama realista dos desafios que temos pela frente.
Mudança climática, poluição e superexploração de recursos naturais são problemas graves, que cobram ações de todos nós, mas é precipitado afirmar que o fim do planeta ou da civilização esteja próximo. Não há risco, por exemplo, de o oxigênio da Terra acabar, como já foi sugerido. Já água e comida são uma preocupação, mas não em relação à produção e sim à distribuição. Temos esses dois recursos em quantidades suficientes, mas os gerenciamos muito mal. Um terço dos alimentos produzidos estraga sem ser consumido.
O aquecimento global é uma realidade e vai ser difícil limitá-lo aos 2 ºC. O problema é que somos uma civilização de combustíveis fósseis e livrar-nos deles é uma tarefa de séculos, não de anos nem de décadas. Nós provavelmente avançaremos de forma rápida para tecnologias sustentáveis na produção de eletricidade e transportes, mas isso é só parte da conta.
Os fertilizantes, indispensáveis para alimentar os 8 bilhões de humanos que habitam o planeta, e aço, cimento e plásticos, que dão a base material para nossa civilização, encapsulam enormes quantidades de carbono. E, se quisermos ser minimamente justos, isto é, estender aos bilhões de terrestres que ainda vivem na pobreza níveis de conforto semelhantes aos experimentados pelos habitantes de países ricos, então precisaremos produzir muito mais. Ao contrário da eletricidade, não há à vista nenhuma tecnologia sustentável para substituí-los.
E, como lembra Smil, contrapondo-se aos defensores de soluções mirabolantes, é da Terra que precisamos cuidar; nenhuma das pessoas que está lendo estas linhas vai se mudar para Marte.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 11.06.2022. Adaptado)
Considere o seguinte trecho redigido a partir do texto:
Usando fórmulas matemáticas, o autor de “How the World Really Works” propõe-se a analisar questões caras à humanidade, o que __________ a conquista da admiração de seus pares. Tendo _____________ mundialmente conhecido, buscou derrubar muitos mitos relacionados à degradação do planeta. Os seus achados conduzem inevitavelmente à conclusão de que é preciso ____________, mas evidenciam igualmente que devemos ser sensíveis a uma imensa população que ainda não tem o que comer, e que temos a obrigação de ___________.
As lacunas presentes no trecho devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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