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A sociedade atual vem sofrendo grandes e rápidas mudanças. Diariamente, deparamo-nos com uma enorme quantidade de informações. Estamos vivenciando um momento em que a informação e o conhecimento são requisitos indispensáveis para a vida de qualquer profissional, de modo particular àqueles que atuam na educação. Macedo (2005) aborda os contextos de aprendizagem do professor e, dentre eles, o de sua formação, citando a necessidade de se criar um projeto institucional de formação continuada, pois ele pensa ser muito importante “aprendermos a observar e, se possível, regularmos nossas atuações em favor da aprendizagem de nossos alunos”. O autor afirma que valoriza “os contextos de formação continuada em que os professores
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Observa-se que avaliar é um ato bastante comum nas atividades humanas. Observa-se, também, sua presença, seja de forma espontânea, seja de forma intencional, no processo de acompanhamento do rendimento escolar dos alunos. Pode-se afirmar, sem medo de se errar, que o processo avaliativo, no contexto escolar, precisa estar voltado para a melhoria da aprendizagem e, nesse caso, dentre os tipos de avaliação existentes, destaca-se a avaliação formativa. Para Perrenoud (1999), a avaliação formativa possui como princípio ocupar-se das aprendizagens e, por conseguinte, do desenvolvimento do aluno: trata-se de uma avaliação que atua no acompanhamento das aprendizagens. Ainda de acordo com Perrenoud (1999), é formativa toda avaliação que “ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido
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As tecnologias, especialmente as tecnologias de informação e comunicação (TICs), estão abrindo novas perspectivas para a educação em geral. Observa-se que, no espaço educacional, as TICs, ao permitirem acesso rápido às informações, têm possibilitado diferentes tipos de aprendizagens e criado novos espaços de conhecer, trabalhar e se relacionar. De acordo com Almeida (in Vieira, Almeida e Alonso, 2003), “o uso das TICs na escola, principalmente com o acesso à internet, contribui para expandir o acesso à informação atualizada, permite estabelecer novas relações com o saber que ultrapassam os limites dos materiais instrucionais tradicionais, favorece a criação de comunidades colaborativas que privilegiam a comunicação e permite eliminar
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Na obra “A prática educativa – como ensinar” (1998), Antoni Zabala explica como ocorre a construção do conhecimento, na concepção construtivista. De acordo com esse autor, para essa concepção, “nossa estrutura cognitiva está configurada por uma rede de esquemas de conhecimento. Estes esquemas se definem como as representações que uma pessoa possui, num momento dado de sua existência, sobre algum objeto de conhecimento. Ao longo da vida, estes esquemas são revisados, modificados, tornam-se mais complexos e adaptados à realidade, mais ricos em
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Em relação às tendências educacionais em sala de aula, Luckesi (2002) entende que o conjunto das pedagogias pode ser organizado em dois grupos – pedagogia liberal e pedagogia progressista –, tendo em vista a posição que cada tendência pedagógica assume em relação às finalidades sociais da escola. Para esse autor, “A pedagogia liberal sustenta a ideia de que a escola tem por função preparar os indivíduos para o desempenho de papéis sociais, de acordo com as aptidões individuais, por isso os indivíduos precisam aprender a se adaptar aos valores e às normas vigentes na sociedade de classes através do desenvolvimento da cultura individual. A ênfase no aspecto cultural esconde a realidade das diferenças de classes (...)”. Quanto à pedagogia “progressista”, Luckesi afirma que o termo “progressista” foi tomado de empréstimo de Snyders e é usado para designar as tendências que, partindo de uma análise crítica das realidades sociais, sustentam implicitamente as finalidades sociopolíticas da educação”. Em continuidade, Luckesi afirma que, pelas suas características, a pedagogia progressista não tem como institucionalizar-se em uma sociedade capitalista; daí ser ela
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Conhecer os principais teóricos da educação é imprescindível a todo educador. Dentre as obras que tratam desse tema, uma se destaca: a de La Taille, Oliveira e Dantas (1992). Nela, são abordados os principais aspectos dos pensamentos de Piaget, Vygotsky e Wallon. Referindo-se a Piaget, La Taille afirma que “a peculiaridade da teoria piagetiana é pensar a interação da perspectiva da ética (igualdade, respeito mútuo, liberdade, direitos humanos)”. Por sua vez, Oliveira, referindo-se a Vygotsky, comenta que, para esse autor, “Não dá para dissociar interesses e inclinações pessoais (aspectos afetivos-evolutivos) do ser que pensa (aspectos intelectuais)”. Finalmente, Dantas, destaca que “Para Wallon, a dimensão ocupa lugar central, tanto do ponto de vista da construção da pessoa quanto do conhecimento”.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna presente no texto.
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Lück, em “Gestão da cultura e do clima organizacional da escola” (2010), permite ao leitor compreender que “os conceitos de clima e de cultura organizacional estão intimamente interligados, de tal modo que não apenas se reconhece que um faz parte do outro como também se sobrepõem e se confundem em muitos aspectos, conforme se observa na realidade”. A partir do texto de Lück, pode-se concluir que a cultura mostra o interesse de desenvolvimento e crescimento, enquanto o clima cria o ambiente ideal para que isso aconteça. Focando especificamente a cultura organizacional, Libâneo (2004) analisa que, para compreendermos as mútuas interferências entre organização da escola e organização da sala de aula, é preciso considerarmos conjuntamente dois aspectos: a dinâmica organizacional da escola e a cultura da organização escolar. O autor destaca que “É importante compreender que, por detrás dos estilos e das práticas de organização e gestão, está uma cultura organizacional, ou seja, há uma dimensão cultural que
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Vergara, em sua obra “Gestão de Pessoas” (2009), apresenta as características do mundo contemporâneo, dirigindo-se principalmente a gestores e, nesse contexto, trata de questões concernentes à liderança. A respeito desta, Vergara destaca três teorias: “a dos traços de personalidade, a dos estilos de liderança e liderança contingencial”. Após explicar as características das duas primeiras, a autora comenta que “A teoria contingencial desfoca a atenção da figura do líder para o fenômeno da liderança. Alerta que ela é uma relação, ou seja, não se pode falar em líderes sem falar em liderados, não se pode falar em poder sem falar sobre quem ele é exercido”. Conforme expõe Vergara, nessa relação há três pilares fundamentais: líderes, seguidores e
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Observa-se que o trabalho coletivo não é algo dado, mas conquistado. Nesse contexto, um dos agentes escolares que tem um peso muito grande na promoção do trabalho coletivo na escola é o diretor, já que é ele o responsável por conduzir toda a organização da dinâmica escolar. O trabalho coletivo, mais que qualquer outro, é construído por uma ação conjunta dos vários personagens que atuam nesse processo. A respeito desse tema, Lück (2010) sustenta que “A participação efetiva pressupõe que os professores, coletivamente organizados, discutam e analisem a problemática pedagógica que vivenciam em interação com a organização escolar e que, a partir dessa análise, determinem um caminho para superar as dificuldades que julgarem mais carentes de atenção. Assim, os problemas e as situações desejados são apontados pelo próprio grupo, e não pelo diretor da escola ou sua equipe técnico-pedagógica, gerando, dessa forma, um sentimento de autoria e de
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Em um encontro de gestores escolares, promovido para que debatessem a realização de um planejamento participativo, foi escolhido como suporte teórico para abrir os trabalhos, o texto de Falkembach (in Veiga, 1995). Segundo essa autora, “Na medida em que tratamos o planejamento participativo como um instrumento teórico-prático capaz de facilitar a convergência entre o refletir e o agir de indivíduos e grupos sobre um objeto, somos levados a identificar seus integrantes como sujeitos em construção”. Falkembach acrescenta que “o planejamento participativo pode constituir-se num instrumental pedagógico de grande valia para o processo de maturação desses indivíduos”, pois “a ação prático-reflexiva que [o planejamento participativo] engendra pode desenvolver grande capacidade de sensibilização de suas consciências e potencializar a coesão dos grupos. Isso porque a temática que levanta advém dos mesmos processos de socialização aos quais estão interligados, ou está colada aos mesmos; também por provocar a comunicação, como , entre os integrantes do processo.”
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.
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