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2687468 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Leia o texto para responder a questão.

Um telefone sempre toca na hora errada

Desenvolvi um tipo de fobia social muito específica. Pertenço à categoria cada vez mais numerosa de gente que odeia atender o telefone. Pior ainda: odeio que ele toque. Toda vez que meu telefone vibra fico ao mesmo tempo surpreso e irritado, como se o aparelho estivesse indo além da sua alçada. Olho para ele como olharia para uma geladeira que começasse a tocar sanfona: “Não foi para isso que eu te comprei”.

Talvez o incômodo venha do motivo da ligação. Em 99% dos casos, trata-se de um número desconhecido tentando me vender um cartão de crédito. Mas também sofro quando ligam de casa. Ou do trabalho. Um telefone tocando sempre incomoda.

Não lembro se já era assim antes do WhatsApp, mas tenho certeza de que o desprezo ao telefonema piorou depois que ele começou a rarear. Quanto menos um telefone toca, mais chateia quando toca. A raridade da ligação gerou uma alergia ao toque. Um telefone, quando toca, sempre toca na hora errada. Hoje uma ligação sempre pega o ser humano de surpresa. Resultado: minha geração perdeu os macetes da ligação telefônica. Falamos ao telefone com pausas esquisitas, nunca sabemos quando desligar.

Os defensores da ligação argumentam: telefone é bom porque você resolve na hora. Sim. Esse é o problema. Não quero resolver nada na hora. Que pesadelo uma tecnologia que serve para te obrigar a resolver coisas na hora.

Já que é para ressuscitar velhas tecnologias, queria sugerir que voltássemos todos para o e-mail. A correspondência epistolar permite que cada um tome o tempo que quiser para responder – ou simplesmente não responder.

Um e-mail tem essa grande vantagem: nem sempre chega. Uma tecnologia que se preze tem que falhar. Um e-mail sempre pode ter se extraviado. Saudade de quando a comunicação não funcionava tão bem. O sucesso das relações humanas depende de uma tecnologia pouco confiável.

(Gregorio Duvivier. https://www1.folha.uol.com.br/. 08.02.2022. Adaptado)

No contexto do 1º parágrafo, é empregada para expressar a ideia de possibilidade a forma verbal destacada em:

 

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2687467 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Leia o texto para responder a questão.

Um telefone sempre toca na hora errada

Desenvolvi um tipo de fobia social muito específica. Pertenço à categoria cada vez mais numerosa de gente que odeia atender o telefone. Pior ainda: odeio que ele toque. Toda vez que meu telefone vibra fico ao mesmo tempo surpreso e irritado, como se o aparelho estivesse indo além da sua alçada. Olho para ele como olharia para uma geladeira que começasse a tocar sanfona: “Não foi para isso que eu te comprei”.

Talvez o incômodo venha do motivo da ligação. Em 99% dos casos, trata-se de um número desconhecido tentando me vender um cartão de crédito. Mas também sofro quando ligam de casa. Ou do trabalho. Um telefone tocando sempre incomoda.

Não lembro se já era assim antes do WhatsApp, mas tenho certeza de que o desprezo ao telefonema piorou depois que ele começou a rarear. Quanto menos um telefone toca, mais chateia quando toca. A raridade da ligação gerou uma alergia ao toque. Um telefone, quando toca, sempre toca na hora errada. Hoje uma ligação sempre pega o ser humano de surpresa. Resultado: minha geração perdeu os macetes da ligação telefônica. Falamos ao telefone com pausas esquisitas, nunca sabemos quando desligar.

Os defensores da ligação argumentam: telefone é bom porque você resolve na hora. Sim. Esse é o problema. Não quero resolver nada na hora. Que pesadelo uma tecnologia que serve para te obrigar a resolver coisas na hora.

Já que é para ressuscitar velhas tecnologias, queria sugerir que voltássemos todos para o e-mail. A correspondência epistolar permite que cada um tome o tempo que quiser para responder – ou simplesmente não responder.

Um e-mail tem essa grande vantagem: nem sempre chega. Uma tecnologia que se preze tem que falhar. Um e-mail sempre pode ter se extraviado. Saudade de quando a comunicação não funcionava tão bem. O sucesso das relações humanas depende de uma tecnologia pouco confiável.

(Gregorio Duvivier. https://www1.folha.uol.com.br/. 08.02.2022. Adaptado)

Considere a passagem do 1º parágrafo para responder a questão.

… fico ao mesmo tempo surpreso e irritado, como se o aparelho estivesse indo além da sua alçada. Olho para ele como olharia para uma geladeira que começasse a tocar sanfona…

Na frase – Olho para ele como olharia para uma geladeira... –, o termo em destaque expressa a noção de

 

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2687466 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Um telefone sempre toca na hora errada

Desenvolvi um tipo de fobia social muito específica. Pertenço à categoria cada vez mais numerosa de gente que odeia atender o telefone. Pior ainda: odeio que ele toque. Toda vez que meu telefone vibra fico ao mesmo tempo surpreso e irritado, como se o aparelho estivesse indo além da sua alçada. Olho para ele como olharia para uma geladeira que começasse a tocar sanfona: “Não foi para isso que eu te comprei”.

Talvez o incômodo venha do motivo da ligação. Em 99% dos casos, trata-se de um número desconhecido tentando me vender um cartão de crédito. Mas também sofro quando ligam de casa. Ou do trabalho. Um telefone tocando sempre incomoda.

Não lembro se já era assim antes do WhatsApp, mas tenho certeza de que o desprezo ao telefonema piorou depois que ele começou a rarear. Quanto menos um telefone toca, mais chateia quando toca. A raridade da ligação gerou uma alergia ao toque. Um telefone, quando toca, sempre toca na hora errada. Hoje uma ligação sempre pega o ser humano de surpresa. Resultado: minha geração perdeu os macetes da ligação telefônica. Falamos ao telefone com pausas esquisitas, nunca sabemos quando desligar.

Os defensores da ligação argumentam: telefone é bom porque você resolve na hora. Sim. Esse é o problema. Não quero resolver nada na hora. Que pesadelo uma tecnologia que serve para te obrigar a resolver coisas na hora.

Já que é para ressuscitar velhas tecnologias, queria sugerir que voltássemos todos para o e-mail. A correspondência epistolar permite que cada um tome o tempo que quiser para responder – ou simplesmente não responder.

Um e-mail tem essa grande vantagem: nem sempre chega. Uma tecnologia que se preze tem que falhar. Um e-mail sempre pode ter se extraviado. Saudade de quando a comunicação não funcionava tão bem. O sucesso das relações humanas depende de uma tecnologia pouco confiável.

(Gregorio Duvivier. https://www1.folha.uol.com.br/. 08.02.2022. Adaptado)

Considere a passagem do 1º parágrafo para responder a questão.

… fico ao mesmo tempo surpreso e irritado, como se o aparelho estivesse indo além da sua alçada. Olho para ele como olharia para uma geladeira que começasse a tocar sanfona…

A expressão – além da sua alçada – é empregada pelo autor para expressar a ideia de que, parece-lhe, o telefone

 

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2687465 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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Um telefone sempre toca na hora errada

Desenvolvi um tipo de fobia social muito específica. Pertenço à categoria cada vez mais numerosa de gente que odeia atender o telefone. Pior ainda: odeio que ele toque. Toda vez que meu telefone vibra fico ao mesmo tempo surpreso e irritado, como se o aparelho estivesse indo além da sua alçada. Olho para ele como olharia para uma geladeira que começasse a tocar sanfona: “Não foi para isso que eu te comprei”.

Talvez o incômodo venha do motivo da ligação. Em 99% dos casos, trata-se de um número desconhecido tentando me vender um cartão de crédito. Mas também sofro quando ligam de casa. Ou do trabalho. Um telefone tocando sempre incomoda.

Não lembro se já era assim antes do WhatsApp, mas tenho certeza de que o desprezo ao telefonema piorou depois que ele começou a rarear. Quanto menos um telefone toca, mais chateia quando toca. A raridade da ligação gerou uma alergia ao toque. Um telefone, quando toca, sempre toca na hora errada. Hoje uma ligação sempre pega o ser humano de surpresa. Resultado: minha geração perdeu os macetes da ligação telefônica. Falamos ao telefone com pausas esquisitas, nunca sabemos quando desligar.

Os defensores da ligação argumentam: telefone é bom porque você resolve na hora. Sim. Esse é o problema. Não quero resolver nada na hora. Que pesadelo uma tecnologia que serve para te obrigar a resolver coisas na hora.

Já que é para ressuscitar velhas tecnologias, queria sugerir que voltássemos todos para o e-mail. A correspondência epistolar permite que cada um tome o tempo que quiser para responder – ou simplesmente não responder.

Um e-mail tem essa grande vantagem: nem sempre chega. Uma tecnologia que se preze tem que falhar. Um e-mail sempre pode ter se extraviado. Saudade de quando a comunicação não funcionava tão bem. O sucesso das relações humanas depende de uma tecnologia pouco confiável.

(Gregorio Duvivier. https://www1.folha.uol.com.br/. 08.02.2022. Adaptado)

No que diz respeito ao assunto tratado, o autor defende a

 

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2687464 Ano: 2022
Disciplina: Português
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Um telefone sempre toca na hora errada

Desenvolvi um tipo de fobia social muito específica. Pertenço à categoria cada vez mais numerosa de gente que odeia atender o telefone. Pior ainda: odeio que ele toque. Toda vez que meu telefone vibra fico ao mesmo tempo surpreso e irritado, como se o aparelho estivesse indo além da sua alçada. Olho para ele como olharia para uma geladeira que começasse a tocar sanfona: “Não foi para isso que eu te comprei”.

Talvez o incômodo venha do motivo da ligação. Em 99% dos casos, trata-se de um número desconhecido tentando me vender um cartão de crédito. Mas também sofro quando ligam de casa. Ou do trabalho. Um telefone tocando sempre incomoda.

Não lembro se já era assim antes do WhatsApp, mas tenho certeza de que o desprezo ao telefonema piorou depois que ele começou a rarear. Quanto menos um telefone toca, mais chateia quando toca. A raridade da ligação gerou uma alergia ao toque. Um telefone, quando toca, sempre toca na hora errada. Hoje uma ligação sempre pega o ser humano de surpresa. Resultado: minha geração perdeu os macetes da ligação telefônica. Falamos ao telefone com pausas esquisitas, nunca sabemos quando desligar.

Os defensores da ligação argumentam: telefone é bom porque você resolve na hora. Sim. Esse é o problema. Não quero resolver nada na hora. Que pesadelo uma tecnologia que serve para te obrigar a resolver coisas na hora.

Já que é para ressuscitar velhas tecnologias, queria sugerir que voltássemos todos para o e-mail. A correspondência epistolar permite que cada um tome o tempo que quiser para responder – ou simplesmente não responder.

Um e-mail tem essa grande vantagem: nem sempre chega. Uma tecnologia que se preze tem que falhar. Um e-mail sempre pode ter se extraviado. Saudade de quando a comunicação não funcionava tão bem. O sucesso das relações humanas depende de uma tecnologia pouco confiável.

(Gregorio Duvivier. https://www1.folha.uol.com.br/. 08.02.2022. Adaptado)

Conforme o autor,

 

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2687463 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Leia a tira para responder a questão.

Enunciado 3322449-1

(QUINO. Toda Mafalda: da primeira à última tirinha. 2a ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010)

Assinale a alternativa em que o uso da vírgula está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2687462 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Leia a tira para responder a questão.

Enunciado 3322447-1

(QUINO. Toda Mafalda: da primeira à última tirinha. 2a ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010)

A leitura da tira permite concluir que a

 

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2687461 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Leia o texto para responder a questão.

Cozinhar é um modo de se ligar

Nessas férias, assisti de perto, por falta de alternativa, a uma pequena reforma na cozinha. Os pintores pintaram o chão e as paredes com rolo, os pedreiros levantaram uma parede pequena. Facílimo. Mal dá para acreditar. Qualquer ser humano, levemente jeitoso, faz uma reforma. Não vai ficar lá essas coisas, mas já é uma possibilidade.

Não é incrível como a maioria de nós não sabe o elementar das coisas do dia a dia? Cortar cabelo, passar uma camisa, lavar um terno, fazer um colete, plantar salsa, assar pão, matar galinha, consertar o ferro – e vai por aí afora.

Até fritar um ovo anda saindo complicado. Cozinhar, então, nem se fale. Além do que comer é perigoso, engorda e mata. Já não somos tão íntimos da comida. Ela vem de longe, anda distâncias sem fim e tem uma vida secreta guardada a sete chaves. Um chicken nugget* não tem na memória o dia em que foi galinha botadeira, se é que o foi. Processado, micropulverizado, maquiado, não tem a menor afinidade com seu consumidor, e vice-versa. Tanto aquele que come como o comido ficam totalmente afastados de sua realidade biológica. São duas substâncias inertes em contato de terceiro grau.

Cozinhar é um modo de se ligar, de se amarrar à vida com simplicidade. E o bom é que cozinhar é preciso, mas cozinhar bem não é preciso, o que dá um certo grau de alívio e liberdade de movimentos. Aprender a cozinhar é uma questão de atitude, de peito. Mais ou menos como saltar de paraquedas.

(Nina Horta. Não é sopa. São Paulo: Companhia de Mesa, 2020. Adaptado)

*Chicken nugget: produto feito a partir de carne de frango, preparado à milanesa para ser frito ou assado.

Assinale a alternativa em que o uso da crase está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2687460 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Leia o texto para responder a questão.

Cozinhar é um modo de se ligar

Nessas férias, assisti de perto, por falta de alternativa, a uma pequena reforma na cozinha. Os pintores pintaram o chão e as paredes com rolo, os pedreiros levantaram uma parede pequena. Facílimo. Mal dá para acreditar. Qualquer ser humano, levemente jeitoso, faz uma reforma. Não vai ficar lá essas coisas, mas já é uma possibilidade.

Não é incrível como a maioria de nós não sabe o elementar das coisas do dia a dia? Cortar cabelo, passar uma camisa, lavar um terno, fazer um colete, plantar salsa, assar pão, matar galinha, consertar o ferro – e vai por aí afora.

Até fritar um ovo anda saindo complicado. Cozinhar, então, nem se fale. Além do que comer é perigoso, engorda e mata. Já não somos tão íntimos da comida. Ela vem de longe, anda distâncias sem fim e tem uma vida secreta guardada a sete chaves. Um chicken nugget* não tem na memória o dia em que foi galinha botadeira, se é que o foi. Processado, micropulverizado, maquiado, não tem a menor afinidade com seu consumidor, e vice-versa. Tanto aquele que come como o comido ficam totalmente afastados de sua realidade biológica. São duas substâncias inertes em contato de terceiro grau.

Cozinhar é um modo de se ligar, de se amarrar à vida com simplicidade. E o bom é que cozinhar é preciso, mas cozinhar bem não é preciso, o que dá um certo grau de alívio e liberdade de movimentos. Aprender a cozinhar é uma questão de atitude, de peito. Mais ou menos como saltar de paraquedas.

(Nina Horta. Não é sopa. São Paulo: Companhia de Mesa, 2020. Adaptado)

*Chicken nugget: produto feito a partir de carne de frango, preparado à milanesa para ser frito ou assado.

O termo destacado na frase do último parágrafo “E o bom é que cozinhar é preciso, mas cozinhar bem não é preciso…” pode ser corretamente substituído, sem prejuízo de sentido ao texto original, por:

 

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2687459 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Cozinhar é um modo de se ligar

Nessas férias, assisti de perto, por falta de alternativa, a uma pequena reforma na cozinha. Os pintores pintaram o chão e as paredes com rolo, os pedreiros levantaram uma parede pequena. Facílimo. Mal dá para acreditar. Qualquer ser humano, levemente jeitoso, faz uma reforma. Não vai ficar lá essas coisas, mas já é uma possibilidade.

Não é incrível como a maioria de nós não sabe o elementar das coisas do dia a dia? Cortar cabelo, passar uma camisa, lavar um terno, fazer um colete, plantar salsa, assar pão, matar galinha, consertar o ferro – e vai por aí afora.

Até fritar um ovo anda saindo complicado. Cozinhar, então, nem se fale. Além do que comer é perigoso, engorda e mata. Já não somos tão íntimos da comida. Ela vem de longe, anda distâncias sem fim e tem uma vida secreta guardada a sete chaves. Um chicken nugget* não tem na memória o dia em que foi galinha botadeira, se é que o foi. Processado, micropulverizado, maquiado, não tem a menor afinidade com seu consumidor, e vice-versa. Tanto aquele que come como o comido ficam totalmente afastados de sua realidade biológica. São duas substâncias inertes em contato de terceiro grau.

Cozinhar é um modo de se ligar, de se amarrar à vida com simplicidade. E o bom é que cozinhar é preciso, mas cozinhar bem não é preciso, o que dá um certo grau de alívio e liberdade de movimentos. Aprender a cozinhar é uma questão de atitude, de peito. Mais ou menos como saltar de paraquedas.

(Nina Horta. Não é sopa. São Paulo: Companhia de Mesa, 2020. Adaptado)

*Chicken nugget: produto feito a partir de carne de frango, preparado à milanesa para ser frito ou assado.

Assinale a alternativa em que a frase escrita a partir do texto atende à norma-padrão de concordância verbal e nominal.

 

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