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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

A ciência bate o martelo: beba menos, viva mais

Beber quantidades moderadas de álcool todos os dias não protege – como se pensava – contra a morte por doenças cardíacas, nem contribui para uma vida mais longa, de acordo com uma nova análise abrangente de estudos sobre o álcool. A revisão, que examinou 5 milhões de pessoas, é um dos maiores trabalhos a desmascarar a crença de que o consumo moderado de vinho ou outras bebidas alcoólicas faz bem. No ano passado, na Grã-Bretanha, pesquisadores concluíram que mesmo o baixo consumo de álcool estava associado ao aumento do risco de doenças. Beber níveis relativamente baixos – 25 gramas por dia para mulheres e 45 gramas ou mais por dia para homens – na verdade aumentou o risco de morte. Uma dose de vinho padrão tem cerca de 140 gramas. A porção padrão de cerveja tem cerca de 340 gramas e de bebidas destiladas, 40 gramas. “Este estudo destrói a esperança de muitas pessoas de que o uso moderado seria saudável”, disse Robert DuPont, psiquiatra e especialista em abuso de substâncias, primeiro diretor do Instituto Nacional de Abuso de Drogas.

“A mensagem é que, em termos de saúde, menos álcool é melhor”, disse Tim Naimi, autor do estudo e diretor do Instituto Canadense para Pesquisa do Uso de Substâncias. “Ou então podemos dizer: beba menos, viva mais.”

A crença de que o consumo diário de álcool é bom para a saúde data da década de 1980, quando pesquisadores identificaram o “paradoxo francês”: a sugestão de que baixas taxas de doenças cardiovasculares entre os homens na França estavam associadas ao consumo diário de vinho. Embora análises posteriores tenham encontrado falhas na pesquisa, a crença se tornou amplamente aceita.

“Muitas vezes se pensa que o álcool do vinho tem propriedades mágicas”, disse Tim Stockwell, principal autor do estudo. “Foi só um golpe publicitário para a indústria do vinho algumas décadas atrás. O papel protetor do álcool do vinho agora é contestado.”

(Marlene Simons, The Washington Post, O Estado de S.Paulo, 20 de abril de 2023. Adaptado)

Leia as frases dos parágrafos 1ºe 3º, respectivamente:

• Beber quantidades moderadas de álcool todos os dias não protege – como se pensava – contra a morte por doenças cardíacas, nem contribui para uma vida mais longa...

Embora análises posteriores tenham encontrado falhas na pesquisa, a crença se tornou amplamente aceita.

As palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de sentido de:

 

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A ciência bate o martelo: beba menos, viva mais

Beber quantidades moderadas de álcool todos os dias não protege – como se pensava – contra a morte por doenças cardíacas, nem contribui para uma vida mais longa, de acordo com uma nova análise abrangente de estudos sobre o álcool. A revisão, que examinou 5 milhões de pessoas, é um dos maiores trabalhos a desmascarar a crença de que o consumo moderado de vinho ou outras bebidas alcoólicas faz bem. No ano passado, na Grã-Bretanha, pesquisadores concluíram que mesmo o baixo consumo de álcool estava associado ao aumento do risco de doenças. Beber níveis relativamente baixos – 25 gramas por dia para mulheres e 45 gramas ou mais por dia para homens – na verdade aumentou o risco de morte. Uma dose de vinho padrão tem cerca de 140 gramas. A porção padrão de cerveja tem cerca de 340 gramas e de bebidas destiladas, 40 gramas. “Este estudo destrói a esperança de muitas pessoas de que o uso moderado seria saudável”, disse Robert DuPont, psiquiatra e especialista em abuso de substâncias, primeiro diretor do Instituto Nacional de Abuso de Drogas.

“A mensagem é que, em termos de saúde, menos álcool é melhor”, disse Tim Naimi, autor do estudo e diretor do Instituto Canadense para Pesquisa do Uso de Substâncias. “Ou então podemos dizer: beba menos, viva mais.”

A crença de que o consumo diário de álcool é bom para a saúde data da década de 1980, quando pesquisadores identificaram o “paradoxo francês”: a sugestão de que baixas taxas de doenças cardiovasculares entre os homens na França estavam associadas ao consumo diário de vinho. Embora análises posteriores tenham encontrado falhas na pesquisa, a crença se tornou amplamente aceita.

“Muitas vezes se pensa que o álcool do vinho tem propriedades mágicas”, disse Tim Stockwell, principal autor do estudo. “Foi só um golpe publicitário para a indústria do vinho algumas décadas atrás. O papel protetor do álcool do vinho agora é contestado.”

(Marlene Simons, The Washington Post, O Estado de S.Paulo, 20 de abril de 2023. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase apresenta regência correta, de acordo com a norma-padrão.

 

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A ciência bate o martelo: beba menos, viva mais

Beber quantidades moderadas de álcool todos os dias não protege – como se pensava – contra a morte por doenças cardíacas, nem contribui para uma vida mais longa, de acordo com uma nova análise abrangente de estudos sobre o álcool. A revisão, que examinou 5 milhões de pessoas, é um dos maiores trabalhos a desmascarar a crença de que o consumo moderado de vinho ou outras bebidas alcoólicas faz bem. No ano passado, na Grã-Bretanha, pesquisadores concluíram que mesmo o baixo consumo de álcool estava associado ao aumento do risco de doenças. Beber níveis relativamente baixos – 25 gramas por dia para mulheres e 45 gramas ou mais por dia para homens – na verdade aumentou o risco de morte. Uma dose de vinho padrão tem cerca de 140 gramas. A porção padrão de cerveja tem cerca de 340 gramas e de bebidas destiladas, 40 gramas. “Este estudo destrói a esperança de muitas pessoas de que o uso moderado seria saudável”, disse Robert DuPont, psiquiatra e especialista em abuso de substâncias, primeiro diretor do Instituto Nacional de Abuso de Drogas.

“A mensagem é que, em termos de saúde, menos álcool é melhor”, disse Tim Naimi, autor do estudo e diretor do Instituto Canadense para Pesquisa do Uso de Substâncias. “Ou então podemos dizer: beba menos, viva mais.”

A crença de que o consumo diário de álcool é bom para a saúde data da década de 1980, quando pesquisadores identificaram o “paradoxo francês”: a sugestão de que baixas taxas de doenças cardiovasculares entre os homens na França estavam associadas ao consumo diário de vinho. Embora análises posteriores tenham encontrado falhas na pesquisa, a crença se tornou amplamente aceita.

“Muitas vezes se pensa que o álcool do vinho tem propriedades mágicas”, disse Tim Stockwell, principal autor do estudo. “Foi só um golpe publicitário para a indústria do vinho algumas décadas atrás. O papel protetor do álcool do vinho agora é contestado.”

(Marlene Simons, The Washington Post, O Estado de S.Paulo, 20 de abril de 2023. Adaptado)

Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase da alternativa:

 

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A ciência bate o martelo: beba menos, viva mais

Beber quantidades moderadas de álcool todos os dias não protege – como se pensava – contra a morte por doenças cardíacas, nem contribui para uma vida mais longa, de acordo com uma nova análise abrangente de estudos sobre o álcool. A revisão, que examinou 5 milhões de pessoas, é um dos maiores trabalhos a desmascarar a crença de que o consumo moderado de vinho ou outras bebidas alcoólicas faz bem. No ano passado, na Grã-Bretanha, pesquisadores concluíram que mesmo o baixo consumo de álcool estava associado ao aumento do risco de doenças. Beber níveis relativamente baixos – 25 gramas por dia para mulheres e 45 gramas ou mais por dia para homens – na verdade aumentou o risco de morte. Uma dose de vinho padrão tem cerca de 140 gramas. A porção padrão de cerveja tem cerca de 340 gramas e de bebidas destiladas, 40 gramas. “Este estudo destrói a esperança de muitas pessoas de que o uso moderado seria saudável”, disse Robert DuPont, psiquiatra e especialista em abuso de substâncias, primeiro diretor do Instituto Nacional de Abuso de Drogas.

“A mensagem é que, em termos de saúde, menos álcool é melhor”, disse Tim Naimi, autor do estudo e diretor do Instituto Canadense para Pesquisa do Uso de Substâncias. “Ou então podemos dizer: beba menos, viva mais.”

A crença de que o consumo diário de álcool é bom para a saúde data da década de 1980, quando pesquisadores identificaram o “paradoxo francês”: a sugestão de que baixas taxas de doenças cardiovasculares entre os homens na França estavam associadas ao consumo diário de vinho. Embora análises posteriores tenham encontrado falhas na pesquisa, a crença se tornou amplamente aceita.

“Muitas vezes se pensa que o álcool do vinho tem propriedades mágicas”, disse Tim Stockwell, principal autor do estudo. “Foi só um golpe publicitário para a indústria do vinho algumas décadas atrás. O papel protetor do álcool do vinho agora é contestado.”

(Marlene Simons, The Washington Post, O Estado de S.Paulo, 20 de abril de 2023. Adaptado)

De acordo com informações textuais, é correto afirmar que

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

A ciência bate o martelo: beba menos, viva mais

Beber quantidades moderadas de álcool todos os dias não protege – como se pensava – contra a morte por doenças cardíacas, nem contribui para uma vida mais longa, de acordo com uma nova análise abrangente de estudos sobre o álcool. A revisão, que examinou 5 milhões de pessoas, é um dos maiores trabalhos a desmascarar a crença de que o consumo moderado de vinho ou outras bebidas alcoólicas faz bem. No ano passado, na Grã-Bretanha, pesquisadores concluíram que mesmo o baixo consumo de álcool estava associado ao aumento do risco de doenças. Beber níveis relativamente baixos – 25 gramas por dia para mulheres e 45 gramas ou mais por dia para homens – na verdade aumentou o risco de morte. Uma dose de vinho padrão tem cerca de 140 gramas. A porção padrão de cerveja tem cerca de 340 gramas e de bebidas destiladas, 40 gramas. “Este estudo destrói a esperança de muitas pessoas de que o uso moderado seria saudável”, disse Robert DuPont, psiquiatra e especialista em abuso de substâncias, primeiro diretor do Instituto Nacional de Abuso de Drogas.

“A mensagem é que, em termos de saúde, menos álcool é melhor”, disse Tim Naimi, autor do estudo e diretor do Instituto Canadense para Pesquisa do Uso de Substâncias. “Ou então podemos dizer: beba menos, viva mais.”

A crença de que o consumo diário de álcool é bom para a saúde data da década de 1980, quando pesquisadores identificaram o “paradoxo francês”: a sugestão de que baixas taxas de doenças cardiovasculares entre os homens na França estavam associadas ao consumo diário de vinho. Embora análises posteriores tenham encontrado falhas na pesquisa, a crença se tornou amplamente aceita.

“Muitas vezes se pensa que o álcool do vinho tem propriedades mágicas”, disse Tim Stockwell, principal autor do estudo. “Foi só um golpe publicitário para a indústria do vinho algumas décadas atrás. O papel protetor do álcool do vinho agora é contestado.”

(Marlene Simons, The Washington Post, O Estado de S.Paulo, 20 de abril de 2023. Adaptado)

De acordo com informações textuais, é correto afirmar a respeito de estudos sobre o álcool:

 

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