Foram encontradas 40 questões.
Sobre o fragmento “Esse contraponto fornecido pela ação
educadora da escola republicana clássica buscava não
apenas a produção de um novo tipo de indivíduo,
especialmente, um cidadão nacional, mas, no limite,
promoveria até mesmo um questionamento das
configurações sociais locais.”, analisar os itens abaixo:
I. Os verbos “buscava” e “promoveria” classificam-se como transitivos indiretos. II. O sujeito dos verbos “buscava” e “promoveria” é o mesmo e classifica-se como simples. III. Há dois complementos verbais presentes no fragmento.
Estão CORRETOS:
I. Os verbos “buscava” e “promoveria” classificam-se como transitivos indiretos. II. O sujeito dos verbos “buscava” e “promoveria” é o mesmo e classifica-se como simples. III. Há dois complementos verbais presentes no fragmento.
Estão CORRETOS:
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Assinalar a alternativa que contém a correspondência
CORRETA sobre a figura de linguagem presente na frase:
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Em relação à concordância nominal e verbal, assinalar a
alternativa CORRETA:
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Em relação ao emprego da vírgula no fragmento “Hoje, há
várias alternativas para desvincular a agricultura desse
mercado tão fechado, como o fomento à agricultura
familiar, à agricultura regenerativa, à floresta em pé, que
resultam em uma agricultura verdadeiramente sustentável
sem riscos à saúde das pessoas e ao ambiente.”, analisar os
itens abaixo:
I. A vírgula depois de “Hoje” foi empregada para isolar um adjunto adverbial deslocado. Por ser de curta extensão é de uso facultativo.
II. As vírgulas em “fomento à agricultura familiar, à agricultura regenerativa, à floresta em pé,” separam elementos de mesma função sintática.
III. As vírgulas depois de “fechado” e de “pé” poderiam ser substituídas por travessões e não causariam alteração de sentido.
Está(ão) CORRETO(S):
I. A vírgula depois de “Hoje” foi empregada para isolar um adjunto adverbial deslocado. Por ser de curta extensão é de uso facultativo.
II. As vírgulas em “fomento à agricultura familiar, à agricultura regenerativa, à floresta em pé,” separam elementos de mesma função sintática.
III. As vírgulas depois de “fechado” e de “pé” poderiam ser substituídas por travessões e não causariam alteração de sentido.
Está(ão) CORRETO(S):
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Quantas das orações abaixo apresentam uma conjunção
coordenativa adversativa?
I. Não queria ir para a nova cidade, mas gostou da casa que seus pais escolheram. II. Demoramos a chegar à praia, pois havia muito trânsito. III. Ele estava de mau humor, no entanto, apresentou muito bem o trabalho. IV. Francisco gosta de cantar, contudo dança muito melhor.
I. Não queria ir para a nova cidade, mas gostou da casa que seus pais escolheram. II. Demoramos a chegar à praia, pois havia muito trânsito. III. Ele estava de mau humor, no entanto, apresentou muito bem o trabalho. IV. Francisco gosta de cantar, contudo dança muito melhor.
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Preconceito linguístico
O termo “preconceito” designa uma atitude prévia
que assumimos diante uma pessoa (ou de um grupo
social), antes de interagirmos com ela ou de conhecê-la,
uma atitude que, embora individual, reflete as ideias que
circulam na sociedade e na cultura em que vivemos. Assim
como uma pessoa pode sofrer preconceito por ser mulher,
pobre, negra, indígena, homossexual, nordestina, deficiente
física, estrangeira, etc., também pode receber avaliações
negativas por causa da língua que fala ou do modo como
fala sua língua.
O preconceito linguístico resulta da comparação
indevida entre o modelo idealizado de língua que se
apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os
modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade,
modos de falar que são muitos e bem diferentes entre
si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada,
nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e
dicionaristas e nas regras da gramática latina. No caso
brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a
mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna
simplesmente impossível que alguém escreva e,
principalmente, fale segundo essas regras normativas, elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma
língua artificial e ultrapassada, que não reflete os usos reais
de nenhuma comunidade atual falante de português.
Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no
Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média
urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu
modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras
classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale
de dois rótulos: o “errado” e o “feio”, que, mesmo sem
nenhum fundamento real, já se solidificaram como . Quando analisado de perto, o preconceito
linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua,
pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar
um indivíduo ou um grupo social.
A instituição escolar tem sido séculos a
principal agência de manutenção e difusão do preconceito
linguístico e de outras formas de discriminação. Uma
formação docente adequada, com base nos avanços das
ciências da linguagem e com vistas criação de uma
sociedade democrática e igualitária, é um passo importante
na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso.
(Fonte: Marcos Bagno. Universidade de Brasília - UnB -
adaptado.)
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Preconceito linguístico
O termo “preconceito” designa uma atitude prévia
que assumimos diante uma pessoa (ou de um grupo
social), antes de interagirmos com ela ou de conhecê-la,
uma atitude que, embora individual, reflete as ideias que
circulam na sociedade e na cultura em que vivemos. Assim
como uma pessoa pode sofrer preconceito por ser mulher,
pobre, negra, indígena, homossexual, nordestina, deficiente
física, estrangeira, etc., também pode receber avaliações
negativas por causa da língua que fala ou do modo como
fala sua língua.
O preconceito linguístico resulta da comparação
indevida entre o modelo idealizado de língua que se
apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os
modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade,
modos de falar que são muitos e bem diferentes entre
si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada,
nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e
dicionaristas e nas regras da gramática latina. No caso
brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a
mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna
simplesmente impossível que alguém escreva e,
principalmente, fale segundo essas regras normativas, elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma
língua artificial e ultrapassada, que não reflete os usos reais
de nenhuma comunidade atual falante de português.
Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no
Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média
urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu
modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras
classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale
de dois rótulos: o “errado” e o “feio”, que, mesmo sem
nenhum fundamento real, já se solidificaram como . Quando analisado de perto, o preconceito
linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua,
pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar
um indivíduo ou um grupo social.
A instituição escolar tem sido séculos a
principal agência de manutenção e difusão do preconceito
linguístico e de outras formas de discriminação. Uma
formação docente adequada, com base nos avanços das
ciências da linguagem e com vistas criação de uma
sociedade democrática e igualitária, é um passo importante
na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso.
(Fonte: Marcos Bagno. Universidade de Brasília - UnB -
adaptado.)
I. A palavra “preconceito” costuma se dar em relação à imagem que temos das pessoas desconhecidas, mas algumas gramáticas do português europeu apontam o preconceito linguístico sofrido pelos falantes de português peninsular.
II. Existe um modelo idealizado da língua portuguesa que não está presente na fala das pessoas de diferentes regiões. Dessa expectativa pelo português idealizado, surge o preconceito linguístico.
III. Uma formação adequada dos professores pode fazer com que a escola deixe de ser a principal difusora do preconceito linguístico.
Está(ão) CORRETO(S):
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“O rapaz havia ficado congelado na presença de sua exnamorada”. Assinalar a frase que mantém o sentido, mas
que modifica o predicado da sentença em questão:
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Preconceito linguístico
O termo “preconceito” designa uma atitude prévia
que assumimos diante uma pessoa (ou de um grupo
social), antes de interagirmos com ela ou de conhecê-la,
uma atitude que, embora individual, reflete as ideias que
circulam na sociedade e na cultura em que vivemos. Assim
como uma pessoa pode sofrer preconceito por ser mulher,
pobre, negra, indígena, homossexual, nordestina, deficiente
física, estrangeira, etc., também pode receber avaliações
negativas por causa da língua que fala ou do modo como
fala sua língua.
O preconceito linguístico resulta da comparação
indevida entre o modelo idealizado de língua que se
apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os
modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade,
modos de falar que são muitos e bem diferentes entre
si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada,
nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e
dicionaristas e nas regras da gramática latina. No caso
brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a
mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna
simplesmente impossível que alguém escreva e,
principalmente, fale segundo essas regras normativas, elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma
língua artificial e ultrapassada, que não reflete os usos reais
de nenhuma comunidade atual falante de português.
Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no
Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média
urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu
modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras
classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale
de dois rótulos: o “errado” e o “feio”, que, mesmo sem
nenhum fundamento real, já se solidificaram como . Quando analisado de perto, o preconceito
linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua,
pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar
um indivíduo ou um grupo social.
A instituição escolar tem sido séculos a
principal agência de manutenção e difusão do preconceito
linguístico e de outras formas de discriminação. Uma
formação docente adequada, com base nos avanços das
ciências da linguagem e com vistas criação de uma
sociedade democrática e igualitária, é um passo importante
na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso.
(Fonte: Marcos Bagno. Universidade de Brasília - UnB -
adaptado.)
I. Rir de um sotaque ou de gírias antigas. II. Considerar que apenas o português peninsular é correto. III. Discriminar quem faz uso do internetês.
Está(ão) CORRETO(S):
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- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
- OrtografiaProblemas da Norma CultaHá/a
- SintaxeCrase
- MorfologiaPreposições
Preconceito linguístico
O termo “preconceito” designa uma atitude prévia
que assumimos diante uma pessoa (ou de um grupo
social), antes de interagirmos com ela ou de conhecê-la,
uma atitude que, embora individual, reflete as ideias que
circulam na sociedade e na cultura em que vivemos. Assim
como uma pessoa pode sofrer preconceito por ser mulher,
pobre, negra, indígena, homossexual, nordestina, deficiente
física, estrangeira, etc., também pode receber avaliações
negativas por causa da língua que fala ou do modo como
fala sua língua.
O preconceito linguístico resulta da comparação
indevida entre o modelo idealizado de língua que se
apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os
modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade,
modos de falar que são muitos e bem diferentes entre
si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada,
nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e
dicionaristas e nas regras da gramática latina. No caso
brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a
mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna
simplesmente impossível que alguém escreva e,
principalmente, fale segundo essas regras normativas, elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma
língua artificial e ultrapassada, que não reflete os usos reais
de nenhuma comunidade atual falante de português.
Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no
Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média
urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu
modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras
classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale
de dois rótulos: o “errado” e o “feio”, que, mesmo sem
nenhum fundamento real, já se solidificaram como . Quando analisado de perto, o preconceito
linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua,
pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar
um indivíduo ou um grupo social.
A instituição escolar tem sido séculos a
principal agência de manutenção e difusão do preconceito
linguístico e de outras formas de discriminação. Uma
formação docente adequada, com base nos avanços das
ciências da linguagem e com vistas criação de uma
sociedade democrática e igualitária, é um passo importante
na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso.
(Fonte: Marcos Bagno. Universidade de Brasília - UnB -
adaptado.)
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