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Preparo do Exame Quantitativo e Qualitativo de Urina
Um técnico de laboratório está realizando um exame quantitativo de urina, mas a amostra apresenta um volume muito baixo. Como essa condição pode influenciar os resultados do exame, e quais medidas devem ser tomadas para garantir a precisão do diagnóstico?
Itens para Verificação:
1. Registrar o volume baixo da amostra e ajustar o cálculo de acordo com o volume disponível.
2. Considerar a necessidade de diluir a amostra para obter melhores resultados.
3. Utilizar um recipiente de coleta adequado para maximizar a quantidade de urina disponível para o exame.
4. Solicitar uma nova amostra se o volume for insuficiente para todas as análises necessárias.
5. Documentar qualquer ajuste ou diluição feita no relatório final.
Alternativas:
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Preparo de Amostras Biológicas para Pesquisa de Parasitas
Durante a preparação de uma amostra de fezes para a pesquisa de parasitas, o técnico nota que a consistência da amostra é muito líquida, o que pode interferir no resultado final. Quais passos devem ser seguidos para garantir que a análise seja precisa, mesmo com a consistência alterada da amostra?
Itens para Verificação:
1. Homogeneizar a amostra adequadamente antes de realizar o exame microscópico.
2. Utilizar uma técnica de sedimentação para concentrar os parasitas na amostra.
3. Anotar a consistência da amostra no laudo laboratorial.
4. Rejeitar a amostra, solicitando uma nova coleta em melhores condições.
5. Utilizar técnicas adicionais como a coloração de Kinyoun, pois é específica para o tipo de parasita.
Alternativas:
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Preparação de Esfregaços e Colorações em Microbiologia
Durante a preparação de um esfregaço para coloração de Gram, um técnico de laboratório acidentalmente utiliza álcool etílico em excesso durante o processo de descoloração. Como essa ação pode afetar os resultados do exame, e quais são as melhores práticas para evitar esse tipo de erro?
Itens para Verificação:
1. O uso excessivo de álcool pode resultar em uma descoloração excessiva, dificultando a diferenciação entre bactérias Gram-positivas e Gram-negativas.
2. A quantidade de álcool deve ser controlada rigorosamente para garantir uma descoloração adequada.
3. A repetição do procedimento de coloração não é necessária, se o esfregaço estiver comprometido.
4. A utilização de um cronômetro durante a descoloração pode ajudar a evitar esse tipo de erro.
5. Corrigir o esfregaço comprometido e realizar uma nova coleta de amostra é a melhor prática em casos de erro.
Alternativas:
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Preparação e Coloração de Esfregaço Sanguíneo
Um esfregaço sanguíneo foi preparado e colorido utilizando o corante de Wright-Giemsa, mas ao observar a lâmina ao microscópio, o técnico nota que as células estão mal coradas. Quais são os possíveis fatores que poderiam ter levado a essa falha e como isso pode ser corrigido?
Itens para Verificação:
1. O tempo de coloração pode ter sido insuficiente, exigindo um tempo maior na solução de coloração.
2. O pH do corante pode estar inadequado, necessitando de verificação e ajuste.
3. A lâmina pode não ter sido fixada corretamente, comprometendo a coloração.
4. O corante pode estar vencido, requerendo substituição.
5. A observação deve ser feita em menor ampliação para ajustar o foco corretamente.
Alternativas:
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Manuseio do Microscópio Óptico
Durante a observação de um esfregaço sanguíneo ao microscópio óptico, o técnico percebe que a imagem não está focada corretamente, mesmo após vários ajustes. Qual é a sequência de passos que o técnico deve seguir para resolver o problema e obter uma visualização nítida?
Itens para Verificação:
1. Verificar se o microscópio está corretamente alinhado e se todas as lentes estão limpas.
2. Ajustar a iluminação do microscópio para garantir um campo claro.
3. Utilizar a objetiva de menor aumento para localizar a amostra antes de aumentar a ampliação.
4. Ajustar o foco utilizando o parafuso micrométrico, começando pelo ajuste grosso.
5. Caso o problema persista, realizar a manutenção do microscópio, incluindo a verificação das lentes.
Alternativas:
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Preparação de Soluções e Técnicas de Diluição
Ao preparar uma solução de NaCl a 0,9% para uso em laboratório, o técnico precisa realizar a diluição correta de uma solução estoque. Qual é a quantidade necessária de solução estoque de NaCl a 10% que deve ser diluída em 1 litro de água destilada para se obter a concentração desejada?
Itens para Verificação:
1. Calcular a quantidade de solução estoque necessária utilizando a fórmula C1V1 = C2V2.
2. Medir exatamente 90 mL de solução estoque para diluir em 910 mL de água destilada.
3. Após a diluição, verificar a homogeneidade da solução antes do uso.
4. Registrar a preparação da solução no livro de registro de soluções laboratoriais.
5. Realizar uma titulação para verificar a concentração exata da solução diluída.
Alternativas:
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Limpeza e Preparo do Material de Laboratório
Durante a limpeza e preparo de vidrarias de laboratório, é fundamental seguir etapas específicas para garantir a esterilidade e evitar contaminações. Qual é a sequência correta de procedimentos a ser adotada para garantir a eficácia da esterilização das vidrarias utilizadas em análises clínicas?
Itens para Verificação:
1. Lavagem com detergente neutro para remover resíduos orgânicos.
2. Enxágue com água destilada para eliminar restos de detergente.
3. Esterilização em autoclave a 121°C por 15 minutos.
4. Secagem em estufa a 180°C por 2 horas para garantir a eliminação de umidade residual.
5. Armazenamento em local limpo e seco, protegido de contaminação ambiental.
Alternativas:
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Equipamentos de Laboratório
Um técnico de laboratório está utilizando uma pipeta volumétrica para medir um reagente. Durante o procedimento, ele percebe que a pipeta não está dispensando o volume esperado. Quais procedimentos devem ser seguidos para garantir a precisão do volume medido e evitar erros na análise?
Itens para Verificação:
1. Verificar a calibração da pipeta antes de cada uso.
2. Utilizar técnicas adequadas de pipetagem, como evitar o toque da ponta da pipeta nas paredes do recipiente.
3. Conferir a integridade da pipeta para garantir que não haja obstruções ou danos.
4. Realizar uma nova medição utilizando outra pipeta se a primeira apresentar problemas.
5. Descartar a pipeta imediatamente após a identificação do problema, sem necessidade de registro.
Alternativas:
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Coleta de Amostras Biológicas
Durante a coleta de sangue venoso para exames laboratoriais, é importante seguir protocolos específicos para garantir a qualidade da amostra. Em um determinado caso, um paciente chega ao laboratório após ingerir alimentos gordurosos. Como essa condição pode interferir na coleta e nos resultados dos exames, e quais são as melhores práticas para garantir a precisão dos resultados
Itens para Verificação:
1. O jejum é essencial para evitar interferências lipêmicas no soro.
2. A coleta de sangue deve ser adiada, e o paciente instruído a retornar após 12 horas de jejum.
3. Caso a coleta seja realizada, o técnico deve registrar a condição do paciente na ficha de coleta.
4. A lipemia pode interferir nos resultados de testes bioquímicos, como dosagem de colesterol e triglicerídeos.
5. A amostra coletada pode ser processada normalmente, sem necessidade de observações adicionais.
Alternativas:
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Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
Em um município, a expansão urbana desordenada está resultando em desmatamento de áreas de preservação permanente (APPs), colocando em risco a biodiversidade local e aumentando a vulnerabilidade das áreas a deslizamentos de terra. A prefeitura, em conjunto com os órgãos ambientais, decide intervir para conter os danos ambientais. Quais ações devem ser prioritárias nessa situação, considerando a legislação ambiental e os direitos das populações envolvidas?
1. A demolição imediata de todas as construções irregulares em áreas de preservação permanente, sem necessidade de consulta prévia às comunidades afetadas.
2. A implementação de um programa de regularização fundiária que inclua a recuperação das áreas degradadas e a relocação das famílias em risco para áreas seguras.
3. O reforço da fiscalização e a aplicação de multas aos responsáveis pelas construções irregulares, além de medidas educativas para prevenir novas invasões.
4. A criação de corredores ecológicos para garantir a continuidade dos ecossistemas e proteger a fauna e a flora nativas da região.
5. A concessão de licenças ambientais retroativas para as construções já estabelecidas, desde que os proprietários assumam a responsabilidade pela compensação ambiental.
Alternativas:
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