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A pontuação é essencial para tornar um texto claro e
compreensível. Empregar corretamente os sinais de
pontuação favorece a fluidez da leitura e ajuda na
interpretação do conteúdo. A vírgula é um sinal de
pontuação utilizado principalmente para indicar pausas
curtas e para separar elementos dentro de uma frase,
como orações ou itens de listas. Analise o emprego da
vírgula nos enunciados a seguir:
I. Essa, mãe, nunca limpa a casa.
II. Essa mãe nunca limpa a casa.
Quanto ao emprego da vírgula nos enunciados acima, identifique a alternativa CORRETA.
I. Essa, mãe, nunca limpa a casa.
II. Essa mãe nunca limpa a casa.
Quanto ao emprego da vírgula nos enunciados acima, identifique a alternativa CORRETA.
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Para que um texto transmita sua mensagem de forma
eficaz, ele precisa ser compreensível para o leitor. Além
disso, deve apresentar harmonia, permitindo que a
mensagem flua de maneira clara, natural e agradável.
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.
(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".
(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.
(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".
(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa CORRETA.
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
O vocábulo 'hipertermia' está grafado corretamente sem hífen. Analise as palavras compostas, com ou sem hífen, nos enunciados a seguir, e identifique aquela cuja grafia está INCORRETA.
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
I. O aumento da temperatura afeta diversas condições neurológicas.
II. As mudanças climáticas têm efeitos diretos sobre a saúde humana, especialmente o cérebro.
III. A pesquisa de Sisodiya é relevante e reconhecida.
IV. Sanjay Sisodiya é o único pesquisador que estuda os impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
É CORRETO o que se afirma em:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas:
I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'.
II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra.
III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona.
IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico.
É CORRETO o que se afirma em:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Considerando as regras de colocação pronominal, identifique a alternativa que apresenta a substituição CORRETA do termo destacado por um pronome oblíquo.
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Considerando o texto-base, assinale a alternativa CORRETA que explica por que o calor intenso e as ondas de calor representam um risco adicional para pessoas com a Síndrome de Dravet.
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4029951
Ano: 2026
Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
Provas:
Sobre os princípios de primeiros socorros em acidentes
de trânsito, considere as afirmativas a seguir:
I. Em casos de suspeita de fratura na coluna cervical, a vítima deve ser removida imediatamente do local para evitar complicações secundárias.
II. Hemorragias externas devem ser controladas utilizando compressão direta sobre o ferimento, se possível com material limpo.
III. A vítima inconsciente, mas que respira, deve ser posicionada de lado (posição lateral de segurança) para garantir a via aérea.
IV. Avaliar sinais de choque, como palidez, sudorese e pulso fraco, é essencial para priorizar a atenção e encaminhamento médico.
V. Sempre que possível, oferecer alimento e bebida à vítima para prevenir desidratação durante o transporte.
Está CORRETO o que se afirma em:
I. Em casos de suspeita de fratura na coluna cervical, a vítima deve ser removida imediatamente do local para evitar complicações secundárias.
II. Hemorragias externas devem ser controladas utilizando compressão direta sobre o ferimento, se possível com material limpo.
III. A vítima inconsciente, mas que respira, deve ser posicionada de lado (posição lateral de segurança) para garantir a via aérea.
IV. Avaliar sinais de choque, como palidez, sudorese e pulso fraco, é essencial para priorizar a atenção e encaminhamento médico.
V. Sempre que possível, oferecer alimento e bebida à vítima para prevenir desidratação durante o transporte.
Está CORRETO o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4029950
Ano: 2026
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
Provas:
No âmbito do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a
constatação de uma infração de trânsito dá início a um
procedimento administrativo específico, que envolve atos
sucessivos da autoridade de trânsito e garantias ao
administrado. Considerando apenas o que dispõe o CTB,
analise as etapas abaixo, relacionadas ao
processamento de uma infração de trânsito:
1. Aplicação da penalidade pela autoridade competente.
2. Lavratura do auto de infração.
3. Possibilidade de apresentação de defesa pelo interessado.
4. Constatação da infração pela autoridade ou agente de trânsito.
5. Imposição de medidas administrativas, quando previstas em lei.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA desses atos, conforme a sistemática estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro.
1. Aplicação da penalidade pela autoridade competente.
2. Lavratura do auto de infração.
3. Possibilidade de apresentação de defesa pelo interessado.
4. Constatação da infração pela autoridade ou agente de trânsito.
5. Imposição de medidas administrativas, quando previstas em lei.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA desses atos, conforme a sistemática estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro.
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