Foram encontradas 505 questões.
Na Lógica proposicional, temos dois “modus”, um confirma a Verdade e o outro confirma uma Falácia (mentira). No modus ponens, o detetive usa a implicação para provar que a consequência é verdadeira ao demonstrar com provas que a premissa é verdadeira. No modus tollens, ele usa a implicação para provar que a premissa é falsa ao demonstrar com provas que a consequência é falsa.
Considere conjuntamente as premissas P1 e P2
P1: “Se o gerente foi trabalhar, então o diretor foi à escola”;
P2: “Se o diretor foi à escola ou seu filho foi à autoescola, então o prefeito foi à prefeitura”.
O detetive obteve prova de que o prefeito não foi à prefeitura, então ele usa o modus correto e conclui como consequência disso que
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
Em uma plataforma digital para atividades remotas, o aluno realiza uma atividade de prova valendo de 0 a 10. A nota mínima para dar direito ao certificado é 8,0.
O aluno tem três tentativas para conseguir a nota mínima, mas caso realize outra tentativa sua nota será a média ponderada entre a nota N anterior e a nota da nova tentativa, da seguinte maneira:
Se a nota P1 ≥ 8,0, faz jus ao certificado; se a nota P1 < 8,0, faz segunda tentativa e sua média ponderada será N2 = (2.P1 + P2)/3. Caso N2 seja inferior a 8,0, poderá realizar a terceira tentativa, sendo N3 = (2.N2 + P3)/3.
Caso as notas tenham sido P1 = 7,0 e P2 = 7,99, qual menor nota P3 para fazer jus ao certificado?
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Um estudante de ensino médio propõe ao colega saber sobre dois números cujo produto seja igual à soma deles, resultando em 3. Estes dois números são:
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Leia o Texto 3 para responder às questões de 07 a 10.
Texto 3
Era uma vez...
Rosely Sayão
Desde que conheci uma história de Eduardo Galeano, nunca mais me esqueci dela. E um dos motivos é que, entre tantas possibilidades que oferece, ela mostra, principalmente, que são as histórias que nos ajudam a olhar o mundo, a ver e entender melhor a vida como ela é. Para crianças, é uma oportunidade incrível a de ouvir histórias, tanto em casa quanto na escola, e aprender com elas. Você, certamente, já teve a chance de contar histórias para seu filho ou alunos.
Antes de a criança ter aprendido a ler nossas letras e saber o significado de muitas palavras, ela consegue absorver a narrativa da história que ouve. E essas histórias falam diretamente ao coração: ela lê imagens no livro, a postura dos pais, a sonoridade de sua voz e emoções que eles imprimem à história. Ela se identifica, positiva ou negativamente com personagens, e vive intensamente muitas das experiências que eles transmitem. Como alguém já disse, ler é viajar sem sair do lugar, viagem essa que não é apenas para conhecer lugares, mas também – e principalmente – para se conhecer e aos outros.
Se você tiver a oportunidade de observar uma criança – ou um grupo delas – ouvindo alguém contar uma história, você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam.
A leitura de histórias para crianças é tão importante que astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças. Imagine o valor dado pela criança à leitura ao saber que astronautas dedicam tempo para ler para ela.
Precisamos valorizar o ato de contar histórias aos mais novos e, aos poucos, estimular também que eles nos contem as suas. Se a criança pequena adora ouvir histórias, certamente tem potencial para gostar de ler. Mas não sabemos como colocar esse prazer em ato; ao contrário, muitas vezes desestimulamos a leitura. O modo como muitas escolas tratam o livro e a leitura com seus alunos é um exemplo. Vamos, como astronautas, buscar encantar os mais novos pela leitura. É possível! E nem precisamos estar na estação espacial. Basta iniciarmos a narrativa com uma frase mágica que, na infância, é: “Era uma vez...”.
Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,era-uma-vez,70003190822>. Acesso em: 14
jul. 2020. (Adaptado)
Nos enunciado “você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam” existe uma figura de linguagem denominada de:
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Leia o Texto 3 para responder às questões de 07 a 10.
Texto 3
Era uma vez...
Rosely Sayão
Desde que conheci uma história de Eduardo Galeano, nunca mais me esqueci dela. E um dos motivos é que, entre tantas possibilidades que oferece, ela mostra, principalmente, que são as histórias que nos ajudam a olhar o mundo, a ver e entender melhor a vida como ela é. Para crianças, é uma oportunidade incrível a de ouvir histórias, tanto em casa quanto na escola, e aprender com elas. Você, certamente, já teve a chance de contar histórias para seu filho ou alunos.
Antes de a criança ter aprendido a ler nossas letras e saber o significado de muitas palavras, ela consegue absorver a narrativa da história que ouve. E essas histórias falam diretamente ao coração: ela lê imagens no livro, a postura dos pais, a sonoridade de sua voz e emoções que eles imprimem à história. Ela se identifica, positiva ou negativamente com personagens, e vive intensamente muitas das experiências que eles transmitem. Como alguém já disse, ler é viajar sem sair do lugar, viagem essa que não é apenas para conhecer lugares, mas também – e principalmente – para se conhecer e aos outros.
Se você tiver a oportunidade de observar uma criança – ou um grupo delas – ouvindo alguém contar uma história, você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam.
A leitura de histórias para crianças é tão importante que astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças. Imagine o valor dado pela criança à leitura ao saber que astronautas dedicam tempo para ler para ela.
Precisamos valorizar o ato de contar histórias aos mais novos e, aos poucos, estimular também que eles nos contem as suas. Se a criança pequena adora ouvir histórias, certamente tem potencial para gostar de ler. Mas não sabemos como colocar esse prazer em ato; ao contrário, muitas vezes desestimulamos a leitura. O modo como muitas escolas tratam o livro e a leitura com seus alunos é um exemplo. Vamos, como astronautas, buscar encantar os mais novos pela leitura. É possível! E nem precisamos estar na estação espacial. Basta iniciarmos a narrativa com uma frase mágica que, na infância, é: “Era uma vez...”.
Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,era-uma-vez,70003190822>. Acesso em: 14
jul. 2020. (Adaptado)
Com o título escolhido para o Texto 3, o autor:
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Leia o Texto 3 para responder às questões de 07 a 10.
Texto 3
Era uma vez...
Rosely Sayão
Desde que conheci uma história de Eduardo Galeano, nunca mais me esqueci dela. E um dos motivos é que, entre tantas possibilidades que oferece, ela mostra, principalmente, que são as histórias que nos ajudam a olhar o mundo, a ver e entender melhor a vida como ela é. Para crianças, é uma oportunidade incrível a de ouvir histórias, tanto em casa quanto na escola, e aprender com elas. Você, certamente, já teve a chance de contar histórias para seu filho ou alunos.
Antes de a criança ter aprendido a ler nossas letras e saber o significado de muitas palavras, ela consegue absorver a narrativa da história que ouve. E essas histórias falam diretamente ao coração: ela lê imagens no livro, a postura dos pais, a sonoridade de sua voz e emoções que eles imprimem à história. Ela se identifica, positiva ou negativamente com personagens, e vive intensamente muitas das experiências que eles transmitem. Como alguém já disse, ler é viajar sem sair do lugar, viagem essa que não é apenas para conhecer lugares, mas também – e principalmente – para se conhecer e aos outros.
Se você tiver a oportunidade de observar uma criança – ou um grupo delas – ouvindo alguém contar uma história, você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam.
A leitura de histórias para crianças é tão importante que astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças. Imagine o valor dado pela criança à leitura ao saber que astronautas dedicam tempo para ler para ela.
Precisamos valorizar o ato de contar histórias aos mais novos e, aos poucos, estimular também que eles nos contem as suas. Se a criança pequena adora ouvir histórias, certamente tem potencial para gostar de ler. Mas não sabemos como colocar esse prazer em ato; ao contrário, muitas vezes desestimulamos a leitura. O modo como muitas escolas tratam o livro e a leitura com seus alunos é um exemplo. Vamos, como astronautas, buscar encantar os mais novos pela leitura. É possível! E nem precisamos estar na estação espacial. Basta iniciarmos a narrativa com uma frase mágica que, na infância, é: “Era uma vez...”.
Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,era-uma-vez,70003190822>. Acesso em: 14
jul. 2020. (Adaptado)
O tema central do Texto 3 é:
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No início de janeiro de 2019, um estudante, cursando o último ano do ensino médio, recebeu do seu pai a seguinte proposta: “Com o objetivo de financiar seus estudos futuros, vou te dar uma mesada mensal. Iniciando em janeiro, de modo que a mesada do próximo mês seja o dobro do mês anterior, e assim sucessivamente.” No final de dezembro de 2019, o estudante já tinha recebido do seu pai um total de R$ 12 285,00.
Qual o valor da mesada, em reais, que o estudante recebeu em janeiro?
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Leia o Texto 2 para responder à questão 06.
Texto 2

Disponível em: <http://www.willtirando.com.br/>. Acesso em: 14 jul. 2020.
O efeito de humor do quadrinho se dá pela:
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Leia o Texto 3 para responder à questão 10.
Texto 3

Disponível em: <https://www.huffpostbrasil.com/2014/06/07/meio-ambiente-9-tirinhas-para-
refletir-sobre-as-mudanças-climat>. Acesso em: 13 jul. 2020.
Na imagem criada por Felipe Galindo, há uma sintaxe visual que
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.
Texto 1
Chomsky completa 90 anos mais atual que nunca
Aos 90 anos, completados em 07/12/2018, o intelectual americano continua a lutar por mudanças e pode olhar em retrospecto para três áreas que ajudou significativamente a moldar desde meados do século 20 até os dias de hoje – como linguista, filósofo e ativista político de esquerda.
Avram Noam Chomsky nasceu em 1928 na Filadélfia, numa família de imigrantes judeus. Seu pai era da Ucrânia e fugiu para os Estados Unidos. A mãe vinha de Belarus. Comprometida com o sionismo de esquerda, a família vivia numa espécie de gueto judeu. Aos dez anos de idade, Chomsky escreveu um primeiro artigo sobre a ameaça do fascismo e, na adolescência, começou a se identificar com a política anarquista.
Ele estudou Linguística, Matemática e Filosofia, fazendo mestrado em 1951 na área de linguística. As principais teses de seu doutorado Análise Transformacional resultaram mais tarde num livro que revolucionaria a linguística: sua monografia inovadora Estruturas Sintáticas, publicada em 1957.
Com esse livro, Chomsky definiu seu próprio tema de vida científico: as origens e os limites das habilidades cognitivas humanas. Sua pergunta inicial parece simples: como uma criança pode aprender a falar em tão pouco tempo, formar frases gramaticalmente corretas em sua língua materna depois de alguns anos, talvez até mesmo em outra língua? Em sua pesquisa, ele chegou à conclusão de que o aprendizado da linguagem é uma competência inata.
Não é a imitação do que a criança escuta em seu entorno que a transforma num ser falante. De acordo com sua tese central, há uma estrutura geneticamente impressa no cérebro humano que lhe permite perceber as coisas do mundo, pensar sobre elas – e formar um número infinito de sentenças com um número finito de regras.
Guiada pelo pensamento matemático, a sua doutrina de que as estruturas básicas de todas as línguas são iguais e que a linguagem humana segue regras complexas e lógicas – uma "gramática universal" – não influenciou somente a linguística.
Ela também implicou uma tomada de posição dentro de uma disputa filosófica que remontava ao início do Iluminismo. No início do século 17, René Descartes argumentou que a capacidade de pensar em conceitos seria inata. Chomsky catapultou esse "racionalismo cartesiano" para o século 20.
A sua teoria não permaneceu sem discordância – cientistas da comunicação do século 21, por exemplo, não aceitam mais a sua distinção fundamental entre humanos e animais, já que atualmente habilidades cognitivas também são atribuídas aos animais.
Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/cultura/chomsky-completa-90-anos-mais-atual-que-
nunca/>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado).
No enunciado “Chomsky catapultou esse ‘racionalismo cartesiano’ para o século 20” o efeito de sentido produzido
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