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Valores estimados para 2016 – Rio Branco –AC antes do resultado do Senso do IBGE:

De acordo com os dados anteriores, a população estimada para 2016 seria de aproximadamente:
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1ª caixa Indispensável 55% 2ª caixa Sonhos 25% 3ª caixa Cursos 10% 4ª caixa Aposentadoria 5% 5ª caixa Extras 5%
Se no mês de janeiro eles colocaram R$ 1.250,00 na caixa dos Sonhos (2ª caixa), o valor colocado na caixa das necessidades Indispensáveis (1ª caixa), no mesmo mês, foi:
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Receita de Bolo de Pupunha
Tempo de preparo: 45 min
Rendimento: 6 porções
Ingredientes da Receita de Bolo de Pupunha:
2 copos de pupunha cozida e amassada
2 copos de leite de coco ou leite comum
5 ovos 1 colher de sopa de manteiga ou margarina
2 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de farinha de trigo
Como fazer Bolo de Pupunha:
Modo de Preparo: Colocar a pupunha e o leite no liquidificador e bater durante 5 min
Bater, em uma tigela, a manteiga, o açúcar e as gemas Misturar todos os ingredientes, acrescentando o trigo e as claras em neve.
Colocar a massa em uma forma untada com manteiga e levar ao forno durante 30 min.
Fonte: http://www.receitastipicas.com/receitas/bolo-depupunha.html
Dona Maria deseja fazer uma quantidade de bolos de pupunha que rendam exatamente 30 porções. Ela utilizará copos de 300 mL para adicionar o leite de coco ou comum. O número mínimo de litros de leite de coco ou leite comum e de ovos, utilizados por ela será, respectivamente:
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André economizou, durante todo ano de 2015, para fazer sua festa de aniversário. Ele adotou um sistema simples e prático de economizar. Ele montou uma tabela e a cada mês, ele multiplicava o número de dias do mês pelo número que representava cada mês, de acordo com a tabela a seguir:

Mas ele mudou seus planos e só conseguiu seguir esse modelo até o mês de julho. De agosto até dezembro, ele repetiu o valor economizado em julho a cada mês.
O valor que ele deixou de economizar, com essa mudança de planos, foi:
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Aposentadoria feliz: idosos criam repúblicas para viver entre amigos
A amizade de Victor Gomes e Cruz Roldán tem 46 anos. Conheceram-se em uma excursão na Serra Nevada, na Espanha, com um grupo de caminhada. “Mas era mais do que isso, era um grupo de estilo de vida”, relembra Roldán, hoje com 79 anos. Quando estavam com meio século de vida, perguntaram-se: “por que não nos vemos envelhecer?". Quinze anos depois, moram com suas respectivas esposas em Convivir, uma república autogerida na cidade espanhola de Cuenca. Dezenas de amigos e familiares se entusiasmaram quando os dois casais de amigos propuseram a ideia de viver juntos, e hoje são 87 sócios que se identificam com o lema “dar vida à idade”.
O condomínio conta com todos os serviços de um asilo para idosos tradicional. “Mas não ficamos sentados o dia todo em uma cadeira entre desconhecidos” , explicou um dos amigos. Compartilham tarefas, mantêm-se ativos, mas conservam sua independência.
A velhice chega mais tarde hoje, mas pensa-se nela desde cedo. Os mais velhos atualmente - especialmente europeus e japoneses - vivem mais e não querem passar a última fase da vida entre desconhecidos ou “ser uma carga para os filhos”. É o que demonstra um estudo de 2015, realizado pelo ministério da Saúde espanhol, no qual mais da metade dos pesquisados acha pouco provável viver em um asilo, enquanto quatro em cada dez veem como alternativa o cohousing. São moradias criadas e administradas pelos próprios idosos, que decidem entre amigos como e onde querem viver sua aposentadoria. Os apartamentos pertencem a uma cooperativa, mas podem ser deixados de herança para os filhos. Na Espanha, há oito projetos construídos e vários em gestação.
[...] A idade media é de 70 anos, mas respira-se um ambiente juvenil. [...]
Todas as residências de cohousing devem cumprir os requisitos de um ambiente tradicional para idosos: banheiros geriátricos, móveis sem quinas, botões de emergência em todos os quartos, entre outras coisas.
Diferentemente da situação em Convivir, onde todos que querem um apartamento devem ter um conhecido e ser sócio, em Trabensol a oferta é para o público em geral. Entretanto, ainda custa caro viver em uma república para idosos. [...]
Das experiências espanholas, os defensores concordam que os interessados se aproximam mais dos 50 que dos 70 anos. Nemesio Rasillo, um dos fundadores da residência Brisa Del Cantábrico, onde a idade média é de 63 anos, atribui isso a que “os mais idosos passam ao cuidado familiar”. Mas há muitos adultos que ainda não se aposentaram e já têm claro que não querem ser “uma carga para seus filhos”. Nesta residência, uma das normas é poder haver no máximo 15 pessoas nascidas no mesmo ano, para garantir a variedade geracional. Cada cooperativa tem suas regras, mas uma que se repete em relação à questão da dependência é que desde que um residente se soma ao projeto, parte de seu dinheiro vai para um fundo social. “Assim, quando algum dos colegas precisar de uma assistência especial, dividimos entre todos e não será um gasto expressivo”,explica Roldán.
É a hora da siesta em Cuenca, e “o castelo do século XXI”, como o chamam os moradores de Convivir, parece ter parado no tempo. Ninguém circula pelos longos corredores dos dois andares, as raquetes de pingue-pongue descansam sobre a mesa e o salão de beleza está fechado a chave. É o momento de desfrutar do apartamento que cada um decorou a seu gosto. “Em vez de meu filho se tornar independente, eu é que me tornei”, diz em voz baixa Luis de La Fuente, enquanto fecha a porta de seu novo lar.
Antonia Laborde. (Disponível em: brasil.elpais.com. Acesso em 10jan2017)
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