Foram encontradas 615 questões.
Com relação ao ensino de literatura infantil e
infanto-juvenil, assinale a alternativa que está de
acordo com as posturas contemporâneas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa correta, de acordo com as
modernas teorias e propostas de ensino da língua
materna.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que todas as palavras
se encontram grafadas em consonância com o
Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Associe cada frase abaixo à figura de linguagem
que nela se encontra. A seguir, assinale a
alternativa que apresenta a sequência correta
obtida.
(I) Estou com uma ferida bem no céu da boca.
(II) Nós garantimos o pão de cada dia com o suor do nosso rosto.
(III) O bem e o mal são duas faces de uma mesma moeda.
(IV) Tal coisa só vai acontecer se eu passar desta para melhor.
(a) Eufemismo
(b) Metonímia
(c) Disfemismo
(d) Catacrese
(e) Prosopopeia
(f) Antítese
(I) Estou com uma ferida bem no céu da boca.
(II) Nós garantimos o pão de cada dia com o suor do nosso rosto.
(III) O bem e o mal são duas faces de uma mesma moeda.
(IV) Tal coisa só vai acontecer se eu passar desta para melhor.
(a) Eufemismo
(b) Metonímia
(c) Disfemismo
(d) Catacrese
(e) Prosopopeia
(f) Antítese
Provas
Questão presente nas seguintes provas

(“Ver navios”, de Haroldo de Campos)
Em relação ao poema acima, é correto afirmar que o autor:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa cujo termo destacado
indica uma circunstância de modo da ação, e não
uma qualidade de algum ser.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é
um modalizador, ou seja, exprime o
posicionamento do locutor, não se referindo a
nenhum termo do enunciado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A nova estética digital
Quem não tem vaidades? E quanto mais
celebrados, mais vaidosos – embora alguns
disfarcem melhor. O cabelo e a maquiagem das
mulheres recebem atenções permanentes.
Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor
oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma
olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades.
Montblanc? Rolex?
Com a pandemia furiosa de Covid-19,
agora somos todos atores de televisão, qualquer
que seja o evento. Só que não aprendemos a
converter nossas vaidades para a realidade da
telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou
as eleições com Nixon, antes de ele entrar em
qualquer recinto onde houvesse câmeras de
televisão, seus prepostos asseguravam que a
iluminação estivesse correta. E entrava
maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia
e suas olheiras eram exageradas por uma
iluminação errada. Parece que essa condição
contribuiu para sua derrota.
Pelo abrupto das novidades, as centenas
de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo
YouTube são feitas ao arrepio das artes
cinematográficas. A maquiagem pode estar
impecável. Mas e se a iluminação está horrenda?
Carecas brilhando, olhos desaparecidos na
escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros
atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe
da câmera, perde-se a expressão facial. Perto
demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge
a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem
enevoada. (...)
Após o trabalhão de aprender a se
maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é
apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio
cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da
era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar
com alguém praguejando contra panes na
técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a
voz maviosa como exagera o timbre esganiçado.
Por isso foi sempre preciso gravar antes, com
zelo e atenção.
Hoje, não mais. Temos de aprender tudo
de novo. Esboroa a elegância dos modos e da
roupa, diante da presença de dezenas de tropeços
visuais. A epidemia obriga a introduzir outras
habilidades na etiqueta e na elegância. Saber
apresentar-se na tela de videoconferência passou
a fazer parte do nosso repertório de competências
sociais.
CASTRO, Claudio Moura. A nova estética
digital. Veja. 3 jun. 2020. Disponível em
<https://veja.abril.com.br/coluna/claudiomoura-castro/a-nova-estetica-digital/>.
Em relação ao trecho acima, transcrito do texto, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A nova estética digital
Quem não tem vaidades? E quanto mais
celebrados, mais vaidosos – embora alguns
disfarcem melhor. O cabelo e a maquiagem das
mulheres recebem atenções permanentes.
Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor
oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma
olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades.
Montblanc? Rolex?
Com a pandemia furiosa de Covid-19,
agora somos todos atores de televisão, qualquer
que seja o evento. Só que não aprendemos a
converter nossas vaidades para a realidade da
telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou
as eleições com Nixon, antes de ele entrar em
qualquer recinto onde houvesse câmeras de
televisão, seus prepostos asseguravam que a
iluminação estivesse correta. E entrava
maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia
e suas olheiras eram exageradas por uma
iluminação errada. Parece que essa condição
contribuiu para sua derrota.
Pelo abrupto das novidades, as centenas
de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo
YouTube são feitas ao arrepio das artes
cinematográficas. A maquiagem pode estar
impecável. Mas e se a iluminação está horrenda?
Carecas brilhando, olhos desaparecidos na
escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros
atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe
da câmera, perde-se a expressão facial. Perto
demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge
a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem
enevoada. (...)
Após o trabalhão de aprender a se
maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é
apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio
cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da
era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar
com alguém praguejando contra panes na
técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a
voz maviosa como exagera o timbre esganiçado.
Por isso foi sempre preciso gravar antes, com
zelo e atenção.
Hoje, não mais. Temos de aprender tudo
de novo. Esboroa a elegância dos modos e da
roupa, diante da presença de dezenas de tropeços
visuais. A epidemia obriga a introduzir outras
habilidades na etiqueta e na elegância. Saber
apresentar-se na tela de videoconferência passou
a fazer parte do nosso repertório de competências
sociais.
CASTRO, Claudio Moura. A nova estética
digital. Veja. 3 jun. 2020. Disponível em
<https://veja.abril.com.br/coluna/claudiomoura-castro/a-nova-estetica-digital/>.
As palavras destacadas no trecho acima, transcrito do texto, na mesma ordem em que se apresentam, têm o mesmo sentido de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A nova estética digital
Quem não tem vaidades? E quanto mais
celebrados, mais vaidosos – embora alguns
disfarcem melhor. O cabelo e a maquiagem das
mulheres recebem atenções permanentes.
Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor
oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma
olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades.
Montblanc? Rolex?
Com a pandemia furiosa de Covid-19,
agora somos todos atores de televisão, qualquer
que seja o evento. Só que não aprendemos a
converter nossas vaidades para a realidade da
telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou
as eleições com Nixon, antes de ele entrar em
qualquer recinto onde houvesse câmeras de
televisão, seus prepostos asseguravam que a
iluminação estivesse correta. E entrava
maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia
e suas olheiras eram exageradas por uma
iluminação errada. Parece que essa condição
contribuiu para sua derrota.
Pelo abrupto das novidades, as centenas
de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo
YouTube são feitas ao arrepio das artes
cinematográficas. A maquiagem pode estar
impecável. Mas e se a iluminação está horrenda?
Carecas brilhando, olhos desaparecidos na
escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros
atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe
da câmera, perde-se a expressão facial. Perto
demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge
a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem
enevoada. (...)
Após o trabalhão de aprender a se
maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é
apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio
cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da
era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar
com alguém praguejando contra panes na
técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a
voz maviosa como exagera o timbre esganiçado.
Por isso foi sempre preciso gravar antes, com
zelo e atenção.
Hoje, não mais. Temos de aprender tudo
de novo. Esboroa a elegância dos modos e da
roupa, diante da presença de dezenas de tropeços
visuais. A epidemia obriga a introduzir outras
habilidades na etiqueta e na elegância. Saber
apresentar-se na tela de videoconferência passou
a fazer parte do nosso repertório de competências
sociais.
CASTRO, Claudio Moura. A nova estética
digital. Veja. 3 jun. 2020. Disponível em
<https://veja.abril.com.br/coluna/claudiomoura-castro/a-nova-estetica-digital/>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container