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Foram encontradas 40 questões.

2760194 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Analise a charge abaixo.

Enunciado 3324519-1

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à regência, assinale a alternativa correta.

 

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2760193 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Analise a charge abaixo.

Enunciado 3324518-1

De acordo com a charge, é correto afirmar que

 

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2760192 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação pronominal, assinale a alternativa correta.

 

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2760191 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Após uma série de idas e vindas, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o falado pacote anticrime proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mas o texto só conseguiu passar na Casa após ter sido desidratado quase pela metade. O texto, que agora segue para o Senado, aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo que a pessoa pode ficar presa, e endurece as regras da progressão de regime, quando o preso deixa a prisão para cumprir a pena em casa, por exemplo.

Um ponto muito discutido refere-se às ocorrências de resistência seguida de morte. A lei atual já isenta de culpa o policial que usa moderadamente os meios necessários para defender-se de agressão, atual ou iminente, a si ou a outra pessoa. A proposta inicial sustentava que o juiz poderia, por exemplo, "reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la" ao policial, se "o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".

Porém, a proposta, apelidada por críticos de "licença para matar", caiu do texto em setembro, após uma troca de farpas entre o executivo e o legislativo. A discussão foi fomentada pela morte de uma menina baleada durante uma operação policial.

(R7. 15.12.2019. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa correta.

 

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2760190 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Após uma série de idas e vindas, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o falado pacote anticrime proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mas o texto só conseguiu passar na Casa após ter sido desidratado quase pela metade. O texto, que agora segue para o Senado, aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo que a pessoa pode ficar presa, e endurece as regras da progressão de regime, quando o preso deixa a prisão para cumprir a pena em casa, por exemplo.

Um ponto muito discutido refere-se às ocorrências de resistência seguida de morte. A lei atual já isenta de culpa o policial que usa moderadamente os meios necessários para defender-se de agressão, atual ou iminente, a si ou a outra pessoa. A proposta inicial sustentava que o juiz poderia, por exemplo, "reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la" ao policial, se "o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".

Porém, a proposta, apelidada por críticos de "licença para matar", caiu do texto em setembro, após uma troca de farpas entre o executivo e o legislativo. A discussão foi fomentada pela morte de uma menina baleada durante uma operação policial.

(R7. 15.12.2019. Adaptado).

Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Um ponto muito ‘discutido’ refere-se às ocorrências de resistência seguidas de morte”.

“A lei atual já ‘isenta’ de culpa o policial que usa ‘moderadamente’ os meios necessários para defender-se de agressão”.

Assinale a alternativa cujas palavras substituam, respectivamente, os termos destacados conservando o mesmo sentido.

 

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2760189 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Após uma série de idas e vindas, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o falado pacote anticrime proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mas o texto só conseguiu passar na Casa após ter sido desidratado quase pela metade. O texto, que agora segue para o Senado, aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo que a pessoa pode ficar presa, e endurece as regras da progressão de regime, quando o preso deixa a prisão para cumprir a pena em casa, por exemplo.

Um ponto muito discutido refere-se às ocorrências de resistência seguida de morte. A lei atual já isenta de culpa o policial que usa moderadamente os meios necessários para defender-se de agressão, atual ou iminente, a si ou a outra pessoa. A proposta inicial sustentava que o juiz poderia, por exemplo, "reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la" ao policial, se "o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".

Porém, a proposta, apelidada por críticos de "licença para matar", caiu do texto em setembro, após uma troca de farpas entre o executivo e o legislativo. A discussão foi fomentada pela morte de uma menina baleada durante uma operação policial.

(R7. 15.12.2019. Adaptado).

As frases abaixo são transcrições livres do texto. De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da vírgula, assinale a alternativa correta.

 

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2760188 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Após uma série de idas e vindas, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o falado pacote anticrime proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mas o texto só conseguiu passar na Casa após ter sido desidratado quase pela metade. O texto, que agora segue para o Senado, aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo que a pessoa pode ficar presa, e endurece as regras da progressão de regime, quando o preso deixa a prisão para cumprir a pena em casa, por exemplo.

Um ponto muito discutido refere-se às ocorrências de resistência seguida de morte. A lei atual já isenta de culpa o policial que usa moderadamente os meios necessários para defender-se de agressão, atual ou iminente, a si ou a outra pessoa. A proposta inicial sustentava que o juiz poderia, por exemplo, "reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la" ao policial, se "o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".

Porém, a proposta, apelidada por críticos de "licença para matar", caiu do texto em setembro, após uma troca de farpas entre o executivo e o legislativo. A discussão foi fomentada pela morte de uma menina baleada durante uma operação policial.

(R7. 15.12.2019. Adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra em sentido figurado.

 

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2760187 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Após uma série de idas e vindas, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o falado pacote anticrime proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mas o texto só conseguiu passar na Casa após ter sido desidratado quase pela metade. O texto, que agora segue para o Senado, aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo que a pessoa pode ficar presa, e endurece as regras da progressão de regime, quando o preso deixa a prisão para cumprir a pena em casa, por exemplo.

Um ponto muito discutido refere-se às ocorrências de resistência seguida de morte. A lei atual já isenta de culpa o policial que usa moderadamente os meios necessários para defender-se de agressão, atual ou iminente, a si ou a outra pessoa. A proposta inicial sustentava que o juiz poderia, por exemplo, "reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la" ao policial, se "o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".

Porém, a proposta, apelidada por críticos de "licença para matar", caiu do texto em setembro, após uma troca de farpas entre o executivo e o legislativo. A discussão foi fomentada pela morte de uma menina baleada durante uma operação policial.

(R7. 15.12.2019. Adaptado).

“‘Mas’ o texto só conseguiu passar após ter sido desidratado quase pela metade”.

O termo destacado desempenha a função de conjunção

 

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2760186 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Após uma série de idas e vindas, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o falado pacote anticrime proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mas o texto só conseguiu passar na Casa após ter sido desidratado quase pela metade. O texto, que agora segue para o Senado, aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo que a pessoa pode ficar presa, e endurece as regras da progressão de regime, quando o preso deixa a prisão para cumprir a pena em casa, por exemplo.

Um ponto muito discutido refere-se às ocorrências de resistência seguida de morte. A lei atual já isenta de culpa o policial que usa moderadamente os meios necessários para defender-se de agressão, atual ou iminente, a si ou a outra pessoa. A proposta inicial sustentava que o juiz poderia, por exemplo, "reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la" ao policial, se "o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".

Porém, a proposta, apelidada por críticos de "licença para matar", caiu do texto em setembro, após uma troca de farpas entre o executivo e o legislativo. A discussão foi fomentada pela morte de uma menina baleada durante uma operação policial.

(R7. 15.12.2019. Adaptado).

De acordo com o texto, a expressão “licença para matar”

 

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2760185 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Após uma série de idas e vindas, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o falado pacote anticrime proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mas o texto só conseguiu passar na Casa após ter sido desidratado quase pela metade. O texto, que agora segue para o Senado, aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo que a pessoa pode ficar presa, e endurece as regras da progressão de regime, quando o preso deixa a prisão para cumprir a pena em casa, por exemplo.

Um ponto muito discutido refere-se às ocorrências de resistência seguida de morte. A lei atual já isenta de culpa o policial que usa moderadamente os meios necessários para defender-se de agressão, atual ou iminente, a si ou a outra pessoa. A proposta inicial sustentava que o juiz poderia, por exemplo, "reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la" ao policial, se "o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".

Porém, a proposta, apelidada por críticos de "licença para matar", caiu do texto em setembro, após uma troca de farpas entre o executivo e o legislativo. A discussão foi fomentada pela morte de uma menina baleada durante uma operação policial.

(R7. 15.12.2019. Adaptado).

De acordo com a redação do terceiro parágrafo,

 

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