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Leia o Texto 6 para responder à questão.
Texto 6
NETO, P. Português passo a passo com Pasquale Cipro Neto. Barueri, SP: Gold Editora, 2007, p. 7.
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Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José
Olympio, 1985. p. 80. Disponível em: <https://www.contioutra.com/?s=furto+de+flor>
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Leia os Textos 2, 3 e 4 para responder à questão.
Texto 2
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
BÍBLIA SAGRADA. 1ª Coríntios: 13.
Texto 3
Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente,
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer.
Trecho do soneto “O amor é fogo que arde sem se ver”, de Camões.
Texto 4
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É só o amor, é só o amor;
Que conhece o que é verdade;
O amor é bom, não quer o mal;
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder
Trecho da música “Monte Castelo”, de Legião Urbana.
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Leia os Textos 2, 3 e 4 para responder à questão.
Texto 2
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
BÍBLIA SAGRADA. 1ª Coríntios: 13.
Texto 3
Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente,
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer.
Trecho do soneto “O amor é fogo que arde sem se ver”, de Camões.
Texto 4
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É só o amor, é só o amor;
Que conhece o que é verdade;
O amor é bom, não quer o mal;
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder
Trecho da música “Monte Castelo”, de Legião Urbana.
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Leia o texto a seguir.
O estágio supervisionado é entendido como um período em que o aluno/estagiário irá aprender elementos constitutivos de uma determinada profissão, observando que nos cursos de formação de professores, essa prática profissional deveria proporcionar conhecimentos para a atuação na educação básica. (...) Embora tenha havido esforços para favorecer uma maior articulação entre universidade e escola, visando uma parceria efetiva, os trabalhos concretizados são bastante escassos. Ainda que a produção das pesquisas sobre o assunto seja numerosa e bastante significativa, o que tem sido constatado na prática, com algumas exceções, é um distanciamento entre a formação de professores e a escola.
VENDOVATTO, D.; BORGES, C. A parceria entre universidade e escola no estágio supervisionado: a experiência em Quebec. In: Rev. Educação: teoria e prática, v. 31, n. 64, São Paulo, SP, 2021, p. 06.
Nos resultados da pesquisa acima, constata-se que o distanciamento entre escola e instituições formadoras de professores, no Brasil, se produz principalmente
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Leia o texto a seguir.
O lazer é uma prática social associada ao desenvolvimento da sociedade urbano-industrial. Surge originalmente como meio de identificação e diferenciação de classe, figurando como estratégia de controle e disciplinamento sobre o tempo livre dos trabalhadores. Hoje, seja concebido como oportunidade de descanso para a recuperação da força de trabalho ou como um tempo para o consumo fetichizado das mercadorias, cumpre uma funcionalidade imprescindível ao metabolismo do capital.
CUSTODIO, M. L.; SOUSA, W. L. de.; MASCARENHAS, F.; HÚNGARO, E. M. Lazer e o reino da liberdade: reflexões a partir da ontologia do ser social. In: Rev. Licere, v. 12, n. 4, dez., 2009, p. 03.
Pela perspectiva teórica desenvolvida pelos autores, tomando o conceito radicalmente em sua materialidade, o lazer é
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Leia o texto a seguir.
O trato com o conhecimento reflete a sua direção epistemológica e informa os requisitos para selecionar, organizar e sistematizar os conteúdos de ensino. Pode-se dizer que os conteúdos de ensino emergem de conteúdos culturais universais, constituindose em domínio de conhecimento relativamente autônomos, incorporados pela humanidade e reavaliados, permanentemente, em face da realidade social.
SOARES, C. L. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Ed. Cortez, São Paulo, 1992, p. 19.
Em consonância com a perspectiva apresentada no texto acima, são princípios curriculares para seleção dos conteúdos de ensino:
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Leia o texto a seguir.
Para aprender um conhecimento que à primeira vista não é muito interessante para a criança, é imprescindível estruturarmos um ambiente de aprendizagem que garanta que essa criança permaneça certo tempo de sua vida focada, concentrada nesse aprendizado. A atenção voluntária cumpre essa tarefa, por isso a criança é impulsionada pela instrução a desenvolvê-la. Aparece aqui uma explícita relação de encadeamento entre aprendizado e desenvolvimento: o aprendizado impulsiona o desenvolvimento das funções psicológicas superiores! Nesse sentido, a escola se configura como um espaço privilegiado de socialização do saber sistematizado e tem o poder, por meio do ato de ensinar, de anteceder e de provocar o desenvolvimento da criança.
SAMPAIO, J. O.; DAVID, A. C. de.; CASTELLANI FILHO, L.; HÚNGARO, E. M. A prática corporal como expressão da imaginação da criança na brincadeira: uma perspectiva da psicologia histórico-cultural. In: Rev. Movimento, v. 23, n. 4., p. 1447-1458, out/dez, 2017, p. 1.452.
Tendo como aporte teórico as contribuições de L. S. Vygotsky, encontra-se no texto base o fundamento de que processo de apropriação e desenvolvimento da linguagem e de todas as outras condutas culturais (a escrita, a leitura, o cálculo matemático, o conhecimento da natureza e as práticas corporais) é conceituado como
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