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A sífilis é uma doença infecciosa transmitida predominantemente por via sexual e vertical. Em relação à sífilis latente, um dos estágios da doença, é correto afirmar que:
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De acordo com a legislação brasileira, para exercer a psiquiatria forense é necessário que:
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“Criança, sexo masculino, 5 anos de idade, apresenta claudicação na marcha e dificuldade ao fazer a rotação interna do quadril. Apresenta o exame de imagem do quadril na incidência de Lauenstein.”

De acordo com o exposto, trata-se provavelmente de
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A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. Isso tem como significado que:
I. É dever do Estado garantir a saúde; consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos.
II. O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
III. O Estado deve propiciar condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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A exploração de metais preciosos teve importantes efeitos na metrópole e na colônia. Na metrópole, a corrida do ouro provocou a primeira corrente imigratória para o Brasil. Durante os primeiros sessenta anos do século XVIII, chegaram de Portugal e das ilhas do Atlântico cerca de 600 mil pessoas, em média anual de 8 a 10 mil, gente da mais variada condição, desde pequenos proprietários, padres, comerciantes, até prostitutas e aventureiros. Sobre as consequências da mineração para a colônia brasileira, é correto afirmar que:
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O requerimento
Caro Senhor Tempo,
Espero que esta o encontre passando bem, ou melhor, passando o mais devagar possível.
Por aqui vai-se indo, como o Senhor quer e consente, meio rápido demais para o meu gosto, e quando vi já era dezembro.
Foi-se mais um ano.
E com ele foram-se uma quantidade incalculável de amores, cores, idades, alguns amigos, não sei quantos neurônios, memórias, remorsos, desvarios, cabelos, ilusões, alegrias, tristezas, várias certezas (se não me engano, treze), algumas verdades indiscutíveis, umas calças que não fecham mais e aquele vestido de que eu gostava tanto.
Foi-se o meu gosto por vitrine.
Foi-se quase todo o meu vidro de perfume.
Foi-se meu costume de imaginar asneiras à noite.
Foi-se meu forte instinto de acreditar no que me dizem.
Foi-se meu açucareiro de porcelana.
Foi-se quase todo o meu vidro de perfume.
Foi-se meu costume de imaginar asneiras à noite.
Foi-se meu forte instinto de acreditar no que me dizem.
Foi-se meu açucareiro de porcelana.
Que pena. [...]
Foi-se a poupança.
O troquinho da gaveta.
Foi-se aquele antigo projeto. [...]
Será que o Senhor não se cansa, seu Tempo?
Foi-se a poupança.
O troquinho da gaveta.
Foi-se aquele antigo projeto. [...]
Será que o Senhor não se cansa, seu Tempo?
Não pensa em tirar umas férias, dar uma pausa, respirar um pouco? Não lhe agrada a ideia de mudar o andamento? Diminuir o ritmo? Em vez de tic-tac, inventar uma palavra mais comprida para compasso, mantra, ícone, diagrama?
Me diga sinceramente: para que tanta pressa?
Anda difícil acompanhar seus passos ultimamente. [...]
Mas já é dezembro.
Foi-se mais um ano.
E o Senhor passou voando, rebocou os meus momentos, foi desbotando minhas lembranças, carregou mais doze meses inteiros levando cada instante meu de carona.
Tentei voltar atrás em algumas decisões. Já era tarde.
Não deixei nada para amanhã. Mesmo assim não fiz sequer metade do que pretendia. Imaginei várias maneiras de estancar os dias, segunda, terça, quarta, quando via já era quinta. Sexta. Sábado. Domingo. Pronto. [...]
Calma, Tempo! Espere só um minutinho para eu explicar melhor meu ponto de vista.
Nem todo mundo é pedra, concorda? Dito isso, imagine então quantos pobres mortais sofrem da mesma agonia diária... [...]
Eu conheço de cor suas obrigações.
Estou convencida de suas utilidades.
Não fosse o Senhor, não existiriam saudade, retrato, suvenir, antiguidade, história, época, período, calendário, outrora, passatempo, novidade, creme anti-rugas, disputa por pênaltis, antepassado, descendente, dia, noite, nada, não existiria sabedoria, eu sei disso.
Não tome como queixas minhas palavras, por favor não tome.
Aqui vai apenas uma súplica.
Ah, se o Senhor fosse mais indulgente, mais piedoso, mais pensativo, se fosse baiano, menos estressado, mais manso, menos rigoroso, um bon-vivant, e se distraísse aí pelo caminho, e se deixasse apreciar as paisagens, e sofresse um devaneio, e ficasse de bobeira, esquecido das horas, divagando.
Escute aqui, seu Tempo, que tal deixar passar o resto e parar quieto um pouco?
(Adriana Falcão – Disponível em: http://alfabetizacaoecia.blogspot.com.br/2010/02/para-gostar-de-ler-cronica.html.)
“Foi-se meu costume de imaginar asneiras à noite." Assinale a alternativa em que a ocorrência de crase NÃO se justifica pelo mesmo motivo da empregada na frase anterior.
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Preconceito à velhice
Hoje, custa assumir a velhice. A mercantilização da aparência humana descobriu o elixir da eterna juventude. Fortunas são movimentadas para prolongar a nossa juventude ou, pelo menos, a ilusão de que ela é perene: cirurgias plásticas, academias de malhação, pílulas energéticas, bebidas revitalizadoras, alimentos dietéticos etc.
Assim, a velhice ganha, aos poucos, o estigma da vergonha, como se as rugas fossem cicatrizes socialmente inadmissíveis, os cabelos brancos, sinais de degradação, a aposentadoria, ociosidade vergonhosa, as limitações próprias da idade, incompetência.
Fiquei chocado quando, em Estocolmo, uma amiga, assistente social, me contou que trabalhava num asilo, uma espécie de apart-hospital, onde as famílias depositavam seus idosos. Não há exagero no verbo. A função de minha amiga era visitar os aniversariantes, já que, em geral, suas famílias jamais apareciam e nem sequer telefonavam. [...]
Algumas universidades facultam a eles o livre acesso a seus cursos, sem exigência de vestibular e frequência regular. Também empresas têm dado preferência a idosos na ocupação de certos cargos. No entanto, falta muito para que os nossos idosos sintam-se de fato valorizados, respeitados e, sobretudo, venerados, como ocorre nas aldeias indígenas. Ali, quando morre um velho, é toda uma biblioteca que desaparece. Pois é através da memória que a história é registrada e transmitida, embalada numa sabedoria que o nosso academicismo cartesiano custa a apreender. Bons tempos aqueles em que, em Minas, pedíamos a bênção dos mais velhos. E tínhamos todo o tempo do mundo para ouvir suas experiências e ensinamentos. Como a minha avó Zina que, aos 90 anos, narrava sua mocidade em Ouro Preto com um brilho adolescente nos olhos.
(SCLIAR, Moacyr. Do jeito que nós vivemos – Belo Horizonte:
Frei Betto (fragmento). Disponível em: http://www.adital.com.b /site/noticia2.asp ?lang=PT&cod=6169.)
A forma verbal empregada em “[...] como se as rugas fossem cicatrizes socialmente inadmissíveis [...]” apresenta-se no mesmo tempo e modo verbal encontrado em:
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“A mordida cruzada posterior mostra-se muito frequente nas fases de dentadura decídua, mista e permanente, e sua incidência corresponde a, aproximadamente, 18% de todas as crianças brasileiras com maloclusões. Isso sugere que a mordida cruzada posterior se desenvolve precocemente e não se autocorrige ao longo do crescimento.”
(Janson et al, 2013.)
Qual dos fatores citados a seguir NÃO é uma causa dessa maloclusão?
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“Em um processo de busca e recuperação da informação, em que a extensão com a qual os itens recuperados em uma base de dados são consideradas úteis.” Trata-se do termo:
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Read and analyse the dialogue to answer.
Martin: Oh man, we need to get back home.
Lea: How come?
Martin: I don’t remember locking the front door.
Lea: How come?
Martin: I don’t remember locking the front door.
What does Martin mean?
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