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O cirurgião-dentista tem papel fundamental na identificação de lesões cutaneomucosas em crianças decorrentes de maus-tratos, tais como: lacerações do lábio superior, escoriações da mucosa bucal, mordeduras humanas nas bochechas e queimaduras químicas. Como é denominada a síndrome relacionada à criança maltratada, que apresenta características clínicas como fraturas múltiplas de origem traumática nos ossos longos associadas à hematoma subdural?
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Algumas lesões apresentam aspectos histológicos muito similares ou mesmo idênticos, sendo para alguns autores, impossíveis de diferenciá las somente pelo aspecto microscópico. Mais especialmente nestes casos, as características clínicas e de imagem são essenciais para a construção de um correto diagnóstico. Assinale a alternativa que representa as lesões que possuem os aspectos histológicos idênticos.
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São exemplos de desvantagens no uso dos patógenos para o controle de insetos-pragas, EXCETO:
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“Dente traumatizado em infraoclusão firmemente preso no alvéolo e com som metálico ao teste de percussão.” Essa descrição refere-se à:
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927516
Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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A prefeitura de um pequeno município brasileiro decidiu fazer uma licitação para a realização de uma obra orçada em R$ 5.000.000,00 e incluiu no objeto da licitação a obtenção de recursos financeiros para sua execução. Sobre o ato da prefeitura, assinale a afirmativa correta.
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Analise a figura a seguir.

Os processos indicados pelas letras A, B e C são, respectivamente:
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“A biblioteca escolar deve ser encarada como um espaço dinâmico e indispensável na formação do cidadão.” Com base no exposto, é INCORRETO afirmar que a biblioteca escolar
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A maioria dos estudos mostra que as fraturas da maxila estão mais frequentemente associadas com acidentes automobilísticos e motociclísticos do que qualquer outra causa. As fraturas da maxila ocorrem, com frequência, em conjunto com outras fraturas faciais. Sobre as fraturas da maxila, analise as afirmativas a seguir.
I. Todas as combinações das fraturas de Le fort I, II e III são possíveis de acontecer em ambos os lados da face.
II. As fraturas Le Fort nível II não envolvem as placas pterigoideas.
III. O corte sagital é o mais indicado em uma tomografia computadorizada para realizar o diagnóstico de uma suspeita de fratura de assoalho de órbita.
IV. Em fraturas na maxila pediátrica, sistemas de placas reabsorvíveis estão indicados.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Dona Valentina e sua dor
Dona Valentina conseguiu cochilar um pouquinho. O relógio marcava quase cinco da manhã quando ela abriu os olhos. Estava ligeiramente feliz. Sonhou com as goiabeiras de sua casa na roça; ela, menina, correndo de pés no chão e brincando com os irmãos que apanhavam goiabas maduras no pé. Goiabas vermelhas, suculentas, sem bichos. O sonho foi tão real que ela acordou com gostinho de goiaba na boca.
Fazia um pouco de frio porque chovera à noite, chuvinha fina, boba. Porém, dona Valentina era prevenida: levara na sacola a capa e a sombrinha desmilinguida – mas que ainda serviam. A fila crescera durante a madrugada, e o falatório dos que acordaram cedo, como ela, misturava-se com o ronco de dois ou três que ainda dormiam.
Fila de hospital até que era divertida – pensava ela. O povo conversava pra passar o tempo; cada um contava suas doenças; falavam sobre médicos e remédios; a conversa esticava, e aí vinham os assuntos de família, casos de filhos, maridos, noras e genros. Valia a distração. Mas ruim mesmo era aquela dor nos quadris. Bastou dona Valentina virar-se na almofada que lhe servia de apoio no muro para a fincada voltar. Ui! De novo!
Dona Valentina já estava acostumada. Afinal, ela e sua dor nas cadeiras já tinham ido e voltado e esperado e retornado e remarcado naquela fila há quase um ano. O hospital ficava longe; precisava pegar o primeiro ônibus, descer no centro; andar até o ponto do segundo ônibus; viajar mais meia hora nele; e andar mais quatro quarteirões. Por isso, no último mês passou a dormir na fila, era mais fácil e mais barato. Ela e sua dor. A almofada velha ajudava; aprendera a encaixá-la de um jeito sob a coxa e a esticar a perna. Nesta posição meio torta e esquisita, a dor também dormia, dava um alívio.
O funcionário, sonolento, abriu a porta de vidro; deu um “bom dia” quase inaudível e pediu ordem na calçada:
– Pessoal, respeitem quem chegou primeiro. A fila é deste lado, vamos lá.
Não demorou muito, e a mocinha sorridente, de uniforme branco, passou distribuindo as senhas. Todos gostavam dela. Alegre, animada, até cumprimentava alguns pelo nome, de tanta convivência. Dona Valentina recebeu a ficha 03, seria uma das primeiras no atendimento. Quem sabe a coisa resolveria desta vez?
– Senha número três!
Dona Valentina ergueu-se da cadeira com a ajuda de um rapaz e caminhou até a sala. O doutor – jovem, simpático – cumprimentou-a e pediu que ela se sentasse. Em seguida, correu os olhos pela ficha, fez algumas perguntas sobre a evolução da dor e os remédios que ela tomava. Daí, preencheu uma nova receita, carimbou e assinou:
– Olha, dona Valentina, vamos mudar a medicação, essa aqui é mais forte. Mas seu caso é mesmo cirúrgico. O problema é que o hospital não tem condições de fazer a cirurgia de imediato. A senhora sabe: muitos pacientes, falta verba, equipamento, dinheiro curto...
Ela sentiu um aperto no coração. E um pouco de raiva, raivinha, coisa passageira. Mas o doutor era tão simpático, de olheiras, de uniforme amarrotado, que ela sorriu, decepcionada:
– Posso marcar meu retorno?
– Claro, claro, fala com a moça da portaria.
Dona Valentina e sua dor pegaram os dois ônibus de volta. Pelo menos a chuva havia parado, um sol gostoso aquecia seus ombros através da janela. Fazer o quê? – pensava ela. Esperar mais, claro. Quem sabe um dia os poderosos, os políticos, os engravatados davam um jeito no hospital? E agendavam a cirurgia? E ela se livrava da dor? E poderia brincar com os netos, carregá-los no colo, sem a maldita fincada nas costas?
De noite, dona Valentina se acomodou no velho sofá esburacado para ver a novela – sua distração favorita que a fazia se esquecer da dor. No intervalo, veio a propaganda: crianças sorrindo, jovens se abraçando, pessoas felizes de todo tipo. A voz poderosa do locutor disse à dona Valentina que tudo ia muito bem, que a vida era boa, que o governo era bonzinho, que trabalhava pelo povo acima de tudo. E que a saúde das pessoas, dos mais pobres, era o mais importante! E que para todo mundo ficar sabendo, o governo preferiu usar a dinheirama nas propagandas em vez de comprar remédios ou equipamentos que faltavam no hospital, por exemplo. Questão de prioridade estratégica da área da Comunicação. O resto poderia esperar – como esperavam, dóceis e conformadas, dona Valentina e sua dor.
(FABBRINI, Fernando. Disponível em: http://www.otempo.com.br
/opini%C3%A3o/fernando-
Assinale a alternativa cujo uso do acento grave indicador de crase se justifica pelo mesmo motivo que em “Fazia um pouco de frio porque chovera à noite, chuvinha fina, boba.”
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A regeneração tecidual guiada é utilizada na prevenção da migração epitelial ao longo da parede cementária da bolsa e na manutenção do espaço para a estabilização do coágulo. Nesse sentido, assinale a afirmativa correta.
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