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As metas previstas no Plano Nacional de Educação, deverão ter como referência:

I. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB.

II. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD.

III. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE.

Quais estão corretas?

 

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De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto aos aspectos que compreendem o direito à liberdade:

( ) Ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais.

( ) Participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação.

( ) Opinião e expressão.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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1969115 Ano: 2020
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santo Augusto-RS
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A educação brasileira em arte na atualidade defende um equilíbrio curricular que prepare o aluno para a decodificação e entendimento das artes através da:
 

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1969114 Ano: 2020
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santo Augusto-RS
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No ensino de arte da atualidade, a educação estética torna-se fundamental, pois é através dela que se aprende a viver a emoção. O desafio principal da educação estética é:
 

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1969046 Ano: 2020
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santo Augusto-RS
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Analise as assertivas abaixo sobre a história do ensino de arte no Brasil:

I. O ensino de música nas escolas substituiu o Canto Orfeônico em meados da década de 1960, através da Educação Musical, focando no ensino do sentir, tocar, dançar, além de cantar as músicas.

II. Na primeira metade do século XX, o teatro e a dança não estavam incluídos no currículo escolar como práticas obrigatórias e eram tratados com a finalidade específica de apresentação.

III. A Lei de Diretrizes e Bases de 1971 incluiu a arte no currículo escolar, considerando-a disciplina com conhecimentos específicos e definidos.

IV. A implantação da Educação Artística na década de 1970 abriu um novo capítulo no ensino de arte na escola e foi marcada pela prática da polivalência.

V. Os anos 1980 foram marcados pela discussão da nova Lei de Diretrizes e Bases e pelas práticas pedagógicas baseadas nos estudos da Psicologia Cognitiva, da Psicanálise e da Gestalt.

VI. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, passa a considerar a arte obrigatória na educação básica, definindo-a como componente curricular obrigatório.

Quais estão corretas?

 

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Uma das raivas mais nocivas – a que não se expressa

Em Psicologia, a raiva é estudada como um dos sentimentos primários, ou seja, que está

presente em todo e qualquer ser humano desde os seus primeiros anos de vida. É um sentimento

que através do autoconhecimento pode ser bastante diluido, porém, jamais sanado na

totalidade. Aliás, fuja das pessoas que afirmam dominarem suas emoções ao ponto de nunca

sentirem raiva. Quem afirma isso está carimbando com categoria uma imensa falta de

autoconhecimento.

Você sabia que uma das raivas mais nocivas é aquela que não se expressa? Muitas vezes

passamos por situações nas quais somos injustiçados, ou que tentam invadir nossa

individualidade, ou que de forma cruel tentam nos humilhar, ou praticar bullying, etc. Nesse tipo

de situação, é extremamente comum a pessoa que foi prejudicada ficar com tanto medo, com

tanta insegurança, que trava completamente e não expressa a raiva que está sentindo

internamente. Muitos terapeutas utilizam a metáfora da panela de pressão, ou seja, a pressão

sobe, sobe e sobe, podendo chegar a um ponto tal que estoura e joga o que está em seu interior

para todos os lados de uma forma desmedida.

Pessoas que são muito tímidas, retraídas, inseguras e que têm dificuldade de expressar

suas emoções são as que mais sofrem em relação a tudo isso. Elas são as mais suscetíveis a

desenvolverem quadros de depressão, de ansiedade generalizada, de pânico, ou a motivarem o

surgimento de doenças psicossomáticas diversas (principalmente as doenças de pele). Todos

nós sabemos que a pele é o maior órgão do nosso corpo e que ele representa o nível mais

externo de proteção. É através da pele que interagimos com o mundo, com as pessoas, com a

natureza, com os alimentos e por aí vai. A raiva mal trabalhada é manifestada muitas vezes na

forma de doenças de pele, incluindo as chamadas autoimunes (que são produzidas de dentro

pra fora, sem uma causa exterior clara, como, por exemplo, um vírus ou bactéria). É

interessante esse raciocínio! Pela psicossomatização, quando alguém nos fere de alguma

maneira, seja por palavras agressivas, seja por descaso, por ameaças, etc., o corpo às vezes

entende isso quase como se fosse um corte na pele, ou uma queimadura na pele.

Quando a raiva não é expressa e fica guardada na pessoa podem surgir doenças como

psoríase, urticária, lúpus, vitiligo, acnes em excesso, furúnculos e por aí vai. Essas e outras

manifestações são como se a pele estivesse lhe dizendo: “estou com medo de ser ainda mais

ferida, ainda mais machucada”. Estou procurando colocar da forma mais didática possível para

que você compreenda facilmente a profundidade de tudo isso! Ao contrário do que muitos

pensam, as doenças não são más, não são um castigo, não são provações para que paguemos

nossos pecados. Essas concepções são todas invenções e crenças antigas que foram passadas

de geração em geração até os dias de hoje. Entenda que as doenças são sinalisadores. Elas

aparecem para nos dizer assim: “olhe esse ponto da sua vida que precisa de melhorias, que

precisa de curas”.

Talvez você me pergunte: “mas como conseguir essa cura?”. Existem vários caminhos e

posso lhe garantir que o desenvolvimento da autoconfiança, que, por sua vez, se dá pelo

autoconhecimento, é chave de ouro para que a raiva não fique presa dentro de você. A

autoconfiança é você sentir que quando está sendo injustiçado, maltratado, humilhado,

desprezado, etc., você diz “parou!” e não permite que nada disso tire sua paz, tire você do seu

eixo, do seu equilíbrio.

Concluo esse texto com o seguinte conselho: trabalhe o seu autoconhecimento! Leia,

estude, assista a bons vídeos, filmes, séries, converse com pessoas que têm mais experiência

de vida, faça algum tipo de terapia… Tudo que estiver ao seu alcance para que você seja a cada

dia mais equilibrado é o caminho para a felicidade, realização e plenitude. Expresse os seus

sentimentos da forma mais sincera possível, inclusive a raiva, e, dessa forma, você estará

fazendo mais do que um favor a si mesmo. Estará contribuindo para com o equilíbrio de todos

ao seu redor.

Disponível em https://www.contioutra.com/uma-das-raivas-mais-nocivas-a-que-nao-se-expressa/ – texto adaptado especialmente para esta prova

Com base no que é estritamente exposto pelo texto, é correto afirmar que:
 

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Uma das raivas mais nocivas – a que não se expressa

Em Psicologia, a raiva é estudada como um dos sentimentos primários, ou seja, que está

presente em todo e qualquer ser humano desde os seus primeiros anos de vida. É um sentimento

que através do autoconhecimento pode ser bastante diluido, porém, jamais sanado na

totalidade. Aliás, fuja das pessoas que afirmam dominarem suas emoções ao ponto de nunca

sentirem raiva. Quem afirma isso está carimbando com categoria uma imensa falta de

autoconhecimento.

Você sabia que uma das raivas mais nocivas é aquela que não se expressa? Muitas vezes

passamos por situações nas quais somos injustiçados, ou que tentam invadir nossa

individualidade, ou que de forma cruel tentam nos humilhar, ou praticar bullying, etc. Nesse tipo

de situação, é extremamente comum a pessoa que foi prejudicada ficar com tanto medo, com

tanta insegurança, que trava completamente e não expressa a raiva que está sentindo

internamente. Muitos terapeutas utilizam a metáfora da panela de pressão, ou seja, a pressão

sobe, sobe e sobe, podendo chegar a um ponto tal que estoura e joga o que está em seu interior

para todos os lados de uma forma desmedida.

Pessoas que são muito tímidas, retraídas, inseguras e que têm dificuldade de expressar

suas emoções são as que mais sofrem em relação a tudo isso. Elas são as mais suscetíveis a

desenvolverem quadros de depressão, de ansiedade generalizada, de pânico, ou a motivarem o

surgimento de doenças psicossomáticas diversas (principalmente as doenças de pele). Todos

nós sabemos que a pele é o maior órgão do nosso corpo e que ele representa o nível mais

externo de proteção. É através da pele que interagimos com o mundo, com as pessoas, com a

natureza, com os alimentos e por aí vai. A raiva mal trabalhada é manifestada muitas vezes na

forma de doenças de pele, incluindo as chamadas autoimunes (que são produzidas de dentro

pra fora, sem uma causa exterior clara, como, por exemplo, um vírus ou bactéria). É

interessante esse raciocínio! Pela psicossomatização, quando alguém nos fere de alguma

maneira, seja por palavras agressivas, seja por descaso, por ameaças, etc., o corpo às vezes

entende isso quase como se fosse um corte na pele, ou uma queimadura na pele.

Quando a raiva não é expressa e fica guardada na pessoa podem surgir doenças como

psoríase, urticária, lúpus, vitiligo, acnes em excesso, furúnculos e por aí vai. Essas e outras

manifestações são como se a pele estivesse lhe dizendo: “estou com medo de ser ainda mais

ferida, ainda mais machucada”. Estou procurando colocar da forma mais didática possível para

que você compreenda facilmente a profundidade de tudo isso! Ao contrário do que muitos

pensam, as doenças não são más, não são um castigo, não são provações para que paguemos

nossos pecados. Essas concepções são todas invenções e crenças antigas que foram passadas

de geração em geração até os dias de hoje. Entenda que as doenças são sinalisadores. Elas

aparecem para nos dizer assim: “olhe esse ponto da sua vida que precisa de melhorias, que

precisa de curas”.

Talvez você me pergunte: “mas como conseguir essa cura?”. Existem vários caminhos e

posso lhe garantir que o desenvolvimento da autoconfiança, que, por sua vez, se dá pelo

autoconhecimento, é chave de ouro para que a raiva não fique presa dentro de você. A

autoconfiança é você sentir que quando está sendo injustiçado, maltratado, humilhado,

desprezado, etc., você diz “parou!” e não permite que nada disso tire sua paz, tire você do seu

eixo, do seu equilíbrio.

Concluo esse texto com o seguinte conselho: trabalhe o seu autoconhecimento! Leia,

estude, assista a bons vídeos, filmes, séries, converse com pessoas que têm mais experiência

de vida, faça algum tipo de terapia… Tudo que estiver ao seu alcance para que você seja a cada

dia mais equilibrado é o caminho para a felicidade, realização e plenitude. Expresse os seus

sentimentos da forma mais sincera possível, inclusive a raiva, e, dessa forma, você estará

fazendo mais do que um favor a si mesmo. Estará contribuindo para com o equilíbrio de todos

ao seu redor.

Disponível em https://www.contioutra.com/uma-das-raivas-mais-nocivas-a-que-nao-se-expressa/ – texto adaptado especialmente para esta prova

Considere os seguintes sinônimos apresentados ao lado das palavras extraídas do texto, verificando se podem substituí-las sem prejudicar o contexto em que ocorrem:

I. desmedida (l. 14) – incomensurável.
II. descaso (l. 25) – desconsideração.
III. provações (l. 32) – técnicas.

Quais estão corretos?

 

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Uma das raivas mais nocivas – a que não se expressa

Em Psicologia, a raiva é estudada como um dos sentimentos primários, ou seja, que está

presente em todo e qualquer ser humano desde os seus primeiros anos de vida. É um sentimento

que através do autoconhecimento pode ser bastante diluido, porém, jamais sanado na

totalidade. Aliás, fuja das pessoas que afirmam dominarem suas emoções ao ponto de nunca

sentirem raiva. Quem afirma isso está carimbando com categoria uma imensa falta de

autoconhecimento.

Você sabia que uma das raivas mais nocivas é aquela que não se expressa? Muitas vezes

passamos por situações nas quais somos injustiçados, ou que tentam invadir nossa

individualidade, ou que de forma cruel tentam nos humilhar, ou praticar bullying, etc. Nesse tipo

de situação, é extremamente comum a pessoa que foi prejudicada ficar com tanto medo, com

tanta insegurança, que trava completamente e não expressa a raiva que está sentindo

internamente. Muitos terapeutas utilizam a metáfora da panela de pressão, ou seja, a pressão

sobe, sobe e sobe, podendo chegar a um ponto tal que estoura e joga o que está em seu interior

para todos os lados de uma forma desmedida.

Pessoas que são muito tímidas, retraídas, inseguras e que têm dificuldade de expressar

suas emoções são as que mais sofrem em relação a tudo isso. Elas são as mais suscetíveis a

desenvolverem quadros de depressão, de ansiedade generalizada, de pânico, ou a motivarem o

surgimento de doenças psicossomáticas diversas (principalmente as doenças de pele). Todos

nós sabemos que a pele é o maior órgão do nosso corpo e que ele representa o nível mais

externo de proteção. É através da pele que interagimos com o mundo, com as pessoas, com a

natureza, com os alimentos e por aí vai. A raiva mal trabalhada é manifestada muitas vezes na

forma de doenças de pele, incluindo as chamadas autoimunes (que são produzidas de dentro

pra fora, sem uma causa exterior clara, como, por exemplo, um vírus ou bactéria). É

interessante esse raciocínio! Pela psicossomatização, quando alguém nos fere de alguma

maneira, seja por palavras agressivas, seja por descaso, por ameaças, etc., o corpo às vezes

entende isso quase como se fosse um corte na pele, ou uma queimadura na pele.

Quando a raiva não é expressa e fica guardada na pessoa podem surgir doenças como

psoríase, urticária, lúpus, vitiligo, acnes em excesso, furúnculos e por aí vai. Essas e outras

manifestações são como se a pele estivesse lhe dizendo: “estou com medo de ser ainda mais

ferida, ainda mais machucada”. Estou procurando colocar da forma mais didática possível para

que você compreenda facilmente a profundidade de tudo isso! Ao contrário do que muitos

pensam, as doenças não são más, não são um castigo, não são provações para que paguemos

nossos pecados. Essas concepções são todas invenções e crenças antigas que foram passadas

de geração em geração até os dias de hoje. Entenda que as doenças são sinalisadores. Elas

aparecem para nos dizer assim: “olhe esse ponto da sua vida que precisa de melhorias, que

precisa de curas”.

Talvez você me pergunte: “mas como conseguir essa cura?”. Existem vários caminhos e

posso lhe garantir que o desenvolvimento da autoconfiança, que, por sua vez, se dá pelo

autoconhecimento, é chave de ouro para que a raiva não fique presa dentro de você. A

autoconfiança é você sentir que quando está sendo injustiçado, maltratado, humilhado,

desprezado, etc., você diz “parou!” e não permite que nada disso tire sua paz, tire você do seu

eixo, do seu equilíbrio.

Concluo esse texto com o seguinte conselho: trabalhe o seu autoconhecimento! Leia,

estude, assista a bons vídeos, filmes, séries, converse com pessoas que têm mais experiência

de vida, faça algum tipo de terapia… Tudo que estiver ao seu alcance para que você seja a cada

dia mais equilibrado é o caminho para a felicidade, realização e plenitude. Expresse os seus

sentimentos da forma mais sincera possível, inclusive a raiva, e, dessa forma, você estará

fazendo mais do que um favor a si mesmo. Estará contribuindo para com o equilíbrio de todos

ao seu redor.

Disponível em https://www.contioutra.com/uma-das-raivas-mais-nocivas-a-que-nao-se-expressa/ – texto adaptado especialmente para esta prova

No fragmento textual “Muitos terapeutas utilizam a metáfora da panela de pressão, ou seja, a pressão sobe, sobe e sobe, podendo chegar a um ponto tal que estoura e joga o que está em seu interior para todos os lados de uma forma desmedida”, a conjunção sublinhada inicia orações que exprimem:
 

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Uma das raivas mais nocivas – a que não se expressa

Em Psicologia, a raiva é estudada como um dos sentimentos primários, ou seja, que está

presente em todo e qualquer ser humano desde os seus primeiros anos de vida. É um sentimento

que através do autoconhecimento pode ser bastante diluido, porém, jamais sanado na

totalidade. Aliás, fuja das pessoas que afirmam dominarem suas emoções ao ponto de nunca

sentirem raiva. Quem afirma isso está carimbando com categoria uma imensa falta de

autoconhecimento.

Você sabia que uma das raivas mais nocivas é aquela que não se expressa? Muitas vezes

passamos por situações nas quais somos injustiçados, ou que tentam invadir nossa

individualidade, ou que de forma cruel tentam nos humilhar, ou praticar bullying, etc. Nesse tipo

de situação, é extremamente comum a pessoa que foi prejudicada ficar com tanto medo, com

tanta insegurança, que trava completamente e não expressa a raiva que está sentindo

internamente. Muitos terapeutas utilizam a metáfora da panela de pressão, ou seja, a pressão

sobe, sobe e sobe, podendo chegar a um ponto tal que estoura e joga o que está em seu interior

para todos os lados de uma forma desmedida.

Pessoas que são muito tímidas, retraídas, inseguras e que têm dificuldade de expressar

suas emoções são as que mais sofrem em relação a tudo isso. Elas são as mais suscetíveis a

desenvolverem quadros de depressão, de ansiedade generalizada, de pânico, ou a motivarem o

surgimento de doenças psicossomáticas diversas (principalmente as doenças de pele). Todos

nós sabemos que a pele é o maior órgão do nosso corpo e que ele representa o nível mais

externo de proteção. É através da pele que interagimos com o mundo, com as pessoas, com a

natureza, com os alimentos e por aí vai. A raiva mal trabalhada é manifestada muitas vezes na

forma de doenças de pele, incluindo as chamadas autoimunes (que são produzidas de dentro

pra fora, sem uma causa exterior clara, como, por exemplo, um vírus ou bactéria). É

interessante esse raciocínio! Pela psicossomatização, quando alguém nos fere de alguma

maneira, seja por palavras agressivas, seja por descaso, por ameaças, etc., o corpo às vezes

entende isso quase como se fosse um corte na pele, ou uma queimadura na pele.

Quando a raiva não é expressa e fica guardada na pessoa podem surgir doenças como

psoríase, urticária, lúpus, vitiligo, acnes em excesso, furúnculos e por aí vai. Essas e outras

manifestações são como se a pele estivesse lhe dizendo: “estou com medo de ser ainda mais

ferida, ainda mais machucada”. Estou procurando colocar da forma mais didática possível para

que você compreenda facilmente a profundidade de tudo isso! Ao contrário do que muitos

pensam, as doenças não são más, não são um castigo, não são provações para que paguemos

nossos pecados. Essas concepções são todas invenções e crenças antigas que foram passadas

de geração em geração até os dias de hoje. Entenda que as doenças são sinalisadores. Elas

aparecem para nos dizer assim: “olhe esse ponto da sua vida que precisa de melhorias, que

precisa de curas”.

Talvez você me pergunte: “mas como conseguir essa cura?”. Existem vários caminhos e

posso lhe garantir que o desenvolvimento da autoconfiança, que, por sua vez, se dá pelo

autoconhecimento, é chave de ouro para que a raiva não fique presa dentro de você. A

autoconfiança é você sentir que quando está sendo injustiçado, maltratado, humilhado,

desprezado, etc., você diz “parou!” e não permite que nada disso tire sua paz, tire você do seu

eixo, do seu equilíbrio.

Concluo esse texto com o seguinte conselho: trabalhe o seu autoconhecimento! Leia,

estude, assista a bons vídeos, filmes, séries, converse com pessoas que têm mais experiência

de vida, faça algum tipo de terapia… Tudo que estiver ao seu alcance para que você seja a cada

dia mais equilibrado é o caminho para a felicidade, realização e plenitude. Expresse os seus

sentimentos da forma mais sincera possível, inclusive a raiva, e, dessa forma, você estará

fazendo mais do que um favor a si mesmo. Estará contribuindo para com o equilíbrio de todos

ao seu redor.

Disponível em https://www.contioutra.com/uma-das-raivas-mais-nocivas-a-que-nao-se-expressa/ – texto adaptado especialmente para esta prova

A expressão “às vezes” (l. 25) é morfologicamente classificada como sendo uma locução:
 

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Uma das raivas mais nocivas – a que não se expressa

Em Psicologia, a raiva é estudada como um dos sentimentos primários, ou seja, que está

presente em todo e qualquer ser humano desde os seus primeiros anos de vida. É um sentimento

que através do autoconhecimento pode ser bastante diluido, porém, jamais sanado na

totalidade. Aliás, fuja das pessoas que afirmam dominarem suas emoções ao ponto de nunca

sentirem raiva. Quem afirma isso está carimbando com categoria uma imensa falta de

autoconhecimento.

Você sabia que uma das raivas mais nocivas é aquela que não se expressa? Muitas vezes

passamos por situações nas quais somos injustiçados, ou que tentam invadir nossa

individualidade, ou que de forma cruel tentam nos humilhar, ou praticar bullying, etc. Nesse tipo

de situação, é extremamente comum a pessoa que foi prejudicada ficar com tanto medo, com

tanta insegurança, que trava completamente e não expressa a raiva que está sentindo

internamente. Muitos terapeutas utilizam a metáfora da panela de pressão, ou seja, a pressão

sobe, sobe e sobe, podendo chegar a um ponto tal que estoura e joga o que está em seu interior

para todos os lados de uma forma desmedida.

Pessoas que são muito tímidas, retraídas, inseguras e que têm dificuldade de expressar

suas emoções são as que mais sofrem em relação a tudo isso. Elas são as mais suscetíveis a

desenvolverem quadros de depressão, de ansiedade generalizada, de pânico, ou a motivarem o

surgimento de doenças psicossomáticas diversas (principalmente as doenças de pele). Todos

nós sabemos que a pele é o maior órgão do nosso corpo e que ele representa o nível mais

externo de proteção. É através da pele que interagimos com o mundo, com as pessoas, com a

natureza, com os alimentos e por aí vai. A raiva mal trabalhada é manifestada muitas vezes na

forma de doenças de pele, incluindo as chamadas autoimunes (que são produzidas de dentro

pra fora, sem uma causa exterior clara, como, por exemplo, um vírus ou bactéria). É

interessante esse raciocínio! Pela psicossomatização, quando alguém nos fere de alguma

maneira, seja por palavras agressivas, seja por descaso, por ameaças, etc., o corpo às vezes

entende isso quase como se fosse um corte na pele, ou uma queimadura na pele.

Quando a raiva não é expressa e fica guardada na pessoa podem surgir doenças como

psoríase, urticária, lúpus, vitiligo, acnes em excesso, furúnculos e por aí vai. Essas e outras

manifestações são como se a pele estivesse lhe dizendo: “estou com medo de ser ainda mais

ferida, ainda mais machucada”. Estou procurando colocar da forma mais didática possível para

que você compreenda facilmente a profundidade de tudo isso! Ao contrário do que muitos

pensam, as doenças não são más, não são um castigo, não são provações para que paguemos

nossos pecados. Essas concepções são todas invenções e crenças antigas que foram passadas

de geração em geração até os dias de hoje. Entenda que as doenças são sinalisadores. Elas

aparecem para nos dizer assim: “olhe esse ponto da sua vida que precisa de melhorias, que

precisa de curas”.

Talvez você me pergunte: “mas como conseguir essa cura?”. Existem vários caminhos e

posso lhe garantir que o desenvolvimento da autoconfiança, que, por sua vez, se dá pelo

autoconhecimento, é chave de ouro para que a raiva não fique presa dentro de você. A

autoconfiança é você sentir que quando está sendo injustiçado, maltratado, humilhado,

desprezado, etc., você diz “parou!” e não permite que nada disso tire sua paz, tire você do seu

eixo, do seu equilíbrio.

Concluo esse texto com o seguinte conselho: trabalhe o seu autoconhecimento! Leia,

estude, assista a bons vídeos, filmes, séries, converse com pessoas que têm mais experiência

de vida, faça algum tipo de terapia… Tudo que estiver ao seu alcance para que você seja a cada

dia mais equilibrado é o caminho para a felicidade, realização e plenitude. Expresse os seus

sentimentos da forma mais sincera possível, inclusive a raiva, e, dessa forma, você estará

fazendo mais do que um favor a si mesmo. Estará contribuindo para com o equilíbrio de todos

ao seu redor.

Disponível em https://www.contioutra.com/uma-das-raivas-mais-nocivas-a-que-nao-se-expressa/ – texto adaptado especialmente para esta prova

Do excerto “Sem uma causa exterior clara, como, por exemplo, um vírus ou bactéria”, as duas últimas vírgulas foram utilizadas para separar:
 

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