Foram encontradas 800 questões.
A mudança na organização do ensino tem encontrado inúmeros obstáculos e dilemas. A organização em ciclos plurianuais é o maior exemplo disso. O ciclo exige que o professor e a equipe técnica pedagógica procedam:
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2412304
Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Nas vias para conduzir veículo de emergência com mais de três rodas e peso bruto total inferior a três mil e quinhentos quilos, respeitadas as demais regulamentações, é obrigatório que o condutor seja devidamente habilitado em categoria igual ou superior a:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
SAUDADES DO VELHO E BOM GUTENBERG
A primeira informação veio, como sempre, da “Encyclopaedia Britannica”. Foi em meados da década de 1990. No tempo da internet por linha discada. Quando de Wikipedia nem se falava. E a “Britannica” disponível, datada de 1965, com 23 volumes encadernados em couro branco, virara trambolho para a nova geração que, em casa, começava a fazer pesquisa para o colégio ou a universidade.
A “Britannica” continua na estante. Alíás, nunca ficou tanto tempo na estante, sem uso. Entra ano, sai ano, e ninguém se arrisca a dedilhar seu papel-bíblia, à cata de verbetes como, por exemplo, o do “computador”. Ou melhor, das “computing machines”, como diz a página 245 do 6º volume. Eram artefatos reservados aos laboratórios ou grandes corporações. Pareciam fadados a ser para sempre “instalações de grande porte, custando de algumas dezenas a muitas centenas de milhares de dólares”. Pechincha, nesse mercado, era engenhoca de dez mil dólares.
Não dava mais para deixar aquele manual de anacronismo ao alcance de adolescentes. E uma “Britannica” nova, último modelo, andava por volta de 800 dólares. Mas a própria página dos editores na internet anunciava sua versão integral em CD, por 60 e poucos dólares. Por uns trocados mensais ganhava-se acesso por senha aos arquivos da “Britannica”, incluindo os anuários de atualização ainda no forno.
Veio o CD. Foi uma traição ao livro. E a cinco séculos de costumes lastreados nos tipos móveis de Gutenberg. E logo depois sairia aqui o primeiro “Aurélio” eletrônico. Tinha, sobre o dicionário original, o trunfo inigualável da “pesquisa inversa”. Escrevendo-se na lacuna de busca as palavras-chave de uma definição qualquer, lá ia o “Aurélio” procurar o verbete.
Era um recurso inédito, quase um brinquedo. Mas veio resolver problemas nem sequer imaginados por dicionários convencionais. Como a busca de palavras para “vento frio”, que trouxe à tona por acaso, do fundo das lendas amazônicas, uma tal de Cruviana. E para que serve a Cruviana? No caso, serviu para não fazer de bobo num garimpo de diamantes, na fronteira com a Guiana.
Ali só se dormia em rede, armada ao relento, sob um pedaço de plástico. Na hora de instalar o hóspede na beira do mato, o anfitrião advertiu: Cuidado, que de noite a Cruviana pode morder”. A que o forasteiro retrucou, como se não tivesse feito outra coisa na vida além de dormir ao ar livre nos cafundós de Roraima: Vai esfriar?
Dito isso, adormeceu no aconchego de saber que o dono do garimpo jamais iria adivinhar que sua intimidade com a selva bruta vinha do “Aurélio”, instalado semana antes em seu notebook. Quer dizer, seu laptop, que era mais ou menos a mesma coisa, mas ainda não se chamava, em bom português, notebook.
Hoje cada vez mais livros se abrem primeiro no iPad e outros tabletes da vida. Papel, só na falta de edição virtual. E nenhum sinal de que o livro piscou para o rival foi tão claro quanto a estreia na Europa do librinno. Trata-se de um livro como os outros. Só que imita, no formato e até no jeito de empunhar, um tablete. Com ele, acaba a época em que os tabletes imitavam os livros tradicionais. E há librinnos em listas de best-sellers. São um perigo.
(Marcos Sá Correa, Revista Isto é, 19 de janeiro de 2011, com adaptações)
A pergunta “Vai esfriar?” é reveladora de que o forasteiro era pessoa:
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2412241
Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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São Gonçalo está dividido em cinco distritos. Além da sede, São Gonçalo, o Município conta com:
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A figura abaixo destaca um mapa-múndi expresso por uma projeção que representa as distâncias entre as regiões de forma precisa. Esse tipo de projeção é utilizado especialmente para definir rotas aéreas e marítimas, e é conhecido como projeção:

Fonte: http://www.fc.up.pt
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A disponibilização e a provisão de instrutores, tradutores/intérpretes de Libras e guias intérpretes, de monitores ou cuidadores de alunos com necessidade de apoio nas atividades de higiene, alimentação, locomoção é de responsabilidade:
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais, volume 1 (1997), reforçam o compromisso da educação com a construção da cidadania e apontam para a necessidade da prática educacional voltar-se para a compreensão da realidade social e para a responsabilidade em relação à vida pessoal, coletiva e ambiental. Atendendo a essa perspectiva, os PCNs incorporam às áreas do currículo já existentes, os Temas Transversais, com questões presentes no cotidiano da vida do brasileiro e que devem encontrar, na escola, um fórum de discussão e de ações. Entende-se a Transversalidade como:
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Um dos objetivos de um CAPs é:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
É POSSÍVEL “SIMPLIFICAR A LINGUAGEM CIENTÍFICA”?
Não é de hoje que várias entidades A) da comunidade das carreiras jurídicas B) articulam uma campanha que visa ao uso de uma linguagem mais simples C) nas peças redigidas no âmbito dos processos judiciais.
A iniciativa está longe de ser de todo desarrazoada D), tendo em vista que se fundamenta, principalmente, no enraizamento de hábitos linguísticos arcaicos E), os quais ainda encontram nichos de adeptos, gerando morosidade, desperdício e até mesmo perplexidade.
Não seria também privado de fundamento que se estendesse esta ideia às outras áreas de conhecimento. Assim, ao lado do “juridiquês”, também deveriam ser simplificados o “economês” e as linguagens usadas pelos médicos, contadores, engenheiros, informatas e técnicos dos mais diversos ramos.
É preciso, entretanto, que os militantes de tal ideia compreendam que há limitações e, sobretudo, risco de deturpações.
Não queremos aqui nos aprofundar no debate que, não raro, surge em torno do caráter científico do direito e de outros conhecimentos. É preciso, no entanto, rapidamente, apresentar alguns elementos caracterizadores do que se considera um conhecimento científico. A maioria dos estudos neste sentido nos diz que a ciência se caracteriza por observação, método, controle, finalidade e linguagem, entre outros.
Importante, também, no nosso contexto, notar que o caráter científico é visto como justificativa para certas características que são consenso em várias áreas – dentre elas o nosso objeto – como a seriedade com que profissionais devem ser ensinados, formados e treinados, para bem desempenhar com sucesso seu mister, na persecução de seus objetivos, que muito têm a ver com a função de alta virtude social.
Neste diapasão, a “campanha pela simplificação da linguagem jurídica” extrapola seus limites, na medida em que ameaça virar lei, obrigando inclusive ao impossível, ou seja, que as sentenças possam ser entendidas por qualquer pessoa.
Façamos uma analogia com a medicina. A bula dos remédios sofreu recentemente uma modificação segundo a qual, hoje, deve conter uma parte intitulada “informações ao paciente” continuando presentes as informações técnicas, apenas acessíveis aos profissionais. Ninguém, em sã consciência, advogaria que se retirasse da bula a informação de que o medicamento possui efeitos anticolinérgicos, simpatomiméticos e extrapiramidais, embora a população em geral não entenda tais termos. Isto por duas razões: a mediata, que consiste na ideia de que a medicina é uma ciência; e a imediata, qual seja, o fato de que para todo remédio existe um médico que o prescreveu e que tem a obrigação de explicar que efeitos são esses a seu cliente. O mesmo se diga dos diagnósticos, receitas, prontuários, etc.
Assim, a muitos causa espanto o fato de que uma pessoa leia uma sentença e não entenda se ganhou ou perdeu, mas ninguém se surpreende se essa mesma pessoa necessita de auxílio de um médico para entender um diagnóstico.
Enfim, o assunto está longe de ser tão simplório como uma “campanha de simplificação” possa dar a entender, sobretudo aos menos atentos, não excluindo destes os nossos legisladores. Uma afirmativa pode ser, entretanto, feita sem hesitação: qualquer um que tenha um problema jurídico deve ter assistência de um profissional, ainda que seja este o funcionário que atende no Juizado ou na Justiça do Trabalho. Vejam que a maioria das petições subscritas por leigos não são por estes elaboradas, o que seria equivalente, na nossa alegoria, a uma automedicação.
Do mesmo modo, é impossível que “qualquer pessoa” entenda uma sentença. Em primeiro, porque vivemos num país em que uma expressiva percentagem da população é analfabeta, semianalfabeta ou analfabeta funcional. Enfim, muitos de nós não são capazes de compreender texto algum.
Não há uma campanha pela simplificação dos textos médicos ou econômicos, embora estes, não raro, apresentem os mesmos vícios dos textos jurídicos. Este fato está a revelar um possível viés deletério de que tal campanha pode padecer, a despeito de que este não seja o objetivo de seus idealizadores.
Revista da EMERJ, v. 13, nº 51, 2010, com adaptações)
No segmento “...encontram nichos de adeptos...”, a palavra em destaque refere-se àqueles adeptos:
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2412146
Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Read the text carefully and answer question below:
WHAT MAKES A GOOD EFL TEACHER?
By Chris Soames
http://www.aussieschoolpals.com/education/what-makes-a-good-efl -teacher/
http://www.aussieschoolpals.com/education/what-makes-a-good-efl -teacher/
You’re probably asking this question because you are already or soon plan to be an EFL teacher. This means that you probably like working with people, that you prefer variety to routine, and that you don’t mind taking calculated risks. As a rule, Teaching English as a Foreign Language is one of the most satisfying jobs you can do because the vast majority of learners A) are highly-motivated. Therefore, all you need to do is try to recognise which aspect of your teaching skills needs to be used at any given time. Below are some roles an EFL teacher B) would play – all of which combine to make a good teacher.
This job is about getting people chatting and communicating as much as possible, so a good EFL teacher needs to be approachable and create a friendly atmosphere in which plenty of communication can take place. At times, this means you are more of an opportunity provider, making sure each class member interacts with the others. You should organise and set up activities whereby learners get to know one another and talk freely about their opinions and their lives, just as they would if they met through a mutual friend. Once they are chatting, just stand back and quietly observe; only join in when the conversation dries up. This minimizes your ‘Teacher Talking Time’ and maximizes ‘Student Talking Time’, which is one of your main goals as a teacher.
If you are new to EFL teaching, you might not feel like much of a specialist. However, because you can speak English better C) than your students, so you certainly have something unique and valuable to share. A good EFL teacher may not know every single rule off by heart, but, hopefully, will have some idea of where to find out a rule for the next lesson if the students want it.
Occasionally, students may have doubts related to a certain piece of grammar or grasping the meaning and usage of some vocabulary. A good EFL teacher will work out why this is an issue. For example, it could be interference from the way their L1 is organised. To tackle this, the teacher may draw a sketch to explain meaning, or might produce a good timeline which sheds light on how a particular tense, for example, works. A golden rule for awareness raising, especially at lower levels, is ‘show, don’t tell’.
Another D) role is that of giving advice when people ask for help and suggestions. Many students ask their teacher, “How can I learn new vocabulary?”, “How can I remember the grammar rules?” An efficient EFL instructor creates a mental resource file with some of these answers ready to go. But remember – you are not expected to be an Oracle. You can always throw the question open to the rest of the class first; then ask colleagues for their opinions and, pretty soon, you will learn a whole pool of wisdom that you can pass on to future classes. Beyond your immediate instructional goals, keep reminding your learners to take responsibility for their own learning by working out rules for themselves and infering meaning of unknown vocabulary.
The final role is related to syllabus design and procedural repertoire. Such accomplishments provide triggering to get a class moving together E) towards a common aim. Each lesson should have a clear goal and resources prepared to guide learners towards this goal. Good EFL teachers know where they are going with each class. They want the lesson to be fun, interesting, motivating and generally enjoyable so that effective learning takes place. They employ a variety of activities with plenty of pair and group work to encourage communication. Moreover, they make sure that all 4 skills (reading, writing, listening and speaking) are touched upon regularly and that learners develop awareness of their progress. In all, through well-prepared instruction, the teacher sets up activities followed by appropriate praise, feedback and correction.
Understanding word-building and affixation in a foreign language is one of the main ways of enriching vocabulary.
The suffix –er in provider contrasts functionally with suffixation in:
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