Foram encontradas 800 questões.
Sobre a visão de Piaget diante da educação, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Projeto Político Pedagógico pode ser entendido como a sistematização de um planejamento participativo que define claramente o tipo de ação educativa que se quer realizar.
Nesse sentido, a construção do Projeto Político Pedagógico exigirá dos participantes os três seguintes níveis de competências:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2412415
Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
A função exercida pela Polícia Rodoviária Federal com o objetivo de garantir a obediência às normas de trânsito, assegurando livre circulação e evitando acidentes, é definida e conceituada no Anexo I do CTB como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quanto à competência da Comissão Brasileira do Braille, a alternativa incorreta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As temperaturas máximas diárias de uma cidade, no inverno, foram medidas durante 12 dias, como é mostrado a seguir.
21°C, 17°C, 20°C, 15°C, 23°C, 21°C, 12°C, 15°C, 15°C, 16°C, 23°C, 11°C
A moda e a mediana dessas temperaturas foram, respectivamente, de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2412346
Ano: 2011
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
As pesquisas oferecem aos gestores uma base de informações para utilização no planejamento e na gestão, notadamente da mobilidade urbana. As pesquisas de origem e destino (pesquisa O/D) tem como objetivo:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir e responda à questão.
É POSSÍVEL “SIMPLIFICAR A LINGUAGEM CIENTÍFICA”?
Não é de hoje que várias entidades da comunidade das carreiras jurídicas articulam uma campanha que visa ao uso de uma linguagem mais simples nas peças redigidas no âmbito dos processos judiciais.
A iniciativa está longe de ser de todo desarrazoada, tendo em vista que se fundamenta, principalmente, no enraizamento de hábitos linguísticos arcaicos, os quais ainda encontram nichos de adeptos, gerando morosidade, desperdício e até mesmo perplexidade.
Não seria também privado de fundamento que se estendesse esta ideia às outras áreas de conhecimento. Assim, ao lado do “juridiquês”, também deveriam ser simplificados o “economês” e as linguagens usadas pelos médicos, contadores, engenheiros, informatas e técnicos dos mais diversos ramos.
É preciso, entretanto, que os militantes de tal ideia compreendam que há limitações e, sobretudo, risco de deturpações.
Não queremos aqui nos aprofundar no debate que, não raro, surge em torno do caráter científico do direito e de outros conhecimentos. É preciso, no entanto, rapidamente, apresentar alguns elementos caracterizadores do que se considera um conhecimento científico. A maioria dos estudos neste sentido nos diz que a ciência se caracteriza por observação, método, controle, finalidade e linguagem, entre outros.
Importante, também, no nosso contexto, notar que o caráter científico é visto como justificativa para certas características que são consenso em várias áreas – dentre elas o nosso objeto – como a seriedade com que profissionais devem ser ensinados, formados e treinados, para bem desempenhar com sucesso seu mister, na persecução de seus objetivos, que muito têm a ver com a função de alta virtude social.
Neste diapasão, a “campanha pela simplificação da linguagem jurídica” extrapola seus limites, na medida em que ameaça virar lei, obrigando inclusive ao impossível, ou seja, que as sentenças possam ser entendidas por qualquer pessoa.
Façamos uma analogia com a medicina. A bula dos remédios sofreu recentemente uma modificação segundo a qual, hoje, deve conter uma parte intitulada “informações ao paciente” continuando presentes as informações técnicas, apenas acessíveis aos profissionais. Ninguém, em sã consciência, advogaria que se retirasse da bula a informação de que o medicamento possui efeitos anticolinérgicos, simpatomiméticos e extrapiramidais, embora a população em geral não entenda tais termos. Isto por duas razões: a mediata, que consiste na ideia de que a medicina é uma ciência; e a imediata, qual seja, o fato de que para todo remédio existe um médico que o prescreveu e que tem a obrigação de explicar que efeitos são esses a seu cliente. O mesmo se diga dos diagnósticos, receitas, prontuários, etc.
Assim, a muitos causa espanto o fato de que uma pessoa leia uma sentença e não entenda se ganhou ou perdeu, mas ninguém se surpreende se essa mesma pessoa necessita de auxílio de um médico para entender um diagnóstico.
Enfim, o assunto está longe de ser tão simplório como uma “campanha de simplificação” possa dar a entender, sobretudo aos menos atentos, não excluindo destes os nossos legisladores. Uma afirmativa pode ser, entretanto, feita sem hesitação: qualquer um que tenha um problema jurídico deve ter assistência de um profissional, ainda que seja este o funcionário que atende no Juizado ou na Justiça do Trabalho. Vejam que a maioria das petições subscritas por leigos não são por estes elaboradas, o que seria equivalente, na nossa alegoria, a uma automedicação.
Do mesmo modo, é impossível que “qualquer pessoa” entenda uma sentença. Em primeiro, porque vivemos num país em que uma expressiva percentagem da população é analfabeta, semianalfabeta ou analfabeta funcional. Enfim, muitos de nós não são capazes de compreender texto algum.
Não há uma campanha pela simplificação dos textos médicos ou econômicos, embora estes, não raro, apresentem os mesmos vícios dos textos jurídicos. Este fato está a revelar um possível viés deletério de que tal campanha pode padecer, a despeito de que este não seja o objetivo de seus idealizadores.
Revista da EMERJ, v. 13, nº 51, 2010, com adaptações)
No texto, predomina o modo de organização:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O ato de interpretar requer conhecimento linguístico aprofundado das duas línguas presentes no processo de interpretação - a língua de origem e a língua-alvo.
Avalie as afirmativas abaixo sobre o profissional intérprete.
I- O intérprete não se envolve na interação comunicativa (social e cultural) sem influenciar o objeto e o produto da interpretação.
II- O intérprete não precisa ter conhecimento técnico específico da área na qual está interpretando para que suas escolhas sejam apropriadas tecnicamente.
III- O ato de interpretar envolve processos mecânicos, de busca de palavras e termos correspondentes de uma língua para a outra, podendo ser apoiado em um bom conhecimento lexical.
IV- Um ato cognitivo-linguístico, implica um processo em que o intérprete busca o melhor modo de passar para a língua-alvo aquilo que está sendo proposto na língua de origem, mais preocupado com os sentidos do que com as palavras.
Esse profissional só deve considerar como correta(s) a(s) afirmativa(s) de número(s):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dentre os componentes presentes no revelador radiográfico, sabe-se que o agente redutor responsável pelo detalhe na radiografia é o:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A principal causa de rabdomiólise é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container