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Aproveitando as informações que as crianças trazem para a sala de aula diariamente sobre vários assuntos que ouvem na televisão, leem nos jornais, nas revistas, etc, a professora resolveu organizar um mural com as notícias que mais chamaram a atenção da turma durante uma quinzena.
Nesse período, o mural apresentou como principais notícias:
- Casamento do príncipe Willian.
- Morte de Bin Laden.
- Flamengo é campeão estadual de futebol.
- Encontrada caixa-preta de avião que caiu no mar.
- O filme “Rio”, que tem a ararinha-azul como estrela, já tem US$ 300 milhões de bilheteria.
Esse trabalho de coleta de notícias, que pode ser feito em períodos variáveis (semana, quinzena, mês, ano), tem por objetivo mostrar aos alunos os fatos que ocorrem num mesmo período de tempo, ou seja, visa à construção do conceito histórico de:
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No final do século XIX, com a adaptação de músicas européias, surge no Rio de Janeiro o Choro ou Chorinho, gênero musical que apresenta como uma de suas características:
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De acordo com FIGUEIREDO, N. Ensinando a cuidar em saúde pública, 2009, a transmissão da hepatite A pode ser prevenida no âmbito da saúde pública através de medidas simples como:
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Por volta dos seis anos de idade, a criança já dispõe de alguns conhecimentos sobre localização espacial, como relações topológicas, por exemplo. Nessa idade, uma relação topológica de vizinha que a criança ainda não domina é:
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Em relação à pancreatite aguda, é correto afirmar que:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
É POSSÍVEL “SIMPLIFICAR A LINGUAGEM CIENTÍFICA”?
Não é de hoje que várias entidades da comunidade das carreiras jurídicas articulam uma campanha que visa ao uso de uma linguagem mais simples nas peças redigidas no âmbito dos processos judiciais.
A iniciativa está longe de ser de todo desarrazoada, tendo em vista que se fundamenta, principalmente, no enraizamento de hábitos linguísticos arcaicos, os quais ainda encontram nichos de adeptos, gerando morosidade, desperdício e até mesmo perplexidade.
Não seria também privado de fundamento que se estendesse esta ideia às outras áreas de conhecimento. Assim, ao lado do “juridiquês”, também deveriam ser simplificados o “economês” e as linguagens usadas pelos médicos, contadores, engenheiros, informatas e técnicos dos mais diversos ramos.
É preciso, entretanto, que os militantes de tal ideia compreendam que há limitações e, sobretudo, risco de deturpações.
Não queremos aqui nos aprofundar no debate que, não raro, surge em torno do caráter científico do direito e de outros conhecimentos. É preciso, no entanto, rapidamente, apresentar alguns elementos caracterizadores do que se considera um conhecimento científico. A maioria dos estudos neste sentido nos diz que a ciência se caracteriza por observação, método, controle, finalidade e linguagem, entre outros.
Importante, também, no nosso contexto, notar que o caráter científico é visto como justificativa para certas características que são consenso em várias áreas – dentre elas o nosso objeto – como a seriedade com que profissionais devem ser ensinados, formados e treinados, para bem desempenhar com sucesso seu mister, na persecução de seus objetivos, que muito têm a ver com a função de alta virtude social.
Neste diapasão, a “campanha pela simplificação da linguagem jurídica” extrapola seus limites, na medida em que ameaça virar lei, obrigando inclusive ao impossível, ou seja, que as sentenças possam ser entendidas por qualquer pessoa.
Façamos uma analogia com a medicina. A bula dos remédios sofreu recentemente uma modificação segundo a qual, hoje, deve conter uma parte intitulada “informações ao paciente” continuando presentes as informações técnicas, apenas acessíveis aos profissionais. Ninguém, em sã consciência, advogaria que se retirasse da bula a informação de que o medicamento possui efeitos anticolinérgicos, simpatomiméticos e extrapiramidais, embora a população em geral não entenda tais termos. Isto por duas razões: a mediata, que consiste na ideia de que a medicina é uma ciência; e a imediata, qual seja, o fato de que para todo remédio existe um médico que o prescreveu e que tem a obrigação de explicar que efeitos são esses a seu cliente. O mesmo se diga dos diagnósticos, receitas, prontuários, etc.
Assim, a muitos causa espanto o fato de que uma pessoa leia uma sentença e não entenda se ganhou ou perdeu, mas ninguém se surpreende se essa mesma pessoa necessita de auxílio de um médico para entender um diagnóstico.
Enfim, o assunto está longe de ser tão simplório como uma “campanha de simplificação” possa dar a entender, sobretudo aos menos atentos, não excluindo destes os nossos legisladores. Uma afirmativa pode ser, entretanto, feita sem hesitação: qualquer um que tenha um problema jurídico deve ter assistência de um profissional, ainda que seja este o funcionário que atende no Juizado ou na Justiça do Trabalho. Vejam que a maioria das petições subscritas por leigos não são por estes elaboradas, o que seria equivalente, na nossa alegoria, a uma automedicação.
Do mesmo modo, é impossível que “qualquer pessoa” entenda uma sentença. Em primeiro, porque vivemos num país em que uma expressiva percentagem da população é analfabeta, semianalfabeta ou analfabeta funcional. Enfim, muitos de nós não são capazes de compreender texto algum.
Não há uma campanha pela simplificação dos textos médicos ou econômicos, embora estes, não raro, apresentem os mesmos vícios dos textos jurídicos. Este fato está a revelar um possível viés deletério de que tal campanha pode padecer, a despeito de que este não seja o objetivo de seus idealizadores.
Revista da EMERJ, v. 13, nº 51, 2010, com adaptações)
De acordo com o contexto, no trecho “Isto por duas razões: a mediata, que consiste na ideia de que a medicina é um ciência; e a imediata, qual seja, o fato de que para todo remédio...”, as expressões em destaque significam, respectivamente:
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2409922
Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
De acordo com o artigo 2º da Lei Orgânica do Município de São Gonçalo, o Governo Municipal é exercido:
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Os irmãos Pedro e Paulo estudam no 8º ano do Ensino Fundamental e entraram na papelaria para comprar lápis e canetas de que precisavam para o semestre. As canetas que compraram foram todas do mesmo preço. Os lápis que compraram foram também todos do mesmo preço.
Pedro comprou 2 canetas e 5 lápis e pagou R$16,50. Paulo comprou 3 canetas e 2 lápis e pagou também R$16,50. Assim, quem comprar 1 caneta e um lápis, iguais aos comprados pelos irmãos, pagará:
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Consoante o Código Civil em vigor, considera(m)-se absolutamente incapaz(es):
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O material de moldagem que não deve ser manipulado com a utilização de luvas de látex é:
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