Magna Concursos

Foram encontradas 800 questões.

O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (1990), Art. 53, estabelece que toda criança e todo adolescente tem direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-lhes alguns direitos.
Analise os direitos apresentados abaixo.
I- igualdade de condições para o acesso e permanência na escola
II- ser respeitado pelos seus educadores
III- organização e participação em entidades estudantis
IV- contestar critérios avaliativos, sem recorrer às instâncias escolares superiores
V- acesso à escola pública e gratuita próximo de sua residência
Os direitos assegurados no ECA são os de números:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421934 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
De acordo com Davis (2007), a aprendizagem social é também conhecida como cognitiva, vicariante, observacional, ou como “aprendizagem através de modelação”.
Todos esses termos se referem:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421930 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
Leia o poema a seguir e responda à questão.
A DOENÇA
Nunca morei longe do meu país.
Entretanto, padeço de lonjuras. A)
Desde criança minha mãe portava essa doença.
Ela que me transmitiu. B)
Depois meu pai foi trabalhar num lugar que dava
essa doença nas pessoas.
Era um lugar sem nome nem vizinhos.
Diziam que ali era a unha do dedão do pé do fim do mundo.
A gente crescia sem ter outra casa ao lado. C)
No lugar só constavam pássaros, árvores, o rio e os seus peixes. D)
Havia cavalos sem freios dentro dos matos cheios de borboletas nas costas.
O resto era só distância.
A distância seria uma coisa vazia que a gente portava no olho
E que meu pai chamava de exílio. E)
(Manuel de Barros)
Introduz um contraponto ao anterior o verso:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421913 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
SAUDADES DO VELHO E BOM GUTENBERG
A primeira informação veio, como sempre, da “Encyclopaedia Britannica”. Foi em meados da década de 1990. No tempo da internet por linha discada. Quando de Wikipedia nem se falava. E a “Britannica” disponível, datada de 1965, com 23 volumes encadernados em couro branco, virara trambolho para a nova geração que, em casa, começava a fazer pesquisa para o colégio ou a universidade.
A “Britannica” continua na estante. Alíás, nunca ficou tanto tempo na estante, sem uso. Entra ano, sai ano, e ninguém se arrisca a dedilhar seu papel-bíblia, à cata de verbetes como, por exemplo, o do “computador”. Ou melhor, das “computing machines”, como diz a página 245 do 6º volume. Eram artefatos reservados aos laboratórios ou grandes corporações. Pareciam fadados a ser para sempre “instalações de grande porte, custando de algumas dezenas a muitas centenas de milhares de dólares”. Pechincha, nesse mercado, era engenhoca de dez mil dólares.
Não dava mais para deixar aquele manual de anacronismo ao alcance de adolescentes. E uma “Britannica” nova, último modelo, andava por volta de 800 dólares. Mas a própria página dos editores na internet anunciava sua versão integral em CD, por 60 e poucos dólares. Por uns trocados mensais ganhava-se acesso por senha aos arquivos da “Britannica”, incluindo os anuários de atualização ainda no forno.
Veio o CD. Foi uma traição ao livro. E a cinco séculos de costumes lastreados nos tipos móveis de Gutenberg. E logo depois sairia aqui o primeiro “Aurélio” eletrônico. Tinha, sobre o dicionário original, o trunfo inigualável da “pesquisa inversa”. Escrevendo-se na lacuna de busca as palavras-chave de uma definição qualquer, lá ia o “Aurélio” procurar o verbete.
Era um recurso inédito, quase um brinquedo. Mas veio resolver problemas nem sequer imaginados por dicionários convencionais. Como a busca de palavras para “vento frio”, que trouxe à tona por acaso, do fundo das lendas amazônicas, uma tal de Cruviana. E para que serve a Cruviana? No caso, serviu para não fazer de bobo num garimpo de diamantes, na fronteira com a Guiana.
Ali só se dormia em rede, armada ao relento, sob um pedaço de plástico. Na hora de instalar o hóspede na beira do mato, o anfitrião advertiu: Cuidado, que de noite a Cruviana pode morder”. A que o forasteiro retrucou, como se não tivesse feito outra coisa na vida além de dormir ao ar livre nos cafundós de Roraima: Vai esfriar?
Dito isso, adormeceu no aconchego de saber que o dono do garimpo jamais iria adivinhar que sua intimidade com a selva bruta vinha do “Aurélio”, instalado semana antes em seu notebook. Quer dizer, seu laptop, que era mais ou menos a mesma coisa, mas ainda não se chamava, em bom português, notebook.
Hoje cada vez mais livros se abrem primeiro no iPad e outros tabletes da vida. Papel, só na falta de edição virtual. E nenhum sinal de que o livro piscou para o rival foi tão claro quanto a estreia na Europa do librinno. Trata-se de um livro como os outros. Só que imita, no formato e até no jeito de empunhar, um tablete. Com ele, acaba a época em que os tabletes imitavam os livros tradicionais. E há librinnos em listas de best-sellers. São um perigo.
(Marcos Sá Correa, Revista Isto é, 19 de janeiro de 2011, com adaptações)
No segmento “Ou melhor, das ‘computing machines”, a expressão em destaque é denotativa de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421908 Ano: 2011
Disciplina: Libras
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
A prática de interpretação envolve dois modos distintos de atuação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421885 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
SAUDADES DO VELHO E BOM GUTENBERG
A primeira informação veio, como sempre, da “Encyclopaedia Britannica”. Foi em meados da década de 1990. No tempo da internet por linha discada. Quando de Wikipedia nem se falava. A) E a “Britannica” disponível, datada de 1965, com 23 volumes encadernados em couro branco, virara trambolho para a nova geração que, em casa, B) começava a fazer pesquisa para o colégio ou a universidade.
A “Britannica” continua na estante. Alíás, nunca ficou tanto tempo na estante, sem uso. Entra ano, sai ano, e ninguém se arrisca a dedilhar seu papel-bíblia, à cata de verbetes como, por exemplo, o do “computador”. Ou melhor, das “computing machines”, como diz a página 245 do 6º volume. Eram artefatos reservados aos laboratórios ou grandes corporações. Pareciam fadados a ser para sempre “instalações de grande porte, custando de algumas dezenas a muitas centenas de milhares de dólares”. Pechincha, nesse mercado, era engenhoca de dez mil dólares.
Não dava mais para deixar aquele manual de anacronismo ao alcance de adolescentes. E uma “Britannica” nova, último modelo, andava por volta de 800 dólares. C) Mas a própria página dos editores na internet anunciava sua versão integral em CD, por 60 e poucos dólares. Por uns trocados mensais ganhava-se acesso por senha aos arquivos da “Britannica”, incluindo os anuários de atualização ainda no forno.
Veio o CD. Foi uma traição ao livro. E a cinco séculos de costumes lastreados nos tipos móveis de Gutenberg. E logo depois sairia aqui o primeiro “Aurélio” eletrônico. Tinha, sobre o dicionário original, o trunfo inigualável da “pesquisa inversa”. Escrevendo-se na lacuna de busca as palavras-chave de uma definição qualquer, lá ia o “Aurélio” procurar o verbete. D)
Era um recurso inédito, quase um brinquedo. Mas veio resolver problemas nem sequer imaginados por dicionários convencionais. Como a busca de palavras para “vento frio”, que trouxe à tona por acaso, do fundo das lendas amazônicas, uma tal de Cruviana. E para que serve a Cruviana? No caso, serviu para não fazer de bobo num garimpo de diamantes, na fronteira com a Guiana.
Ali só se dormia em rede, armada ao relento, sob um pedaço de plástico. Na hora de instalar o hóspede na beira do mato, o anfitrião advertiu: Cuidado, que de noite a Cruviana pode morder”. A que o forasteiro retrucou, como se não tivesse feito outra coisa na vida além de dormir ao ar livre nos cafundós de Roraima: Vai esfriar?
Dito isso, adormeceu no aconchego de saber que o dono do garimpo jamais iria adivinhar que sua intimidade com a selva bruta vinha do “Aurélio”, instalado semana antes em seu notebook. Quer dizer, seu laptop, que era mais ou menos a mesma coisa, mas ainda não se chamava, em bom português, notebook.
Hoje cada vez mais livros se abrem primeiro no iPad e outros tabletes da vida. Papel, só na falta de edição virtual. E nenhum sinal de que o livro piscou para o rival foi tão claro quanto a estreia na Europa do librinno. E) Trata-se de um livro como os outros. Só que imita, no formato e até no jeito de empunhar, um tablete. Com ele, acaba a época em que os tabletes imitavam os livros tradicionais. E há librinnos em listas de best-sellers. São um perigo.
(Marcos Sá Correa, Revista Isto é, 19 de janeiro de 2011, com adaptações)
A ideia contida no título “Saudades do velho e bom Gutenberg” explicita-se no segmento:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421871 Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicleta no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421870 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:

Segundo a divisão estabelecida pela Coroa Portuguesa, a Sesmaria denominada São Gonçalo pertencia à Capitania de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421864 Ano: 2011
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
São prioridades pactuadas no Pacto pela Vida:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421834 Ano: 2011
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:
A doença autoimune que causa a destruição dos oligodentrócitos, produzindo desmielinização da susbstância branca do sistema nervoso central, é denominada:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas