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2422088 Ano: 2011
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Ao solicitar que o paciente fique sentado com as mãos na cabeça e realizando alternadamente lentas rotações da parte superior do tronco, o músculo fortalecido é o:
 

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2422062 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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O oposto do logaritmo de b na base a é denominado cologaritmo de b na base a, ou seja, cologab = –logab, onde a > 0, b > 0 e a ≠ 1. O pH de uma solução é calculado pela fórmula pH = colog[H+], onde [H+] representa a concentração de íons de hidrogênio, H+, na solução.
Sabendo que log 2 = 0,301, então o pH de uma solução em que [H+] = 5.10-8 é:
 

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2422055 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Ao serem indagadas pela professora se não participariam da aula de Educação Física, cujo conteúdo trabalhado seria voleibol, as alunas do 8º ano responderam quase que em coro: “Eu, não! Não tenho força nem pra dar um saque!”. A professora levou todas elas para a linha de saque e pediu-lhes que golpeassem a bola velozmente com a mão, estando com o cotovelo estendido. Todas acertaram o saque.
De acordo com Nozaki (in Faria Jr., 1999), isso ocorreu porque, para o saque, são importantes:
 

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2422053 Ano: 2011
Disciplina: Direito Tributário
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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O Município W, por meio de lei formal local, modifica a data do recolhimento do ISS a vigorar no mesmo ano da edição da norma.
Segundo as regras em vigor, pode-se afirmar que:
 

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2422052 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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A técnica de escovação na qual a escova é colocada de tal maneira que as cerdas fiquem a 45º de inclinação em relação às superfícies dentárias, realizando um movimento vibratório para a frente e para trás até que as cerdas atinjam o sulco gengival, é a técnica de:
 

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2422037 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Uma professora de sala de recursos multifuncionais iniciará seu trabalho acompanhando, entre outros, um aluno, em processo de alfabetização, que, em função de paralisia cerebral, apresenta uma limitação motora, que o impede de usar lápis e papel para a escrita; e dificuldade na articulação da fala, comprometendo a comunicação. Cabem, no trabalho inicial a ser desenvolvido com esse aluno, os seguintes recursos:
 

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Leia o texto a seguir e responda à questão.
OS QUATRO CAMINHOS
O povo San, os primeiros habitantes do Sul da África, acreditava que depois da morte o espírito humano se defrontava com quatro caminhos. Três dos quatro caminhos eram estradas magníficas com chão liso, sombreadas por árvores altas, que levavam ao Inferno. O quarto caminho era uma estrada calcinada de pedras soltas que levava ao Paraíso. O espírito precisava escolher, e sua escolha não era entre o Inferno e o Céu, era entre o caminho e o destino. Andar por uma das três estradas largas e prazerosas engrandeceria o espírito, mesmo que levasse à perdição. Escolher o caminho mais difícil castigaria o espírito mas o levaria à salvação. O que era uma opção para os mortos era um enigma para os vivos: vale mais a viagem ou o seu fim? O que se aproveita da vida se ela for apenas uma provação para a alma?
Fiquei sabendo da crença dos San num cenário adequado para reflexões sobre a sabedoria antiga, o Museu das Origens, na grande Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg. É um museu arqueológico com natural ênfase em evidências de que a África foi mesmo o berço da humanidade (...)
Talvez impressionado com a rede de avenidas, elevados e minhocões que se entrecruzam ao redor de Johannesburg, achei que havia uma metáfora aproveitável na parábola dos quatro caminhos de San – só ainda não concluí qual é. Johannesburg decididamente escolheu seu destino, que não é mais do que ser uma nova América, ou um aglomerado de shopping centers e condomínios fechados interligados por grandes estradas.
Resta saber se perdeu sua alma no caminho. Pois a opção pelas grandes estradas também deu em universidades públicas como a Witwatersrand, onde vimos o que parecia ser uma maioria de estudantes negros, e em vários Prêmios Nobel em física, medicina e literatura.
(Luís Fernando Veríssimo, Jornal O Globo, 18 de julho de 2010, com adaptações)
Leia as frases a seguir.
A crença do povo San remonta à antiguidade.
O povo San foi o primeiro a habitar o Sul da África.
Reunindo-se as duas frases acima num só período, considerando seu conteúdo semântico e a correção gramatical, resulta:
 

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2422034 Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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O uso indevido de vagas de estacionamento destinadas às pessoas com deficiência física e com dificuldade de locomoção caracteriza infração de natureza leve, que prevê a seguinte medida administrativa:
 

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2422017 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
É POSSÍVEL “SIMPLIFICAR A LINGUAGEM CIENTÍFICA”?
Não é de hoje que várias entidades da comunidade das carreiras jurídicas articulam uma campanha que visa ao uso de uma linguagem mais simples nas peças redigidas no âmbito dos processos judiciais.
A iniciativa está longe de ser de todo desarrazoada, tendo em vista que se fundamenta, principalmente, no enraizamento de hábitos linguísticos arcaicos, os quais ainda encontram nichos de adeptos, gerando morosidade, desperdício e até mesmo perplexidade.
Não seria também privado de fundamento que se estendesse esta ideia às outras áreas de conhecimento. Assim, ao lado do “juridiquês”, também deveriam ser simplificados o “economês” A) e as linguagens usadas pelos médicos, contadores, engenheiros, informatas e técnicos dos mais diversos ramos.
É preciso, entretanto, que os militantes de tal ideia compreendam que há limitações e, sobretudo, risco de deturpações.
Não queremos aqui nos aprofundar no debate que, não raro, surge em torno do caráter científico do direito e de outros conhecimentos. É preciso, no entanto, rapidamente, apresentar alguns elementos caracterizadores do que se considera um conhecimento científico. B) A maioria dos estudos neste sentido nos diz que a ciência se caracteriza por observação C), método, controle, finalidade e linguagem, entre outros.
Importante, também, no nosso contexto, notar que o caráter científico é visto D) como justificativa para certas características que são consenso em várias áreas – dentre elas o nosso objeto – como a seriedade com que profissionais devem ser ensinados E), formados e treinados, para bem desempenhar com sucesso seu mister, na persecução de seus objetivos, que muito têm a ver com a função de alta virtude social.
Neste diapasão, a “campanha pela simplificação da linguagem jurídica” extrapola seus limites, na medida em que ameaça virar lei, obrigando inclusive ao impossível, ou seja, que as sentenças possam ser entendidas por qualquer pessoa.
Façamos uma analogia com a medicina. A bula dos remédios sofreu recentemente uma modificação segundo a qual, hoje, deve conter uma parte intitulada “informações ao paciente” continuando presentes as informações técnicas, apenas acessíveis aos profissionais. Ninguém, em sã consciência, advogaria que se retirasse da bula a informação de que o medicamento possui efeitos anticolinérgicos, simpatomiméticos e extrapiramidais, embora a população em geral não entenda tais termos. Isto por duas razões: a mediata, que consiste na ideia de que a medicina é uma ciência; e a imediata, qual seja, o fato de que para todo remédio existe um médico que o prescreveu e que tem a obrigação de explicar que efeitos são esses a seu cliente. O mesmo se diga dos diagnósticos, receitas, prontuários, etc.
Assim, a muitos causa espanto o fato de que uma pessoa leia uma sentença e não entenda se ganhou ou perdeu, mas ninguém se surpreende se essa mesma pessoa necessita de auxílio de um médico para entender um diagnóstico.
Enfim, o assunto está longe de ser tão simplório como uma “campanha de simplificação” possa dar a entender, sobretudo aos menos atentos, não excluindo destes os nossos legisladores. Uma afirmativa pode ser, entretanto, feita sem hesitação: qualquer um que tenha um problema jurídico deve ter assistência de um profissional, ainda que seja este o funcionário que atende no Juizado ou na Justiça do Trabalho. Vejam que a maioria das petições subscritas por leigos não são por estes elaboradas, o que seria equivalente, na nossa alegoria, a uma automedicação.
Do mesmo modo, é impossível que “qualquer pessoa” entenda uma sentença. Em primeiro, porque vivemos num país em que uma expressiva percentagem da população é analfabeta, semianalfabeta ou analfabeta funcional. Enfim, muitos de nós não são capazes de compreender texto algum.
Não há uma campanha pela simplificação dos textos médicos ou econômicos, embora estes, não raro, apresentem os mesmos vícios dos textos jurídicos. Este fato está a revelar um possível viés deletério de que tal campanha pode padecer, a despeito de que este não seja o objetivo de seus idealizadores.
Revista da EMERJ, v. 13, nº 51, 2010, com adaptações)
A voz passiva foi inadequadamente empregada, segundo a variante formal da língua, no segmento:
 

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2422011 Ano: 2011
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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O padrão típico de espasticidade, observado na cabeça e no membro superior de pacientes que sofreram um acidente vascular encefálico, está expresso na alternativa:
 

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