Foram encontradas 340 questões.
Sobre a unidade temática “Brincadeiras e Jogos”, observe as
afirmativas a seguir.
I. Caracterizam-se pela criação e alteração de regras.
II. Possuem conjunto estável de regras.
III. Há obediência do participante ao que foi combinado coletivamente.
IV. Tem como objetivo central a iniciação esportiva.
De acordo com a BNCC, estão corretos apenas os itens:
I. Caracterizam-se pela criação e alteração de regras.
II. Possuem conjunto estável de regras.
III. Há obediência do participante ao que foi combinado coletivamente.
IV. Tem como objetivo central a iniciação esportiva.
De acordo com a BNCC, estão corretos apenas os itens:
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Observe o fragmento a seguir:
“Há três elementos fundamentais comuns às práticas corporais: como elemento essencial; (de maior ou menor grau), pautada por uma lógica específica; e vinculado com o lazer/entretenimento e/ ou o cuidado com o corpo e a saúde.”
Considerando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as lacunas ficam corretamente preenchidas, respectivamente, por:
“Há três elementos fundamentais comuns às práticas corporais: como elemento essencial; (de maior ou menor grau), pautada por uma lógica específica; e vinculado com o lazer/entretenimento e/ ou o cuidado com o corpo e a saúde.”
Considerando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as lacunas ficam corretamente preenchidas, respectivamente, por:
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A Base Nacional Comum Curricular, a BNCC, ao tratar das
competências específicas de matemática para o Ensino
Fundamental
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“As conquistas exteriores tanto quanto a navegação, o desvio da
tradição imperial assim como o expansionismo ibérico, as
ambições universalistas do cristianismo, a ostentação das riquezas
contribuíram assim para forjar uma outra abordagem do mundo,
doravante concebido como um conjunto de terras ligadas entre si
e submetidas a um mesmo príncipe. A mobilização dos imaginários
nutriu-se também das esperanças messiânicas e milenaristas que
sustentam os empreendimentos de Cristóvão Colombo, as políticas
dos reis Católicos e do rei de Portugal, dom Manuel, antes de
aflorar nas especulações ligadas à figura imperial de Carlos Quinto
e a de seu sucessor.”
(GRUZINSKY, Serge. As quatro partes do mundo: História de uma mundialização. Belo Horizonte: UFMG; São Paulo: EDUSP. 2014. p. 91).
Ao propor uma aula sobre o Renascimento europeu, o professor seleciona e distribui o trecho acima entre os alunos para iniciar o debate. Tendo como referência o texto, o objetivo traçado pelo professor é
(GRUZINSKY, Serge. As quatro partes do mundo: História de uma mundialização. Belo Horizonte: UFMG; São Paulo: EDUSP. 2014. p. 91).
Ao propor uma aula sobre o Renascimento europeu, o professor seleciona e distribui o trecho acima entre os alunos para iniciar o debate. Tendo como referência o texto, o objetivo traçado pelo professor é
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“O discurso pedagógico da atualidade defende por unanimidade,
em nível nacional e internacional, o compromisso com ideias ou
objetivos educacionais, tais como desenvolver o pensamento
autônomo, aprender a enfrentar os problemas da vida social,
superando-os em casa, no trabalho, no mundo ao redor, tomar
iniciativas, expressar pensamentos e ideias, saber ouvir e trabalhar
em grupo. A meta principal da educação resume-se, então, em
formar pessoas completas, jovens capazes de viver a própria vida
por inteiro.”
(AMARAL, Maria Nazaré de Camargo Pacheco. Ciências do espírito: relações entre história e educação. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 61).
“A abertura a uma história mais plural foi reclamada pelos países que vivenciaram, no século XX, transformações estruturantes. No Brasil, por exemplo, o final do século XX impôs transformações profundas à sociedade. A área de ensino de História surgiu no final dos anos 1970 e início dos anos 1980 no período de abertura política e do processo de redemocratização do país. Foi diante desse contexto de vivência democrática que cresceu o sentimento de insatisfação com o modelo escolar-acadêmico, que pregava a ideia de um ensino submisso e subserviente ao poder de estado. A democracia exigia indivíduos ativos e críticos para que seu projeto inclusivo pudesse existir.”
(RIBEIRO, Renilson Rosa; SANTOS, Amauri, Júnior da. Historiografia escolar e Historiografia acadêmica: relações possíveis na produção do conhecimento sobre ensinar e aprender História. In: ANDRADE, Juliana Alves de; PEREIRA, Nilton Mullet. Ensino de História e suas práticas de pesquisa. São Leopoldo: Oikos, 2021. p. 24)
O diálogo entre a História acadêmica e o ensino de História tem contribuído para a reflexão teórica sobre a pesquisa em história e seu ensino.
A partir da leitura dos textos sobre pedagogia e o ensino de História, é correto afirmar que a aproximação entre eles está relacionada à
(AMARAL, Maria Nazaré de Camargo Pacheco. Ciências do espírito: relações entre história e educação. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 61).
“A abertura a uma história mais plural foi reclamada pelos países que vivenciaram, no século XX, transformações estruturantes. No Brasil, por exemplo, o final do século XX impôs transformações profundas à sociedade. A área de ensino de História surgiu no final dos anos 1970 e início dos anos 1980 no período de abertura política e do processo de redemocratização do país. Foi diante desse contexto de vivência democrática que cresceu o sentimento de insatisfação com o modelo escolar-acadêmico, que pregava a ideia de um ensino submisso e subserviente ao poder de estado. A democracia exigia indivíduos ativos e críticos para que seu projeto inclusivo pudesse existir.”
(RIBEIRO, Renilson Rosa; SANTOS, Amauri, Júnior da. Historiografia escolar e Historiografia acadêmica: relações possíveis na produção do conhecimento sobre ensinar e aprender História. In: ANDRADE, Juliana Alves de; PEREIRA, Nilton Mullet. Ensino de História e suas práticas de pesquisa. São Leopoldo: Oikos, 2021. p. 24)
O diálogo entre a História acadêmica e o ensino de História tem contribuído para a reflexão teórica sobre a pesquisa em história e seu ensino.
A partir da leitura dos textos sobre pedagogia e o ensino de História, é correto afirmar que a aproximação entre eles está relacionada à
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Extraído de: CAIMI, Flávia Eloiza. Cultura, memória e identidade: o ensino de história e a construção de discursos identitários. In: SILVA, Cristiane Bereta da; ZAMBONI, Ernesta. Ensino de História, memórias e culturas. Curitiba, PR: CRV, 2013, p.23
A professora de História elabora um plano de aula sobre a relação entre sociedade civil e Estado durante a ditadura civil-militar brasileira. Para desenvolver a proposta pedagógica a ser aplicada em uma turma do nono ano de ensino fundamental, a professora propõe utilizar a imagem acima como recurso didático.
Nesse caso, é correto afirmar que a professora propõe como objetivo tratar de questões referentes
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A experiência com a aprendizagem temporal e histórica que
pautaram meu processo de escolarização, bem com o de minha
colega – ambas com mais de 40 anos – é sensivelmente distinta
daquela vivenciada por minha filha e duas colegas, hoje alunas do
sexto ano do ensino fundamental. Por um lado, essa vivência é
pautada por um cenário historicamente novo, engendrado pela
nova conformação das tecnologias de informação e comunicação
que provocam no indivíduo um presentismo fugaz, acompanhado
pela experimentação constante da simultaneidade como marca
temporal central.
(MIRANDA, Sonia Regina. Aprender e ensinar o tempo histórico em tempos de incertezas. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 243)
A partir da análise do texto, é correto concluir que
(MIRANDA, Sonia Regina. Aprender e ensinar o tempo histórico em tempos de incertezas. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 243)
A partir da análise do texto, é correto concluir que
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“Algumas características também acompanham essa narrativa
oficial do Brasil como colônia: a exploração de recursos naturais na
colônia para manufaturas na metrópole, o plantation como modo
de produção baseado monocultura em latifúndios com uso da mão
de obra escrava, que, por sua vez, iniciou-se pela escravidão dos
nativos da terra – e, em segundo essa versão, após concluírem que
os índios “não eram bons para o trabalho”, iniciou-se a importação
de mão-de-obra de imigrantes para ocuparem os postos de
trabalhos assalariados, a fim de criar um mercado consumidor dos
produtos manufaturados que provinham das fábricas, do processo
de industrialização.”
(MENEZES, Paula Mendonça. Outros tesouros das Minas Gerais. In: PIMENTA, Angelise Nadal e MENEZES, Paula Mendonça. Firmando o pé no território.: temática indígena em escolas. Rio de Janeiro: Pachamam, 2020. p. 46)
A narrativa histórica oficial possui marcadores históricos, o que o texto explicita. O tipo de narrativa descrito no fragmento foi comumente usada nos livros didáticos e sua consolidação pode ser explicada, em grande parte, pelo seguinte aspecto:
(MENEZES, Paula Mendonça. Outros tesouros das Minas Gerais. In: PIMENTA, Angelise Nadal e MENEZES, Paula Mendonça. Firmando o pé no território.: temática indígena em escolas. Rio de Janeiro: Pachamam, 2020. p. 46)
A narrativa histórica oficial possui marcadores históricos, o que o texto explicita. O tipo de narrativa descrito no fragmento foi comumente usada nos livros didáticos e sua consolidação pode ser explicada, em grande parte, pelo seguinte aspecto:
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“A utilização de fontes documentais no ensino de história não é
recente, elas já foram utilizadas nos mais antigos manuais e livros
didáticos. Estes compêndios reproduziam a concepção de
documento histórico dos historiadores positivistas, pois
priorizavam o documento escrito como única fonte possível para
se conhecer o passado.”
(HORN, Geraldo Balduíno; GERMINARI, Geyso Dongley. O ensino de História e seu currículo: teoria e método. Petrópolis, RJ: Vozes. 2013. p. 131-132)
Para a analisar as mudanças no uso do documento histórico nas aulas de história na educação básica, devemos considerar o fato de que
(HORN, Geraldo Balduíno; GERMINARI, Geyso Dongley. O ensino de História e seu currículo: teoria e método. Petrópolis, RJ: Vozes. 2013. p. 131-132)
Para a analisar as mudanças no uso do documento histórico nas aulas de história na educação básica, devemos considerar o fato de que
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“Entre 1776 e 1825, a Europa perdeu a maior parte de suas
colônias americanas devido a uma série de revoluções,
movimentos de independência e rebeliões. Os afro-latinos tinham
desempenhado um papel preponderante na constituição dos
impérios ibero-hispânicos. Haviam servido não só como mão-deobra escrava, mas também enquanto tripulantes, exploradores,
oficiais, colonos, proprietários de terra e, em certos casos homens
livres e senhores de escravos. Quando da dissolução dos impérios
e dos levantes anticoloniais ao longo do século XIX, voltamos a
encontrá-los em diversos papéis, seja como soldados, seja a
encabeçar movimentos políticos. Com as estruturas imperiais do
mundo Atlântico arruinadas e substituídas pelos Estados-nações,
as relações entre as colônias e a metrópole sofreram alterações.
Uma classe de brancos crioulos se implantou e consolidou sua
influência. As velhas questões de heterogeneidade, diferença e
liberdade foram ressuscitadas, ao passo que as novas elites se
aproveitaram da ideologia da mestiçagem para negar e
desqualificar a questão racial. A contribuição dos afro-latinos e dos
escravos negros para o desenvolvimento histórico da América do
Sul acabou sendo, se não apagada, pelo menos severamente
ocultada.”
(MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. São Paulo: n-1 edições, 2018. p. 37)
As ideias presentes no texto propõem uma abordagem inovadora para a compreensão dos processos históricos da independência das colônias ibéricas na América Latina. Essas ideias podem ser explicitadas quando o professor
(MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. São Paulo: n-1 edições, 2018. p. 37)
As ideias presentes no texto propõem uma abordagem inovadora para a compreensão dos processos históricos da independência das colônias ibéricas na América Latina. Essas ideias podem ser explicitadas quando o professor
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