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Foram encontradas 949 questões.

2291432 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Os instrumentais e materiais odontológicos são classificados conforme o risco de transmitir infecção exógena.
Assinale a alternativa que contém apenas artigos considerados críticos.
 

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2291431 Ano: 2015
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Para alguns autores, o desenho é o processo de representação simbólica que antecede a escrita e, portanto, deve ser valorizado. Dois autores reforçam esta tese em suas Teorias do Desenvolvimento da Escrita. Os dois autores analisados focaram diferentes aspectos do desenho, mas eles se aproximam em dois pontos básicos: em relação à importância do desenho no desenvolvimento da criança e em relação à característica de que a criança desenha o que lhe interessa e o que sabe a respeito de um objeto.
Leia atentamente os fragmentos a seguir e identifique seus respectivos autores.
Fases do Desenho segundo o autor I:
Garatuja: faz parte da fase sensório-motor (zero a dois anos) e parte da pré-operacional (dois a sete anos), indo aproximadamente até três ou quatro anos. A criança demonstra extremo prazer em desenhar, e a figura humana é inexistente.
Pré-Esquematismo: esta fase faz parte da segunda metade da fase pré-operatória, indo normalmente até os sete anos, quando ocorre a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade. Observa-se que os elementos ficam dispersos e não são relacionados entre si.
Para o autor II, o desenvolvimento do desenho requer duas condições. A primeira é o domínio do ato motor, por isso, para o autor, inicialmente, o desenho é o registro do gesto e logo passa a ser o da imagem. Assim, a criança percebe que pode representar graficamente um objeto. E essa característica é um indício de que o desenho é precursor da escrita, pois a percepção do objeto, no desenho, corresponde à atribuição de sentido dado pela criança, constituindo-se realidade conceituada.
Assinale a alternativa correta.
 

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Dado o imóvel rural a seguir, pode-se afirmar:
Enunciado 2790545-1
 

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O parcelamento de áreas urbanas, para fins urbanos, pode ser permitido na situação de terrenos
 

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2291423 Ano: 2015
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Segundo o art. 5º do Decreto nº 3.048/99, a Previdência Social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados os critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá a situação descrita em:
 

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2291421 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Faz diferença beber aos 17 ou aos 18 anos?
A venda de bebida alcoólica para menores pode deixar de ser uma contravenção penal para se tornar crime. Mas, afinal de contas, faz tanta diferença assim deixar alguém beber antes ou depois dos 18 anos?
Em termos fisiológicos, as diferenças entre um garoto de 17 e um de 18 anos são sutis e podem variar bastante entre as populações. Mas está claro que, quanto mais jovem for o indivíduo, mais exposto ele estará aos riscos do consumo de álcool.
O cérebro só se forma completamente no fim da adolescência. E substâncias químicas como o álcool e as drogas podem afetar de forma mais acentuada as vias neurais em desenvolvimento.
Por outro lado, muitos jovens são mais imunes aos efeitos tóxicos da bebida – você já deve ter reparado que a ressaca parece piorar com a idade. Assim, existe uma tendência a consumir quantidades maiores, o que aumenta o risco da dependência.
É pouco provável que criminalizar a venda de álcool para menores faça com que os adolescentes deixem de beber. Apesar de provocar danos cognitivos, acidentes graves e causar vício, essa é a substância à qual eles ainda têm maior acesso.
A questão é que ainda prevalece, no país, uma cultura de que não tem nada de mais um garoto de 15 ou 16 anos tomar cerveja ou vinho no almoço de família. Para alguns pais, é até sinal de virilidade.
Essa noção é que pode, sim, ser modificada com regras mais claras para a venda e consumo de bebida. Isso não se modifica da noite para o dia, mas pode fazer a diferença no futuro, da mesma forma que ninguém mais, hoje, ousa acender um cigarro na sala de aula.
(http://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2015/02/25/faz-diferenca-beber-aos-17-ou-aos-18-anos. Acessado em 26.02.2015)
Na frase – Isso não se modifica da noite para o dia, mas pode fazer a diferença no futuro… – (último parágrafo), a palavra em destaque pode ser substituída, corretamente, sem alterar o sentido do texto, por
 

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2291420 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Assinale a alternativa que contém, respectivamente, um material odontológico elástico e um material anelástico.
 

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São métodos de ajustamento de observações:
 

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2291418 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Considerem-se as normas brasileiras de instalações elétricas em baixa tensão. As seções mínimas para condutores de cobre em cabos isolados a serem utilizados em circuitos de iluminação, força e sinalização devem ser, respectivamente:
 

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2291416 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Faz diferença beber aos 17 ou aos 18 anos?
A venda de bebida alcoólica para menores pode deixar de ser uma contravenção penal para se tornar crime. Mas, afinal de contas, faz tanta diferença assim deixar alguém beber antes ou depois dos 18 anos?
Em termos fisiológicos, as diferenças entre um garoto de 17 e um de 18 anos são sutis e podem variar bastante entre as populações. Mas está claro que, quanto mais jovem for o indivíduo, mais exposto ele estará aos riscos do consumo de álcool.
O cérebro só se forma completamente no fim da adolescência. E substâncias químicas como o álcool e as drogas podem afetar de forma mais acentuada as vias neurais em desenvolvimento.
Por outro lado, muitos jovens são mais imunes aos efeitos tóxicos da bebida – você já deve ter reparado que a ressaca parece piorar com a idade. Assim, existe uma tendência a consumir quantidades maiores, o que aumenta o risco da dependência.
É pouco provável que criminalizar a venda de álcool para menores faça com que os adolescentes deixem de beber. Apesar de provocar danos cognitivos, acidentes graves e causar vício, essa é a substância à qual eles ainda têm maior acesso.
A questão é que ainda prevalece, no país, uma cultura de que não tem nada de mais um garoto de 15 ou 16 anos tomar cerveja ou vinho no almoço de família. Para alguns pais, é até sinal de virilidade.
Essa noção é que pode, sim, ser modificada com regras mais claras para a venda e consumo de bebida. Isso não se modifica da noite para o dia, mas pode fazer a diferença no futuro, da mesma forma que ninguém mais, hoje, ousa acender um cigarro na sala de aula.
(http://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2015/02/25/faz-diferenca-beber-aos-17-ou-aos-18-anos. Acessado em 26.02.2015)
De acordo com o texto,
 

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