Foram encontradas 50 questões.
O gerente de uma loja de roupas fez a seguinte encomenda junto ao seu fornecedor: 25 camisetas sem
estampa, 35 camisetas com estampa, 18 camisas polo e
22 calças jeans. As camisetas com estampa são R$ 5,00
mais caras do que as camisetas sem estampa, e estas
últimas são R$ 18,00 mais baratas do que as camisas
polo. As calças jeans custam R$ 30,00 cada uma. Se o
valor total dessa compra foi R$ 1.939,00, cada camiseta
com estampa custou
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Cláudia trocou uma mesa de tampo retangular, com 0,8 m de largura e 1,5 m de comprimento, por outra mesa
de tampo retangular, cuja largura e comprimento, comparados com o tampo da mesa anterior, são maiores em
25% e 20%, respectivamente. A área do tampo da mesa
nova, em comparação com a área do tampo da mesa
antiga, é maior em
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Uma caixa para armazenamento de documentos foi
projetada para que tivesse o formato de um cubo com
volume de 15.625 cm3
. Baseando-se nesse projeto, uma
fábrica fez essa caixa de um tipo de papelão que tem
420 g para cada m2
. Supondo que essa caixa é fechada
(ou seja, que possui todas as 6 faces), a massa total
dessa caixa, sem nada em seu interior, será de
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O setor de entregas de uma loja de produtos de limpeza
comprou algumas caixas de papelão, algumas pequenas, e as demais grandes, num total de 56 caixas, de
modo que fossem 5 caixas pequenas para cada 3 caixas grandes. Cada caixa pequena acomoda, no máximo,
8 frascos de produto de limpeza, e cada caixa grande,
no máximo 12 frascos. Se a empresa usar todas as caixas compradas de acordo com a capacidade máxima de
cada uma, o número total de frascos acomodados nas
caixas será igual a
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André está fazendo o controle de suas despesas mensais com itens não essenciais. Para isso, ele recuperou
os registros dos valores mensais gastos com esse tipo de
despesa nos 5 meses anteriores, que foram R$ 475,00,
R$ 510,00, R$ 505,00, R$ 448,00 e R$ 434,00; ele se
perguntou, então, qual o valor X (em reais) que deveria
gastar no mês atual, com itens não essenciais, de modo
que a média aritmética simples dos gastos mensais nos
últimos 6 meses, com itens não essenciais, fosse igual a
R$ 400,00.
Feito corretamente esse cálculo, André obteve para X o valor de
Feito corretamente esse cálculo, André obteve para X o valor de
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Há pessoas que se dedicam ______ investigar os hábitos alimentares de diferentes populações. Sabe-se que existem aquelas que praticam a agricultura e ______ que recorrem ______ coleta de plantas selvagens _____ fim de obter alimentos de origem vegetal.
Há pessoas que se dedicam ______ investigar os hábitos alimentares de diferentes populações. Sabe-se que existem aquelas que praticam a agricultura e ______ que recorrem ______ coleta de plantas selvagens _____ fim de obter alimentos de origem vegetal.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Acreditou-se por muito tempo que, deixando-se de lado a Revolução Industrial, a produção de bens de consumo nunca aumentou de forma tão rápida e robusta quanto por obra da invenção da agricultura. Graças à agricultura, pensava-se, os grupos humanos puderam tornar-se sedentários e assegurar uma provisão regular, conservando os grãos. Como dispunham de excedentes, as sociedades puderam dar-se ao luxo de manter indivíduos ou classes - chefes, nobres, sacerdotes, artesãos - que não participavam da produção de alimentos. No espaço de quatro ou cinco milênios, a impulsão dada pela agricultura e mantida por ela teria levado os homens de um modo de vida precário, ameaçado pela fome, a uma existência estável, primeiro em aldeias e finalmente em impérios.
Essas eram as visões que prevaleciam até recentemente. Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas. Pesquisas entre os povos sem agricultura, voltadas para questões como tempo de trabalho, produtividade e valor nutricional dos alimentos, demonstram que a maior parte deles leva uma vida confortável. Meios geográficos que, por ignorância de seus recursos naturais, julgávamos miseráveis reservam para aqueles que ali vivem grande quantidade de espécies vegetais muito apropriadas para a alimentação. Descobriu-se, por exemplo, que os indígenas das regiões desérticas da Califórnia, onde hoje uma pequena população branca subsiste com dificuldade, consumiam uma grande variedade de plantas selvagens de alto valor nutritivo.
Calculou-se que, entre os povos que viviam da caça e da coleta de produtos selvagens, um homem supria as necessidades de quatro ou cinco pessoas, ou seja, tinha uma produtividade superior à de muitos camponeses europeus. Além disso, o tempo gasto com a procura de alimentos não excedia a média de três horas diárias, para uma produção alimentar bastante equilibrada e que ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).
(Claude Lévi-Strauss. Somos todos canibais, 2022. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Acreditou-se por muito tempo que, deixando-se de lado a Revolução Industrial, a produção de bens de consumo nunca aumentou de forma tão rápida e robusta quanto por obra da invenção da agricultura. Graças à agricultura, pensava-se, os grupos humanos puderam tornar-se sedentários e assegurar uma provisão regular, conservando os grãos. Como dispunham de excedentes, as sociedades puderam dar-se ao luxo de manter indivíduos ou classes - chefes, nobres, sacerdotes, artesãos - que não participavam da produção de alimentos. No espaço de quatro ou cinco milênios, a impulsão dada pela agricultura e mantida por ela teria levado os homens de um modo de vida precário, ameaçado pela fome, a uma existência estável, primeiro em aldeias e finalmente em impérios.
Essas eram as visões que prevaleciam até recentemente. Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas. Pesquisas entre os povos sem agricultura, voltadas para questões como tempo de trabalho, produtividade e valor nutricional dos alimentos, demonstram que a maior parte deles leva uma vida confortável. Meios geográficos que, por ignorância de seus recursos naturais, julgávamos miseráveis reservam para aqueles que ali vivem grande quantidade de espécies vegetais muito apropriadas para a alimentação. Descobriu-se, por exemplo, que os indígenas das regiões desérticas da Califórnia, onde hoje uma pequena população branca subsiste com dificuldade, consumiam uma grande variedade de plantas selvagens de alto valor nutritivo.
Calculou-se que, entre os povos que viviam da caça e da coleta de produtos selvagens, um homem supria as necessidades de quatro ou cinco pessoas, ou seja, tinha uma produtividade superior à de muitos camponeses europeus. Além disso, o tempo gasto com a procura de alimentos não excedia a média de três horas diárias, para uma produção alimentar bastante equilibrada e que ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).
(Claude Lévi-Strauss. Somos todos canibais, 2022. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Acreditou-se por muito tempo que, deixando-se de lado a Revolução Industrial, a produção de bens de consumo nunca aumentou de forma tão rápida e robusta quanto por obra da invenção da agricultura. Graças à agricultura, pensava-se, os grupos humanos puderam tornar-se sedentários e assegurar uma provisão regular, conservando os grãos. Como dispunham de excedentes, as sociedades puderam dar-se ao luxo de manter indivíduos ou classes - chefes, nobres, sacerdotes, artesãos - que não participavam da produção de alimentos. No espaço de quatro ou cinco milênios, a impulsão dada pela agricultura e mantida por ela teria levado os homens de um modo de vida precário, ameaçado pela fome, a uma existência estável, primeiro em aldeias e finalmente em impérios.
Essas eram as visões que prevaleciam até recentemente. Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas. Pesquisas entre os povos sem agricultura, voltadas para questões como tempo de trabalho, produtividade e valor nutricional dos alimentos, demonstram que a maior parte deles leva uma vida confortável. Meios geográficos que, por ignorância de seus recursos naturais, julgávamos miseráveis reservam para aqueles que ali vivem grande quantidade de espécies vegetais muito apropriadas para a alimentação. Descobriu-se, por exemplo, que os indígenas das regiões desérticas da Califórnia, onde hoje uma pequena população branca subsiste com dificuldade, consumiam uma grande variedade de plantas selvagens de alto valor nutritivo.
Calculou-se que, entre os povos que viviam da caça e da coleta de produtos selvagens, um homem supria as necessidades de quatro ou cinco pessoas, ou seja, tinha uma produtividade superior à de muitos camponeses europeus. Além disso, o tempo gasto com a procura de alimentos não excedia a média de três horas diárias, para uma produção alimentar bastante equilibrada e que ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).
(Claude Lévi-Strauss. Somos todos canibais, 2022. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Acreditou-se por muito tempo que, deixando-se de lado a Revolução Industrial, a produção de bens de consumo nunca aumentou de forma tão rápida e robusta quanto por obra da invenção da agricultura. Graças à agricultura, pensava-se, os grupos humanos puderam tornar-se sedentários e assegurar uma provisão regular, conservando os grãos. Como dispunham de excedentes, as sociedades puderam dar-se ao luxo de manter indivíduos ou classes - chefes, nobres, sacerdotes, artesãos - que não participavam da produção de alimentos. No espaço de quatro ou cinco milênios, a impulsão dada pela agricultura e mantida por ela teria levado os homens de um modo de vida precário, ameaçado pela fome, a uma existência estável, primeiro em aldeias e finalmente em impérios.
Essas eram as visões que prevaleciam até recentemente. Hoje, essa reconstrução simples e grandiosa da história humana jaz em ruínas. Pesquisas entre os povos sem agricultura, voltadas para questões como tempo de trabalho, produtividade e valor nutricional dos alimentos, demonstram que a maior parte deles leva uma vida confortável. Meios geográficos que, por ignorância de seus recursos naturais, julgávamos miseráveis reservam para aqueles que ali vivem grande quantidade de espécies vegetais muito apropriadas para a alimentação. Descobriu-se, por exemplo, que os indígenas das regiões desérticas da Califórnia, onde hoje uma pequena população branca subsiste com dificuldade, consumiam uma grande variedade de plantas selvagens de alto valor nutritivo.
Calculou-se que, entre os povos que viviam da caça e da coleta de produtos selvagens, um homem supria as necessidades de quatro ou cinco pessoas, ou seja, tinha uma produtividade superior à de muitos camponeses europeus. Além disso, o tempo gasto com a procura de alimentos não excedia a média de três horas diárias, para uma produção alimentar bastante equilibrada e que ultrapassava 2 mil calorias por pessoa (média que inclui crianças e idosos).
(Claude Lévi-Strauss. Somos todos canibais, 2022. Adaptado)
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