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Foram encontradas 50 questões.

2241265 Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Com base na legislação vigente, uma prefeitura, ao verificar se o montante da despesa total com pessoal se encontra dentro do limite determinado, não deverá considerar no cômputo do montante referido, entre outros, o seguinte item de gasto:

 

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2241199 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Analise as informações abaixo para responder à questão:

O balanço financeiro, elaborado em 31/12/2014, por uma prefeitura, apresentava a seguinte estrutura (em reais):

INGRESSOS

DISPÊNDIOS

Receitas Orçamentárias

Ordinárias 20.600,00

Vinculadas 7.500,00

Recebimentos Extraorçamentários

Restos a Pagar Inscritos 1.500,00

Saldo Inicial

Bancos 1.800,00

Despesas Orçamentárias

Ordinárias 21.700,00

Vinculadas 6.900,00

Pagamentos Extraorçamentários

Restos a Pagar Pagos 300,00

Saldo Final

Bancos 2.500,00

TOTAL 31.400,00

TOTAL 31.400,00

Pode-se afirmar que o resultado financeiro do exercício foi:

 

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2241079 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Em 01/08/2011, uma empresa comercial revendedora de mercadorias adquiriu um caminhão por R$ 70.000,00. Na ocasião, contratou um frete pagando pelo transporte R$ 5.000,00. A administração estimou a vida útil do caminhão em cinco anos com um valor residual de 10%. Sabendo-se ainda que esse foi recebido e colocado em uso no mesmo dia da aquisição; o método da depreciação foi o das cotas constantes; e que até o final do exercício não sofreu alteração de preço no mercado, o valor contábil do veículo em 31/12/2014 era igual a:

 

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2241077 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Para responder à questão, considere as disposições da Lei Orgânica do Município de Saquarema.

A aposentadoria compulsória do servidor público municipal se dará:

 

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2241055 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

NÁUFRAGOS DA MODERNIDADE LÍQUIDA

Qual o próximo centro financeiro? Nos séculos XIII e XIV, foi Bruges, com o advento do mercantilismo(a); nos séculos XIV a XVI, Veneza, com suas corporações marítimas e a conquista do Oriente; no século XVI, Antuérpia, graças à revolução gráfica de Gutenberg.

Em fins do século XVI e início do XVII, foi Gênova, verdadeiro paraíso fiscal;(b) nos séculos XVIII e XIX, Londres, devido à máquina a vapor e à Revolução Industrial; na primeira metade do século XX, Nova York, com o uso da energia elétrica; na segunda, Los Angeles, com o Vale do Silício. Qual será o próximo?

Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China, a crise ecológica afeta sua qualidade de vida. Caminhamos para um mundo policêntrico, com múltiplos centros regionais de poder.

A agricultura se industrializa, a urbanização invade a zona rural, o tempo é mercantilizado. Há o risco de, no futuro, todos os serviços serem pagos: educação, saúde, segurança e lazer.

Torna-se difícil distinguir entre trabalho, consumo, transporte, lazer e estudo. A vida urbana comprime multidões e, paradoxalmente, induz a solidão. O salário se gasta predominantemente em compra de serviços: educação, saúde, transporte e segurança(c).

Antes de 2030, todos se conectarão a todas as redes de informação por infraestruturas de alta fluidez, móveis e fixas, do tipo Google.(d) A nanotecnologia produzirá computadores cada vez menores e portáteis. Multiplicar-se-ão os robôs domésticos.

O mundo envelhece. As cidades crescem. Se, de um lado, escasseiam bens insubstituíveis, de outro, produzem-se tecnologias que facilitam a redução do consumo de energia, o tratamento do lixo, o replanejamento das cidades e dos transportes.

O tempo se torna a única verdadeira raridade. Gasta-se menos tempo para produzir e mais para consumir. Assim, o tempo que um computador requer para ser confeccionado não se compara com aquele que o usuário dedicará para usá-lo.

Os produtos postos no mercado são “cronófagos”, isto é, devoram o tempo das pessoas. Basta observar como se usa o telefone celular. Objeto de multiuso, cada vez mais ele se impõe como sujeito com o poder de absorver o nosso tempo, a nossa atenção, até mesmo a nossa devoção.

Ainda que cercados de pessoas, ao desligar o celular nos sentimos exilados em uma ilha virtual. Do outro lado da janelinha eletrônica, o capital investido nas operadoras agradece tão veloz retorno...

Náufragos da modernidade líquida, há uma luta a se travar no que se refere à subjetividade(e): deixar-se devorar pelas garras do polvo tecnológico, que nos cerca por todos os lados, ou ousar exercer domínio sobre o tempo pessoal e reservar algumas horas à meditação, ao estudo, às amizades e à ociosidade amorosa. Há que decidir!

Frei Betto (http://domtotal.com/blog/)

O avanço da mercantilização da vida atualmente está explicitado em:

 

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2241043 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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No exercício de 2014, uma secretaria municipal, para atender ao seu programa de trabalho, recebeu uma dotação orçamentária de R$ 80.000,00. Durante o exercício, efetuou as seguintes transações:

- empenho de despesas................ R$ 72.000,00

- liquidação de despesas.............. R$ 60.000,00

- pagamento de despesas............. R$ 44.000,00

Sabendo-se ainda que durante o exercício não foi autorizado e nem aberto qualquer crédito adicional, e em 31/12 nenhum empenho foi considerado insubsistente, e que havia disponibilidade financeira para atender as obrigações de curto prazo, o montante inscrito em restos a pagar foi igual a:

 

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2241025 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

NÁUFRAGOS DA MODERNIDADE LÍQUIDA

Qual o próximo centro financeiro? Nos séculos XIII e XIV, foi Bruges, com o advento do mercantilismo; nos séculos XIV a XVI, Veneza, com suas corporações marítimas e a conquista do Oriente; no século XVI, Antuérpia, graças à revolução gráfica de Gutenberg.

Em fins do século XVI e início do XVII, foi Gênova, verdadeiro paraíso fiscal; nos séculos XVIII e XIX, Londres, devido à máquina a vapor e à Revolução Industrial; na primeira metade do século XX, Nova York, com o uso da energia elétrica; na segunda, Los Angeles, com o Vale do Silício. Qual será o próximo?

Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China, a crise ecológica afeta sua qualidade de vida. Caminhamos para um mundo policêntrico, com múltiplos centros regionais de poder.

A agricultura se industrializa, a urbanização invade a zona rural, o tempo é mercantilizado. Há o risco de, no futuro, todos os serviços serem pagos: educação, saúde, segurança e lazer.

Torna-se difícil distinguir entre trabalho, consumo, transporte, lazer e estudo. A vida urbana comprime multidões e, paradoxalmente, induz a solidão. O salário se gasta predominantemente em compra de serviços: educação, saúde, transporte e segurança.

Antes de 2030, todos se conectarão a todas as redes de informação por infraestruturas de alta fluidez, móveis e fixas, do tipo Google. A nanotecnologia produzirá computadores cada vez menores e portáteis. Multiplicar-se-ão os robôs domésticos.

O mundo envelhece. As cidades crescem. Se, de um lado, escasseiam bens insubstituíveis, de outro, produzem-se tecnologias que facilitam a redução do consumo de energia, o tratamento do lixo, o replanejamento das cidades e dos transportes.

O tempo se torna a única verdadeira raridade. Gasta-se menos tempo para produzir e mais para consumir. Assim, o tempo que um computador requer para ser confeccionado não se compara com aquele que o usuário dedicará para usá-lo.

Os produtos postos no mercado são “cronófagos”, isto é, devoram o tempo das pessoas. Basta observar como se usa o telefone celular. Objeto de multiuso, cada vez mais ele se impõe como sujeito com o poder de absorver o nosso tempo, a nossa atenção, até mesmo a nossa devoção.

Ainda que cercados de pessoas, ao desligar o celular nos sentimos exilados em uma ilha virtual. Do outro lado da janelinha eletrônica, o capital investido nas operadoras agradece tão veloz retorno...

Náufragos da modernidade líquida, há uma luta a se travar no que se refere à subjetividade: deixar-se devorar pelas garras do polvo tecnológico, que nos cerca por todos os lados, ou ousar exercer domínio sobre o tempo pessoal e reservar algumas horas à meditação, ao estudo, às amizades e à ociosidade amorosa. Há que decidir!

Frei Betto (http://domtotal.com/blog/)

Em “Ainda que cercados de pessoas”, o elemento destacado expressa valor semântico de:

 

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2241010 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
Provas:

Analise as informações abaixo para responder à questão:

O balanço financeiro, elaborado em 31/12/2014, por uma prefeitura, apresentava a seguinte estrutura (em reais):

INGRESSOS

DISPÊNDIOS

Receitas Orçamentárias

Ordinárias 20.600,00

Vinculadas 7.500,00

Recebimentos Extraorçamentários

Restos a Pagar Inscritos 1.500,00

Saldo Inicial

Bancos 1.800,00

Despesas Orçamentárias

Ordinárias 21.700,00

Vinculadas 6.900,00

Pagamentos Extraorçamentários

Restos a Pagar Pagos 300,00

Saldo Final

Bancos 2.500,00

TOTAL 31.400,00

TOTAL 31.400,00

Com base ainda nesses mesmos dados, pode-se concluir que o valor das despesas pagas do exercício foi igual a:

 

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2241007 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

NÁUFRAGOS DA MODERNIDADE LÍQUIDA

Qual o próximo centro financeiro? Nos séculos XIII e XIV, foi Bruges, com o advento do mercantilismo; nos séculos XIV a XVI, Veneza, com suas corporações marítimas e a conquista do Oriente; no século XVI, Antuérpia, graças à revolução gráfica de Gutenberg.

Em fins do século XVI e início do XVII, foi Gênova, verdadeiro paraíso fiscal; nos séculos XVIII e XIX, Londres, devido à máquina a vapor e à Revolução Industrial; na primeira metade do século XX, Nova York, com o uso da energia elétrica; na segunda, Los Angeles, com o Vale do Silício. Qual será o próximo?

Tudo indica que o poderio econômico dos EUA tende a encolher, suas empresas perdem mercados para a China, a crise ecológica afeta sua qualidade de vida. Caminhamos para um mundo policêntrico, com múltiplos centros regionais de poder.

A agricultura se industrializa, a urbanização invade a zona rural, o tempo é mercantilizado. Há o risco de, no futuro, todos os serviços serem pagos: educação, saúde, segurança e lazer.

Torna-se difícil distinguir entre trabalho, consumo, transporte, lazer e estudo. A vida urbana comprime multidões e, paradoxalmente, induz a solidão. O salário se gasta predominantemente em compra de serviços: educação, saúde, transporte e segurança.

Antes de 2030, todos se conectarão a todas as redes de informação por infraestruturas de alta fluidez, móveis e fixas, do tipo Google. A nanotecnologia produzirá computadores cada vez menores e portáteis. Multiplicar-se-ão os robôs domésticos.

O mundo envelhece. As cidades crescem. Se, de um lado, escasseiam bens insubstituíveis, de outro, produzem-se tecnologias que facilitam a redução do consumo de energia, o tratamento do lixo, o replanejamento das cidades e dos transportes.

O tempo se torna a única verdadeira raridade. Gasta-se menos tempo para produzir e mais para consumir. Assim, o tempo que um computador requer para ser confeccionado não se compara com aquele que o usuário dedicará para usá-lo.

Os produtos postos no mercado são “cronófagos”, isto é, devoram o tempo das pessoas. Basta observar como se usa o telefone celular. Objeto de multiuso, cada vez mais ele se impõe como sujeito com o poder de absorver o nosso tempo, a nossa atenção, até mesmo a nossa devoção.

Ainda que cercados de pessoas, ao desligar o celular nos sentimos exilados em uma ilha virtual. Do outro lado da janelinha eletrônica, o capital investido nas operadoras agradece tão veloz retorno...

Náufragos da modernidade líquida, há uma luta a se travar no que se refere à subjetividade: deixar-se devorar pelas garras do polvo tecnológico, que nos cerca por todos os lados, ou ousar exercer domínio sobre o tempo pessoal e reservar algumas horas à meditação, ao estudo, às amizades e à ociosidade amorosa. Há que decidir!

Frei Betto (http://domtotal.com/blog/)

A pergunta “Qual o próximo centro financeiro?” sugere a antecipação da seguinte ideia:

 

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2241003 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A Empresa Comercial Ltda., em 30 de setembro de 2014, efetuou o inventário de estoque de mercadorias para revenda, apurando a existência de 40 unidades a R$ 22,50 cada uma. Durante o mês de outubro, adquiriu 100 unidades ao preço unitário de R$ 27,00 e realizou venda de 95 unidades. Sabendo-se:

I- a empresa adota o método PEPS na avaliação do seu estoque;

II- das vendas realizadas no mês, 20 unidades foram devolvidas;

III- as operações estavam isentas de impostos.

Com essas informações, o custo das mercadorias vendidas, apurado em 31 de outubro de 2014, foi igual a:

 

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