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Recreação (em inglês, recreation) tem sua etimologia no termo latino recreare, que significa recrear, reproduzir, renovar. Geralmente, confunde-se com turismo, lazer e entretenimento. Na recreação, o único objetivo que se busca é o ato de recrear-se, o alívio das tensões diárias e o aspecto lúdico. Este último significa:
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França e Portugal foram as primeiras regiões a formatarem roteiros de visitas em que fosse possível conhecer sobre o processo de produção do vinho para atendimento ao público que aprecia ou consome o produto. Mas, quando as visitas a locais onde se produziam vinhos passaram a ser consideradas como atrativo- âncora de roteiro que se utilizou a terminologia:
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Mesmo em mercados monopolistas ou oligopolistas, não necessariamente as empresas envolvidas deterão poder sobre este mercado. A constante ameaça de uma eventual entrada de novas empresas por si só cria um ambiente de competição. Um exemplo foi o que ocorreu entre os aeroportos de Londres. Durante muitos anos, o aeroporto de Heathrow dominou a rota entre Londres e Dublin, na República da Irlanda. No entanto, como a autoridade aeronáutica inglesa (CAA) oferece um ambiente de baixa regulamentação, a entrada de novas empresas aéreas de baixo custo foi possível. Nos casos em que barreiras de entrada e saída destes mercados são baixas, tem-se o que se chama:
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Existem três tipos de organismos de turismo. Aquele em que o organismo oficial de turismo tem participação oficial e privada na constituição de seu capital, pequeno vínculo com entidades públicas e possui direção amparada por um conselho, é do tipo:
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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES
Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum(a). A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos(b). Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício(c). O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade(d). Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo(e). Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.
Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)
A frase que melhor sintetiza a primeira grande transformação apresentada pelo autor é:
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A sigla R.S.V.P. utilizada em convites significa uma forma de solicitação para:
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A pós-modernidade é a faceta cultural da sociedade pós-industrial e está diretamente ligada às novas formas de ver o mundo. A pós-modernidade forçou uma reestruturação das cidades e dos destinos turísticos, levando-os a se adaptarem às novas tendências dos grupos consumidores. No pós- turismo, existem os grandes centros de diversão, não somente em parques, mas também nas cidades. Esses locais são chamados de:
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Nos eventos como um todo, é bastante comum o hasteamento de bandeiras. E, no turismo, não é diferente. Quando há o hasteamento das bandeiras Nacional, Estadual e Municipal, deve-se colocá-las de acordo com os mastros afixados para esta finalidade. A bandeira Nacional, em relação as outras, é colocada:
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Zabala tem afirmado que, se a realidade, como objeto de estudo, é o nexo comum dos métodos globalizadores, também o é a necessidade de criar as condições que permitam que o aluno esteja motivado para a aprendizagem e que seja capaz de compreender e aplicar os conhecimentos adquiridos. Assim, os conteúdos são funcionais e significativos se:
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Uma classificação utilizada para entender o perfil dos turistas considera a existência de dois tipos básicos de turistas: aqueles com perfil aventureiro e aqueles com perfil dependente, se for considerada a forma como escolhem os destinos de suas viagens. O perfil aventureiro e o perfil dependente também são chamados, respectivamente, como:
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