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Um médico receitou ao paciente três diferentes medicamentos. O primeiro deve ser tomado de 6 em 6 horas, o segundo de 8 em 8 horas e o terceiro de 12 em 12 horas. Considere que o paciente inicie o tratamento tomando os três medicamentos, simultaneamente, em uma quarta-feira às 14h. Ele voltará a tomar os três medicamentos juntos novamente às:
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Pedro pretende criar uma senha de quatro letras diferentes usando as consoantes da palavra SAQUAREMA. O número máximo de senhas diferentes que ele poderá criar corresponde a:
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OS DIREITOS HUMANOS NAS ESCOLAS
Publicada pela Assembleia das Nações Unidas em 1948, na tentativa de cicatrizar as feridas abertas da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é, ao mesmo tempo, base sobre a qual se constroem as leis dos países e anseio distante para a realidade de boa parte do mundo. Nas escolas, ocorre algo similar: os direitos humanos fazem parte do currículo transversal obrigatório, mas são pouco lembrados no dia a dia.
“O perigo que se corre ao não praticar os direitos é que esses se transformem em letra morta”, afi rma Flávia Schilling, livre-docente da USP. Para ela, as iniciativas sobre o assunto nas escolas são recentes, porque o Brasil só começou a se aproximar dos objetivos há poucos anos. “O direito à educação universal, por exemplo, só passou a ser efetivamente buscado no fim dos anos 1990”, comenta.
Contrária ao enquadramento do tema como disciplina ou conteúdo formal, Flávia sugere que a questão seja trabalhada em projetos, aulas interdisciplinares e aplicada ao cotidiano. Situações não faltam no contexto escolar. Em parceria com o Instituto Vladimir Herzog, a Prefeitura de São Paulo publicou no início do ano cinco livros que debatem temas como bullying, homofobia, autoritarismo e solidariedade.
Flávia, da USP, propõe também a consulta da Declaração Universal diante dos assuntos polêmicos. “Todas as lutas contemporâneas estão presentes aí”, diz. O artigo 16º, por exemplo, refere-se ao casamento: “Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes”. Para a especialista, o texto pode ser usado tanto para falar de feminismo, costumes e religiosidade em diferentes países, quanto de casais homossexuais. “Há uma necessária relação entre o discurso dos direitos e sua vivência”, afirma a pesquisadora. À escola, fica reservado o duplo papel de apresentar a teoria e buscá-la na prática.
Cinthia Rodrigues (Extraído de: cartafundamental)
A sugestão da pesquisadora para incentivar o debate em torno dos direitos humanos nas escolas passa necessariamente por:
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Mariana é profissional de Atendimento Educacional Especializado de uma escola pública de ensino fundamental. Está aprendendo a Libras num curso organizado por uma instituição de Educação Superior. Na terceira aula, Mariana tem dúvida sobre quais são os parâmetros da Libras. O professor, então, responde apontando os cinco parâmetros a seguir:
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Perls divergiu de Freud a partir de uma visão holística e enfatizou, no processo psicoterapêutico, a autopercepção presente e imediata que o sujeito tem do seu meio. Dessa forma, na técnica da gestalt terapia, a investigação do passado do paciente tem como objetivo:
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O DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA
O desmatamento na Amazônia brasileira tem ocupado a agenda ambiental do país. No entanto, a problemática não se restringe apenas à Amazônia – todos os demais ecossistemas brasileiros sofrem com esse problema, em maior ou menor magnitude.
Há evidências de que a degradação florestal na Amazônia tem se ampliado nos últimos anos. Em setembro, foram registrados 587 quilômetros quadrados de novas áreas desmatadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados mostram que uma área comparada a 60 mil campos de futebol está sendo desmatada, mensalmente, na Amazônia. Tais valores não somente preocupam, mas também representam uma perda econômica e ambiental imensa para a sociedade brasileira.
O processo de ocupação da Amazônia desencadeou uma série de fatores indutores do desmatamento, dos quais se pode citar a expansão da pecuária e da fronteira agrícola, a indústria madeireira, os projetos de colonização, a abertura de novas estradas e outras infraestruturas, o sistema de concessão de direito de posse, o aumento populacional, a especulação por terras e o crescimento econômico regional, entre outros.
Os madeireiros são apontados por muitos como os principais indutores do desmatamento, mas a eles só interessam as espécies de maior valor comercial da floresta. Na verdade, deve recair sobre outras atividades o ônus maior, pois elas mudam o uso do solo, trocando a área com floresta por agricultura, pastagem, infraestrutura, hidroelétricas etc.
A pergunta que não encontra resposta é: por que o desmatamento não cessa?
As razões são inúmeras, mas a principal é o baixo valor que a sociedade, como um todo, atribui à floresta. Esse baixo valor associado a uma série de políticas equivocadas leva ao crescente desmatamento.
Mas o desmatamento tem solução? Sim. A primeira medida seria inverter essa lógica perversa e atribuir maior valor à floresta. Para isso, incentivos fiscais e creditícios poderiam ser repassados aos proprietários que praticam a conservação e a preservação da área. As ações que promovam o uso sustentável da floresta, como manejo florestal, ecoturismo e outras, devem ser estimuladas financeiramente com capital a custo e prazos compatíveis.
A certificação também poderia ser uma forma de valorizar os produtos da Amazônia, pois atesta aos consumidores que os mesmos estão sendo produzidos de forma sustentável e em áreas que não foram desmatadas. Além disso, políticas tributárias deveriam ser implementadas para desestimular o avanço crescente das fronteiras agrícolas sobre a floresta – estas alcançam uma eficácia superior às práticas de fiscalização e controle atualmente adotadas pelos governos estaduais e federal.
Outro ponto: a atual legislação que atribui aos proprietários de áreas na região da Amazônia legal a responsabilidade de manter 80% como reserva legal deve ser revista. Como a floresta é um bem público e de interesse de todos, a responsabilidade de preservá-la não pode recair apenas sobre o proprietário. Para assegurar a preservação, o governo deveria retomar as áreas devolutas e, com isso, ampliar as unidades de conservação de uso direto e indireto na região, atingindo assim cifras de áreas protegidas superiores às atuais.
Por fim, mas não menos relevante, o desmatamento no Brasil tem sido tratado de forma empírica e sem fundamentação científica. A teoria do “achismo” predomina. Já passou do momento de o governo, por meio de suas agências de fomento à pesquisa (CNPq, Capes, Finep etc.), lançar editais conclamando a comunidade científica a participar e a encontrar soluções para este problema de enorme prejuízo ambiental, econômico e social à nação.
HUMBERTO ANGELO Jornal do Brasil, 06/11/2008
Com base no primeiro parágrafo do texto, é possível afirmar que:
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O número !$ 1 + \sqrt{3} !$ é a raiz cúbica do número real z. Se !$ z = a + b \sqrt{3} !$, com !$ a\,e\,b\,\in\,R\ !$, o valor da soma (a +b) é:
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O transtorno de acumulação foi recentemente introduzido na 5a Edição do Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais da American Psychiatric Association (DSM-5). A prevalência pontual na população geral é de cerca de:
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Admita uma matriz quadrada de ordem dois dada por !$ A = { \begin{pmatrix} a_{11}\,\,\,a_{12}\\a_{21}\,\,\,a_{22} \end{pmatrix}} !$ , em que cada elemento aij dessa matriz representa o cosseno do ângulo !$ ( i + j) \pi !$ radianos. A matriz !$ A^2 !$, isto é A.A, está indicada corretamente na seguinte opção:
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Dentre os principais sintomas do Diabetes mellitus não se inclui:
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