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2241180 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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As definições conceituais dos Parâmetros Curriculares Nacionais, bem como a estrutura do documento, são pautadas nos objetivos gerais do Ensino Fundamental. Estes objetivos estabelecem capacidades relativas aos:

 

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2241179 Ano: 2015
Disciplina: Direito Penal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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As infrações penais previstas na Lei Federal de Crimes Ambientais, Lei nº 9.605/1998, serão processadas por meio de ação penal da seguinte espécie:

 

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2241178 Ano: 2015
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Considerando o disposto na Resolução nº 109/2009 do Conselho Nacional de Assistência Social, a qual aprova a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, pode-se considerar como um Serviço de Proteção Social Especial de Média Complexidade o:

 

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2241177 Ano: 2015
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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São elementos que contribuem para a função articulatória por, entre outras, ligar as câmaras oral e nasal para a produção dos sons nasais, a musculatura acessória e:

 

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2241176 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A articulação metatarsofalangeana é formada por extremidades distal e proximal denominadas:

 

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2241175 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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TECNOLOGIA E INFÂNCIA COMBINAM?

Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas. Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não a tevê ou a horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.

Um estudo americano, de 2013, revela que 38% das crianças com menos de 2 anos utilizavam gadgets1, ante 10%, em 2011.(a) Na faixa etária de 2 a 4 anos, o índice subiu de 39% para 80% nesse mesmo intervalo de tempo e, de 5 a 8 anos, de 52% para 83%.

Dados como esses têm suscitado a seguinte questão: o uso prematuro de tecnologia beneficia ou prejudica o desenvolvimento da criança?(b) “Tudo depende do uso que pais e educadores fazem deles”, responde Andréa Jotta, psicóloga da PUC-SP. “Óbvio que se você oferecer aplicativos que estão de acordo com a faixa etária da criança isso vai despertar o interesse dela e até aí tudo bem. Mas começa a ser ruim quando algo da rotina dela passa a ser vinculado ao uso da tecnologia. Por exemplo, a criança só almoça ou só dorme depois que vê uma historinha no tablet(c), explica.

Neurologista no Hospital Pequeno Príncipe, Antonio Carlos de Farias manifesta opinião semelhante. Para ele, não se trata de malefícios intrínsecos aos dispositivos eletrônicos(d), mas da quantidade de tempo que é despendido em seu uso. “É aquela história da diferença entre o remédio e o veneno. Tem de saber dosar, estabelecer um tempo adequado para cada faixa etária”, diz.

Para Luciano Meira, consultor em educação e multimídia do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), longe de proibir o uso, o mais adequado é que pais e educadores possam apoiá-lo, orientá-lo. “É a mesma coisa com a tevê. Mas, pelo menos, no caso do tablet e outros aparelhos parecidos, há responsividade, uma arquitetura de engajamento, uma imersão em um ambiente mais dinâmico”, pondera. Segundo Meira, não se trata de dar um tablet na mão da criança e estabelecer um tempo de uso. “É preciso ter bom senso e não se apropriar da tecnologia de maneira aleatória(e), mas por meio de uma apropriação dialogada, que visa uma aprendizagem”, alerta.

Na escola, a preocupação deve ser a mesma. “A tecnologia é parte da rotina delas e isso é irreversível, não adianta nadar contra a maré. Eu não posso fazer uma dicotomia entre o que a criança vivencia lá fora e o que a escola apresenta. Essa dicotomia faz com que a criança se desmotive”, defende Quézia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para ela, o ponto-chave da questão é o equilíbrio. “Quando eu coloco o tablet, por exemplo, como a única ferramenta a orientar o processo de alfabetização, isso não é legal. É bom que ela tenha a oportunidade de manusear essa ferramenta, mas uma criança de 3 anos precisa de outros estímulos psicomotores. É preciso prepará-la para a escrita, para segurar um lápis, fazer um recorte e explorar o espaço do papel.”

Essa preocupação é endossada por Rodrigo Nejm, diretor da SaferNet. “Temos acompanhado esse movimento de incorporação dos tablets na Educação Infantil e vemos que têm algumas escolas que fazem isso por uma questão de marketing, para apresentar isso como um diferencial”, conta. Apesar desses casos, Nejm apoia a tendência.

Entre as recomendações dos especialistas, está evitar o uso por mais de uma hora contínua. “Ficar três, quatro horas conectado direto é péssimo. No máximo, uma hora. Pode até ficar mais se fizer o uso em mais de um turno”, aconselha Farias. Outro aspecto que precisa ser considerado é o horário em que o dispositivo tecnológico é utilizado. Por exemplo, ficar no tablet antes de dormir causa estímulo visual excessivo, o que prejudica o sono. “Mas o mais importante é passar para as famílias e educadores que o tablet ou qualquer outro recurso tecnológico não são babá eletrônica. Ou seja, não pode cair naquela coisa de dar o aparelho quando precisam de silêncio”, aponta o neurologista.

Vocabulário: 1 gadgets: dispositivo com função específica e útil no cotidiano, a exemplo de celulares entre outros aparelhos.

Thais Paiva (cartafundamental.com.br)

O trecho que expressa uma orientação clara dos especialistas aos familiares é:

 

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2241174 Ano: 2015
Disciplina: Turismo
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

A interpretação do patrimônio para os visitantes é considerada como ferramenta educacional e estratégia para o desenvolvimento dos produtos/destinos turísticos, pois contribui para uma melhor compreensão e apreciação da experiência turística e, ao mesmo tempo, coopera para a valorização do próprio atrativo indutor da visita. Um plano interpretativo incorpora as várias vozes da comunidade, estabelece uma rede de descobertas para a fruição de moradores e visitantes, ampliando as possibilidades para o “uso” e o desenvolvimento turístico. O planejamento para a interpretação turística compreende as seguintes quatro dimensões:

 

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2241173 Ano: 2015
Disciplina: Geologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O método da Resistividade Elétrica é uma técnica de investigação geofísica que pode ser utilizada para:

 

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2241172 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Observe a figura a seguir:

Enunciado 3208744-1

A associação correta entre o número da corrente marítima assinalada no mapa, o seu nome, a temperatura de suas águas, e uma influência nas condições climáticas continentais está presente em:

 

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2241171 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O sedentarismo é considerado como um estado degenerativo que pode estar diretamente relacionado com o maior aparecimento de:

 

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