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2241200 Ano: 2015
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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As trocas verbais, seus contextos de produção, a cumplicidade e a intimidade entre os participantes, a interpretação que o adulto faz da fala da criança são ferramentas fundamentais para o processo de:

 

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2241199 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Analise as informações abaixo para responder à questão:

O balanço financeiro, elaborado em 31/12/2014, por uma prefeitura, apresentava a seguinte estrutura (em reais):

INGRESSOS

DISPÊNDIOS

Receitas Orçamentárias

Ordinárias 20.600,00

Vinculadas 7.500,00

Recebimentos Extraorçamentários

Restos a Pagar Inscritos 1.500,00

Saldo Inicial

Bancos 1.800,00

Despesas Orçamentárias

Ordinárias 21.700,00

Vinculadas 6.900,00

Pagamentos Extraorçamentários

Restos a Pagar Pagos 300,00

Saldo Final

Bancos 2.500,00

TOTAL 31.400,00

TOTAL 31.400,00

Pode-se afirmar que o resultado financeiro do exercício foi:

 

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2241198 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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No gerenciador de arquivos do Windows 8.1 BR, um funcionário de nível médio da Prefeitura Municipal de Saquarema acessou a pasta Enunciado 3209219-1 no disco referenciado como Enunciado 3209219-2. Para selecionar todos os arquivos armazenados nesta pasta, ele selecionou Enunciado 3209219-3 e levando o cursor do mouse sobre o nome do último arquivo - Enunciado 3209219-4, pressionou simultaneamente uma tecla de controle. O resultado é mostrado na figura abaixo, com todos os arquivos selecionados.

Enunciado 3209219-5

A tecla de controle pressionada foi:

 

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2241197 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais têm o objetivo de auxiliar o professor na execução de seu trabalho, compartilhando seu esforço diário de fazer com que as crianças dominem os conhecimentos de que necessitam para crescerem como cidadãos plenamente reconhecidos e conscientes de seu papel em nossa sociedade. Compreendem as áreas de conhecimento dos PCN do Ensino Fundamental:

 

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2241196 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Quanto à utilização de ácidos graxos pela mitocôndria, em exercícios de intensidade moderada/baixa, a melhor opção para mobilização de gordura corporal durante uma sessão de treinamento físico é:

 

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2241195 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Os nutrientes envolvidos diretamente na hematopoiese são:

 

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2241194 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A fratura que se manisfesta de maneira isolada, por carga sobre margem posterior da epífise tibial distal, pé em hiperfl exão plantar e astrágalo contra a margem da tíbia é denominada como:

 

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2241193 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Uma barra de seção transversal quadrada, com lados iguais a 20cm e comprimento total de 1,0 m, é constituída por aço-carbono com módulo de elasticidade igual a 200.000 MPa. Essa barra é tracionada, em uma das extremidades, e possui a outra extremidade engastada. Desprezando a ação de qualquer outro esforço e admitindo-se que a tensão máxima resistida pela barra vale 500 MPa, o máximo deslocamento admissível na extremidade livre é de 2,5 mm e que o fator de segurança adotado no projeto vale 2,0, a máxima tração resistida por essa barra vale:

 

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2241192 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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QUEM RI DO QUÊ?

Uma das grandes contribuições da ciência linguística foi provar a existência de traços universais, presentes em todas as línguas humanas. E poderia ser diferente? Afinal, todos os humanos, apesar de diferenças externas, superficiais (cor da pele, formato dos olhos, textura do cabelo), são biologicamente uma única espécie, dotada das mesmas potencialidades cognitivas, já que o cérebro é o mesmo. Por isso, o grande Lévi-Strauss pôde elaborar uma antropologia que identificava o que há de comum, de similar e de universal nas culturas humanas, apesar das aparentes diferenças.

Com isso, aprendemos que as línguas passam pelas mesmas etapas em suas transformações. A mudança linguística é um processo sociocognitivo, isto é, ela se deve a fatores sociais (variação dialetal, contatos entre falantes de línguas diferentes etc.) e a processamentos mentais (analogia, reanálise, metáfora, metonímia, abdução etc.) e ocorre ininterruptamente. Só que ocorre, em cada língua, com ritmos diferentes.

Para o senso comum, porém, herdeiro de uma visão arcaica e pré- científica de linguagem, surgida no mundo grego no século III a.C., a mudança linguística representa a “corrupção” e a “degradação” da língua, sempre identificada exclusivamente com a língua escrita dos grandes escritores, como se não existisse a língua falada e como se a escrita não se manifestasse também em outros tipos e gêneros textuais.

Essa ideologia preconceituosa impede que as pessoas (inclusive profissionais da linguagem, professores de línguas e, algumas vezes, até linguistas!) percebam fenômenos interessantíssimos que servem (ou deveriam servir) de base para muitas deduções importantes sobre o funcionamento das línguas. A cegueira (e a surdez) linguística se enraizou profundamente na cultura ocidental e os cento e poucos anos de vida de uma verdadeira ciência da linguagem ainda não foram suficientes para abrir as mentes, os ouvidos e os olhos da maioria das pessoas sobre o assunto.

Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única forma diferente das outras é a da 3a pessoa do singular, que ganha um -s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you, we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he, she, it, we, you they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada.

Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you/ he / she / it/ we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você / ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava… O fenômeno linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno — e só ela — é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo!

Marcos Bagno (Revista Caros Amigos)

No quarto parágrafo, a palavra “essa” tem a função coesiva de:

 

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2241191 Ano: 2015
Disciplina: Turismo
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Todos os bens e serviços que estão à disposição dos consumidores turistas, por um dado preço em um determinado período de tempo, podem ser caracterizados como:

 

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