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Foram encontradas 1.836 questões.

2240968 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Segundo Mondelli (1988), sobre as partes constituintes das cavidades, é correto afirmar que:

 

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2240967 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A lei que regulamenta a profissão do intérprete de Libras entrou em vigor em:

 

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2240966 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

A arte gótica trouxe a luz e a cor para o interior das catedrais, por meio de grandes composições artesanais denominadas:

 

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2240965 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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TECNOLOGIA E INFÂNCIA COMBINAM?

Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas. Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não a tevê ou a horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.

Um estudo americano, de 2013, revela que 38% das crianças com menos de 2 anos utilizavam gadgets1, ante 10%, em 2011. Na faixa etária de 2 a 4 anos, o índice subiu de 39% para 80% nesse mesmo intervalo de tempo e, de 5 a 8 anos, de 52% para 83%.

Dados como esses têm suscitado a seguinte questão: o uso prematuro de tecnologia benefi cia ou prejudica o desenvolvimento da criança? “Tudo depende do uso que pais e educadores fazem deles”, responde Andréa Jotta, psicóloga da PUC-SP. “Óbvio que se você oferecer aplicativos que estão de acordo com a faixa etária da criança isso vai despertar o interesse dela e até aí tudo bem. Mas começa a ser ruim quando algo da rotina dela passa a ser vinculado ao uso da tecnologia. Por exemplo, a criança só almoça ou só dorme depois que vê uma historinha no tablet”, explica.

Neurologista no Hospital Pequeno Príncipe, Antonio Carlos de Farias manifesta opinião semelhante. Para ele, não se trata de malefícios intrínsecos aos dispositivos eletrônicos, mas da quantidade de tempo que é despendido em seu uso. “É aquela história da diferença entre o remédio e o veneno. Tem de saber dosar, estabelecer um tempo adequado para cada faixa etária”, diz.

Para Luciano Meira, consultor em educação e multimídia do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), longe de proibir o uso, o mais adequado é que pais e educadores possam apoiá-lo, orientá-lo. “É a mesma coisa com a tevê. Mas, pelo menos, no caso do tablet e outros aparelhos parecidos, há responsividade, uma arquitetura de engajamento, uma imersão em um ambiente mais dinâmico”, pondera. Segundo Meira, não se trata de dar um tablet na mão da criança e estabelecer um tempo de uso. “É preciso ter bom senso e não se apropriar da tecnologia de maneira aleatória, mas por meio de uma apropriação dialogada, que visa uma aprendizagem”, alerta.

Na escola, a preocupação deve ser a mesma. “A tecnologia é parte da rotina delas e isso é irreversível, não adianta nadar contra a maré. Eu não posso fazer uma dicotomia entre o que a criança vivencia lá fora e o que a escola apresenta. Essa dicotomia faz com que a criança se desmotive”, defende Quézia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para ela, o ponto-chave da questão é o equilíbrio. “Quando eu coloco o tablet, por exemplo, como a única ferramenta a orientar o processo de alfabetização, isso não é legal. É bom que ela tenha a oportunidade de manusear essa ferramenta, mas uma criança de 3 anos precisa de outros estímulos psicomotores. É preciso prepará-la para a escrita, para segurar um lápis, fazer um recorte e explorar o espaço do papel.”

Essa preocupação é endossada por Rodrigo Nejm, diretor da SaferNet. “Temos acompanhado esse movimento de incorporação dos tablets na Educação Infantil e vemos que têm algumas escolas que fazem isso por uma questão de marketing, para apresentar isso como um diferencial”, conta. Apesar desses casos, Nejm apoia a tendência.

Entre as recomendações dos especialistas, está evitar o uso por mais de uma hora contínua. “Ficar três, quatro horas conectado direto é péssimo. No máximo, uma hora. Pode até ficar mais se fizer o uso em mais de um turno”, aconselha Farias. Outro aspecto que precisa ser considerado é o horário em que o dispositivo tecnológico é utilizado. Por exemplo, ficar no tablet antes de dormir causa estímulo visual excessivo, o que prejudica o sono. “Mas o mais importante é passar para as famílias e educadores que o tablet ou qualquer outro recurso tecnológico não são babá eletrônica. Ou seja, não pode cair naquela coisa de dar o aparelho quando precisam de silêncio”, aponta o neurologista.

Vocabulário: 1 gadgets: dispositivo com função específica e útil no cotidiano, a exemplo de celulares entre outros aparelhos.

Thais Paiva (cartafundamental.com.br)

A opinião relatada no terceiro parágrafo será reforçada na sequência. O par de palavras que melhor sintetiza essa opinião é:

 

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2240964 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Tradução e interpretação são conceitos que remetem a tarefas distintas. Considerando as diferenças entre o processo de interpretação e o de tradução, pode-se dizer que traduzir corresponde à atividade de:

 

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2240963 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Os sistemas agroflorestais – SAF – são classificados da seguinte forma:

 

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2240962 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A deformidade que se caracteriza pelo posicionamento invertido do calcâneo, alongando sua tuberosidade medial no momento do contato do pé no solo é conhecida por:

 

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2240961 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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O QUE ENSINAR EM LÍNGUA PORTUGUESA

Concepções de linguagem alteram modo de ensinar

Na década de 1970, uma nova transformação conceitual mudou as práticas escolares. A linguagem deixou de ser entendida apenas como a expressão do pensamento para ser vista também como um instrumento de comunicação, envolvendo um interlocutor e uma mensagem que precisa ser compreendida. Todos os gêneros passaram a ser vistos como importantes instrumentos de transmissão de mensagens: o aluno precisaria aprender as características de cada um deles para reproduzi-los na escrita e também para identificá-los nos textos lidos.

Ainda era essencial seguir um padrão preestabelecido, e qualquer anormalidade seria um ruído. Para contemplar a perspectiva, o acervo de obras estudadas acabou ampliado, já que o formato dos textos clássicos não servia de subsídio para a escrita de cartas, por exemplo.

Em pouco tempo, no entanto, as correntes acadêmicas avançaram mais. Mikhail Bakhtin (1895-1975) apresentou uma nova concepção de linguagem, a enunciativo- discursiva, que considera o discurso uma prática social e uma forma de interação - tese que vigora até hoje. A relação interpessoal, o contexto de produção dos textos, as diferentes situações de comunicação, os gêneros, a interpretação e a intenção de quem o produz passaram a ser peças-chave.

A expressão não era mais vista como uma representação da realidade, mas o resultado das intenções de quem a produziu e o impacto que terá no receptor. O aluno passou a ser visto como sujeito ativo, e não um reprodutor de modelos, e atuante - em vez de ser passivo no momento de ler e escutar.

http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/fundamentos/papel-letrasinteracao- social-432174.shtml?page=1

Sobre o termo los, utilizado no primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que é:

 

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2240960 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Na fase final de um teste de esforço progressivo, é alcançado um ponto no qual o ritmo de trabalho se modifica, mas o consumo de oxigênio não. A variável que identifica essa condição é conhecida como:

 

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2240959 Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá:

 

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