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2240958 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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TECNOLOGIA E INFÂNCIA COMBINAM?

Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas. Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não a tevê ou a horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.

Um estudo americano, de 2013, revela que 38% das crianças com menos de 2 anos utilizavam gadgets1, ante 10%, em 2011. Na faixa etária de 2 a 4 anos, o índice subiu de 39% para 80% nesse mesmo intervalo de tempo e, de 5 a 8 anos, de 52% para 83%.

Dados como esses têm suscitado a seguinte questão: o uso prematuro de tecnologia benefi cia ou prejudica o desenvolvimento da criança? “Tudo depende do uso que pais e educadores fazem deles”, responde Andréa Jotta, psicóloga da PUC-SP. “Óbvio que se você oferecer aplicativos que estão de acordo com a faixa etária da criança isso vai despertar o interesse dela e até aí tudo bem. Mas começa a ser ruim quando algo da rotina dela passa a ser vinculado ao uso da tecnologia. Por exemplo, a criança só almoça ou só dorme depois que vê uma historinha no tablet”, explica.

Neurologista no Hospital Pequeno Príncipe, Antonio Carlos de Farias manifesta opinião semelhante. Para ele, não se trata de malefícios intrínsecos aos dispositivos eletrônicos, mas da quantidade de tempo que é despendido em seu uso. “É aquela história da diferença entre o remédio e o veneno. Tem de saber dosar, estabelecer um tempo adequado para cada faixa etária”, diz.

Para Luciano Meira, consultor em educação e multimídia do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), longe de proibir o uso, o mais adequado é que pais e educadores possam apoiá-lo, orientá-lo. “É a mesma coisa com a tevê. Mas, pelo menos, no caso do tablet e outros aparelhos parecidos, há responsividade, uma arquitetura de engajamento, uma imersão em um ambiente mais dinâmico”, pondera. Segundo Meira, não se trata de dar um tablet na mão da criança e estabelecer um tempo de uso. “É preciso ter bom senso e não se apropriar da tecnologia de maneira aleatória, mas por meio de uma apropriação dialogada, que visa uma aprendizagem”, alerta.

Na escola, a preocupação deve ser a mesma. “A tecnologia é parte da rotina delas e isso é irreversível, não adianta nadar contra a maré. Eu não posso fazer uma dicotomia entre o que a criança vivencia lá fora e o que a escola apresenta. Essa dicotomia faz com que a criança se desmotive”, defende Quézia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para ela, o ponto-chave da questão é o equilíbrio. “Quando eu coloco o tablet, por exemplo, como a única ferramenta a orientar o processo de alfabetização, isso não é legal. É bom que ela tenha a oportunidade de manusear essa ferramenta, mas uma criança de 3 anos precisa de outros estímulos psicomotores. É preciso prepará-la para a escrita, para segurar um lápis, fazer um recorte e explorar o espaço do papel.”

Essa preocupação é endossada por Rodrigo Nejm, diretor da SaferNet. “Temos acompanhado esse movimento de incorporação dos tablets na Educação Infantil e vemos que têm algumas escolas que fazem isso por uma questão de marketing, para apresentar isso como um diferencial”, conta. Apesar desses casos, Nejm apoia a tendência.

Entre as recomendações dos especialistas, está evitar o uso por mais de uma hora contínua. “Ficar três, quatro horas conectado direto é péssimo. No máximo, uma hora. Pode até ficar mais se fizer o uso em mais de um turno”, aconselha Farias. Outro aspecto que precisa ser considerado é o horário em que o dispositivo tecnológico é utilizado. Por exemplo, ficar no tablet antes de dormir causa estímulo visual excessivo, o que prejudica o sono. “Mas o mais importante é passar para as famílias e educadores que o tablet ou qualquer outro recurso tecnológico não são babá eletrônica. Ou seja, não pode cair naquela coisa de dar o aparelho quando precisam de silêncio”, aponta o neurologista.

Vocabulário: 1 gadgets: dispositivo com função específica e útil no cotidiano, a exemplo de celulares entre outros aparelhos.

Thais Paiva (cartafundamental.com.br)

A maior complexidade a que a autora se refere no primeiro parágrafo se deve a:

 

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2240957 Ano: 2015
Disciplina: Psiquiatria
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A síndrome de Ekbom é subtipo especial do delírio:

 

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2240956 Ano: 2015
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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As vibrações ministradas para soltar as secreções pulmonares devem ser aplicadas durante a fase:

 

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2240955 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Segundo Pelosi, as pranchas de comunicação são dispositivos simples, que consistem de superfícies sobre as quais são dispostos os símbolos. Estes são personalizados considerando:

 

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2240954 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Um dos assuntos que vêm tomando centralidade se refere ao modo como o currículo do futuro professor (licenciaturas e pedagogia) deve ser modificado para que o Estado possa garantir escolas bilíngues para surdos. Essa preocupação tomou força a partir do seguinte Decreto Lei:

 

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2240953 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A matriz energética brasileira foi um dos assuntos discutidos com destaque na campanha presidencial de 2014, constando no programa de governo da quase totalidade dos candidatos presidenciáveis. Sobre a matriz energética brasileira, é correto afirmar que:

 

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2240952 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Uma ideia central para a compreensão das concepções de Vygotsky sobre o desenvolvimento humano como processo sócio-histórico é a ideia de mediação. Na visão do autor, o ser humano enquanto sujeito de conhecimento:

 

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2240951 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Para obter mão de obra e commodities baratas e desejando solucionar problemas causados por medidas protecionistas dos chamados anteriormente de “países em desenvolvimento”, as grandes empresas capitalistas migraram parte significativa de seu parque industrial produtivo para países periféricos, fazendo surgir, assim, uma internacionalização da produção. Esse processo descrito faz parte do seguinte contexto histórico:

 

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É PRECISO AVANÇAR NOS ESPAÇOS DE PODER PARA CHEGAR À

EQUIDADE DE GÊNERO

Em meio a muitas adversidades enfrentadas no dia a dia, as mulheres vêm conquistando alguns avanços no mercado de trabalho. A situação ainda está muito longe da ideal, mas um estudo mostra que seguimos em direção a um mercado de trabalho com maior igualdade de gênero.

Desemprego

A taxa de desemprego da mulher é sistematicamente maior que a dos homens, mas, recentemente, a diferença vem diminuindo, o que indica a criação de mais postos de trabalhos para elas. Mesmo assim, as mulheres ainda correspondem a mais da metade do número de desempregados.

Todo o movimento de elevação do número de postos de trabalho com carteira de trabalho assinada, no período recente, beneficiou também as mulheres. Contudo, quando ocupadas, elas encontram maior dificuldade de ascensão profissional, principalmente para chegar a cargos de chefia. E, em termos gerais, ganham menos do que os homens, apesar de possuir maior escolaridade.

Mais cara

Também não é admissível que continue a vigorar o pensamento que diz que a mão de obra feminina é mais cara porque a mulher engravida ou precisa cuidar dos filhos ou dos pais. É preciso intensificar ainda mais a discussão, já em pauta, sobre a necessidade de se compartilhar as responsabilidades familiares e, para isso, é preciso repensar os papéis socialmente atribuídos ao homem e à mulher. Enquanto o homem ocupado faz cerca de 9,8 horas semanais de serviços domésticos, a mulher ocupada faz 20,6 horas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE). Por que a maior parte do trabalho doméstico precisa ser feita pela mulher?

Para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, as políticas públicas precisam universalizar o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, em tempo integral, assim como assegurar serviços que possam amparar as famílias nos cuidados com os idosos.

Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa (Extraído de: carosamigos.com.br)

No quinto parágrafo, os dados extraídos do IBGE sustentam a seguinte ideia:

 

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2240949 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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No dia 22/04/2015, o vulcão Calbuco, localizado no Chile, entrou em erupção após mais de 50 anos de inatividade, eliminando enormes rastros de magma quente e derretido denominados de “rios de lava”. O posterior resfriamento e solidificação desse magma expelido do vulcão formará uma espécie de rocha denominada:

 

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