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Foram encontradas 60 questões.

504936 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
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A nota final de um concurso é calculada pela média aritmética ponderada das notas das fases F1, F2 e F3, com pesos 1, 2 e 3, respectivamente. Para ser classificado nesse concurso, um candidato tem que ter nota final maior ou igual a 7. Ana está participando do concurso e suas notas, nas fases F1 e F2, foram 7,0 e 5,5, respectivamente. Para ser classificada, Ana tem que tirar, na última fase do concurso, a nota mínima
 

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504935 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
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Em uma repartição pública, o número de servidores não fumantes é 2 unidades maior que o quíntuplo do número de servidores fumantes. Se a razão entre os números de servidores fumantes e não fumantes é 3/16, então a diferença entre os números de não fumantes e de fumantes é igual a
 

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504906 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
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Em um terreno em forma de trapézio retangular, uma área triangular, com o maior lado medindo 130 metros e o menor lado medindo 50 metros, foi separada para ser reflorestada, conforme representado na figura a seguir:

enunciado 504906-1

Sabendo-se que a área da região que será reflorestada corresponde a 15/44 da área total do terreno, a área total do terreno mede, em metros quadrados,

 

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504905 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
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A tabela a seguir apresenta a distribuição percentual dos funcionários com curso superior completo ou incompleto, nos últimos 5 anos, em uma empresa.

enunciado 504905-1

Com base apenas nas informações apresentadas, assinale a alternativa contendo uma afirmação necessariamente correta.

 

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504901 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
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Uma caixa d’água com formato interno de paralelepípedo retangular reto tem altura de 10 metros e a base quadrada. Se nessa caixa há 2 025 metros cúbicos de água, o que corresponde a 90% do seu volume total, então o perímetro da base dessa caixa d’água, em metros, é igual a
 

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504899 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
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Uma lei que trata a respeito dos serviços de manutenção em determinado município instituiu que a cada dois anos devem ser realizados serviços de manutenção em todas as escolas municipais, a cada três anos, em todas as ruas e avenidas, e a cada 18 meses, devem ser realizados serviços de manutenção em todas as praças públicas. Em 2018, será a primeira vez em que esses três serviços de manutenção serão realizados no mesmo ano. Se essa lei for obedecida, o número total de vezes em que esses três serviços de manutenção serão realizados, em um mesmo ano, até 2045, será
 

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Elas vão substituir você

Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a relação de sentido que existe entre as palavras pessimismo (5°parágrafo) e otimismo está presente também entre as palavras destacadas nas expressões.
 

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504878 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP

Leia a tira a seguir, para responder à questão.

enunciado 504878-1

O comentário de Mafalda à resposta de sua mãe revela que, para a menina,

 

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Elas vão substituir você

Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.

“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.

E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.

Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.

Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego. (Veja, 31.01.2018. Adaptado)

Considere o sentido das palavras destacadas – legado da mecanização (4ºparágrafo) e bonança tecnológica (5ºparágrafo) – nos contextos em que se encontram. É correto afirmar que
 

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Leia o texto, para responder a questão.

Elas vão substituir você

Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.

“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.

E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.

Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.

Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.

(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que reescreve livremente passagem do texto de acordo com a norma-padrão de concordância e de regência.
 

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