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Foram encontradas 50 questões.

Problemas relacionados à temperatura são comuns durante a realização de exercícios físicos. Assim, o professor deve conhecer as diversas formas de lidar com a desidratação, tanto para prevenir doenças do calor, quanto para conscientizar os alunos sobre essas questões. Com respeito a esse assunto, NÃO é correto afirmar:
 

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Na perspectiva de uma pedagogia crítica, a relação da Educação Física com o lazer tem norteado algumas considerações, EXCETO:
 

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Um professor de Educação Física deve ter noção de primeiros socorros para, em casos de necessidade, saber socorrer alunos que necessitam de atendimento. Em se tratando de primeiros socorros, é correto afirmar, EXCETO:
 

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INSTRUÇÃO: A questão foram formuladas com base na Proposta Curricular de Educação Física do Ensino Fundamental da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais.
São algumas das habilidades possíveis de serem desenvolvidas no eixo temático Dança e Expressões Rítmicas, EXCETO:
 

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São corretas as afirmativas relacionadas à construção histórica da Educação Física escolar no Brasil, EXCETO:
 

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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto 3 a seguir.
Texto 3
Enunciado 2735557-1
Disponível em: http://www.chargeonline.com.br/doano.htm
O efeito de humor dos quadrinhos é possibilitado por
 

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INSTRUÇÃO: A questão refere -se ao texto 1 a seguir.
Texto 1
A linguagem dos protestos
Com estratégias de contracomunicação e muita criatividade, as manifestações ocuparam o país com palavras e ideias
Por Edgard Murano
A audiência do SPTV 2ª edição, jornalístico da Rede Globo em São Paulo, deve ter estranhado quando luzes verdes refletiram na cabeça do âncora Carlos Tramontina, destoando da iluminação anódina do estúdio. Ao fundo do telejornal, a visão da ponte Octavio Frias de Oliveira, que cruza o rio Pinheiros, na zona sul da cidade, não incluía os cerca de 400 manifestantes que, naquela noite de 11 de julho, protestavam em frente à emissora contra o "monopólio da mídia".
Os feixes de luz que coloriram Tramontina eram canetas-laser apontadas por manifestantes coordenados pelo performer Paulinho Fluxus, que ajudou a preparar a ação com dias de antecedência.
A marcha, uma entre centenas nos últimos dois meses, é um exemplo da sofisticação alcançada pela linguagem de protesto no Brasil. Cada vez mais criativas, provocantes e eficazes na divulgação de suas reivindicações, essas manifestações gravaram seu nome na história da contracomunicação brasileira e desafiaram a mídia tradicional por meio de mensagens que contrariam o establishment. Naquela mesma noite, com um computador e um projetor, o atrevimento dos manifestantes chegou a ponto de estampar na parede do prédio da emissora a frase "Globo sonega", uma alusão às recentes acusações de sonegação fiscal contra a gigante das telecomunicações. E a placa com o nome da ponte que cruza o rio Pinheiros, homenagem ao empresário Octavio Frias (um dos fundadores do jornal Folha de S.Paulo), foi simbolicamente rebatizada como "ponte Jornalista Vladimir Herzog" (morto e torturado pela ditadura em 1975), recebendo um imenso adesivo colado sobre o nome original. A técnica, conhecida como sticker, pertence à chamada street art (com seus grafites, colagens, estênceis etc.), sendo aplicada em sinalizações de trânsito como protesto ou pelo simples prazer de subverter os códigos.
Aparato retórico
Com o atual ímpeto brasileiro de sair às ruas para pedir mudanças e criticar os governantes, atiçado pelo Movimento Passe Livre em São Paulo, um aparato retórico foi mobilizado nas ruas. Cartazes, faixas, slogans, gritos de guerra, pichações, entre outros recursos de contracomunicação, buscaram desestabilizar o discurso institucional e as respostas pré-fabricadas por assessores políticos. Sobretudo, buscaram ressignificar a realidade. Cada palavra dos manifestantes só tinha razão de ser como réplica a um contexto definido de antemão. Para tanto, não raro se valeram da sátira e da paródia para referenciar aquilo a que respondiam.
"A eficácia do discurso do cartaz reside precisamente nesse poder de evocação de discursos anteriormente enunciados e não na relação entre tamanho e quantidade de informação", afirma Eduardo J. M. Camilo no artigo "Minoria tenebrosa, '''Maioria silenciosa'''' – a sátira e a invectiva no cartaz político", no livro Comunicação e Poder [http://bit.ly/14X9xKk].
Entre os cartazes mais fortes fotografados nas ruas desde que os protestos começaram, já virou clássico o que diz "Desculpe o transtorno, estamos mudando o país". A paródia, uma brincadeira com as placas que anunciam obras, rodou o Brasil e foi replicada em diversas manifestações. "Saímos do Facebook", crítica bem-humorada aos chamados "ativistas de sofá", também virou hit. Os altos gastos do governo com a Copa de 2014 também deram a tônica de muitos protestos, e as exigências da Fifa aos brasileiros viraram mote de sátiras virulentas, na linha de "Queremos hospitais padrão Fifa".
"Uma das características do cartaz satírico, numa perspectiva restrita, e da sátira, em geral, é a da reprodução, a da imitação, mas concretizada pelo fenômeno da inversão", explica Eduardo J. M. Camilo.
Bom exemplo do que ele diz é o cartaz "Visite estádio decorado", cujos dizeres foram grafados numa placa em forma de seta que imita anúncios imobiliários, como os pendurados no pescoço de "homens- placas", comuns nas esquinas das grandes cidades.
Reside nessa inversão o principal artifício retórico dos protestos. O próprio ativista, com suas roupas, palavras de ordem e gestual típico de manifestações, é uma tela onde projeta sua mensagem. A pesquisadora Barbara Peccei Szaniecki, em Cartazes Políticos da Contemporaneidade [Redes.com n. 5, em http://bit.ly/14aUIWw], chega a usar o termo "Carnaval" para referir-se às manifestações. "As manifestações carnais são uma recusa de representação transcendente e demanda de cooperação imanente; são o Carnaval de nossos tempos", afirma.
Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/94/a-linguagem-dos-protestos-293651-1.asp [adaptado]
Considere as seguintes frases:
I. A pesquisadora Barbara Peccei Szaniecki, em Cartazes Políticos da Contemporaneidade, chega a usar o termo "Carnaval" para referir-se às manifestações.
II. Para tanto, não raro se valeram da sátira e da paródia para referenciar aquilo a que respondiam.
Em relação aos verbos, os pronomes átonos podem situar-se em três posições: próclise, mesóclise e ênclise. Nas frases abaixo, estão sendo utilizados, respectivamente:
 

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A partir dos movimentos renovadores que surgiram no final da década de 1970, apareceram algumas elaborações teóricas acerca da Educação Física escolar que se apresentaram em forma de proposições pedagógicas com o objetivo de estruturar um corpo de conhecimentos específicos para a Educação Física. Algumas dessas abordagens estão relacionadas na coluna da esquerda. Correlacione as com suas respectivas características e autores que estão na coluna da direta.
(1) Desenvolvimentista
( ) Tem suas bases nas reflexões feitas por Elenor Kunz. Defende o ensino crítico, expresso na contextualização dos temas compreendidos pela Cultura Corporal. Propõe que sejam ensinados por meio de uma sequência de estratégias, denominada transcendência de limites”.
(2) Crítico-superadora
( ) Explicitada principalmente nos trabalhos de Go Tani, é dirigida inicialmente para crianças de 4 a 14 anos. Busca nos processos de aprendizagem e desenvolvimento uma fundamentação para a Educação Física escolar.
(3) Crítico-emancipatória
( ) Tem como colaborador João Batista Freire com estudos baseados em Jean Piaget. Procura valorizar as experiências dos alunos, a sua cultura. O aluno constrói o seu conhecimento a partir da interação com o meio, resolvendo problemas
(4) Construtivista
( ) Formulada por um Coletivo de Autores, utiliza o discurso da justiça social como ponto de apoio. Nela, a Educação Física é entendida como uma disciplina que trata de um tipo de conhecimento denominado Cultura Corporal
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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INSTRUÇÃO: A questão foram formuladas com base na Proposta Curricular de Educação Física do Ensino Fundamental da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais.
Zabala (1998) amplia a compreensão sobre os conteúdos de ensino ao discutir suas três naturezas, que devem ser usadas de forma articulada, superando a compreensão de conteúdos curriculares como mera listagem de atividades com fim em si mesmas. Essas naturezas são
 

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Os profissionais de Educação Física trabalham com o ser humano sobre e por meio de seu corpo, e lidam, por extensão, com os adjetivos nele impressos. Daólio (2003), ao analisar os significados do corpo na cultura e suas implicações para a Educação Física, afirma, EXCETO:
 

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