Foram encontradas 328 questões.
Sibele está doente. O médico receitou uma caixa de comprimidos para serem tomados de 6 em 6 horas e um xarope, de 4 em 4 horas. À meia noite, Sibele tomou um comprimido e um xarope juntos. A que horas ela voltará a tomar os dois juntos?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: A leitura do texto a seguir serve de base para a questão.
Texto 2
Línguas peculiares
Raquel Cozer
Inspirados textos do linguista francês Claude Hagège, professor do Collège de France que fala mais de 20 idiomas, integram o “Dicionário Amoroso das Línguas”. A Estação Liberdade prevê o livro para março, com tradução de Ana Alencar.
O autor escreve verbetes como “Amo (Eu te.)”, fazendo graça com a ideia pouco entusiasmada que passa a expressão romântica italiana “ti voglio bene” (“eu te quero bem”), e “Obrigadinho”, sobre o jeito peculiar de certos brasileiros agradecerem.
“É o paradoxo dos diminutivos: o sufixo português –inho dá, comumente, à palavra que ele marca, o sentido de alguma coisa bem pequena, mas pode se tratar também de alguma coisa maior, como nesse obrigadinho”.
Disponível em: http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/
Segundo a autora do texto anterior, o sufixo português –inho nem sempre oferece um valor de coisa pequena às palavras. Há casos, como em ‘obrigadinho’, cujo valor é de algo maior. A qual perspectiva analítica está subjacente a afirmação acima?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a figura abaixo do Windows Explorer do Windows XP, versão português:

São opções do menu de contexto acionado pelo botão direito na área “MENU” em destaque, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2453079
Ano: 2013
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art. 15 a 18-B)
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, Art. 15, “a criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento [...]”. O direito à liberdade compreende alguns aspectos previstos nesse Estatuto.
Nos itens abaixo, considerando tais aspectos, identifique com V os verdadeiros e com F os falsos.
( ) opinião e expressão.
( ) brincar, praticar esportes e divertir-se.
( ) ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais.
( ) participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação.
( ) buscar refúgio, auxílio e orientação.
( ) brincar, praticar esportes e divertir-se.
( ) ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais.
( ) participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação.
( ) buscar refúgio, auxílio e orientação.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1 (Parte 3)
Na minha visão, só existem, assim, dois cenários em que é objetivamente melhor ser ético do que não. O primeiro é se você é uma pessoa religiosa e acredita que os pecados deste mundo serão punidos no próximo. Não é o meu caso. O segundo é se você vive em uma sociedade ética em que os desvios de comportamento são punidos pela coletividade, quer na forma de sanções penais, quer na forma do ostracismo social. O que não é o caso do Brasil. Não se sabe se De Gaulle disse ou não a frase, mas ela é verdadeira: o Brasil não é um país sério.
Assim é que, criando filhos brasileiros morando no Brasil, estou às voltas com um deprimente dilema. Acredito que o papel de um pai é preparar o seu filho para a vida. Essa é a nossa responsabilidade: dar a nossos filhos os instrumentos para que naveguem, com segurança e destreza, pelas dificuldades do mundo real. E acredito que a ética e a honestidade são valores axiomáticos, inquestionáveis. Eis aí o dilema: será que o melhor que poderia fazer para preparar meus filhos para viver no Brasil seria não aprisioná-los na cela da consciência, do diálogo consigo mesmos, da preocupação com a integridade? Tenho certeza de que nunca chegaria a ponto de incentivá-los a serem escroques, mas poderia, como pai, simplesmente ser mais omisso quanto a essas questões. Tolerar algumas mentiras, não me importar com atrasos, não insistir para que não colem na escola, não instruir para que devolvam o troco recebido a mais...
Tenho pensado bastante sobre isso ultimamente. Simplesmente o fato de pensar a respeito, e de viver em um país em que existe um dilema entre o ensino da ética e o bom exercício da paternidade, já é causa para tristeza. Em última análise, decidi dar a meus filhos a mesma educação que recebi de meu pai. Não porque ache que eles serão mais felizes assim - pelo contrário -, nem porque acredite que, no fim, o bem compensa. Mas sim porque, em primeiro lugar, não conseguiria conviver comigo mesmo, e com a memória de meu pai, se criasse meus filhos para serem pessoas do tipo que ele me ensinou a desprezar. E, segundo, tentando um esboço de resposta mais lógica, porque sociedades e culturas mudam. Muitos dos países hoje desenvolvidos e honestos eram antros de corrupção e sordidez 100 anos atrás. Um dia o Brasil há de seguir o mesmo caminho, e aí a retidão que espero inculcar em meus filhos (e meus filhos em seus filhos) há de ser uma vantagem, e não um fardo. Oxalá.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/
gustavo-ioschpe-devo-educar-meus-filhos-para-serem-eticos Acesso em: 17 set. 2013 (Adaptado)
Há hiato em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as afirmativas abaixo e assinale a INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1 (Parte1)
Devo educar meus filhos para serem éticos?
Gustavo Ioschpe
Quando eu tinha uns 8 ou 9 anos, saía de casa para a escola numa manhã fria do inverno gaúcho. Chegando à portaria, meu pai interfonou, perguntando se eu estava levando um agasalho. Disse que sim. Ele me perguntou qual. “O moletom amarelo, da Zugos”, respondi. Era mentira. Não estava levando agasalho nenhum, mas estava com pressa, não queria me atrasar.
Voltei do colégio e fui ao armário procurar o tal moletom. Não estava lá, nem em nenhum lugar da casa. Gelei. À noite, meu pai chegou em casa de cara amarrada. Ao me ver, tirou da pasta de trabalho o moletom. E me disse: “Eu não me importo que tu não te agasalhes. Mas, nesta casa, nesta família, ninguém mente. Ponto. Tá claro?”. Sim, claríssimo. Esse foi apenas um episódio da minha formação familiar. Meu pai era um obcecado por retidão, palavra, ética, pontualidade, honestidade, código de conduta, escala de valores, menschkeit (firmeza de caráter, decência fundamental, em iídiche.) e outros termos que eram repetitiva e exaustivamente martelados na minha cabeça. Deu certo. Quer dizer, não sei. No Brasil atual, eu me sinto deslocado.
Até hoje chego pontualmente aos meus compromissos, e na maioria das vezes fico esperando por interlocutores que se atrasam e nem se desculpam (quinze minutos parece constituir uma “margem de erro” tolerável). Até hoje acredito quando um prestador de serviço promete entregar o trabalho em uma data, apenas para ficar exasperado pelo seu atraso, “veja bem”, “imprevistos acontecem” etc. Fico revoltado sempre que pego um táxi em cidade que não conheço e o motorista tenta me roubar. Detesto os colegas de trabalho que fazem corpo mole, que arranjam um jeitinho de fazer menos que o devido. Isso sem falar nas quase úlceras que me surgem ao ler o noticiário e saber que entre os governantes viceja um grupo de imorais que roubam com criatividade e desfaçatez.
Em: “Deu certo. Quer dizer, não sei. No Brasil atual, eu me sinto deslocado.”, a melhor interpretação para esse trecho é que ele
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em uma pesquisa realizada para levantar dados sobre hábitos alimentares de determinadas crianças em certa rede municipal de ensino, constatou-se que, diariamente, 290 delas bebem refrigerante, 270 consomem frituras, 310 consomem doces, 180 consomem refrigerantes e frituras, 160 consomem refrigerantes e doces, 150 consomem frituras e doces e 100 crianças consomem doces, refrigerantes e frituras. Sendo assim, o número de crianças consultadas foi
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1 (Parte1)
Devo educar meus filhos para serem éticos?
Gustavo Ioschpe
Quando eu tinha uns 8 ou 9 anos, saía de casa para a escola numa manhã fria do inverno gaúcho. Chegando à portaria, meu pai interfonou, perguntando se eu estava levando um agasalho. Disse que sim. Ele me perguntou qual. “O moletom amarelo, da Zugos”, respondi. Era mentira. Não estava levando agasalho nenhum, mas estava com pressa, não queria me atrasar.
Voltei do colégio e fui ao armário procurar o tal moletom. Não estava lá, nem em nenhum lugar da casa. Gelei. À noite, meu pai chegou em casa de cara amarrada. Ao me ver, tirou da pasta de trabalho o moletom. E me disse: “Eu não me importo que tu não te agasalhes. Mas, nesta casa, nesta família, ninguém mente. Ponto. Tá claro?”. Sim, claríssimo. Esse foi apenas um episódio da minha formação familiar. Meu pai era um obcecado por retidão, palavra, ética, pontualidade, honestidade, código de conduta, escala de valores, menschkeit (firmeza de caráter, decência fundamental, em iídice.) e outros termos que eram repetitiva e exaustivamente martelados na minha cabeça. Deu certo. Quer dizer, não sei. No Brasil atual, eu me sinto deslocado.
Até hoje chego pontualmente aos meus compromissos, e na maioria das vezes fico esperando por interlocutores que se atrasam e nem se desculpam (quinze minutos parece constituir uma “margem de erro” tolerável). Até hoje acredito quando um prestador de serviço promete entregar o trabalho em uma data, apenas para ficar exasperado pelo seu atraso, “veja bem”, “imprevistos acontecem” etc. Fico revoltado sempre que pego um táxi em cidade que não conheço e o motorista tenta me roubar. Detesto os colegas de trabalho que fazem corpo mole, que arranjam um jeitinho de fazer menos que o devido. Isso sem falar nas quase úlceras que me surgem ao ler o noticiário e saber que entre os governantes viceja um grupo de imorais que roubam com criatividade e desfaçatez.
Os termos destacados abaixo estão corretamente interpretados entre parênteses, EXCETO em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Problemas relacionados à temperatura são comuns durante a realização de exercícios físicos. Assim, o professor deve conhecer as diversas formas de lidar com a desidratação, tanto para prevenir doenças do calor, quanto para conscientizar os alunos sobre essas questões. Com respeito a esse assunto, NÃO é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container