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Foram encontradas 328 questões.

2449904 Ano: 2013
Disciplina: Nutrição
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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M.A.T., sexo feminino, solteira, 48 anos, auxiliar de serviços gerais, cor parda, procedente de Nova Lima/MG. Foi admitida no hospital para propedêutica de massa tumoral de rápido crescimento no palato duro na junção com o palato mole à esquerda, com diagnóstico de tumor maligno à biópsia. Cavidade oral sem outras alterações e nega alterações para mastigar ou deglutir. Hábito intestinal: constipação. Anamnese alimentar: apetite diminuído em relação ao habitual. Foi encaminhada ao serviço de nutrição do hospital para triagem pré-operatória, acompanhamento pós-operatório e posterior acompanhamento domiciliar. São condutas a serem adotadas pela Unidade de Nutrição e Alimentação hospitalar para oferta de dieta a essa paciente, EXCETO:
 

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2449890 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Aprender e ensinar são processos intimamente relacionados, nos quais o planejamento tem um papel fundamental, que é
 

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Os profissionais de Educação Física trabalham com o ser humano sobre e por meio de seu corpo, e lidam, por extensão, com os adjetivos nele impressos. Daólio (2003), ao analisar os significados do corpo na cultura e suas implicações para a Educação Física, afirma, EXCETO:
 

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2468387 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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No que diz respeito ao acesso ao ensino fundamental, a LDB 9.394/96 estabelece algumas competências para os Estados e Municípios em regime de colaboração e com a assistência da União. Essas competências são, EXCETO
Questão Desatualizada

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2466020 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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A Lei Complementar nº 79, de 09 de julho de 2003, institui o Estatuto dos Servidores da Administração Pública Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas do Município de Sete Lagoas, Estado de Minas Gerais, que contém os deveres do servidor.
A alternativa que CONTRADIZ esses deveres é:
Questão Desatualizada

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2452798 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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De acordo com a LDB 9.394/96, artigo 26, que trata dos currículos da educação básica, são componentes da base nacional comum e da parte diversificada do ensino fundamental e médio
I. A educação física deverá estar integrada à proposta pedagógica da escola, ajustando às faixas etárias e às condições da população escolar, sendo facultativa nos cursos noturnos.
II. O ensino religioso, de matrícula facultativa para os alunos, constitui disciplina obrigatória dos horários das escolas públicas do ensino fundamental.
III. O estudo da língua portuguesa, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil, o ensino da arte e da música.
Estão CORRETOS os itens
Questão Desatualizada

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2460045 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
Em “Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?”, as palavras em destaque são, respectivamente:
Questão Anulada e Desatualizada

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2453828 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
Os termos destacados têm natureza adverbial, EXCETO em
Questão Anulada e Desatualizada

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