Foram encontradas 328 questões.
Por meio da Formatação Condicional no Microsoft Excel, versão português do Office XP, é possível utilizar os seguintes recursos de formatação, EXCETO:
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Considere a multiplicação efetuada abaixo:

Somando-se os algarismos da soma dos números que ocupam as posições representadas pelo símbolo
que não representam necessariamente valores iguais, encontra-se o número
que não representam necessariamente valores iguais, encontra-se o númeroProvas
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Joana era bem nova quando teve seu primeiro filho. Hoje, ela está com 37 anos e seu filho Pedro, com 19 anos. Quantos anos Joana tinha quando Pedro nasceu?
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Na educação básica, são estratégias importantes para a construção dos conceitos relacionados aos números e às operações, EXCETO:
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INSTRUÇÃO: Em uma pesquisa realizada na cidade de Sete Lagoas, descobriu-se que ali são consumidos três tipos de produtos que vamos denominar de A, B e C. Os resultados dessa pesquisa estão indicados no diagrama abaixo. Observe, pense, descubra e responda à questão.

Quantas pessoas consomem os três produtos?
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Texto 1
Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Breno Borges
Manchete nos principais jornais do país destacou uma decisão inédita do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira 06/08. Decisão do STJ facilita a inclusão de inadimplentes na Serasa. Dentre as diversas mudanças, o entendimento do STJ também exime a Serasa de notificar o devedor da inclusão do nome na lista por meio de carta registrada com aviso de recebimento – agora, pode ser por meio de carta comum.
E para o mercado de trabalho, restrições atrapalham na hora de conseguir o emprego?
Muitos já estão imaginando a justificativa mais ideal para o texto, que é: “Se eu estou desempregado, como posso pagar meus débitos?” Sem dúvida, esta seria a resposta ideal, mas não genérica a todas as situações, pois há dois tipos de inadimplentes, visto pela ótica do mercado de trabalho.
Tipo 01
É o inadimplente que, por diversos motivos particulares, sendo um deles o próprio desemprego, se complicou com seus compromissos financeiros, mas que assume seus débitos e busca de todos os meios uma negociação, para que em um determinado tempo possa honrar seus compromissos.
É o inadimplente que, por diversos motivos particulares, sendo um deles o próprio desemprego, se complicou com seus compromissos financeiros, mas que assume seus débitos e busca de todos os meios uma negociação, para que em um determinado tempo possa honrar seus compromissos.
Tipo 02
É o verdadeiro irresponsável financeiro, que tem conhecimento dos seus débitos, mas não dá a mínima para as negociações e cobranças, muitas das vezes transparece que tem consciência de que vai comprar e propositalmente não pagar.
É o verdadeiro irresponsável financeiro, que tem conhecimento dos seus débitos, mas não dá a mínima para as negociações e cobranças, muitas das vezes transparece que tem consciência de que vai comprar e propositalmente não pagar.
O que o tipo 02 às vezes não sabe é que, com o decorrer do tempo e o agravamento de seu histórico de inadimplências, ficará transparente para o mercado de trabalho a sua conduta de má-fé com os compromissos financeiros na sociedade, gerando assim uma barreira nos processos seletivos pertinentes a alguns setores e cargos no mercado de trabalho.
Quem mais pode sofrer essas consequências são os candidatos aos cargos e setores gerenciais, administrativos e financeiros, até porque é óbvio o motivo da recusa pelas empresas, se você tem uma conduta irresponsável não administrando sua própria vida financeira, imagina atuando como profissional!
É preciso deixar claro que nenhuma empresa pode discriminar um candidato que possui inadimplência, pois, com certeza, sofrerá as consequências da lei pertinente ao assunto, mas toda empresa pode escolher o perfil ideal dos candidatos que ocuparão seus cargos. Nesse perfil poderão estar inclusas suas responsabilidades como cidadão que honra com seus compromissos financeiros, sendo assim, uma análise e pesquisa responsável sobre a conduta dos seus futuros profissionais é comum.
Se você é do tipo 01, fique tranquilo, o mercado de trabalho também sabe; mas se você é do tipo 02 e pretende evoluir profissionalmente, trate de mudar seus hábitos e busque uma negociação para seus débitos, pois, se ainda não aconteceu, mais cedo ou mais tarde seu histórico de inadimplência que indique irresponsabilidades revelará quem você é para o mercado de trabalho, minguando oportunidades profissionais que você planejou por longos anos.
Para finalizar, a dica de hoje é: Cuide com intensidade das suas responsabilidades financeiras, assim como você cuida do seu aprimoramento profissional, sendo assim terá certeza de suas conquistas nas melhores oportunidades do mercado de trabalho. Lembre-se, o profissional é um conjunto que envolve toda uma preparação técnica e profissional, sem deixar de lado as melhores características do bom cidadão, o diálogo. A negociação ainda é o melhor caminho para lidar com a situação de modo geral.
BORGES, Breno. Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Disponível em: <http://www.setelagoas.com.br/setelagoas/ colunistas/breno-borges>. Acesso em: 14 set. 2013 (adaptado).
Segundo o texto, o verdadeiro irresponsável financeiro é aquele que compra
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Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
Todas as constatações abaixo podem ser feitas com base no texto, EXCETO:
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INSTRUÇÃO: A questão foram formuladas com base na Proposta Curricular de Educação Física do Ensino Fundamental da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais.
Uma discussão de grande importância para os avaliadores educacionais é a diferença entre os enfoques de medida com referência a “normas” e com referência a “critérios”. A utilização de um enfoque ou de outro vai depender dos objetivos propostos para a sua avaliação. Em relação ao tema, é CORRETO afirmar:
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Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
As palavras em destaque são pronomes indefinidos, EXCETO:
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O ensino de Ciências em nível de Educação Fundamental deve apresentar, entre outros, os seguintes objetivos gerais, EXCETO:
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