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Foram encontradas 328 questões.

2466647 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Texto 1
Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Breno Borges
Manchete nos principais jornais do país destacou uma decisão inédita do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira 06/08. Decisão do STJ facilita a inclusão de inadimplentes na Serasa. Dentre as diversas mudanças, o entendimento do STJ também exime a Serasa de notificar o devedor da inclusão do nome na lista por meio de carta registrada com aviso de recebimento – agora, pode ser por meio de carta comum.
E para o mercado de trabalho, restrições atrapalham na hora de conseguir o emprego?
Muitos já estão imaginando a justificativa mais ideal para o texto, que é: “Se eu estou desempregado, como posso pagar meus débitos?” Sem dúvida, esta seria a resposta ideal, mas não genérica a todas as situações, pois há dois tipos de inadimplentes, visto pela ótica do mercado de trabalho.
Tipo 01
É o inadimplente que, por diversos motivos particulares, sendo um deles o próprio desemprego, se complicou com seus compromissos financeiros, mas que assume seus débitos e busca de todos os meios uma negociação, para que em um determinado tempo possa honrar seus compromissos.
Tipo 02
É o verdadeiro irresponsável financeiro, que tem conhecimento dos seus débitos, mas não dá a mínima para as negociações e cobranças, muitas das vezes transparece que tem consciência de que vai comprar e propositalmente não pagar.
O que o tipo 02 às vezes não sabe é que, com o decorrer do tempo e o agravamento de seu histórico de inadimplências, ficará transparente para o mercado de trabalho a sua conduta de má-fé com os compromissos financeiros na sociedade, gerando assim uma barreira nos processos seletivos pertinentes a alguns setores e cargos no mercado de trabalho.
Quem mais pode sofrer essas consequências são os candidatos aos cargos e setores gerenciais, administrativos e financeiros, até porque é óbvio o motivo da recusa pelas empresas, se você tem uma conduta irresponsável não administrando sua própria vida financeira, imagina atuando como profissional!
É preciso deixar claro que nenhuma empresa pode discriminar um candidato que possui inadimplência, pois, com certeza, sofrerá as consequências da lei pertinente ao assunto, mas toda empresa pode escolher o perfil ideal dos candidatos que ocuparão seus cargos. Nesse perfil poderão estar inclusas suas responsabilidades como cidadão que honra com seus compromissos financeiros, sendo assim, uma análise e pesquisa responsável sobre a conduta dos seus futuros profissionais é comum.
Se você é do tipo 01, fique tranquilo, o mercado de trabalho também sabe; mas se você é do tipo 02 e pretende evoluir profissionalmente, trate de mudar seus hábitos e busque uma negociação para seus débitos, pois, se ainda não aconteceu, mais cedo ou mais tarde seu histórico de inadimplência que indique irresponsabilidades revelará quem você é para o mercado de trabalho, minguando oportunidades profissionais que você planejou por longos anos.
Para finalizar, a dica de hoje é: Cuide com intensidade das suas responsabilidades financeiras, assim como você cuida do seu aprimoramento profissional, sendo assim terá certeza de suas conquistas nas melhores oportunidades do mercado de trabalho. Lembre-se, o profissional é um conjunto que envolve toda uma preparação técnica e profissional, sem deixar de lado as melhores características do bom cidadão, o diálogo. A negociação ainda é o melhor caminho para lidar com a situação de modo geral.
BORGES, Breno. Nome sujo atrapalha no mercado de trabalho?
Disponível em: <http://www.setelagoas.com.br/setelagoas/ colunistas/breno-borges>. Acesso em: 14 set. 2013 (adaptado).
A palavra NÃO está escrita corretamente em:
 

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2466564 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Com relação ao Artigo 17 da Lei Complementar nº 80 de 04 de setembro de 2003, complete a frase abaixo:
“A progressão vertical concretiza-se pelo pagamento de sobre o vencimento básico do cargo, após anos de efetivo exercício e avaliação satisfatório de desempenho, caracterizando-se por algarismos romanos de I até VI”.
A opção que completa corretamente as lacunas é:
 

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2466536 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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O artigo 12 da LDB 9.394/96 institui a autonomia da escola para elaborar e implementar a sua proposta pedagógica. A elaboração do Projeto Político Pedagógico proporciona à escola a possibilidade de autocrítica e a reorganização do processo de trabalho de forma a diminuir os efeitos da divisão do trabalho, da fragmentação e do controle burocrático. Nessa perspectiva, o PPP caracteriza-se, essencialmente, como
I. Um documento que expressa os princípios que orientarão a prática, baseados na participação de todos os professores, que são os principais responsáveis pela sua elaboração.
II. Um plano global da instituição, elaborado a partir de um processo de planejamento participativo.
III. Um instrumento, elaborado pelos sistemas de educação, norteador dos currículos e da prática pedagógica nas escolas públicas.
IV. Um documento que articula a participação de todos os envolvidos com a realidade da escola: pais, professores, alunos, funcionários, representantes da comunidade.
V. Um plano didático-pedagógico que estabelece, de maneira pormenorizada, as propostas das experiências de aprendizagem que se darão na sala de aula.
VI. Uma estratégia de gestão democrática.
Estão CORRETOS apenas os itens
 

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2466494 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, em Ciências, sugerem a proposta de trabalhar questões de relevância social na perspectiva transversal, apontando para o compromisso a ser partilhado por professores de todas as áreas, uma vez que é preciso enfrentar os constantes desafios de uma sociedade que se transforma e exige continuamente dos cidadãos a tomada de decisões, em meio a uma complexidade social crescente. São temas transversais do ensino de Ciências, EXCETO:
 

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2466465 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Do lixo coletado em uma cidade para reciclagem, !$ { \large 1 \over 5} !$ foi de vidro e !$ { \large 2 \over 3} !$ de papel. O que foi coletado em maior quantidade, vidro ou papel? Que fração representa a parte dos outros tipos de lixo?
 

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2466462 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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A inspeção escolar é uma forma de expressão política e faz parte da administração da educação, que tem como principal objetivo a qualidade da educação. É papel da inspeção escolar
 

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2466413 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
INSTRUÇÃO: Observe os mapas abaixo para responder à questão.
Enunciado 3050627-1
Enunciado 3050627-2
Fonte: SIMIELLI, Maria Elena. Geoatlas. São Paulo: Ática, 1998.
As diferentes escalas dos mapas acima possibilitam diferentes análises, pois
 

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2466411 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Considere que o metro linear de arame custe R$ 1,60. Certo paisagista irá cercar com 3 voltas de arame o seu jardim com formato de triângulo equilátero de área !$ 16 \sqrt{3} m^2 !$ . Seu custo com arame será igual a
 

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2466367 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
É CORRETO afirmar que há hiato em:
 

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2466294 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
Todos os sentimentos abaixo estão presentes no texto, EXCETO:
 

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