Foram encontradas 432 questões.
São princípios norteadores da Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde (2004), EXCETO:
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Dentre os documentos em geral provenientes do desenvolvimento dos trabalhos em qualquer canteiro de obras, pode-se citar em particular, como um relatório,
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Em Auditoria de Equipe de Saúde da Família e Saúde Bucal foram efeituadas glosas com os critérios abaixo:
I. Não localização de equipes de saúde da família ou de saúde bucal que receberam incentivos financeiros – glosa total dos recursos repassados ao município no período apurado.
II. Quantitativo de equipes incompatível com o valor recebido – Glosa total do incentivo para as equipes não existentes
III. Equipes do PSF implantadas com ausência de componente: médico ou enfermeiro - Glosa do incentivo para as equipes incompletas.
IV. Equipes de saúde bucal, implantadas com ausência de componente, que receberam incentivo financeiro - Glosa total
São CORRETOS os procedimentos de glosa:
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641762
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Em um sistema de esgoto sanitário, a canalização que recebe coletores ao longo de seu comprimento, não recebendo ligações prediais diretas, é denominada
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Ao instituir a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o Decreto nº 7.272/2010 estabeleceu suas diretrizes que foram usadas como base para a orientação da elaboração do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN).
Em relação às diretrizes do PNSAN, NÃO é correto afirmar:
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PAIS, FILHOS E BOAS MANEIRAS
Luiz Caversan
Dia desses enfrentei um estresse típico de grande cidade, mas que acabou por oferecer bons momentos de reflexão [...].
Tarde da noite, estava ao volante subindo uma alça de um dos muitos viadutos de São Paulo, quando, no final da curva, vejo um veículo que, ao tentar desviar de outro, quebrado, empreendia uma manobra arriscada na pista.
Não deu outra: os freios e a mudança brusca de direção foram insuficientes para evitar o impacto.
Felizmente, apenas danos materiais, tanto no meu veículo quanto no outro, de onde logo saíram dois jovens na casa dos vinte e tantos anos, um deles, o motorista, bem nervosinho.
“Está tudo bem aí?”, perguntei.
“Claro que não, seu barbeiro, olha o que você fez no meu carro.”
Ainda bem que, em sua grosseria, o rapaz não me chamou de tio, porque aí soaria mais ofensivo...
De qualquer maneira, tentei acalmá-lo, dizendo que ele estava numa manobra arriscada e que eu de fato não consegui parar.
Foi a conta para que ele quisesse partir pra ignorância. Mas outros carros e motoristas já estavam atulhados na pista, e pessoas mais equilibradas impediram que o rapaz cometesse alguma impropriedade.
“Ok, vamos chamar a polícia”, disse eu, já que o caminho da conversa civilizada estava fatalmente obstruído.
"Isso mesmo!", gritou o rapaz. "Vamos chamar a polícia, porque você não sabe com quem está falando!”
Pronto, estava armado o circo.
O menino tinha as “costas quentes” e estava ali louco para exercer o seu poder.
“E porventura com quem eu estou falando?”
“Meu pai é coronel da PM e vai resolver rapidinho isso aqui. Você vai se dar mal...”
Bem, para encurtar a história, logo chegou uma viatura com dois policiais, que educadamente vieram ouvir minha versão e, em seguida, foram conversar com o rapaz, que não titubeou em dar ordens, exigindo que eles me inculpassem e, pelo rádio, localizassem o tal coronel.
Ficamos nessa lengalenga durante uns 40 minutos, os PMs já pelas tampas com o garoto, até que desce de um automóvel um senhor grisalho, magro e que calmamente olhou os dois carros batidos. Foi logo assediado pelo nervosinho que, gesticulando muito, começou a esbravejar. Mas logo se viu contido por um indiscutível "cala boca" do pai-coronel.
Em seguida, o senhor sacou sua identificação funcional e foi conversar com os policiais, que bateram continência e relataram a situação e as atitudes do filho. Menos de cinco minutos depois, ele dirigiu-se a mim educadamente e com ar grave e ligeiramente envergonhado, disse: “Eu peço sinceramente que o senhor desculpe as atitudes do meu filho. Em nossa família, não toleramos esse tipo de comportamento e ele vai se haver comigo. Eis meu cartão, o sr. providencie o conserto do seu carro e me mande a conta, por gentileza.”
Imediatamente ele chamou o filho num canto e passou uma descompostura tão grande, mas tão grande no rapaz que deu até pena. Não alterou a voz, não fez gestos bruscos, apenas exerceu, como se deve, o papel, o direito e o dever de pai de um jovem abusado, colocando-o em seu devido lugar.
Claro que me lembrei do coronel, quando vi o pai de um dos agressores da doméstica dizendo mais recentemente que seu filho era uma “criança” e não deveria estar “preso junto com bandidos”.
Ao invés de sentir vergonha pelo seu fracasso como pai, quis remediar o irremediável pelo lado mais nefasto, o da desfaçatez, o da dissimulação, o da mentira. "Os pais não têm culpa", chegou a dizer o cidadão, Ludovico Ramalho.
Se pudesse, eu gostaria de dizer o seguinte a esse pai: tem culpa sim, eu me sentiria um lixo, um desnaturado se, por desventura, viesse a enfrentar uma situação dessas, em que, com a desculpa de proteger o filho, perde-se a noção da vergonha e do mínimo bom senso.
São pais assim que criam filhos assado...
Ainda bem que ainda há cidadãos como o coronel da outra noite.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizcaversan/310088-pais-filhos-e-boas-maneiras.shtml. Acesso em: 20 out. 2014 (Adaptado)
Em “Tarde da noite, estava ao volante subindo uma alça de um dos muitos viadutos de São Paulo [...]”, o verbo destacado está flexionado no
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PAIS, FILHOS E BOAS MANEIRAS
Luiz Caversan
Dia desses enfrentei um estresse típico de grande cidade, mas que acabou por oferecer bons momentos de reflexão [...].
Tarde da noite, estava ao volante subindo uma alça de um dos muitos viadutos de São Paulo, quando, no final da curva, vejo um veículo que, ao tentar desviar de outro, quebrado, empreendia uma manobra arriscada na pista.
Não deu outra: os freios e a mudança brusca de direção foram insuficientes para evitar o impacto.
Felizmente, apenas danos materiais, tanto no meu veículo quanto no outro, de onde logo saíram dois jovens na casa dos vinte e tantos anos, um deles, o motorista, bem nervosinho.
“Está tudo bem aí?”, perguntei.
“Claro que não, seu barbeiro, olha o que você fez no meu carro.”
Ainda bem que, em sua grosseria, o rapaz não me chamou de tio, porque aí soaria mais ofensivo...
De qualquer maneira, tentei acalmá-lo, dizendo que ele estava numa manobra arriscada e que eu de fato não consegui parar.
Foi a conta para que ele quisesse partir pra ignorância. Mas outros carros e motoristas já estavam atulhados na pista, e pessoas mais equilibradas impediram que o rapaz cometesse alguma impropriedade.
“Ok, vamos chamar a polícia”, disse eu, já que o caminho da conversa civilizada estava fatalmente obstruído.
"Isso mesmo!", gritou o rapaz. "Vamos chamar a polícia, porque você não sabe com quem está falando!”
Pronto, estava armado o circo.
O menino tinha as “costas quentes” e estava ali louco para exercer o seu poder.
“E porventura com quem eu estou falando?”
“Meu pai é coronel da PM e vai resolver rapidinho isso aqui. Você vai se dar mal...”
Bem, para encurtar a história, logo chegou uma viatura com dois policiais, que educadamente vieram ouvir minha versão e, em seguida, foram conversar com o rapaz, que não titubeou em dar ordens, exigindo que eles me inculpassem e, pelo rádio, localizassem o tal coronel.
Ficamos nessa lengalenga durante uns 40 minutos, os PMs já pelas tampas com o garoto, até que desce de um automóvel um senhor grisalho, magro e que calmamente olhou os dois carros batidos. Foi logo assediado pelo nervosinho que, gesticulando muito, começou a esbravejar. Mas logo se viu contido por um indiscutível "cala boca" do pai-coronel.
Em seguida, o senhor sacou sua identificação funcional e foi conversar com os policiais, que bateram continência e relataram a situação e as atitudes do filho. Menos de cinco minutos depois, ele dirigiu-se a mim educadamente e com ar grave e ligeiramente envergonhado, disse: “Eu peço sinceramente que o senhor desculpe as atitudes do meu filho. Em nossa família, não toleramos esse tipo de comportamento e ele vai se haver comigo. Eis meu cartão, o sr. providencie o conserto do seu carro e me mande a conta, por gentileza.”
Imediatamente ele chamou o filho num canto e passou uma descompostura tão grande, mas tão grande no rapaz que deu até pena. Não alterou a voz, não fez gestos bruscos, apenas exerceu, como se deve, o papel, o direito e o dever de pai de um jovem abusado, colocando-o em seu devido lugar.
Claro que me lembrei do coronel, quando vi o pai de um dos agressores da doméstica dizendo mais recentemente que seu filho era uma “criança” e não deveria estar “preso junto com bandidos”.
Ao invés de sentir vergonha pelo seu fracasso como pai, quis remediar o irremediável pelo lado mais nefasto, o da desfaçatez, o da dissimulação, o da mentira. "Os pais não têm culpa", chegou a dizer o cidadão, Ludovico Ramalho.
Se pudesse, eu gostaria de dizer o seguinte a esse pai: tem culpa sim, eu me sentiria um lixo, um desnaturado se, por desventura, viesse a enfrentar uma situação dessas, em que, com a desculpa de proteger o filho, perde-se a noção da vergonha e do mínimo bom senso.
São pais assim que criam filhos assado...
Ainda bem que ainda há cidadãos como o coronel da outra noite.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizcaversan/310088-pais-filhos-e-boas-maneiras.shtml. Acesso em: 20 out. 2014 (Adaptado)
A ideia expressa pelos termos destacados está corretamente identificada entre parênteses, EXCETO em:
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A leptospirose é uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo espectro pode variar desde um processo inaparente até formas graves. Trata-se de zoonose de grande importância social e econômica por apresentar elevada incidência em determinadas áreas, alto custo hospitalar e perdas de dias de trabalho, bem como por sua letalidade, que pode chegar a até 40% dos casos mais graves. Vários fatores interagem na ocorrência de casos de Leptospirose, demandando variadas medidas de prevenção e/ou controle.
Sobre as medidas de controle da doença, NÃO é correto afirmar:
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Em relação aos conceitos básicos de vacinação apresentados no Manual de Normas de Vacinação do Ministério da Saúde, 2001, a resposta imune do organismo às vacinas depende basicamente de dois fatores, a saber:
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“Imunidade significa proteção; todos os seres humanos normais são dotados de mecanismos antinfecciosos inespecíficos que os protegem parcialmente contra as infecções e doenças”.
(BRASIL. FUNASA. Manual de normas de vacinação. 3. ed. 2001. p. 11).
De acordo com o texto e sua referência, é CORRETO afirmar:
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