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Foram encontradas 432 questões.

600322 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Com relação ao conceito de mobilidade e acessibilidade e à ABNT NBR 9050:2004, é correto afirmar, EXCETO:
 

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599122 Ano: 2014
Disciplina: Direito Penal
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Conforme dispõe a Lei 9.605/98 - Lei dos Crimes Ambientais - para imposição e gradação da penalidade, a autoridade competente deverá observar, EXCETO
 

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598874 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Os bioindicadores são usados de forma geral para o monitoramento da recuperação e qualidade ambiental, justificando-se o seu uso pelas seguintes propriedades, EXCETO:
 

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598792 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Em Sete Lagoas, será concedida baixa parcial da construção quando se tratar de
 

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598762 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Juntas de dilatação nas estruturas de concreto armado, segundo Ripper, em sua obra Como evitar erros na construção, devem apresentar espessuras de
 

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598757 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Mário trabalha 6 dias na semana. Usando bicicleta como meio de transporte, ele gasta 85 minutos por trajeto.
Quanto tempo ele pedala em uma semana?
 

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598039 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Sabe-se que o alimento destinado a 20 marinheiros daria para exatos 16 dias. Porém, após 6 dias, um grupo de 5 homens foi resgatado e ingressou no navio. Então, o alimento daria para mais quantos dias?
 

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593326 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Considerem-se todas as divisões de números inteiros positivos por 21, cujo resto é igual ao quadrado do quociente.
A soma dos quocientes dessas divisões é
 

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593060 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Identifique com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmativas referentes às boas práticas de preparação da nutrição enteral (BPPNE) estabelecidas pela ANVISA – RDC/2000:

( ) No controle de qualidade da Nutrição Enteral (NE) não é permitido pela legislação atual, a presença nas soluções nutritivas de bactérias de qualquer espécie.

( ) Toda NE preparada, deve ser conservada sob refrigeração, em geladeira exclusiva, com temperatura de 2°C a 3°C.

( ) NE deve ser rotulada com identificação do nome do paciente, composição, volume total, via de acesso, data e hora da manipulação, prazo de validade e identificação do responsável técnico.

( ) NE deve ser rotulada com identificação do nome do paciente, composição, volume total, data e hora da manipulação e prazo de validade.

( ) A utilização da sonda de administração da NE é exclusiva, não podendo ser empregada para medicamentos e outras soluções.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

 

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Leia, atentamente, o texto.
Eu tenho medo
Walcyr Carrasco
Parece história de humor negro. Não é. Aconteceu de verdade, é realmente um horror. Um amigo, médico dermatologista, foi fechado por um caminhão num dos acessos à Avenida 23 de Maio, em São Paulo. O carro saiu da pista, despencou pela ribanceira e colidiu com arbustos, pedras, desníveis de terreno. Meu amigo bateu a cabeça, ensanguentou-se. Primeiro horror: o caminhão fugiu. Sei que isso não surpreende ninguém. Nunca ouvi a história de um caminhão que parasse após provocar um acidente. Um funcionário meu recentemente foi fechado por um, em plena Via Dutra. Ele se machucou, o carro amassou em toda a lateral. O caminhoneiro acelerou, para se ver livre da responsabilidade. A história começa com esse horror com que me acostumei: caminhões não param nem para ver se a gente está vivo. Ainda dentro do carro, sangrando, meu amigo médico pegou o celular para pedir socorro. Estava sem bateria. Um Gol parou. Dois rapazes desceram e ofereceram ajuda. Auxiliaram-no a subir a rampa até uma empresa, cujo segurança, finalmente, chamou a polícia. O acidentado voltou para o carro. As duas “almas bondosas” haviam roubado tudo o que ele tinha. Sim, os rapazes do Gol levaram celular, carteira, cartões de crédito, bolsa. Tudo. E fugiram. É um segundo horror, que superdimensiona o outro. O pior é a conclusão do médico:
– Ainda bem que eu estava sem bateria e não fiquei no carro. E que não cheguei quando roubavam. Aí, teriam acabado comigo.
Verdade absoluta. Teria sido fácil, para roubar, acabar com o médico ensanguentado. Nem deixariam pistas, tudo seria debitado ao acidente.
Esse acontecimento me provoca um pavor profundo. Estou ficando velho. Sou de um tempo em que mesmo adolescente, às vezes, quando saía, amanhecia no ponto de ônibus esperando o primeiro da minha linha. Quantas vezes amigos e eu passamos o final da madrugada no banco de uma praça, batendo papo até o ônibus chegar? Também sou de um tempo em que, para viajar, ia para a estrada e pegava carona. Era fácil, sempre havia um carro que parava. De carona em carona, eu chegava ao meu destino. Nem sabia o que era pegar ônibus para viajar. Avião, menos ainda. Hoje, eu mesmo não paro quando alguém me pede carona. Tenho medo. Mesmo porque são inúmeros os casos em que a generosidade é recompensada com assaltos e agressões. Até assassinatos.
Assaltos sempre aconteceram. Psicopatas existem. O que me apavora é essa sensação disseminada de vale-tudo na nossa sociedade. Comecei a contar a história do médico a três outros amigos. Todos, antes de eu terminar, disseram:
– Aposto que os caras do Gol tinham roubado tudo.
A completa falta de ética já é esperada, tida como normal. É intrínseca à sociedade nacional. Não posso falar por todos os países do mundo. Costumo viajar, andar à noite pelas ruas, eventualmente ser ajudado por desconhecidos. Esse descaso com o outro, só vejo mesmo por aqui. Um ator conhecido certa vez viu uma mulher atropelada na rua, abandonada pelo autor do acidente. Botou no seu próprio carro e levou ao hospital. Não deu outra: mais tarde a dita-cuja o acusou de ser responsável pelo atropelamento. Exigiu indenização. Em vez de agradecer, deu um golpe. Soube também de donos de automóveis que instalam câmeras em seus veículos, porque há gente que se atira na frente, para mais tarde processar. A gravação serve para provar a má intenção da “vítima”. Resultado: se atropelar alguém, óbvio, socorrerei. Mas terei medo de pôr no meu carro alguém que encontre ferido, atropelado, precisando de ajuda, porque tudo pode se voltar contra mim.
Aí meu medo aumenta. Já não é mais relacionado a ser assaltado, sofrer alguma violência. É o que o medo do medo faz comigo, interiormente. Me sinto uma pessoa muito menos disposta a ser generosa. Sempre estranhei as recomendações do seguro: no caso de problema com o carro, chamar o socorro e ficar distante do veículo, até sua chegada. Depois do episódio com o médico, entendo. O ferido está mais exposto. Nem falo das mulheres assassinadas só por esboçar um gesto de defesa quando querem roubar suas bolsas. Só isso daria um livro.
O amor ao próximo, o sentimento pelo outro, foi eliminado de nossas relações sociais. Resta o medo, o mesmo que sinto dentro de mim. Não só do que me assusta. Mas que me transforma em alguém pior do que eu queria ser.
Fonte: Revista Época, n. 856, 27 out. 2014, p. 106.
Os referentes dos termos destacados estão corretamente identificados entre parênteses, EXCETO em:
 

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