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Foram encontradas 65 questões.

2568749 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Se determinada pessoa vai abrir uma empresa, precisa estar perfeitamente enquadrada em todos os requisitos exigidos por lei. Uma vez preenchidos os requisitos, a Prefeitura é obrigada a liberar o alvará porque, nesse caso, a licença para funcionamento é um ato administrativo

 

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2568748 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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São fontes primárias do Direito Administrativo as

 

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2568747 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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O princípio da Administração Pública, previsto na Constituição Federal, segundo o qual o servidor público, no exercício da função administrativa, deve agir com imparcialidade, impedindo discriminações e privilégios indevidamente dispensados a particulares denomina-se princípio da

 

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2568746 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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“A prerrogativa conferida à Administração Pública para editar atos gerais para complementar as leis e permitir a sua efetiva aplicação” denomina-se poder

 

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2568745 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Os elementos fundamentais do Estado são

 

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2568744 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Guarda civil faz sucesso na web com posts sobre rotina e espaço da mulher na segurança pública: 'Figura representativa'

Por Ana Paula Yabiku, g1 Sorocaba e Jundiaí

Dos 35 agentes que compõem o efetivo da Guarda Civil Municipal (GCM) de Votorantim (SP), 12 são mulheres. Uma delas é a jovem Renata Moraes, de 27 anos, que coleciona mais de 80 mil seguidores nas redes sociais com posts sobre a rotina da corporação e a presença feminina na segurança pública. (...)

Para ela, as redes sociais funcionam como um instrumento de inspiração e encorajamento de outras pessoas que também sonham em trabalhar nesta área. Inicialmente, Renata postava apenas fotos fardada e compartilhando algum momento do dia de serviço, mas, com o tempo, começou a mostrar um pouco da rotina fora da GCM também.

“Desde então, o número de seguidores não parou de subir, até fiquei surpresa com toda essa visibilidade. Comecei a receber mensagens, elogios, convites de parcerias e, até mesmo, agradecimentos. Isso é muito bom, porque consigo perceber que, com apenas uma postagem, faço a diferença na vida de alguém”, explica.

Ao g1, Renata conta que se sente valorizada ao saber que inspira outras mulheres a ingressarem nesta carreira. Na opinião dela, a mulher é uma figura essencial e guerreira por natureza.

“É importante esse incentivo, porque muitas vezes, ocupadas com as tarefas da rotina, elas acham que não podem conciliar sua vida pessoal com uma vida policial. Mas, pelo contrário, realizam seu trabalho de polícia com eficiência e presteza, ocupando hoje cargos de chefia e de comando. Ser figura representativa significa que muitas não vão desistir do sonho de usar uma farda. Elas conseguem ver que não é uma realidade tão distante.”

Presença feminina

Embora ainda se depare com situações de machismo no dia a dia, a guarda acredita que o público feminino esteja ganhando espaço e respeito na área de segurança pública aos poucos.

“As mulheres estão mostrando que não são inferiores, que possuem autoridade, firmeza e força, e que podem fazer o que quiserem e estar onde quiserem.”

“Nós percebemos o quão necessária é a figura feminina na segurança pública. No atendimento às ocorrências de violência doméstica contra a mulher, por exemplo, muitas vezes, a vítima não se sente segura quando é auxiliada por um homem.

A presença feminina, nesse momento, estabelece um vínculo de empatia e confiança”, continua.

Preconceito nas ruas

Nas ruas, Renata diz que vive duas situações diferentes: ao mesmo tempo em que é admirada pelo cargo que ocupa, também acaba sofrendo preconceito por ser mulher.

“Ao atender uma ocorrência, a vítima sendo homem não lhe dá credibilidade por ser mulher, sempre busca na figura masculina uma solução. Dentro da corporação, de modo indireto, você percebe que, muitas vezes, quando as tarefas lhe são dadas, um guarda não quer ser seu parceiro de viatura por acreditar que você é vulnerável ou incapaz de agir, caso se depare com alguma ocorrência”, relata.

Além disso, a jovem diz que, no geral, muitas pessoas não enxergam as horas dedicadas ao treino e ao estudo e acreditam que as conquistas dela não foram por mérito, mas por ser mulher e bonita.

“Eu sempre busquei uma profissão na qual pudesse ser útil. Não queria apenas produzir ou ser resultado em uma empresa. Eu queria fazer, auxiliar, informar, servir e fazer a diferença na vida de alguém. Atualmente, estou fazendo o curso de tecnólogo em segurança pública, pois pretendo me aperfeiçoar cada vez mais”, conta.

Fora do trabalho, Renata se dedica à musculação e ocupa o tempo com a família. “Se não estou no trabalho, estou na academia. Lá é o lugar onde eu recarrego as minhas energias tanto para o trabalho quanto para mim enquanto mulher.”

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2021/11/07/guarda-civil-faz-sucesso-na-web-com-posts-sobre-rotina-e-espaco-da-mulher-na-seguranca-publica-figura-representativa.ghtml. Acesso em 21/02/2022. Texto adaptado.

Morfologicamente, o vocábulo “onde”, no período “Lá é o lugar onde eu recarrego as minhas energias”, é um pronome

 

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2568743 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Guarda civil faz sucesso na web com posts sobre rotina e espaço da mulher na segurança pública: 'Figura representativa'

Por Ana Paula Yabiku, g1 Sorocaba e Jundiaí

Dos 35 agentes que compõem o efetivo da Guarda Civil Municipal (GCM) de Votorantim (SP), 12 são mulheres. Uma delas é a jovem Renata Moraes, de 27 anos, que coleciona mais de 80 mil seguidores nas redes sociais com posts sobre a rotina da corporação e a presença feminina na segurança pública. (...)

Para ela, as redes sociais funcionam como um instrumento de inspiração e encorajamento de outras pessoas que também sonham em trabalhar nesta área. Inicialmente, Renata postava apenas fotos fardada e compartilhando algum momento do dia de serviço, mas, com o tempo, começou a mostrar um pouco da rotina fora da GCM também.

“Desde então, o número de seguidores não parou de subir, até fiquei surpresa com toda essa visibilidade. Comecei a receber mensagens, elogios, convites de parcerias e, até mesmo, agradecimentos. Isso é muito bom, porque consigo perceber que, com apenas uma postagem, faço a diferença na vida de alguém”, explica.

Ao g1, Renata conta que se sente valorizada ao saber que inspira outras mulheres a ingressarem nesta carreira. Na opinião dela, a mulher é uma figura essencial e guerreira por natureza.

“É importante esse incentivo, porque muitas vezes, ocupadas com as tarefas da rotina, elas acham que não podem conciliar sua vida pessoal com uma vida policial. Mas, pelo contrário, realizam seu trabalho de polícia com eficiência e presteza, ocupando hoje cargos de chefia e de comando. Ser figura representativa significa que muitas não vão desistir do sonho de usar uma farda. Elas conseguem ver que não é uma realidade tão distante.”

Presença feminina

Embora ainda se depare com situações de machismo no dia a dia, a guarda acredita que o público feminino esteja ganhando espaço e respeito na área de segurança pública aos poucos.

“As mulheres estão mostrando que não são inferiores, que possuem autoridade, firmeza e força, e que podem fazer o que quiserem e estar onde quiserem.”

“Nós percebemos o quão necessária é a figura feminina na segurança pública. No atendimento às ocorrências de violência doméstica contra a mulher, por exemplo, muitas vezes, a vítima não se sente segura quando é auxiliada por um homem.

A presença feminina, nesse momento, estabelece um vínculo de empatia e confiança”, continua.

Preconceito nas ruas

Nas ruas, Renata diz que vive duas situações diferentes: ao mesmo tempo em que é admirada pelo cargo que ocupa, também acaba sofrendo preconceito por ser mulher.

“Ao atender uma ocorrência, a vítima sendo homem não lhe dá credibilidade por ser mulher, sempre busca na figura masculina uma solução. Dentro da corporação, de modo indireto, você percebe que, muitas vezes, quando as tarefas lhe são dadas, um guarda não quer ser seu parceiro de viatura por acreditar que você é vulnerável ou incapaz de agir, caso se depare com alguma ocorrência”, relata.

Além disso, a jovem diz que, no geral, muitas pessoas não enxergam as horas dedicadas ao treino e ao estudo e acreditam que as conquistas dela não foram por mérito, mas por ser mulher e bonita.

“Eu sempre busquei uma profissão na qual pudesse ser útil. Não queria apenas produzir ou ser resultado em uma empresa. Eu queria fazer, auxiliar, informar, servir e fazer a diferença na vida de alguém. Atualmente, estou fazendo o curso de tecnólogo em segurança pública, pois pretendo me aperfeiçoar cada vez mais”, conta.

Fora do trabalho, Renata se dedica à musculação e ocupa o tempo com a família. “Se não estou no trabalho, estou na academia. Lá é o lugar onde eu recarrego as minhas energias tanto para o trabalho quanto para mim enquanto mulher.”

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2021/11/07/guarda-civil-faz-sucesso-na-web-com-posts-sobre-rotina-e-espaco-da-mulher-na-seguranca-publica-figura-representativa.ghtml. Acesso em 21/02/2022. Texto adaptado.

Em “Não queria apenas produzir ou ser resultado em uma empresa.”, o verbo grifado está flexionado na primeira pessoa do singular do

 

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2568742 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Guarda civil faz sucesso na web com posts sobre rotina e espaço da mulher na segurança pública: 'Figura representativa'

Por Ana Paula Yabiku, g1 Sorocaba e Jundiaí

Dos 35 agentes que compõem o efetivo da Guarda Civil Municipal (GCM) de Votorantim (SP), 12 são mulheres. Uma delas é a jovem Renata Moraes, de 27 anos, que coleciona mais de 80 mil seguidores nas redes sociais com posts sobre a rotina da corporação e a presença feminina na segurança pública. (...)

Para ela, as redes sociais funcionam como um instrumento de inspiração e encorajamento de outras pessoas que também sonham em trabalhar nesta área. Inicialmente, Renata postava apenas fotos fardada e compartilhando algum momento do dia de serviço, mas, com o tempo, começou a mostrar um pouco da rotina fora da GCM também.

“Desde então, o número de seguidores não parou de subir, até fiquei surpresa com toda essa visibilidade. Comecei a receber mensagens, elogios, convites de parcerias e, até mesmo, agradecimentos. Isso é muito bom, porque consigo perceber que, com apenas uma postagem, faço a diferença na vida de alguém”, explica.

Ao g1, Renata conta que se sente valorizada ao saber que inspira outras mulheres a ingressarem nesta carreira. Na opinião dela, a mulher é uma figura essencial e guerreira por natureza.

“É importante esse incentivo, porque muitas vezes, ocupadas com as tarefas da rotina, elas acham que não podem conciliar sua vida pessoal com uma vida policial. Mas, pelo contrário, realizam seu trabalho de polícia com eficiência e presteza, ocupando hoje cargos de chefia e de comando. Ser figura representativa significa que muitas não vão desistir do sonho de usar uma farda. Elas conseguem ver que não é uma realidade tão distante.”

Presença feminina

Embora ainda se depare com situações de machismo no dia a dia, a guarda acredita que o público feminino esteja ganhando espaço e respeito na área de segurança pública aos poucos.

“As mulheres estão mostrando que não são inferiores, que possuem autoridade, firmeza e força, e que podem fazer o que quiserem e estar onde quiserem.”

“Nós percebemos o quão necessária é a figura feminina na segurança pública. No atendimento às ocorrências de violência doméstica contra a mulher, por exemplo, muitas vezes, a vítima não se sente segura quando é auxiliada por um homem.

A presença feminina, nesse momento, estabelece um vínculo de empatia e confiança”, continua.

Preconceito nas ruas

Nas ruas, Renata diz que vive duas situações diferentes: ao mesmo tempo em que é admirada pelo cargo que ocupa, também acaba sofrendo preconceito por ser mulher.

“Ao atender uma ocorrência, a vítima sendo homem não lhe dá credibilidade por ser mulher, sempre busca na figura masculina uma solução. Dentro da corporação, de modo indireto, você percebe que, muitas vezes, quando as tarefas lhe são dadas, um guarda não quer ser seu parceiro de viatura por acreditar que você é vulnerável ou incapaz de agir, caso se depare com alguma ocorrência”, relata.

Além disso, a jovem diz que, no geral, muitas pessoas não enxergam as horas dedicadas ao treino e ao estudo e acreditam que as conquistas dela não foram por mérito, mas por ser mulher e bonita.

“Eu sempre busquei uma profissão na qual pudesse ser útil. Não queria apenas produzir ou ser resultado em uma empresa. Eu queria fazer, auxiliar, informar, servir e fazer a diferença na vida de alguém. Atualmente, estou fazendo o curso de tecnólogo em segurança pública, pois pretendo me aperfeiçoar cada vez mais”, conta.

Fora do trabalho, Renata se dedica à musculação e ocupa o tempo com a família. “Se não estou no trabalho, estou na academia. Lá é o lugar onde eu recarrego as minhas energias tanto para o trabalho quanto para mim enquanto mulher.”

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2021/11/07/guarda-civil-faz-sucesso-na-web-com-posts-sobre-rotina-e-espaco-da-mulher-na-seguranca-publica-figura-representativa.ghtml. Acesso em 21/02/2022. Texto adaptado.

Em “A presença feminina, nesse momento, estabelece um vínculo de empatia e confiança”, a palavra destacada significa

 

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2568741 Ano: 2021
Disciplina: Português
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Guarda civil faz sucesso na web com posts sobre rotina e espaço da mulher na segurança pública: 'Figura representativa'

Por Ana Paula Yabiku, g1 Sorocaba e Jundiaí

Dos 35 agentes que compõem o efetivo da Guarda Civil Municipal (GCM) de Votorantim (SP), 12 são mulheres. Uma delas é a jovem Renata Moraes, de 27 anos, que coleciona mais de 80 mil seguidores nas redes sociais com posts sobre a rotina da corporação e a presença feminina na segurança pública. (...)

Para ela, as redes sociais funcionam como um instrumento de inspiração e encorajamento de outras pessoas que também sonham em trabalhar nesta área. Inicialmente, Renata postava apenas fotos fardada e compartilhando algum momento do dia de serviço, mas, com o tempo, começou a mostrar um pouco da rotina fora da GCM também.

“Desde então, o número de seguidores não parou de subir, até fiquei surpresa com toda essa visibilidade. Comecei a receber mensagens, elogios, convites de parcerias e, até mesmo, agradecimentos. Isso é muito bom, porque consigo perceber que, com apenas uma postagem, faço a diferença na vida de alguém”, explica.

Ao g1, Renata conta que se sente valorizada ao saber que inspira outras mulheres a ingressarem nesta carreira. Na opinião dela, a mulher é uma figura essencial e guerreira por natureza.

“É importante esse incentivo, porque muitas vezes, ocupadas com as tarefas da rotina, elas acham que não podem conciliar sua vida pessoal com uma vida policial. Mas, pelo contrário, realizam seu trabalho de polícia com eficiência e presteza, ocupando hoje cargos de chefia e de comando. Ser figura representativa significa que muitas não vão desistir do sonho de usar uma farda. Elas conseguem ver que não é uma realidade tão distante.”

Presença feminina

Embora ainda se depare com situações de machismo no dia a dia, a guarda acredita que o público feminino esteja ganhando espaço e respeito na área de segurança pública aos poucos.

“As mulheres estão mostrando que não são inferiores, que possuem autoridade, firmeza e força, e que podem fazer o que quiserem e estar onde quiserem.”

“Nós percebemos o quão necessária é a figura feminina na segurança pública. No atendimento às ocorrências de violência doméstica contra a mulher, por exemplo, muitas vezes, a vítima não se sente segura quando é auxiliada por um homem.

A presença feminina, nesse momento, estabelece um vínculo de empatia e confiança”, continua.

Preconceito nas ruas

Nas ruas, Renata diz que vive duas situações diferentes: ao mesmo tempo em que é admirada pelo cargo que ocupa, também acaba sofrendo preconceito por ser mulher.

“Ao atender uma ocorrência, a vítima sendo homem não lhe dá credibilidade por ser mulher, sempre busca na figura masculina uma solução. Dentro da corporação, de modo indireto, você percebe que, muitas vezes, quando as tarefas lhe são dadas, um guarda não quer ser seu parceiro de viatura por acreditar que você é vulnerável ou incapaz de agir, caso se depare com alguma ocorrência”, relata.

Além disso, a jovem diz que, no geral, muitas pessoas não enxergam as horas dedicadas ao treino e ao estudo e acreditam que as conquistas dela não foram por mérito, mas por ser mulher e bonita.

“Eu sempre busquei uma profissão na qual pudesse ser útil. Não queria apenas produzir ou ser resultado em uma empresa. Eu queria fazer, auxiliar, informar, servir e fazer a diferença na vida de alguém. Atualmente, estou fazendo o curso de tecnólogo em segurança pública, pois pretendo me aperfeiçoar cada vez mais”, conta.

Fora do trabalho, Renata se dedica à musculação e ocupa o tempo com a família. “Se não estou no trabalho, estou na academia. Lá é o lugar onde eu recarrego as minhas energias tanto para o trabalho quanto para mim enquanto mulher.”

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2021/11/07/guarda-civil-faz-sucesso-na-web-com-posts-sobre-rotina-e-espaco-da-mulher-na-seguranca-publica-figura-representativa.ghtml. Acesso em 21/02/2022. Texto adaptado.

Considerando a subordinação da oração destacada em “Embora ainda se depare com situações de machismo no dia a dia, a guarda acredita que o público feminino esteja ganhando espaço e respeito na área de segurança pública aos poucos.”, é correto afirmar que se trata de uma oração subordinada adverbial

 

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2568739 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Guarda civil faz sucesso na web com posts sobre rotina e espaço da mulher na segurança pública: 'Figura representativa'

Por Ana Paula Yabiku, g1 Sorocaba e Jundiaí

Dos 35 agentes que compõem o efetivo da Guarda Civil Municipal (GCM) de Votorantim (SP), 12 são mulheres. Uma delas é a jovem Renata Moraes, de 27 anos, que coleciona mais de 80 mil seguidores nas redes sociais com posts sobre a rotina da corporação e a presença feminina na segurança pública. (...)

Para ela, as redes sociais funcionam como um instrumento de inspiração e encorajamento de outras pessoas que também sonham em trabalhar nesta área. Inicialmente, Renata postava apenas fotos fardada e compartilhando algum momento do dia de serviço, mas, com o tempo, começou a mostrar um pouco da rotina fora da GCM também.

“Desde então, o número de seguidores não parou de subir, até fiquei surpresa com toda essa visibilidade. Comecei a receber mensagens, elogios, convites de parcerias e, até mesmo, agradecimentos. Isso é muito bom, porque consigo perceber que, com apenas uma postagem, faço a diferença na vida de alguém”, explica.

Ao g1, Renata conta que se sente valorizada ao saber que inspira outras mulheres a ingressarem nesta carreira(a). Na opinião dela, a mulher é uma figura essencial e guerreira por natureza.

“É importante esse incentivo, porque muitas vezes, ocupadas com as tarefas da rotina, elas acham que não podem conciliar sua vida pessoal com uma vida policial. Mas, pelo contrário, realizam seu trabalho de polícia com eficiência e presteza, ocupando hoje cargos de chefia e de comando. Ser figura representativa significa que muitas não vão desistir do sonho de usar uma farda. Elas conseguem ver que não é uma realidade tão distante.”

Presença feminina

Embora ainda se depare com situações de machismo no dia a dia, a guarda acredita que o público feminino esteja ganhando espaço e respeito na área de segurança pública aos poucos.

“As mulheres estão mostrando que não são inferiores, que possuem autoridade, firmeza e força, e que podem fazer o que quiserem e estar onde quiserem.”

“Nós percebemos o quão necessária é a figura feminina na segurança pública. No atendimento às ocorrências de violência doméstica contra a mulher(b), por exemplo, muitas vezes, a vítima não se sente segura quando é auxiliada por um homem.

A presença feminina, nesse momento, estabelece um vínculo de empatia e confiança”, continua.

Preconceito nas ruas

Nas ruas, Renata diz que vive duas situações diferentes: ao mesmo tempo em que é admirada pelo cargo que ocupa, também acaba sofrendo preconceito por ser mulher.

“Ao atender uma ocorrência(c), a vítima sendo homem não lhe dá credibilidade por ser mulher, sempre busca na figura masculina uma solução. Dentro da corporação, de modo indireto, você percebe que, muitas vezes, quando as tarefas lhe são dadas, um guarda não quer ser seu parceiro de viatura por acreditar que você é vulnerável ou incapaz de agir, caso se depare com alguma ocorrência”, relata.

Além disso, a jovem diz que, no geral, muitas pessoas não enxergam as horas dedicadas ao treino e ao estudo e acreditam que as conquistas dela não foram por mérito, mas por ser mulher e bonita.

“Eu sempre busquei uma profissão na qual pudesse ser útil. Não queria apenas produzir ou ser resultado em uma empresa. Eu queria fazer, auxiliar, informar, servir e fazer a diferença na vida de alguém. Atualmente, estou fazendo o curso de tecnólogo em segurança pública, pois pretendo me aperfeiçoar cada vez mais”, conta.

Fora do trabalho, Renata se dedica à musculação(d) e ocupa o tempo com a família. “Se não estou no trabalho, estou na academia. Lá é o lugar onde eu recarrego as minhas energias tanto para o trabalho quanto para mim enquanto mulher.”

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2021/11/07/guarda-civil-faz-sucesso-na-web-com-posts-sobre-rotina-e-espaco-da-mulher-na-seguranca-publica-figura-representativa.ghtml. Acesso em 21/02/2022. Texto adaptado.

Assinale a opção cujos termos destacados têm a função sintática de complemento nominal.

 

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