Ela mostra uma pintura corporal, produção indígena específica que, para Lagrou (2009), em vez de refletir uma estrutura social (...) imaginaria uma possibilidade cognitiva de organização social não realizada na vida cotidiana. O estilo desdobrado nos informaria sobre o desejo [desse grupo] de superar a tensão social inerente ao seu sistema de três castas, uma tensão temporariamente dissolvida pela imaginação artística.
Nessa descrição, Lagrou comenta a arte indígena dos
No que diz respeito ao Objeto de Conhecimento Notação e registro musical, na Unidade Temática Música, o BNCC, para o 6º ao 9º ano, propõe como Habilidades:
Entre os povos ameríndios temos vários exemplos deste tipo de arte. Para a música podemos mencionar o uso do arco musical pelos Kaxinawa, Culina, Ashaninka e outros povos da região, onde a caixa de ressonância é a própria boca do tocador, o que faz com que a música seja quase imperceptível para pessoas que se encontram a mais de um metro de distância. Esta música é tocada para ser ouvida ou pelos espíritos ou somente pelo próprio tocador.
(Lagrou, 2009)
Segundo Lagrou, essa prática – de obras feitas para não serem vistas ou ouvidas ou ainda outras, para desaparecerem ao final do processo de sua fabricação ou performance – assemelha esse tipo de arte dos ameríndios
Desgranges (2003) descreve as práticas teatrais no período dos anos 1960 e 1970, e seus desdobramentos no ensino de Teatro, como marcadas pelas ideias de democratização cultural e de ampliação dos públicos. Segundo o autor, essas práticas ganharam o mundo a partir de uma perspectiva contracultural, com forte teor ideológico e de difusão de amplo público, com espectadores convidados à participação. Como exemplo dessa abordagem indica
No documento BNCC, para o 6º ao 9º ano, é considerada uma das Habilidades do Objeto de Conhecimento Elementos da Linguagem, na Unidade Temática Teatro: