Foram encontradas 50 questões.
Which learning approach is the teacher adopting?
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Leia o texto a seguir para responder as questões:
Como pode ser visto na bibliografia de Wilson (2007), muita coisa já foi publicada sobre o assunto. Isso não significa, no entanto, que já existe um conhecimento consolidado sobre a adoção de estratégias e a utilização de recursos para esse fim. Se a literatura sobre o ensino de inglês para surdos é indicativa, o que mais se encontra são relatos de experiência de professores e instituições. Essa literatura é difícil de ser avaliada pela falta de informações precisas sobre as variáveis centrais como: os objetivos do ensino (e.g., língua oral ou língua escrita), o contexto de ensino (língua oral ou língua de sinais, classes especiais ou inclusivas) e o perfil dos alunos (oralizados ou fluentes em língua de sinais). Essa imprecisão é o resultado, em parte, das exigências imediatas dos contextos de ensino: as instituições tinham alunos para ser educados e os educadores buscavam soluções práticas possíveis; e objetivo não era o de fazer pesquisa básica com os controles necessários. Mas a imprecisão também é o resultado da falta de conhecimentos teóricos sobre os assuntos tratados neste artigo: a natureza linguística das línguas de sinais, a precariedade da oralização come aquisição de língua, os efeitos de aquisição tardia de uma primeira língua, o papel cognitivo fundamental de uma “língua do berço”, o papel da socialização entre surdos na aquisição de língua gestual. A literatura deve ser lida sempre com esses parâmetros em mente.
(Leland McCleary. O ensino de língua estrangeira e a questão da diversidade)
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Leia o texto a seguir para responder as questões:
Como pode ser visto na bibliografia de Wilson (2007), muita coisa já foi publicada sobre o assunto. Isso não significa, no entanto, que já existe um conhecimento consolidado sobre a adoção de estratégias e a utilização de recursos para esse fim. Se a literatura sobre o ensino de inglês para surdos é indicativa, o que mais se encontra são relatos de experiência de professores e instituições. Essa literatura é difícil de ser avaliada pela falta de informações precisas sobre as variáveis centrais como: os objetivos do ensino (e.g., língua oral ou língua escrita), o contexto de ensino (língua oral ou língua de sinais, classes especiais ou inclusivas) e o perfil dos alunos (oralizados ou fluentes em língua de sinais). Essa imprecisão é o resultado, em parte, das exigências imediatas dos contextos de ensino: as instituições tinham alunos para ser educados e os educadores buscavam soluções práticas possíveis; e objetivo não era o de fazer pesquisa básica com os controles necessários. Mas a imprecisão também é o resultado da falta de conhecimentos teóricos sobre os assuntos tratados neste artigo: a natureza linguística das línguas de sinais, a precariedade da oralização come aquisição de língua, os efeitos de aquisição tardia de uma primeira língua, o papel cognitivo fundamental de uma “língua do berço”, o papel da socialização entre surdos na aquisição de língua gestual. A literatura deve ser lida sempre com esses parâmetros em mente.
(Leland McCleary. O ensino de língua estrangeira e a questão da diversidade)
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