Foram encontradas 563 questões.
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:
A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em
voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:
— A gente combinamos de não morrer!
Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela
face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e
cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem
não tem colírio usa óculos escuros.”
A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse.
Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não
é. Na televisão deu:
— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!
(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”.
Olhos d’água, 2016)
— A gente combinamos de não morrer! (2o parágrafo)
— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo! (4° parágrafo) A habilidade BNCC EF69LP47 prevê “Analisar, em textos narrativos ficcionais, as diferentes formas de composição próprias de cada gênero, os recursos coesivos que constroem a passagem do tempo e articulam suas partes, [...] os efeitos de sentido decorrentes [...] do uso de pontuação expressiva...”. Com base nesse conhecimento, conclui -se corretamente que, nas frases transcritas, o uso do ponto de exclamação sinaliza, correta e respectivamente:
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Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:
A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em
voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:
— A gente combinamos de não morrer!
Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela
face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e
cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem
não tem colírio usa óculos escuros.”
A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse.
Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não
é. Na televisão deu:
— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!
(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”.
Olhos d’água, 2016)
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Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:
A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em
voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:
— A gente combinamos de não morrer!
Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela
face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e
cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem
não tem colírio usa óculos escuros.”
A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse.
Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não
é. Na televisão deu:
— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!
(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”.
Olhos d’água, 2016)
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Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:
A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em
voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:
— A gente combinamos de não morrer!
Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela
face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e
cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem
não tem colírio usa óculos escuros.”
A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse.
Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não
é. Na televisão deu:
— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!
(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”.
Olhos d’água, 2016)
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3953169
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Do campo artístico-literário, a habilidade BNCC EF69LP46
prevê “Participar de práticas de compartilhamento de
leitura/recepção de obras literárias/manifestações artísticas, [...] tecendo, quando possível, comentários de ordem estética e afetiva e justificando suas apreciações,
escrevendo comentários e resenhas para jornais, blogs
e redes sociais e utilizando formas de expressão das culturas juvenis [...].” Quando se compara essa habilidade
com a proposta de seleção de textos para a leitura literária de Rildo Cosson (2016), conclui-se corretamente que
esse autor propõe que haja
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O conceito de sequência didática, conforme apresentado por Dolz, Noverraz e Schneuwly, em Gêneros orais
e escritos na escola (2004), diz respeito a uma série de
atividades
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3953167
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Leia os versos de Gonçalves Dias:
Enfim te vejo! – enfim posso, Curvado a teus pés, dizer-te, Que não cessei de querer-te, Pesar de quanto sofri. Muito penei! Cruas ânsias, Dos teus olhos afastado, Houveram-me acabrunhado A não lembrar-me de ti!
(Gonçalves Dias, “Ainda uma vez, Adeus!”. Em: M. A. Moisés. Literatura brasileira através dos textos. 29. ed. São Paulo: Cultrix, 2014)
De acordo com Massaud Moisés (2014), os versos de Gonçalves Dias são de natureza
Enfim te vejo! – enfim posso, Curvado a teus pés, dizer-te, Que não cessei de querer-te, Pesar de quanto sofri. Muito penei! Cruas ânsias, Dos teus olhos afastado, Houveram-me acabrunhado A não lembrar-me de ti!
(Gonçalves Dias, “Ainda uma vez, Adeus!”. Em: M. A. Moisés. Literatura brasileira através dos textos. 29. ed. São Paulo: Cultrix, 2014)
De acordo com Massaud Moisés (2014), os versos de Gonçalves Dias são de natureza
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